A ESTRELA BETELGEUSE (Alfa da constelação de Orion), sua possível explosão em “SUPERNOVA”, e as implicações destrutivas (primeira postagem da série para acompanhar o que esta acontecendo e poderá acontecer a qualquer momento)
Dois dias antes antes da virada do ano, quando estava em São Thome das Letras, fui alertado pelo amigo Nando Barbosa mediante uma mensagem de WhatsApp, passando uma mensagem com um link de uma matéria na revista Super Interessante, que revelava uma variação anormal no brilho da estrela Betelgeuse, Alpha da constelação do Orion, que alertava para a possibilidade da estrela, já em seu final de vida, apresentar uma explosão final, fenômeno que atinge estrelas massivas, com massa muitas vezes maior que a do nosso Sol.
Na figura à esquerda, a constelação de Orion, com Betelgeuse, antes de apresentar sua queda brusca de brilho poucos dias atrás, assinalada por um quadrado; ao centro, representação do brilho da estrela; na direita, imagem obtida pelo Nasmyth Adaptive Optics System (Naos) no telescópio VLT do Observatório Europeu do Sul (ESO) – Foto: Wikimedia Commons
Ele, sabendo de meus conhecimentos na área astronômica, questionou mediante a mesma mensagem se a “notícia” era procedente. Imediatamente fui para fora do local onde estava hospedado e, ao olhar a constelação de Orion, verifiquei que a estrela realmente havia reduzido seu brilho drasticamente.
Apesar de ser uma estrela variável irregular, nunca tinha sido vista antes, durante minhas décadas de observações astronômicas, nem mesmo pelos astrônomos dos seculos passados, com brilho tão reduzido. A estrela é uma super gigante vermelha, cujo brilho variava de forma irregular, mas se mantendo sempre como uma das dez ou doze mais brilhantes do céu, sendo a segunda da constelação de Orion, com brilho pouco abaixo de Rigel (Beta Orionis).
No final da vida, estrelas massivas como Betelgeuse variam de brilho devido o esgotamento de seu “combustível nuclear”, mediante o aumento e diminuição de seu volume, que se torna mutante, até que acabam por entrar em um processo de colapso com toda sua massa se precipitando em direção ao seu núcleo, o que gera a explosão final, permitindo que uma única estrela possa chegar a emitir mais energia, durante dias, que todas as outras de sua própria galáxia reunidas. Isso gera, é claro, um efeito destrutivo inimaginável em torno de si.
“Nenhuma supernova surgiu em nossa galáxia (Via-Láctea) a uma distância tão ‘pequena'” (Marco Petit)
No momento, o meio astronômico se divide entre aqueles que estão defendendo a explosão final para qualquer momento, e aqueles que acreditam que esse fenômeno grandioso e assustador pode levar ainda milhares de anos (100 mil). Outra informação, que não podemos deixar de citar nessa primeira postagem da série aqui nos meus perfis e no meu grupo no face (Ufologia, Relatos e Fatos), é que nenhuma supernova surgiu em nossa galáxia (Via-Láctea) a uma distância tão “pequena” (pouco menos de 700 anos luz).
Na próxima postagem, que será realizada no domingo, abordarei os detalhes que eu mesmo estou acompanhando, mediante observações próprias, incluindo os sinais que estão sendo apresentados nos últimos dias, que podem definir ou não uma explosão imediata, com as decorrentes implicações.
Imagem da Capa: Wikimedia Commons
Marco Antônio Petit é ufólogo há mais de 40 anos e autor de onze livros que abordam diferentes aspectos da Ufologia.
Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.
https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Betelgeuse3.jpg420800Marco Antônio Petithttps://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/LOGO-GRUPO-Recuperado-2.pngMarco Antônio Petit2020-01-17 12:23:192020-01-27 19:51:44A estrela Betelgeuse (Alfa da constelação de Orion), sua possível explosão em "SUPERNOVA", e as implicações destrutivas - Parte 1
Trata-se de uma das civilizações da Mesoamerica mais intrigantes. Suas origens permanecem ainda desconhecidas; porém, deixaram um legado de sua vasta cultura e mitologia, como deuses em serpentes flamejantes e cabeças gigantes esculpidas em monolitos, o que levou a distintas especulações sobre a sua procedência, nenhuma das quais, todavia, foi confirmada, até hoje.
Serpente-dragão olmeca. Talvez que esta seja a representação primordial da serpente emplumada mesoamericana.
Segundo os especialistas, os Olmecas constituem a primeira grande civilização da Mesoamérica, região que compreende parte do México e da América Central (Guatemala, Honduras e Belize) .
Mapa da região de Mesoamérica, com os principais Sítios Olmecas (Grande civilizações do passado, América Antiga)
Os primeiros Olmecas se estabeleceram nas quentes e férteis planícies do Golfo do México, ao redor de 1.500 a.C. e, ao longo dos séculos seguintes, especialmente a partir de 1.200 a.C., construíram uma civilização que exerceu uma enorme influência nas civilizações e reinos que os sucederam, como a Zapoteca, a Maia e a Asteca. Os mais importantes centros da cultura Olmeca foram: San Lorenzo, o primeiro a se desenvolver, por volta de 1200 a.C., La Venta e Três Zapotes.
Os Olmecas foram a primeira das civilizações americanas a erigir grandes pirâmides-templos. Esculpiram numerosos monumentos em pedra, desde peças minúsculas como estatuetas, máscaras e contas, até grandes tronos e cabeças monumentais, que supostamente representavam seus governantes.
Desenvolveram um estilo característico de arte, especialmente em pedra, em que os seres representados exibem traços felinos e guardam forte ligação com o mundo sobrenatural.
Sinetes de pedra com glifos, encontrados em San Andrés e Tlatilco (The Olmecs).
A Escultura Monumental, especialmente as cabeças em pedra basáltica, tornaram a cultura Olmeca famosa internacionalmente e são, até hoje, objeto de discussão e controvérsia.
