Dois planetas alaranjados e um possível implante

Em 2009 começaram a acontecer muitos fatos estranhos comigo: visões, intuições, etc.

Um dia acordei de manhã, como faço todos os dias, e me dirigi ao banheiro para fazer minha toalete matinal. Minha filha tinha cerca de 6 anos, ainda estava no quarto dela, dormindo. Eu estava na pia do banheiro, abaixada, molhando o rosto para começar a escovar os dentes e, de repente, quando me dei conta, apareci na pia da cozinha, já vestida, arrumada, pronta!

Vi que eu tinha braços e fiquei desesperada, comecei a estranhar meus braços! Não era para eles estarem ali! Eu não os reconhecia como sendo meus e comecei a bater neles, aflita! Era como acordar pela manhã e perceber que você tem uma cabeça a mais, ou um par de braços a mais, um órgão a mais que não deveria estar ali. Continuei batendo nos meus braços e falando alto:

– O que você está fazendo aqui, de novo, cometendo os mesmos erros?

De repente, era como se eu tivesse acordado de novo: o medo e o desespero passaram e, quando olhei para trás, minha filha estava me esperando sentada na mesa, olhando para mim com carinha de assustada, esperando eu servir o café da manhã dela.

Eu a acalmei, servi o café dela, e fui trabalhar normalmente.

Uns dois dias depois eu estava no carro, esperando minha filha sair da escola quando, de repente, vieram na minha cabeça imagens do que eu tinha visto nos momentos anteriores daquela manhã estranha, antes de ter acordado na pia da cozinha: observei dois planetas muito próximos um do outro, ambos da cor laranja (não tão brilhantes como o sol por isso eu acho que eram planetas), sendo um mais alaranjado do que outro. Saiu uma luz branca de um deles e veio em minha direção, foi quando ela se chocou em mim e eu acordei na pia da cozinha! O que eu interpretei é que eu era a bola de luz e quando voltei para meu corpo me assustei pois vi que tinha braços, sendo que “eu não tinha braços”. Foi muito marcante e desesperador.

Tentei conversar com amigos mas ninguém acreditava em mim. Continuei vendo, ouvindo e sentindo muitas coisas. Descobri fatos sozinha, vi portas onde não deveriam existir, etc. A partir daí, comecei a me interessar, ler, buscar, estudar sobre o lado espiritual, foi quando eu encontrei um material e percebi que já tinha visto Saint Germain em casa (um dia ele apareceu atrás de mim, na minha cozinha, dizendo que tinha vindo buscar o lixo, rs).

Sempre foi uma busca sofrida, solitária, eu não tinha com quem comentar sobre esses assuntos, pois moro numa cidade muito pequena.

Um tempo depois, ao acordar, percebi que tinha um machucado parecido com uma espinha na minha coxa direita: parecia uma picada de inseto, mas era muito grande para ser uma picada, e era inverno, como poderia um inseto ter me picado sendo que eu estava dormindo de pijamas e de cobertas? Além disso, não sou alérgica a insetos, além de utilizar, no quarto, aparelhos com inseticida.

Aquilo ficou mais de um mês me incomodando, ardia, ficava irritado, em especial quando eu vestia calças jeans, até que, um dia, resolvi abrir, para tentar resolver aquilo. Acabei fazendo um buraco enorme e tinha um tipo de espinho duro, que não causava dor. Fui tentando tirar, mas não conseguia, pois estava meio fundo e eu não tinha ferramentas adequadas.

Como eu estava estudando sobre Ufologia, pensei que aquilo pudesse ser um implante e resolvi que iria numa amiga, no dia seguinte, para ela tentar retirar aquilo. Porém, quando acordei pela manhã, o machucado estava cicatrizado, não havia mais o buraco, apenas uma cicatriz que existe até hoje:

(imagem cedida por Simone Strey)

Continuo tendo experiências diferentes, com intuição, comunicação por telepatia, etc. Acredito que o ser humano está desenvolvendo suas habilidades. Fazer parte de um grupo de Ufologia onde posso relatar as coisas sem receio de me julgarem é, de certa forma, reconfortante.

