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A estrela Betelgeuse (Alfa da constelação de Orion), sua possível explosão em “SUPERNOVA”, e as implicações destrutivas – Parte 1

A ESTRELA BETELGEUSE (Alfa da constelação de Orion), sua possível explosão em “SUPERNOVA”, e as implicações destrutivas (primeira postagem da série para acompanhar o que esta acontecendo e poderá acontecer a qualquer momento)

Dois dias antes antes da virada do ano, quando estava em São Thome das Letras, fui alertado pelo amigo Nando Barbosa mediante uma mensagem de WhatsApp, passando uma mensagem com um link de uma matéria na revista Super Interessante, que revelava uma variação anormal no brilho da estrela Betelgeuse, Alpha da constelação do Orion, que alertava para a possibilidade da estrela, já em seu final de vida, apresentar uma explosão final, fenômeno que atinge estrelas massivas, com massa muitas vezes maior que a do nosso Sol.

Na figura à esquerda, a constelação de Orion, com Betelgeuse, antes de apresentar sua queda brusca de brilho poucos dias atrás, assinalada por um quadrado; ao centro, representação do brilho da estrela; na direita, imagem obtida pelo Nasmyth Adaptive Optics System (Naos) no telescópio VLT do Observatório Europeu do Sul (ESO) – Foto: Wikimedia Commons

Ele, sabendo de meus conhecimentos na área astronômica, questionou mediante a mesma mensagem se a “notícia” era procedente. Imediatamente fui para fora do local onde estava hospedado e, ao olhar a constelação de Orion, verifiquei que a estrela realmente havia reduzido seu brilho drasticamente.

Apesar de ser uma estrela variável irregular, nunca tinha sido vista antes, durante minhas décadas de observações astronômicas, nem mesmo pelos astrônomos dos seculos passados, com brilho tão reduzido. A estrela é uma super gigante vermelha, cujo brilho variava de forma irregular, mas se mantendo sempre como uma das dez ou doze mais brilhantes do céu, sendo a segunda da constelação de Orion, com brilho pouco abaixo de Rigel (Beta Orionis).

No final da vida, estrelas massivas como Betelgeuse variam de brilho devido o esgotamento de seu “combustível nuclear”, mediante o aumento e diminuição de seu volume, que se torna mutante, até que acabam por entrar em um processo de colapso com toda sua massa se precipitando em direção ao seu núcleo, o que gera a explosão final, permitindo que uma única estrela possa chegar a emitir mais energia, durante dias, que todas as outras de sua própria galáxia reunidas. Isso gera, é claro, um efeito destrutivo inimaginável em torno de si.

“Nenhuma supernova surgiu em nossa galáxia (Via-Láctea) a uma distância tão ‘pequena'” (Marco Petit)

No momento, o meio astronômico se divide entre aqueles que estão defendendo a explosão final para qualquer momento, e aqueles que acreditam que esse fenômeno grandioso e assustador pode levar ainda milhares de anos (100 mil). Outra informação, que não podemos deixar de citar nessa primeira postagem da série aqui nos meus perfis e no meu grupo no face (Ufologia, Relatos e Fatos), é que nenhuma supernova surgiu em nossa galáxia (Via-Láctea) a uma distância tão “pequena” (pouco menos de 700 anos luz).

Na próxima postagem, que será realizada no domingo, abordarei os detalhes que eu mesmo estou acompanhando, mediante observações próprias, incluindo os sinais que estão sendo apresentados nos últimos dias, que podem definir ou não uma explosão imediata, com as decorrentes implicações.

Imagem da Capa: Wikimedia Commons

Marco Antônio Petit é ufólogo há mais de 40 anos e autor de onze livros que abordam diferentes aspectos da Ufologia.

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

Chuva Eta-Aquarida e o fenômeno do Cometa Halley

A chuva de meteoros que acontece nessa madrugada de domingo 06/05/18 é causada por detritos deixados pelo cometa Halley na sua última passagem em 1986 ou até mesmo detritos de centenas de anos atrás; podemos visualizar esse evento a partir das 02:00 as 05:00 pelo horário de Brasília no Poente do Sol.

A curiosidade é que os meteoritos são pequenos e chegam a ser comparados com grãos de areia e cascalhos. A cada passagem, no período de 76 anos, o Cometa Halley deixa um novo e enorme rastro de detritos no Fluxo Orbital.

Com uma beleza inconfundível a chuva contará, em média, com 50 meteoros por hora no seu pico mais elevado e, mesmo sendo detritos pequenos, quando passam juntos pela atmosfera dão um show de beleza e luz, sendo conhecidos como estrelas cadentes.

A próxima passagem do Cometa Halley será no ano de 2061, no dia 28 de julho.

Fontes: agenciabrasil.ebc.bom.br

Vanessa Rezende Natural de Pernambuco Pesquisas e estudos autônoma sobre Física, Astronomia, Espiritualidade. Apaixonada pelas ações naturais do mundo e universo.

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Equipe UIB