Monumento 17 de San Lorenzo – Cabeça Monumental (Grandes civilizações do passado – América Antiga)
Até o momento, foram descobertas dezessete dessas cabeças colossais, sendo que o maior número delas (10) em San Lorenzo, situado a 60 km do Golfo do México. Essas cabeças, embora semelhantes entre si, variam grandemente em suas dimensões físicas (peso e altura), nos traços faciais e nos arranjos de cabeça (espécie de capacete). Algumas dessas cabeças chegam a pesar trinta toneladas. Cada uma delas exibe feições únicas e realistas do que se acredita serem os antigos governantes desses povos. O mais intrigante a respeito delas é o fato de terem sido esculpidas em blocos maciços de rocha e transportados de uma pedreira na cordilheira de Tuxtla, distante cerca de 80 km a noroeste de San Lorenzo.
Até o ano 2001, havia um consenso entre os especialistas no sentido de que os Olmecas não possuíam um verdadeiro sistema de escrita, embora determinados símbolos como o do Dragão Olmeca estivessem presentes em outros suportes como cerâmica e tatuagens faciais.
Isso mudou radicalmente quando da descoberta de cilindros para impressão contendo glifos, no sitio arqueológico de San Andrés, Tabasco, a 5 km de La Venta. Esses glifos foram também encontrados em outros sítios como La Venta e Tlatilco e, embora muitos eruditos discordem quanto ao fato de eles comporem um verdadeiro sistema de escrita, outros sugerem que eles influenciaram o desenvolvimento posterior da escrita maia. (The Olmecs, p.97).
Sete das dez cabeças Olmecas encontradas em San Lorenzo, exibindo variedade de formas, tamanhos e características faciais. (The Olmecs)
Várias teorias foram propostas para explicar como essas cabeças monumentais foram esculpidas e, em especial, como foram transportadas até seus locais de destino, uma vez que esses povos não utilizavam ferramentas de metal, não possuíam veículos com rodas, tração animal, nem possuíam tecnologia avançada. A arqueologia tradicional, baseada em evidências extraídas de outras civilizações, como a egípcia e a assíria, defende a ideia de que o transporte dos enormes blocos de basalto onde os monumentos gigantes foram esculpidos foi feito através da vasta rede de rios que cortam a região de Olmam (Diehl, R.A. The Olmecs, pp. 118-119).
Mesmo levando-se em consideração essa teoria, resta o problema de como desembarcar esses blocos de várias toneladas e empurrá-los ladeira acima, num terreno inóspito e cheio de obstáculos (regiões pantanosas, florestas densas, montes e vales) até seu destino final.
Uma estimativa sugere que seriam necessários 1.500 homens para arrastar uma dessas cabeças durante três a quatro meses até seu local de destino.
Somente uma ideologia poderosa aliada a uma crença forte em seus governantes, os quais se acreditava serem descendentes de deuses celestes, poderia ter feito com que milhares de pessoas dispendessem tal esforço físico durante um considerável espaço de tempo com o objetivo de honrar seus governantes e deuses.
Outra teoria, menos convencional, sustenta a ideia que o conhecimento para mover esses e outros megalitos espalhados por vários locais do mundo (Stonehenge, Gobekli Tepe, Ilha de Páscoa, Machu Pichu), foram transmitidos a povos antigos por seres extraterrestes, civilizações mais avançadas que ensinaram aos homens como mover tais pedras monumentais. A levitação teria sido o meio pelo qual as pedras gigantes teriam sido postas em seus lugares definitivos.
É interessante notar que muitos povos possuem crenças e mitos que relatam como essas pedras gigantes desceram dos céus. Seja como for, o mistério das cabeças gigantes dos Olmecas continuará a nos assombrar e a incendiar nossa imaginação por muito tempo ainda, até novas descobertas lançarem uma nova luz nessa intrigante questão.
Imperatriz é mestra em arqueologia, atuou muitos anos como professora de ciências, é apaixonada pelos mistérios das civilizações antigas.
Saiba mais sobre os Olmecas consultando:
The Olmecs – Richard A.Diehl – Thames &Hudson, 2004.
Grandes Civilizações do Passado – A América Antiga –Michael Coe, Dean Snow e Elizabeth Benson – Ediciones Folio S.A., 2006
México Antigo – Maria Longhena – Editora Verbo, 2004
Artes e Civilizaciones – Origenes – África- América-Ásia- Oceania –Joan Sureda (de laeditor), Beatriz Raamíres de La Fuente – Lunwerg Editores y Jaca Book SpA , Milano
https://pt.m.wikipedia.org (Os Olmecas)
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https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/12/olmeca1-1.jpeg10801080Imperatriz Ramoshttps://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/LOGO-GRUPO-Recuperado-2.pngImperatriz Ramos2019-12-26 03:10:212020-01-17 12:15:09O Mistério dos Olmecas
Há pouco tempo, surgiu no cenário do movimento ufológico mundial um personagem chamado Corey Goode, que relata ter sido um contatado e intermédio de uma organização interplanetária chamada Aliança das Esferas pela Libertação de Mundos que, além de ser comandada por uma nova tipologia de extraterrestres chamada, por ele mesmo, de “Blue Avians”, tinha como função orientar os planetas mais atrasados intelectualmente e moralmente para, por meio do próprio esforço, se libertarem da ignorância, egoísmo e ódio que o contatado chama de “trevas”.
A peculiaridade desses seres e a semelhança com as aves, mais especificamente com a ordem dos passeriformes, aqui da Terra, demonstra, mais uma vez, que os táxons de animais e outros seres vivos encontrados na Terra não são encontrados somente na Terra.
Mas como são esses seres?
Segundo alguns relatos de contatados que tiveram encontros com esses seres em projeção astral, como o Robson Fialho, os Blue Avians são seres altamente pacíficos, amorosos, que não se manifestam em nossa dimensão física: na verdade eles se encontram na 6ª dimensão mas se irradiam até a 3ª dimensão. Além disso, esses seres sustentam nosso campo mental e emanam uma energia que afeta o chakra cardíaco.
Quanto à aparência, possuem aproximadamente o tamanho de seres humanos, com a pigmentação azul, asas cobertas de penas e pernas humanas com algumas penas. Os olhos são humanos, possuem um bico e narinas na parte superior deste.
Entretanto, alguns aviários são descritos com ausência de crista, como, por exemplo, nos desenhos de Vashta Narada, que traduz a energia desses seres em artes visuais.
Mas de onde esses seres teriam vindo?