Créditos da imagem de capa: https://www.sciencenewsforstudents.org/article/tatooine-star-wars-planet-has-two-suns

Simone Mery Strey é casada, 42 anos, tem uma menina, mora atualmente em Santa Catarina e é proprietária de uma loja de esotéricos. “Sempre tive dificuldades em viver aqui neste plano, sinto que não somos daqui, já avistei muitos objetos não identificados, numa delas minha filha estava presente, em outra senti que a nave se comunicava comigo.”

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressos neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

Equipe UIB

Vocês estavam aqui dentro

Há cerca de um ano atrás, eu e meu marido fazíamos caminhadas entre as 5:00 e 6:00 da manhã, eu ficava observando o céu enquanto caminhávamos pelas ruas da cidade.

Em certo trecho da caminhada tem uma mata ao lado da rua, e neste ponto dava pra ver bem as estrelas no céu, foi então que vi duas luzes bem estranhas.

Sei que não eram estrelas pois eram bem diferentes, muito mais claras do que planetas, e eu nunca tinha visto essas luzes antes.

A que estava atrás começou a se mover e, logo em seguida, a outra começou também a se mover. Nesse momento recebi uma mensagem:

– Vocês estavam aqui dentro!

Há algum tempo já consigo distinguir aquilo que é meu daquilo que vem de fora. E essa mensagem vinha das luzes, dizendo que eu e meu marido estivemos lá, um dia!

Se moveram rapidamente e foram embora. Eu me emocionei muito, pelo avistamento e pela mensagem, pois dizia respeito a mim e a meu marido.

Comentei o que tinha visto com meu marido, porém ele não conseguiu ver as luzes.

Ele respeita minhas opiniões sobre o assunto, mas só acredita vendo. Entretanto, ele, mesmo não sendo formado em nenhuma engenharia, foi capaz de construir seu próprio avião; tem habilidades interessantes, conhece muito sobre mecânica em geral, era como se ele já tivesse experiências anteriores com as aeronaves. Uma pena que ele não viu as luzes, mas quem sabe um dia acontece novamente.

Simone Mery Strey é casada, 42 anos, tem uma menina, mora atualmente em Santa Catarina e é proprietária de uma loja de esotéricos. “Sempre tive dificuldades em viver aqui neste plano, sinto que não somos daqui, já avistei muitos objetos não identificados, numa delas minha filha estava presente, em outra senti que a nave se comunicava comigo.

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Relatos de um policial

Primeiro relato

Um certo dia, fui à casa da minha ex-namorada buscá-la para irmos juntos à casa de uma amiga nossa. Quando saímos na rua, estava parada uma senhora com três crianças olhando para o céu. Então, parei o carro e também olhei para cima.

O dia estava parcialmente nublado, mas havia 5 pontos brancos no céu, exatamente no único espaço que estava azul. Eles ficaram próximos por um tempo e depois começaram a ziguezaguear com movimentos bruscos, indo, parando e voltando.

Eles revezavam os movimentos, entre 3 pontos, depois 2 e assim ficou por um tempo, até que 3 desses pontos deram uma volta extensa e voaram rápido, depois os outros dois seguiram pelo mesmo trajeto até desaparecerem.

Isso despertou em mim a curiosidade pela ufologia; então, comecei a pesquisar sobre a própria Ufologia, Astronomia, velocidade da luz e outros temas ligados a esse avistamento.

Após esse episódio, as coisas foram fluindo naturalmente; tive várias experiências e avistamentos ufológicos porque, quando vamos atrás da verdade, ela nos liberta.

Segundo relato

Estava na casa do meu amigo de infância, comendo um churrasco e conversando sobre supostos avistamentos ufológicos. Até que meu amigo disse:

– Assis, você se lembra daquele dia (há 15 anos) que estávamos brincando na ladeira e vimos um objeto grande com luzes vermelhas?

Vou contar aqui como aconteceu: nós éramos moleques na época e estávamos brincando de descer a ladeira com patinete. Era o início da noite, por volta das 19h, quando algo estranho aconteceu. Tínhamos que revezar o brinquedo para que todos pudessem brincar.

