Start e Ascensão

Muitos nesse momento estão acordados e olhando para céu a se perguntar, o que está acontecendo no nosso planeta? Esta é uma pergunta que ecoa pelos canais vibracionais. Estamos mudando a frequência energética e isso pode ser sentido por muitos, e esse é o diferencial daqui em diante, as pessoas devem começar a ativar seus sentidos, do ver para a percepção. Estamos todos em linha de ascensão energética, tanto o planeta como nós a raça humana. Fora do contexto planetário tudo também evolui e obedece a uma mudança ordenada e programada a partir do centro do nosso Universo, toda a vida está sempre em movimento. A mudança do padrão energético não é especifico do planeta Terra, então a ascensão a que todos estamos almejando é sistemática e abrangente, pois não estamos isolados do restante do universo, pelo contrário, fazemos parte do projeto universal, que prevê alteração energética, periódica e cíclica.

Estamos findando um ciclo de vida do planeta e isso exige reciclagem; a cada período de 24 mil anos, aproximadamente, o nosso sol conclui a volta toda em torno das doze constelações que fazem parte do nosso sistema solar e toda vez que isto acontece há um start, ou um recomeço de tudo, ou melhor dizendo, que quando esse momento chega, uma limpeza de ordem física acontece ao planeta, ou seja, toda a densidade acumulada pelo planeta durante todo esse período precisa ser dissipada no momento que antecede o start. Todo planeta físico acumula muita densidade, principalmente quando se encontra na dualidade, onde os seres inteligentes atuam no meio e utilizando-se das duas forças energéticas, a do bem e a do mal. Então, estamos diante de um período onde toda a carga energética densa acumulada pelos humanos, resultado de suas ações e pensamentos, por todo um período cíclico do sol, precisará ser quebrada.

Os católicos chamam esse momento de Apocalipse, os Maias, fim do ciclo, e tantos outros grupos já nos apresentaram essa realidade. Considerando que não é a primeira vez que o planeta passa por essas finalizações, é muito estranho perceber que o meio científico ainda não considera trazer à tona o estudo do nosso calendário solar como mecanismo para entender o processo da vida, dentro e fora do planeta Terra. O sol é a nossa fonte de energia, sem o qual não haveria vida, então o ciclo solar deveria ser a fonte maior de estudo e interesse por parte das nações. O salto quântico energético planetário é uma realidade que se apresenta diante da total ignorância da maioria, mas fazer parte dessa onda que chega e estar junto nessa mudança requer que estejamos cada vez mais conectados com Gaia, que ainda nos tornemos cada vez mais “seres espirituais”, no sentido de nos tornar dispostos a abrir os canais perceptivos. O que está estabelecido não será modificado, só nos resta tomar a decisão, para que lado queremos nos estabelecer e esse é um momento de decisão, de escolhas e tudo o que esse momento irá representar em nossas vidas em um futuro próximo e não muito distante é a nossa liberdade, a nossa união com o cosmo e com o nossa família galáctica. Libertemo-nos, pois.

Gilda Santos e Silva é escritora e artista plástica. Seus livros , A Esplêndida Luz da Terra , A CHAVE e o Código Secreto . Administra a página Felinos no Facebook.

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Avistamento em Ponta Grossa, Paraná.

Na imensidão do céu admiramos as estrelas, a lua majestosa nos fornece energia e beleza.

Sempre admirei o céu, sempre senti a força dele, até ter o meu primeiro avistamento.

Foi numa viagem de Ponta Grossa a Curitiba à meia noite, no outono de 1999. Eu tinha 29 anos, estava sozinha, me deslocando devagar e admirando o céu, que estava estrelado naquela noite.

Na minha frente à esquerda vi uma luz muito forte no céu e comecei a pensar o que seria de tão gigante que estou vendo. Segui viagem e, quando vi que a luz estava do meu lado direito no céu, meu coração disparou nesse momento, aí grudei meus olhos na luz, que senti estar me vendo.

A partir daí ela sumia e aparecia do outro lado e assim durante um tempo até eu começar a falar com aquela luz misteriosa.

Pedia a ela, se estiver me vendo, se for um um extraterrestre venha até mim, se for um ser bom que queira meu bem eu quero conhecer te de perto. Assim segui meu caminho falando sozinha na esperança da luz estar me ouvindo.

Na estrada sentido Ponta Grossa – Curitiba tem dois pedágios, passei o primeiro pedágio já com meu coração acelerado porque já vi que a luz não era avião, nem estrela e estava mexendo comigo. Quando saí do pedágio em meio a um nevoeiro vi uma nave em cima do meu parabrisa: era cinza escuro, gigante, hexagonal e sem luzes, totalmente escuro. Eu parei o carro no acostamento e fiquei olhando, eu estava muito emocionada chorei porque a emoção que senti é inexplicável. Eu agradeci aquela nave por ter vindo até mim e falei que podia ir em paz que eu estava em paz.

Passei dias refletindo sobre esse fato ter acontecido comigo, sobre a luz ter me ouvido, sobre eu não ter tido medo e ter sentido uma energia inexplicável, forte e boa que ficou em mim por dias.

Aí descobri que me comuniquei por telepatia, que realmente os extraterrestres estão nos vendo e querem o nosso contato. A partir desse dia comecei a ter vários avistamentos, não como esse de uma nave descer até mim, mas de outras maneiras. Em todos contatos, tive certeza da telepatia e que eles estão nos vendo. Convido a todos a olharem o céu com outros olhos, a admirarem com a certeza de não estarmos sozinhos.