A maioria dos relatos não diz, com certeza, de onde essas criaturas teriam vindo, mas podemos supor que, pela sua grande evolução espiritual demonstrada, esses seres devem ser de dimensões vibracionais mais elevadas, ou teriam vindo de outra galáxia ou de uma constelação da própria Via Láctea. Contudo, por via das dúvidas, não se pode afirmar ou negar ainda, apenas especular sobre a possível origem natural desses seres.
Uma curiosidade peculiar é que, a partir dos anos 2000, começaram a surgir relatos, em vários lugares do mundo, da presença de “humanoides voadores” nos céus, o que comprovaria a hipótese de que esses seres também poderiam estar entre nós.
Um desses casos foi um avistamento testemunhado por um empresário chamado Frederico Rojo Feria que, na primavera de 1990 , afirma ter visto uma criatura semelhante ao da descrição feita mais acima, voando a poucos metros da testemunha. O relato teria ocorrido na Torre Santa Maria, localizada em Santiago, Chile. Um outro relato teria vindo de um suposto vídeo, publicado no Facebook, que retrataria figuras parecidas com o que ficou registrado no vídeo como “humanoides voadores” que teriam ou não ligação com os Blue Avians. O vídeo teria sido enviado em meados de 2014, em São Petersburgo, Rússia , pela testemunha Santiago Yturria.
Uma outra informação, da contatada Rose Valarini, é que essa raça seria uma das responsáveis pelo Projeto Terra, com origem em Sirius A, sendo também curadores e teriam relação com o povo azul, presentes na antiguidade e no Antigo Egito, onde eram denominados de Carians.
Felipe Viana é biólogo, mora em Niterói, Rio de Janeiro, e desde muito pequeno sempre se interessou em estudar os temas de Ufologia, Espiritualidade, Parapsicologia, Física Quântica e afins
Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.
Algumas palavras sobre essa transformação pela qual a Terra está passando
A maioria de nós deve estar ciente de que a Terra está em um processo de transição planetária, passando de um mundo de expiações e de provas para um mundo de regeneração. Sabemos muito bem o que é viver em um mundo como o nosso, mas como seria viver em um mundo de regeneração?
Antes de mais nada, podemos dizer que a Terra, independentemente de nós humanos, dará um salto quântico, entrando em uma oitava dimensional acima na escala vibratória. Isso significa que haverá um aumento da energia quântica, acelerando todos os átomos, passando para a 5ª dimensão.
O que podemos entender sobre isso e como nos preparar?
Primeiro, devemos compreender que vai depender única e exclusivamente de nós colocar em prática o que nos foi dito há mais de 2000 anos: as simples palavras Orai e Vigiai. Essas palavras simples nas suas definições literais possuem um sentido complexo quando pensamos nas suas consequências, então temos que nos conscientizar que nós também precisaremos dar este salto quântico para conseguirmos viver na Terra.
Seguindo essas palavras, plenas de energia, seremos capazes de alterar a psicosfera do planeta, permitindo que essa transição seja muito menos traumática do que se pensava que poderia ocorrer, com grandes tragédias, terremotos, tsunamis, resgates coletivos, ou seja, nós somos responsáveis e capazes de mudar o destino do planeta apenas com os nossos pensamentos, com a energia que mandamos para o planeta, seja para o positivo como para o negativo.
Mas vamos manter nosso foco em uma mudança positiva, torcendo e fazendo nossa parte, como um pontinho que se une a tantos outros, cujas mentes já estão despertas para chegada da Nova Terra.
Sendo assim, o que podemos esperar dessa mudança?
Segundo a extraterrestre Shellyana, que se comunica através da canalização da médium Mônica de Medeiros, da Casa do Consolador, em São Paulo, um mundo de regeneração é bem diferente do nosso.
Enquanto na atual Terra predominam guerras, competição, corrupção, medo, doenças, exploração, materialismo, em um mundo regenerado encontraremos paz, colaboração, ética, saúde, fraternidade e espiritualidade.
Ainda somos seres hostis e primitivos, como ela sempre nos fala. Seres capazes de coisas mais belas mas ainda cometendo ações das mais cruéis com outros humanos, animais, vegetais e minerais.
Em um mundo regenerado todos os seres são respeitados. Segundo Kardec, em um mundo regenerado os espíritos não têm mais necessidade de passar por provas e expiações como consequência de suas ações passadas, pois já resgataram seu passado, seja através do sofrimento ou pelo amor.
Nesse novo mundo, os espíritos reencarnados aurem forças para continuar sua jornada evolutiva para os chamados mundos felizes sem a necessidade do sofrimento como aprendizado.
A Terra está em um processo que será concluído em 1957, como afirmou Emmanuel no livro Perguntas e Respostas – Pinga Fogo II. A partir dessa data, o planeta será considerado um mundo de regeneração. A vida, com o amor sendo a emoção maior dos seres, será bem diferente do que conhecemos.
Além das já citadas mudanças, Shellyana nos conta, em palestras concedidas na Casa do Consolador e em diversos outros locais, por exemplo, que não existe em um mundo regenerado a necessidade de se gerar um filho da mesma forma que na Terra atualmente. Os seres com energia mais feminina, entendidas como mulheres, não possuem mais útero. Não há necessidade do contato físico para se gerar um outro ser.
Em seu planeta, quando duas pessoas se unem, sejam homem/mulher, homem/homem ou mulher/mulher, essa ligação se faz por sintonia energética. E, se decidem ter um filho, eles procuram os anciões, que são seres escolhidos levando-se em conta seu nível moral e evolutivo, para receberem orientação e decidirem qual espírito poderia ser enviado para viver como filho, sendo avaliando pelo ponto de vista do crescimento e evolução de todos na família.
Os seres se unem pela sintonia, não importando como ela manifeste essa energia, seja mais feminina ou masculina. No Oriente, essas energias são entendidas como Yin e Yang, respectivamente. Para gerar o filho, unem-se as energias das duas pessoas e essa energia é condensada e permanece em uma incubadora mecânica, permanecendo lá até o nascimento. Este novo ser já tem capacidade de conversar telepaticamente com os pais. Ao nascer, já possui capacidades mediúnicas, como todos os habitantes do planeta. Aos 3 anos a criança é enviada para se desenvolver e aprender, mas o sistema de aprendizado não é como o nosso, onde há um método conteudista e de estímulo à competição.