Quando chegou a minha vez, desci a ladeira e coloquei o patinete embaixo do braço para subir a ladeira e entregar para o próximo. Foi quando ouvi um barulho muito diferente que me chamou a atenção (parecia algo zumbindo), olhei para cima e vi algo surpreendente! Acima de mim estava algo enorme com luzes fortes vermelhas e com uma distância aproximada a de um poste (12m).

Meus amigos começaram a gritar lá de cima da ladeira:

– Corra Assis, corra! Saia daí Assis!

Na mesma hora larguei o patinete e subi a ladeira chorando e correndo.

Naquele dia cheguei chorando em casa, mas não me lembro se contei à minha mãe.

Terceiro relato:

A sede do batalhão em que trabalho fica na cidade de Angelim, próximo a Garanhuns. Uma cidade pequena com cerca de uns 40.000 habitantes.

Estava fazendo ronda na viatura com um senhor crente cético que não acredita em ufologia mas, mesmo assim, estava conversando com ele sobre essa possibilidade. Então, quando estava na divisa entre cidades, por volta das 17h, apareceu algo na direção da pista. O senhor que estava comigo disse:

– Assis, o que é aquilo brilhando?

Quando eu olhei, tinha uma bola de luz branca brilhante e grande, parada. Resolvi então parar a viatura na intenção de pegar o celular para filmar, mas a luz começou a se movimentar, se distanciando de nós. Eu não tinha reação para filmar, estava completamente maravilhado. O senhor que estava comigo ficou perplexo e começou a acreditar na possibilidade de vidas extraterrestres e visitas (contatos).

Quarto relato:

Estava no estacamento policial (casa adaptada para o policiamento), por volta das 3h da madrugada. Estava eu e mais 1 colega, tínhamos acabado de voltar de uma cidade próxima e estávamos bem cansados. Então, cada um seguiu para seu alojamento a fim de descansar. O meu alojamento tem a cama e, do lado esquerdo na parede, tem uma janela grande de vidro que dá acesso para um quintal (onde estacionamos nossos carros e viaturas). Por essa janela consigo sempre ver o céu bem estrelado.

Eu, já acostumado com o alojamento, simplesmente ajeitei as coisas, tirei a roupa, ri do meu colega que estava roncando, conferi as portas e me deitei.

Peguei o celular para me distrair e comecei sentir uma sonolência. Quando, de repente, senti que algo dominava meu corpo. Comecei a ver luzes atravessando a janela e entrando no meu alojamento. As luzes eram vermelhas, amarelas, verdes que ficavam ziguezagueando; pensei que poderia ser alguém tentando invadir o alojamento. Mas logo escutei um forte zumbido no meu ouvindo, que ia aumentando a intensidade a ponto de pensar que minha cabeça explodiria.

Naquela agonia, com o zumbido tão intenso, eu sentia uma grande vontade de colocar minhas mãos na direção das orelhas, porém, não conseguia me mexer. Felizmente, o zumbido foi diminuindo a intensidade até sumir; era como se tivessem conseguido o que queriam. Mas, quando achei que estava tudo bem, vi um clarão branco forte iluminando meu alojamento e escutava uma voz dizendo dentro da minha cabeça:

– Não se assuste, não se assuste!

Eu fiquei pensando: “será que me apaguei e estou em projeção? O que está acontecendo?”. Já havia tentado me mexer diversas vezes e não conseguia. Depois desse clarão, vi a presença de um ser: metade de um corpo que havia entrado pela janela, parecia ser um ser com aspecto humano, mas não conseguia ver muita coisa. Até que esse ser estendeu a mão para mim, e eu perguntava bravo:

– Quem é você? Me diz o que você quer comigo, me diga!

O ser repetia em tom calmo que me passava tranquilidade:

– Não se assuste e venha comigo!

Resolvi estender minha mão e segurar a mão dele e ele me puxava como se puxasse uma pena. Era algo muito leve e eu podia sentir ele me levando, como se eles estivesse levitando.

Eu perguntava para ele:

– Para onde você está me levando?

Ele me respondeu:

– MORTE!