Paula Goulart Netto, formada em Farmácia e Bioquímica pós graduada em Microbiologia Natural de Maringá – Paraná Atuante na Ufologia desde 1999 onde teve seu primeiro avistamento Integrante e colaboradora do grupo Ufologia Integral Brasil.

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Não estamos sós

A existência de vida inteligente fora da Terra sempre foi um mistério e uma incógnita, que permeia o imaginário de todo ser humano. Quem nunca olhou para o céu estrelado à noite e se questionou sobre as infinitas possibilidades de vida inteligente na imensidão do universo?  Quem nunca, em silêncio, pensou “Será que estamos sós?”

E se dissermos que hoje, simultaneamente, pessoas de diferentes lugares do mundo, que não se conhecem, vivenciam algo em comum ao olhar as estrelas? Elas já não se perguntam se estão sozinhas, mas olham para o céu ansiosas perguntando: “Quando terei um contato ou um avistamento?”.

Para essas pessoas é certo que não estamos sós, esses seres inteligentes de fora da Terra não somente existem como nos contatam. São pessoas que relatam avistamentos de naves, que foram levadas ou conversaram com esses seres. As pessoas que tiveram esse contato ou foram levadas por extraterrestres são chamadas de contatadas ou abduzidas.

Atualmente, as histórias e estudos desses fenômenos reúnem centenas de pessoas em grupos, vigílias, palestras e encontros para ouvir não somente ufólogos, mas também contatados e abduzidos.

Em diferentes locais e épocas ao longo da história da humanidade, pessoas descreveram e relataram esse intercâmbio entre humanos e extraterrestres, que nos visitam de fora da Terra. Porém, é importante ressaltar que, para a ciência, não há provas nem evidências quanto à veracidade dessas comunicações. Até mesmo uma parcela da ufologia, que necessita de evidências e provas materiais, chamada de ufologia científica, coloca em cheque essas comunicações e contatos. Mas isso não  desqualifica os contatos, haja vista que é considerável que uma civilização extraterrestre mais avançada se utilize de mecanismos de comunicação que a ciência humana ainda nos dias de hoje não possa explicar.

Enquanto muitas pessoas descrevem relatos e trazem mensagens desses seres, outras buscam informações de diferentes fontes que reforcem suas teorias e uma parcela almeja ansiosamente que esses seres tragam respostas para tantas inquietações da humanidade.

Uma coisa é certa, enquanto o contato em massa não ocorre, caberão duas ações sobre o fenômeno de contato direto com extraterrestre: a primeira ação é de quem analisa o relato do contatado com seriedade e critério; esse estudioso necessita de uma abertura maior para usar como base diferentes áreas do conhecimento, entre a espiritualidade e ciência. E na outra frente, a responsabilidade de transmitir à humanidade seu contato, sem criar seguidores, privilegiados ou permitir influências anímicas que interfiram no relato de seu contato. Talvez em breve caberá outra pergunta ao olhar o céu a noite: “Será que, ao sermos contatados, saberemos o que fazer em seguida?”

Bia Vall é fonoaudióloga, paulistana. Interessada pelos estudos da consciência e vida extraterrestre. Idealizadora do Projeto Ufologia Integral Brasil

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Chuva de meteoros em abril: Líridas

Chuva de meteoros em abril: Líridas

Abril é o Mês Mundial da Astronomia, e nada melhor do que comemorar está data observando uma linda chuva de meteoros, a chuva de meteoros Líridas acontecer entre os dias 16 e 25 de abril, segundo os astrônomos o pico das Líridas acontece entre a noite do dia 21 para 22 de Abril. O fenômeno poderá ser visível em todo o Brasil a olho nu, A Lua quase cheia, no entanto, talvez deva dificultar as observações, pois o céu está muito claro, mesmo assim, os que são mais brilhantes poderão ser vistos normalmente, procure a constelação da Lira através de sua estrela mais brilhante da constelação, a estrela Veja, o melhor hora para observar a chuva de meteoros é a partir das 3 horas da madrugada até raia o dia, quanto mais escuro estiver e sem nenhuma poluição luminosa maior será a chance de observar um meteoro.

Esta “chuva de estrelas” tem o nome de Líridas, por acontecer perto da constelação de Lira. A órbita da Terra passará perto da zona de detritos deixados do cometa Thatcher (C/1861 G1) que serão “puxados” pela força gravitacional do nosso planeta, brilhando ao entrar na nossa atmosfera.

De acordo com o “Manual do Observador” da Royal Astronomical Society do Canadá, a chuva poderá ter até 20 meteoros por hora, podendo ser vistos por um único observador ao céu escuro. Com mais poluição luminosa, menos meteoros serão vistos.

 

Porque O Nome Líridas?

Como toda Chuva de Meteoros tem como origem um ponto específico no céu, e também devido a localização do planeta em sua órbita é comum que sempre tenha uma constelação por perto, neste caso temos a constelação Lyra (ou Lira), que é de onde será o surgimento principal da Chuva de Meteoros.

O mesmo conceito se aplica a Chuva de Meteoros Geminidas, que acontece próximo a constelação de Gêmeos, Leonidas, para a constelação de Leão, Orionidas para constelação de Órion dentre outras.

Chuva de meteoros Líridas registrada pela NASA.
Créditos: NASA / MSFC / D. Moser

Fenômenos como estes são coisas realmente incríveis de se observar, e também nos dão uma chance de pensar e refletir no quão magnífico e esplêndido é o nosso universo.

Fontes: NASA / STELLARIUM / Galeria do Meteorito / Wikimedia Commons/ Mistérios do universo.