Em um planeta regenerado, o aprendizado respeita as aptidões e desejos dos seres, com o objetivo sempre voltado para o bem de todos e do planeta. A ideia é aprender, evoluir, trabalhar sempre pelo bem, sem julgamentos, sem emoções inferiores.
Diante das palavras que nos chegam através dela, o que podemos fazer agora para que sejamos merecedores de sermos testemunhas dessas mudanças ou de no futuro reencarnamos na Nova Terra?
As mudanças deverão ser tanto materiais como não materiais. As mudanças materiais, podemos dizer que já são sabidas por todos, como por exemplo, não desperdiçar água, não usar produtos que destruam a camada de ozônio, diminuir a produção de lixo, usar canecas em vez de copos plásticos, não comprar produtos piratas, cuidar melhor da alimentação, entre tantas outras que são mais simples de serem seguidas.
As coisas não materiais, a princípio, são mais complexas e difíceis dos seres se conscientizarem da necessidade de mudar, devido, principalmente, ao orgulho, como desenvolver o sentimento de empatia e fraternidade, respeitar as diferenças entre os seres combatendo, dentro de si mesmo, sentimentos negativos como inveja, julgamentos, preconceitos de raça, credo, origem, orientação sexual ou identidade de gênero, afinal, em um mundo de regeneração isso não existe mais e, para merecê-lo, devemos repensar e mudar esses comportamentos através, primeiramente, da aceitação de quem nós somos, de encarar nossas sombras, sem as culpas que nos ancoram, mas com o desejo real e sincero de mudar, afinal, como a Shellyana também nos alerta, somos todos oriundos da mesma fonte criadora e, sendo assim, somos todos um.
Gratidão!
Ilde Casotti é membro e colaboradora do Grupo de Estudos Ufologia Integral Brasil – UIB.
Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.
(Equipe UIB)
https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Mundos-Regenerados2.jpg352927Ilde Casottihttps://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/LOGO-GRUPO-Recuperado-2.pngIlde Casotti2019-11-05 16:03:212019-11-06 18:08:05A Vida em um Mundo de Regeneração
Insetos integram a maior distribuição de invertebrados do mundo, sendo um grupo taxonômico de animais caracterizados por apresentar exoesqueleto, podendo ou não apresentar asas e antenas. Seus olhos podem ser simples ou compostos. Esse grupo engloba animais como pulgas, louva-deuses, bichos-pau, até formigas, gafanhotos, libélulas, etc.
Será que em outros planetas, habitados por vivos que também possuíssem características que os definiriam para nós como insetos, estes poderiam ter se desenvolvido e evoluído de forma a ter se tornado uma espécie inteligente e avançada? Será que, assim como possivelmente os répteis e felinos, o grupo dos insetos também teria se espalhado pelo cosmos?
Segundo vários casos de contatos ufológicos relatados ao longo do tempo, a resposta para essas perguntas é “sim”! Um exemplo de caso é o ocorrido em meados de 1973 ou 1974 , em Cooksville, Maryland – EUA, quando um estudante de direito da Universidade de Baltimore, Mike Shea, relata ter sido abduzido por grandes seres que vestiam um traje de consistência plástica de cor preta e que suas fisionomias lembravam a de gafanhotos.
Um outro exemplo de caso é o ocorrido na data de 04 de agosto de 1996, em Fort Smith , Arkansas – EUA onde uma cidadã chamada Rachel Pearson, ao voltar de uma reunião entre amigos, relata ter sido abduzida por seres gigantes que se pareciam literalmente com grandes gafanhotos.
E um outro caso, um pouco mais peculiar, é um relato de encontro com pequenas criaturas que possuíam a cabeça parecida com a dos ETs “greys“, porém com membros de insetos e grandes asas de borboletas. Esse caso teria ocorrido no dia 04 de janeiro de 1979 em Rowley Regis, West Midlands – Inglaterra e teria envolvido uma cidadã chamada Jean Hingley.
Mas qual o objetivo desses seres perante a Terra?
Segundo os dois primeiros casos citados, os seres teriam, como objetivo, examinar e retirar amostras, como no caso da vítima do primeiro caso, além de realizar inseminação artificial, como no segundo caso. Parece semelhante aos objetivos dos greys que, não raro, são vistos trabalhando na geração de híbridos, podendo representar, até mesmo, segundo a contatada Mônica de Medeiros, que os insectoides seriam os “chefes” desse projeto. Já no terceiro caso, o objetivo não é muito certo, mas parece que estavam tentando se comunicar com a inglesa apenas.
E de onde teriam vindo esses seres? Qual a localização planetária desses integrantes da grande família humana cósmica?
Segundo a contatada Mônica de Medeiros, os insectoides teriam vindo de uma cidade espiritual chamada Shamballa, que ficaria no centro da Terra metaforicamente falando pois, na verdade, esta cidade ficaria em outra dimensão. E isso faria sentido com a pergunta que a vítima do terceiro caso citado faz aos seres e eles respondem “pulando no sofá”. Mas por quê? Esse comportamento não foi uma inocente atitude em relação à pergunta?
A comunicação corporal nada mais engloba, entre outros aspectos, gestos e posturas do corpo. E nessa comunicação do tipo corporal, os seres serviam como setas que pulavam e afundavam no sofá indicando que os seres teriam vindo de lá de baixo, do “Centro da Terra”. Mas como a ciência já confirmou que no interior da Terra existe magma e núcleo, seria impossível existir uma cidade avançada nesse ambiente.
Assim, “Centro da Terra” poderia ser uma metáfora para dimensões subcostrais que ficam abaixo da esfera física. Então isso denotaria que seriam seres inferiores?
Será que teriam, assim como os reptilianos já estudados aqui, cometido algum grande crime no passado, tendo sido condenados a ficar presos numa dimensão da qual apenas poucos poderiam sair? Mas será que tiveram alguma origem física em um planeta físico? Isso não tem como ser respondido com certeza, apenas especulado.
A julgar pelo tamanho grande dos insectoides dos dois primeiros casos citados, vieram de um planeta um pouco menor que a Terra. E, a julgar pelo tamanho dos insectoides do terceiro caso, vieram de uma superterra e que talvez, por algum motivo, poderiam ter perdido seu planeta natal deles e vieram para a Terra mesmo, só que em outro universo.