Eu larguei a mão dele completamente assustado e comecei a ver tudo desaparecendo rápido. Aquele brilho intenso também foi se apagando e voltei à tona na cama. Assustadíssimo, consegui me mexer; o vídeo que tinha colocado no celular ainda estava lá reproduzindo, meu coração batendo forte. Não sabia ao certo se era alguém tentando invadir o alojamento ou outra coisa que nem queria pensar. Foi quando resolvi ficar em pé na cama e olhar pela janela e aquela luz que antes estava no quarto agora estava lá fora. Ela foi diminuindo gradativamente até que se apagou; isso me deixou muito pensativo.

Não sei ainda se é um sonho, projeção ou algum comportamento mental.

Meu nome é Assis, resido em União dos Palmares – Alagoas, fica a 60 km da Capital que é Maceió. Sou Policial Militar do Estado de Pernambuco, trabalho numa pequena cidade chamada Angelim, próximo a Garanhuns. Sou bacharel em direito e continuo estudando para concursos. Meu interesse pela Ufologia começou quando eu vi algo estranho nos céus: 5 pontos brancos andando entre si e fazendo motivos bruscos entre idas e vindas e voltas, daí comecei a estudar e pesquisar mais, foi daí que foram me ocorrendo as experiências, tanto visuais como em projeção, sendo estas mais intensas.

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A Luz insistente

Sábado, 15/09/2018 – Três de Maio – região noroeste do Rio Grande do Sul.

Estávamos eu e uma amiga do trabalho na sacada do apartamento dela papeando e, por volta das 19 horas, visualizei uma luz bem vermelha indo para o lado direito. Logo pensei que seria um avião, mesmo ali não sendo rota frequente da aviação comercial. No entanto, aproximadamente 15 minutos após esse episódio, a luz vermelha voltou e fez o caminho inverso. Perguntei à minha amiga se ela viu aquela mesma luz indo e agora voltando. Ela confirmou que sim. Então já comecei a dar atenção ao que estava acontecendo. Continuamos conversando e ela viu no céu atrás de mim uma luz piscando.

Ficamos olhando a luz, ela estava PARADA e piscava na cor vermelha. Em um ritmo lento, a luz começou a subir para o céu, e dessa vez piscava em três cores: azul, vermelho e branco. Não ouvíamos barulho algum – e então descartei a possibilidade de ser um helicóptero. Perdemos de vista da luz por causa do próprio prédio. Num intervalo menor que 10 minutos a mesma luz REAPARECEU no mesmo lugar, PARADA e começou a subir novamente, dessa vez um pouco mais rápido. Na terceira vez que ela reapareceu, estava bem mais próxima, e minha amiga conseguiu ver um formato na luz (eu não consegui enxergar o formato porque estava sem óculos). Segundo ela, o formato era triangular com as pontas arredondadas. Lembro do misto de entusiasmo e medo da voz dela dizendo: “olha lá, tô vendo o formato dele!”

Exatamente nessa terceira vez, eu meio que senti um barulho bem baixo de um motor muito suave. Engraçado eu não ter “ouvido” o barulho, e sim “sentido”. Apesar de eu não conseguir enxergar o formato, vi que tinha algo sólido na luz, algo cinza escuro. Eu tinha certeza que a luz voltaria a aparecer, dentro de mim isso era óbvio (seria uma comunicação telepática?). Então ela apareceu uma quarta vez da mesma maneira: SURGIU (apareceu) no mesmo lugar PARADA e piscando e SUBIU lentamente até perdermos de vista por conta do prédio.

Então não vimos mais.

Passou um tempo (uns 30 minutos), e a luz vermelha que avistei no início voltou ao mesmo lugar, dessa vez um vermelho mais vibrante – e foi para o lado direito. Logo em seguida a luz vermelha foi para o lado esquerdo e foi se apagando até simplesmente desaparecer sob nosso olhar vigilante.

Dias depois, na quarta-feira, essa minha amiga comentou que ela havia acordado por volta de 5 horas da manhã por conta de um pesadelo e ficou na cama até dar a hora de se levantar. Então ela começou a ouvir barulhos de “toc-toc-toc” do lado de fora da janela do quarto dela. Tomada pelo medo, não teve coragem de se dirigir até a janela para conferir. Eram batidas sem eco e sem padrão, parecido com código Morse.