Finalizando, os insectoides são um nome genérico para seres hominais que possuem fisionomia de insetos, originários de planetas de diferentes massas e tamanhos e que, por algum motivo desconhecido, Talvez tenham sido deslocados para alguma dimensão abaixo da dimensão física e, quem sabe ainda, os poucos que conseguiram vir para o plano físico, trabalhem para os reptilianos, comandando os greys no projeto de hibridização.
Guia da Tipologia Extraterrestre , Thiago Ticchetti (Segunda Edição)
Evangelho Segundo o Espiritismo II, Capítulo II
Felipe Viana é biólogo, mora em Niterói, Rio de Janeiro, e desde muito pequeno sempre se interessou em estudar os temas de Ufologia, Espiritualidade, Parapsicologia, Física Quântica e afins
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EQUIPE UIB
https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/insetoides.jpg978968Felipehttps://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/LOGO-GRUPO-Recuperado-2.pngFelipe2019-10-02 18:54:342024-07-23 12:58:04Insectoides ou insetoides
Não há como falar sobre os Anunnaki sem mencionar o Sr. Zecharia Sitchin. Ouso até afirmar que as evidências que temos sobre a civilização Suméria, Hititas , Celtas, cultura Ubaid e outras devem muito à popularidade dos escritos de Sitchin.
Zecharia Sitchin e tabuleta da mitologia suméria.
Lamentavelmente, oportunistas se apoderaram das pesquisas exaustivamente elaboradas pelo Sr. Sitchin, com a finalidade de defenderem suas convicções, crenças religiosas ou interesses financeiros.
Inúmeros livros surgiram após o lançamento do livro “O 12º Planeta”, do mesmo escritor. Há até quem afirme ter canalizado esse ou aquele personagem descritos pelo autor, embora o próprio não mencione nomes. Apenas conhecemos seus epítetos, que variam de cultura para cultura. Sabiamente, Sitchin observou que se tratam dos mesmos seres; entretanto, o estrago já estava feito.
Muitas previsões foram colocadas na boca de Sitchin, muitos joguinhos de palavras fora de contexto foram a ele imputadas, permitindo, assim, que sua pesquisa séria, reconhecida até mesmo por astrônomos e membros do Vaticano, fosse relegada à prateleira do esoterismo, perdurando até os dias atuais, quando se trata do assunto Anunnaki.
Textos sumérios, assírios, babilônios e hititas constituíram um desafio ao trabalho de acadêmicos eruditos, pois suas decifrações seguiram também de más traduções, transliterações e interpretações.
A escrita cuneiforme e o legado dos sumérios
Por volta do ano 1850, o arqueólogo e historiador britânico Austen Henry Layard retirou, da Biblioteca de Assurbanipal em Nínive (atual Iraque), 25 mil barras de argila com escrita cuneiforme, algumas descritas como sendo cópias de velhos textos, e as despachou para a Inglaterra, onde agora integram a maior parte da coleção de antiguidades assírias no Museu Britânico. Para quem desejar se aprofundar no assunto indico o livro do estudioso inglês George Smith “O relato caldeu do dilúvio” e também o excelente livro de Samuel N. Kramer , “A História começa na Suméria”.
Mapa Mesopotâmia (wikipedia)
As cidades de Babilônia e Assíria floresceram na Mesopotâmia por volta de 1900 a. C., mas foram precedidas por Acádia, onde surgiu a língua pré acadiana, que veio a ser a Suméria. Porém, o intrigante é que não há indícios de heranças de conhecimentos de outra cultura.
Sobre os gregos, há afirmações que seus deuses vieram de outro lado do mar mediterrâneo; o mesmo acontece com os egípcios, fenícios, hititas. Em outras palavras, tudo que os acadêmicos chamam de mitologia teve origem em Shumer (terra dos guardiões), em egípcio Neteru; tudo começou lá.
Zecharia Sitchin, em suas pesquisas, observou, pelo estudos de Robert John Braidwood, que a agricultura começou no Oriente Médio, por meio da domesticação de variedades selvagens de trigo, maçã, pera, figos, amêndoa e nozes, como sendo uma espécie de laboratório genético botânico, guiado por mãos invisíveis, onde sempre se produzia uma planta recentemente domesticada; o mesmo se deu na domesticação de animais.
A árvore da vida, arte em relevo dos assírios, um dos povos da Mesopotâmia. (crédito: mundoeducação)
Por volta de 5000 a.C., o oriente médio produzia objetos de argila e cerâmica de soberba qualidade mas, por volta de 4500 a.C., as evidências arqueológicas indicam uma regressão à cerâmica, onde novamente voltaram a ser utilizados objetos de pedras. Quem desejar se aprofundar deve consultar o livro do arqueólogo James Mellaart , “História do Oriente médio”, cujo autor afirma, inclusive, que houve um empobrecimento geral da cultura.
Uma questão interessante a se pensar é que o homem moderno dispõe de muitos fósseis, parentes colaterais, mas nenhum progenitor; sua origem como homo sapiens é, ainda, uma incógnita. Sitchin levanta a hipótese de termos sido importados para a Terra de algum ponto ou então, como atesta o antigo testamento e outras fontes antigas, “criados por deuses”.
Enkil e Enlil (crédito: anunnaki.org)
Como no “O Livro perdido de Enki”, para Sitchin esta é uma dúvida frequente de quem se envereda por esse tema; ele próprio, numa de suas entrevistas, por volta do ano 2000, nos forneceu essa resposta:
“Estou usando todas fontes disponíveis de referência a esse ou aquele líder anunnaki, seja ele ou ela , porque alguns deles eram do sexo feminino. Estou usando todo esse material para reconstruir as memórias de seus líderes como se os tivessem ditado a um escriba.”
Por tudo que escrevo nesse artigo, destaco a seriedade de Zecharia Sitchin quanto ao desenvolvimento de seu trabalho de pesquisas, nas quais estudou várias traduções e interpretações disponíveis de vários eruditos para, posteriormente, compará-las com a fonte hebraica original e com textos sumérios, acádios, hititas para, somente então, as interpretar.
Povo Shumer, (sumérios) a primeira civilização mais avançada. (créditos: gilgamesh.blogspot)
Não há como negar o fato de que várias culturas antigas acreditavam que deuses desceram à Terra, vindos dos céus, e que para lá poderiam voltar quando desejassem. Inclusive, há evidências fartas de que a cultura do homem foi mostrada não como uma progressão e sim uma regressão; como exemplo podemos citar a caverna de Shanidar, onde as pesquisas do professor Ralph Solecki confirmaram a existência de habitação humana desde 100 mil anos até 13 mil anos atrás.