Não sei dizer se o avistamento e os barulhos que ela ouviu têm alguma relação.

Essa foi a segunda vez que avistei um objeto voador e não consegui encontrar explicação racional para defini-lo. Interessante que esse avistamento foi muito parecido com o primeiro, pois também começou com uma luz indo para a direita, depois para a esquerda e depois subindo.

Esse deve ser o padrão que os seres de outros planetas escolheram para aparecer para mim.

Ou então eu mesma escolhi assim.

Quem sabe?

(Imagem em destaque: http://paper-replika.com/images/stories/instructions/Military/TR3B/pic1.jpg)

Schisley Schultz Craus, formada em Educação Física, topógrafa, natural de Vitória, ES. Atualmente mora em Três de Maio, RS. Apaixonada e curiosa por temas Ufológicos desde sempre. Leiga e mente aberta, espiritualista, lutando internamente para alcançar o vegetarianismo e colaboradora do grupo Ufologia Integral Brasil.

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Equipe UIB

Nave triangular em Piraju – SP

Em 2 de outubro de 2018, Norberto havia saído do centro espírita no qual trabalha e, no caminho de volta, comentou com sua esposa que achava estranho não ter sentido a presença de nenhum ser de outra dimensão na reunião. Deixou-a em casa e se dirigiu à casa de amigos.

Eram em quatro amigos mas ele, num determinado instante, estava sozinho na parte superior da casa, do lado de fora, refletindo sobre uma conversa com Mônica de Medeiros sobre seres de outras dimensões, se o fato de sentir frio ou calor na presença deles teria ou não a ver com suas vibrações (positivas ou negativas)*, quando olhou para o céu, detectando o que parecia um tipo de “estrela cadente” verde bem pequena. Ficou observando, mas percebeu que a suposta estrela cadente estava demorando para se apagar.

Estranhou mas continuou observando, e reparou que a estrela se aproximou parecendo, a certa distância, um vagalume, que continuou se aproximando. De repente, percebeu que o tal vagalume era, na verdade, um tipo de drone bem pequeno, que chegou bem pertinho e que talvez coubesse na palma da mão ou fosse menor ainda.

O drone passou por cima do telhado e ele correu para o outro lado, na janela, para continuar acompanhando o tal drone que, a essa altura, voltou a se parecer com um vagalume ou pirilampo, mas que não piscava. Voltou para fora e não conseguiu mais localizar o objeto.

De repente, teve a impressão de ter visto algum tipo de clarão no céu, um facho de luz, como se fossem aqueles canhões de luz utilizados em shows e em casas noturnas. Procurou com os olhos, mas não viu mais nada.

Em seguida, ouviu por duas vezes barulhos como se fossem o bater de asas, semelhantes a morcegos, e continuou observando o céu, quando o tal vagalume reapareceu, deu uma piscada e Norberto deu um passo para a frente para acompanhar melhor os movimentos.

De repente, a uns 30 metros acima de sua cabeça, passou uma nave triangular em baixíssima velocidade, com três luzes laranjas retangulares, se dirigindo no sentido centro da cidade, sem fazer barulho algum, sem vibração, totalmente em silêncio.

Maravilhado, ficou observando até o OVNI desaparecer atrás do telhado da outra casa.

A nave se assemelhava às abaixo, apenas não era tão fina nem tão reta e tinha uma espécie de cockpit em cima. Lembrava aquelas naves triangulares e pretas que são invisíveis aos radares, mas parecia improvável que uma nave americana estivesse tão longe de casa:

http://ovnihoje.com/2018/09/10/ovnis-triangulares/

Não chamou os amigos, pois há uns dias estava vendo uma luz no céu e, ao pensar em chamar alguém, a luz se apagou. De qualquer forma, talvez o julgassem maluco. Esperou dois dos amigos irem embora e comentou com o dono da casa apenas.

Norberto já tinha avistado luzes no céu, mas nunca tinha presenciado uma nave dessa forma. Ficou meio sem saber o que fazer mas, ao retornar para casa, contou para a esposa, que não acreditou muito, até ver a matéria acima sobre a quantidade alta de avistamentos de naves triangulares que vêm ocorrendo desde 2016.