Enuma Elish, que significa “quando nas alturas”, é formado por cerca de mil linhas escritas em babilônico antigo, sobre sete tábuas de argila. Descoberto nas ruínas da Biblioteca de Assurbanipal, representa o mito de criação babilônico ou o chamado relato da criação. L.W. King nomeou esse texto a sétima tabuleta da criação, que apresenta uma das fontes mais importantes para a compreensão da cosmovisão babilônica, centrada na supremacia de Marduque e da criação da humanidade para o serviço dos deuses. O texto contido nos sete tabletes, hoje considerado sagrados, históricos e religiosos, era recitado durante cerimônias ou comemorações e, atualmente, é declamado durante o festival de Akitu, ou o ano novo babilônico.
Marduk (wikipedia)
Nessa versão babilônica, o herói do relato é Marduk, evidenciando sua supremacia sobre os outros personagens. Porém, há evidências que, em tempos imemoriais, essa versão babilônica representava somente uma adequação política e religiosa pois, nas versões anteriores, Anu e Enlil teriam sido os heróis. Ou seja, nada tão diferente do que vemos hoje em dia em nosso planeta, onde os vencedores sempre reescrevem nossa história.
Tabuleta de Adapa (wikipedia.org)
Por fim, e sem a pretensão de elucidar por completo o tema Anunnaki, mas sim, confirmar a seriedade do estudo abrangendo o tema, temos o chamado texto de Adapa ou denominado “Enki e Ninmah: a criação da humanidade”, que cita anomalias, deformações e diversas enfermidades causadas pelo empirismo praticado por Enki e Ninmah, até o ponto de realmente conhecerem os genomas dos Anunnaki e dos hominídeos com perfeição. Fica a questão se, em nossos dias atuais, já não estaríamos também nesse estágio de empirismo. Já podemos inserir ou substituir certos genes prevenir ou curar doenças. Aliás, já podemos dizer que temos uma nova indústria, a de biotecnologia, além de avanços significativos também na astronomia, que corroboram, em muito, a cosmogonia descrita nos escritos sumérios de Enuma Elish.
Bibliografia:
Sitchin, Z., O 12º Planeta. Livro I das Crônicas da Terra. Ed. Madras, 2011.
Sitchin, Z., O caminho para o Céu. Livro I das Crônicas da Terra. Ed.Madras, 2013.
Sitchin, Z., O Livro Perdido de Enki: Memórias e Profecias de um Deus Extraterrestre. Ed. Madras, 2015.
Sitchin, Z., Gênesis Revisitado. Editora Best Seller, 1990.
Smith, G., The Chaldean Account of Genesis. Ed. Sagwan Press, 2015.
Braidwood, R. J. O Homem Pré-histórico. Ed Unb, 1985.
Mellaart, J., A História do Oriente Médio. Ed Verbo, 1995.
Anunnaki Livre, comunidade Facebook
Anisio Castro é administrador de empresas, astrônomo, estudioso e apaixonado pelo tema dos antigos astronautas e Anunnakis. Membro administrador das comunidades Ufo TV e Anunnaki Livre no Facebook.
Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.
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https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/08/WhatsApp-Image-2019-09-04-at-17.06.06.jpeg5121024Anisio Castrohttps://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/LOGO-GRUPO-Recuperado-2.pngAnisio Castro2019-08-28 21:46:122019-09-04 17:10:09Uma reflexão sobre Sitchin e os Anunnaki
Recentemente, em julho de 2019, um vídeo de um suposto OVNI, filmado por um rapaz em Mato Grosso, viralizou nas redes, conforme vocês podem conferir abaixo:
Porém, analisando com cuidado, matamos a charada de primeira e constatamos a fraude!
Primeiramente, o que entregou que havia fraude no vídeo foi a atuação e movimentação de câmera do rapaz da moto. Quando o suposto OVNI “cai”, ele movimenta a câmera para o lado.
Na sequência, a atuação do cretino é pior que a falta de ar! Ele pilota a moto por metros, depois para e direciona a câmera para um lugar NADA ver com o lugar anterior, onde ele estava visualizando o objeto.
Em seguida, a presença de um galho sobressalente de uma árvore já me indicou que havia a possibilidade de o UFO estar pendurado na árvore, ao bom estilo “Billy Meier” (1).
Por fim, o lance de deixar cair as coisas no final dando AQUELA dramaticidade cabocla, brasuca no vídeo.
Bom, vamos às imagens:
Figura 1: Imagem do início do vídeo
Reparem na sujeira da tela, possivelmente para evitar que a câmera flagrasse detalhes:
Figura 2: Lente suja
Observem o suposto “OVNI” devidamente escondido:
Figura 3: “Prato” escondido e galho sobressalente
Figura 4: “Prato” escondido visto com zoom
Fiz a análise do vídeo apenas ampliando a cena e BUM! Estava ali o fio:
Figura 5: Fio
Figura 6: O fio suspendendo o “OVNI”
Infelizmente, o vídeo continua em outras páginas e canais sendo divulgado com verídico.
Achei, durante a investigação, mais vídeos com o mesmo UFO, com a mesma dramatização, mesmo esquema.
Apreciem e passem adiante para que os idiotas da rede não continuem apresentando esse vídeo como legítimo!
Nota: (1) Eduard Albert Meier, mais conhecido por Billy Meier, é um cidadão suíço que afirma ter fotografado muitos OVNIs. As alegações de Meier são amplamente caracterizadas como fraudulentas por cientistas, céticos e a maioria dos ufólogos (Wikipédia).
Cliquem aqui para ver a publicação original do Facebook.
Rafael Amorim – Publicitário, designer gráfico, fotógrafo e cinegrafista. Pesquisador ufológico há 30 anos. Coordenador do NEUS Núcleo de Estudos Ufológicos de Santa Cruz do Sul – RS. Membro da CBU – Comissão Brasileira de Ufólogos, CBPDV Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores, Consultor de Arte da Revista UFO, Consultor ufológico para a série Contatos Extraterrestres Temporada 01 e 02. Ilustrador e consultor de arte da Série de Carona com os Ovnis. Com mais de 700 noites ao ar livre, é pesquisador e investigador de campo.
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https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/08/UFO-no-Cafezal6b.jpg497854Rafael Amorimhttps://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/LOGO-GRUPO-Recuperado-2.pngRafael Amorim2019-08-12 14:06:282020-04-30 19:26:35UFO no Cafezal – análise do vídeo, por Rafael Amorim
Como o nome sugere, são seres provenientes das Plêiades, um conjunto de sete estrelas que pertencem à constelação de Touro e que, dentre essas sete estrelas, se destaca a estrela Alcyone, estrela de onde , segundo várias fontes de livros, páginas, sites e pesquisadores, esses seres teriam vindo.
Segundo relatos de contatos físicos e espirituais, como por exemplo, o caso de abdução de Jamie West, ocorrido na cidade de La Junta – CO, EUA, no verão de 1975, esses seres seriam altos, com rostos bem delineados, cabelos compridos que variam entre loiro e prateado, olhos azuis ou multicoloridos brilhantes, com o corpo e com um fenótipo basicamente humano, o que os obrigaria a ter o polimorfismo – diferentes formas físicas para a mesma espécie humana, que traria para essas criaturas os diferentes biotipos que caracterizam a diversidade da humanidade da Terra, por exemplo.
Outra evidência de os pleiadianos terem o mesmo polimorfismo humano é um caso oriental ocorrido em meados de 1803, na costa do local Harash-ka-hama, localizado no norte do Japão, quando várias pessoas testemunharam uma tentativa de contato extraterrestre com uma criatura basicamente humana, com as características delineadas dos pleiadianos, mas sem as características conhecidas no ocidente como cabelo loiro e olhos azuis.
Outra característica desses seres a ser analisada é a sua altura e semelhança com os seres humanos. A julgar pera altura, podemos afirmar que o planeta natal deles deve ser menor que a Terra, visto que, para atingirem uma estatura alta, a gravidade e massa do planeta dessas criaturas deve ser menor que o da Terra.
E, para serem basicamente humanos, é porque o planeta deles deve ter condições ambientais ideais para a vida humana da Terra, como taxa de oxigênio na atmosfera em torno de 20,95 %, temperatura média de 15°C, pressão atmosférica de 1 atm (101.325 Pa) e uma porcentagem de 71% de água líquida nesse planeta.
Mas isso tudo é para tentar supor como seria o plano físico visto pelos humanos que estão na 3° dimensão (mundo de provas e expiações) já que, segundo pesquisadores, sites e páginas como a Ufologia e Espiritualidade localizada no Instagram, seriam seres de 5° dimensão (mundo de regeneração) com corpos e veículos mais etéreos.
Agora que desvendamos quem são e de onde vieram os pleiadianos, as duas próximas perguntas são: quais as inclinações morais e intelectuais desses seres e quais os propósitos deles para com a Terra?
Segundo fontes, essas criaturas teriam inclinação intelectual à medicina, às artes, ao autoconhecimento, à expansão da consciência, às forças da natureza e ao xamanismo da Terra.
Como inclinação moral, esses seres possuiriam o viver em unicidade com o próximo, o amor cósmico e um grande senso de respeito à liberdade dos seres e às Leis Universais.
E, para finalizar a resposta da primeira pergunta, são seres que já superaram todos os conflitos duais que atingem a espécie humana devido ao ego extremo e ao egoísmo que seriam a raiz de todo o mal, vivendo então em equilíbrio com as polaridades (Ying – Yang).
Mas e o propósito deles para com a Terra? De acordo com a história envolvendo armas nucleares e visita de extraterrestres aos governos ocidentais e orientais no passado, o objetivo dessa civilização é monitorar a atividade humana na Terra, principalmente após o ser humano conseguir manipular o átomo para construir bombas nucleares, a fim de evitar uma grande destruição em massa que não afetaria somente a Terra mas outros planetas do sistema solar.
Esses seres também têm como objetivo atuar na Egrégora de curas energéticas nos centros espíritas e espiritualistas e também nas curas emocionais onde se usam da persuasão e da “boa lábia” para melhor orientar o ser humano para o despertar espiritual não só de um indivíduo mas de todo o planeta.
Ainda segundo várias fontes, os pleiadianos fazem parte do que chamam de Confederação Intergaláctica de Planetas, uma espécie de “ONU Celestial” , que teria como função auxiliar na evolução dos orbes planetários do Cosmos. E, ainda de acordo com várias pessoas do movimento ufológico mundial, esses seres fazem parte de um órgão dessa organização citada acima chamado de Comando Ashtar Sheran ,que se encarregaria de monitorar e auxiliar na evolução do sistema solar em que que humanidade da Terra vive.
Para concluir, os pleiadianos seriam seres basicamente humanos, possuindo até o mesmo polimorfismo da espécie humana, fazendo com que, dentro da própria espécie dos pleiadianos, existam vários biotipos como os humanos na Terra. Seriam seres que proveem fisicamente de um planeta semelhante à Terra, porém menor, localizado em Alcyone, que fica na constelação de Touro. Vibracionalmente seriam de 5° dimensão e inclinados para o amor, fraternidade, espiritualidade e luz, que buscam ser os guardiões da humanidade auxiliando e monitorando, por meio de uma subdivisão da “ONU Celestial”, o Comando Ashtar Sheran, a evolução de planetas mais atrasados como a Terra.
Felipe Viana é biólogo, mora em Niterói, Rio de Janeiro, e desde muito pequeno sempre se interessou em estudar os temas de Ufologia, Espiritualidade, Parapsicologia, Física Quântica e afins
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https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Pleiadianos.jpg10801080Felipehttps://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/LOGO-GRUPO-Recuperado-2.pngFelipe2019-08-07 17:46:532024-07-23 12:58:14Pleiadianos, os Humanos de Outra Terra
Voronezh é uma cidade que está localizada na ferrovia do sudeste na Rússia, sendo considerada a 14ª cidade mais populosa do país. O que a tornou mais conhecida foram noticiários mundiais sobre um caso que ocorreu em 27 de setembro de 1989, no qual seres extraterrestres gigantes foram avistados.
Naquele dia, várias crianças brincavam em um parque da cidade e, por volta das 18:30, elas observaram um objeto voador a aproximadamente 250 metros de altura, parecido com uma grande bacia. Inicialmente começou a fazer movimentos circulares, em direção ao solo, depois ficou planando a 10 metros acima de uma árvore e, em seguida, desapareceu.
Alguns minutos depois, o objeto reapareceu e as crianças continuaram observando o OVNI que pousou a 50 metros delas. Desembarcaram três aliens gigantes, com aproximadamente 4 metros de altura, com pequenas cabeças, e um robô. Esses seres usavam roupas prateadas, botas em tom de marrom metálico e possuíam três olhos; porém, o olho central tinha uma movimentação circular.
Representação do momento do contato
Uma das crianças, estando muito próximo dos extraterrenos, acabou soltando um grito, o que fez com que os seres entrassem na nave e decolassem. Após alguns minutos eles pousaram e desembarcaram novamente. Um dos seres apontou um objeto para o menino mais velho do grupo, que tinha 16 anos, o qual foi desintegrado.
Foram recolhidas amostras do solo e de plantas; após isso, a nave partiu e o garoto voltou a se materializar na frente de seus colegas. Durante o encontro entre testemunhas e o tripulante não houve qualquer comunicação entre eles.
Principais testemunhas do caso, Lena Sarokina; Vasya Surin; Vova Startsev; Alyosha Nikonov. (credit: Michael Hesemann)
O caso chamou muita atenção da mídia, naquela época. Jornalistas e investigadores foram para o local a fim de entrevistar as testemunhas desse evento.
Foram feitos testes na área por alguns grupos, cujos resultados divergiram. Algumas fontes declararam que havia alteração no campo magnético e também elevada radiação, enquanto outras fontes afirmavam que estava tudo dentro da normalidade.
Além disso, as marcas dos quatro pés mecânicos ainda estavam visíveis no gramado do local e, através destas marcas, os investigadores estimaram que o objeto pesava aproximadamente 11 toneladas.
Foi um caso comentado no mundo inteiro, que levantou muitos questionamentos e opiniões ao longo dos anos.
Representação dos tripulantes observados
Esboços dos UFOs e robôs / seres desenhados por algumas das testemunhas. O desenho do UFO e do robô no canto superior esquerdo é feito por Roma Torshin, aluna do sexto ano; e o desenho no canto superior direito de Genya Blinov.
Meu nome é Judithe, tenho 19 anos, paulistana. Atualmente estudante de Fonoaudiologia. Passei a me interessar muito pela Ufologia após alguns ocorridos que tornaram minha vida um tanto diferente. As pessoas dizem que mudei muito de uns anos para cá, minha personalidade foi totalmente modificada.
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https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/07/os-aliens-gigantes-de-voronezh.jpg7641054Jhuddy Telleshttps://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/LOGO-GRUPO-Recuperado-2.pngJhuddy Telles2019-07-15 10:48:422020-04-30 19:28:40Os Alienígenas Gigantes de Voronezh
Era quase véspera de Natal, 22 de dezembro de 2017, estava indo às compras com minha mãe no Centro de São Paulo. Se você frequenta uma cidade grande em vésperas de Natal, sabe que sempre se acumulam multidões nas ruas. O cenário era exatamente esse: nas ruas os carros, nas calçadas havia vendedores ambulantes com mercadorias e pedestres querendo passar.
Eu estava seguindo minha mãe, mas entraram várias pessoas na minha frente, o que fez com que eu me distanciasse dela. Quando atravessei a rua, reparei que havia uma pessoa na minha frente que não andava e nem me deixava andar.
Olhei para ela, com a intenção de dizer: “Pode passar!”. Porém, minha reação foi bem diferente: fiquei extasiada com o que estava vendo! Na minha frente tinha uma mulher extremamente pálida, com cabelos claros cobertos por um capuz até a metade da cabeça, os olhos dela eram duas vezes maiores que os olhos humanos e a íris ocupava todo olho em um tom de verde bandeira.
O formato da cabeça dela me chamou muito a atenção: a testa era muito larga e grande, os demais terços do rosto eram curtos e finos, e seu nariz e boca extremamente pequenos. Ela estava com uma espécie de macacão cinza, o que a camuflava facilmente entre as pessoas; carregava com ela duas bolsas azuis brilhantes e uma criança no colo.
Enquanto eu observava os detalhes, meus batimentos cardíacos ficaram alterados, eu sabia que naquele momento estava cara a cara com dois seres extraterrestres ou até mesmo híbridos extraterrestres. Tentei passar pelo lado dela, porém, ela tentou agarrar meu braço, se aproximando mais.
Nesse momento a criança virou a cabeça e percebi exatamente as mesmas feições da mãe. Os dois ficaram me olhando fixamente enquanto eu tentava sair de perto deles, e a mulher me cercando todas as vezes. Até que eu pulei para cima da mercadoria do vendedor que estava ali, conseguindo acesso para a rua, tentei me desculpar por isso, mas ele estava muito irritado com o que eu fiz.
Comecei a andar o mais rápido que conseguia, mas fui seguida por um longo trecho pela mulher e seu filho. Foi então que ela disse algo que eu não compreendi, me encarou por mais um tempo e se virou de volta ao seu trajeto.
Vale ressaltar que as pessoas que estavam ao redor também conseguiam ver, pois ficavam com expressões extremamente confusas, mas logo continuavam nas suas atividades. Dessa forma, cheguei à conclusão que ela e a criança realmente estavam no plano físico.
Deixo aqui a minha reflexão:
“Quando vocês estiverem andando pela rua, observem as pessoas, vejam se há algo diferente. Eles estão entre nós, mais perto que imaginamos, às vezes até tentando te fazer refém, puxando-o pelo braço”.
Judithe
Meu nome é Judithe, tenho 19 anos, paulistana. Atualmente estudante de Fonoaudiologia. Passei a me interessar muito pela Ufologia após alguns ocorridos que tornaram minha vida um tanto diferente. As pessoas dizem que mudei muito de uns anos para cá, minha personalidade foi totalmente modificada.
Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressos neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.
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https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Um-ET-inesperado.jpg7201045Jhuddy Telleshttps://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/LOGO-GRUPO-Recuperado-2.pngJhuddy Telles2019-07-02 17:35:102019-08-06 12:26:54Um inesperado ET