No centro frequentado por Norberto tem sido relatada a presença de um “anão” próximo a ele. Ao pedir esclarecimentos para o mentor da casa, este descreveu o ser como tendo uma cabeça grande e três dedos em cada mão. O ser, chamado de Erick**, disse que estava a serviço de outros seres e que iriam começar um trabalho em conjunto com o Centro. Mostrou na tela mental de Norberto os seres para quem estava trabalhando: eram muito altos e finos, com braços e pernas muito finas e de tom azulado.

As mensagens constantes que tem recebido desse ser, supostamente grey, é que o seu grupo de trabalho ainda não estaria preparado para avançar mais, por isso as orientações repetidas para que todos se interiorizassem e buscassem mais respostas dentro de cada um para o despertar. Assim, o quantum energético do centro seria aumentado e as presenças deles nos trabalhos se tornariam mais fáceis e evidentes.

*Mônica de Medeiros conta que, no início dos contatos, sentia muito frio ao seu redor. Norberto, ao contrário sente muito calor.

**Na verdade o nome real é um tanto impronunciável, como Erks ou Erksy, e o ser aceitou ser chamado de Erick por soar mais familiar para os humanos.

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Imagem de capa: https://osegredo.com.br/14-beneficios-da-projecao-astral/

FaTaMoRGaNa é casada, tem 48 anos e trabalha em Governança de TIC. Desde pequena sempre acreditou, ou melhor, sempre teve a CERTEZA da existência de vida fora do planetinha azul. A obra de Deus é infinita e não iria se restringir ao que nossos olhos conseguem enxergar. Já presenciou luzes e objetos não identificados, mas espera um dia perder o medo para conseguir uma experiência de contato mais concreta.

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Céu azul neon

Segue relato da Lorraynne, membro do Ufologia Integral Brasil:

“Lembro que eu me deitei para dormir, em uma noite comum. Lembro também que fui levada a um lugar onde tinha uma outra cama e eu devia me deitar para dormir dentro do próprio sonho; percebi, então, que era uma projeção astral[1].

A partir daí “acordei” num planeta onde viviam seres humanos juntamente com seres que se assemelhavam aos greys: eram mais baixos que os humanos, braços finos e longos, tinham vestimentas e todos viviam em conjunto ali, como se fosse extremamente normal; ninguém ficou me olhando e agiam naturalmente.

Perguntei então a um homem que estava lá: “que lugar é esse?”. Infelizmente não lembro a resposta, mas o que mais me chamou a atenção não foi nem o fato de seres alienígenas conviverem em comunidade com humanos, mas sim o planeta.

Lembro bem que o céu era da cor azul neon brilhante mesmo, como aquelas luzes neon de boates; não tinha sol, até onde pude perceber, mas o planeta todo brilhava essa luz azul. Eu estava em um local que parecia ser uma praça e, no meio dessa praça, havia uma grande esfera que flutuava; eu olhava para cima e via que dessa grande esfera saia uma grande energia como se fosse uma cachoeira que descia até o chão da praça e se espalhava por ela, como uma “fumacinha de vaporizador”.

Aquilo me fascinou de tal forma que eu não conseguia parar de admirar e querer entender isso; então fui levada de volta e a experiência acabou.

Acima tentei fazer um desenho para dar uma ideia de como era o cenário da esfera. Foi uma experiência maravilhosamente marcante!”

Nota do UIB: [1]Projeção Astral é o nome que se dá à habilidade de sair do corpo físico (o de carne e osso) durante o sono, e passear por aí num de nossos outros corpos – no caso o corpo astral. Veja mais em www.ippb.org.br. Muitos contatos com extraterrestres ocorrem desta forma.

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FaTaMoRGaNa é casada, tem 48 anos e trabalha em Governança de TIC. Desde pequena sempre acreditou, ou melhor, sempre teve a CERTEZA da existência de vida fora do planetinha azul. A obra de Deus é infinita e não iria se restringir ao que nossos olhos conseguem enxergar. Já presenciou luzes e objetos não identificados, mas espera um dia perder o medo para conseguir uma experiência de contato mais concreta.

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Equipe UIB

A princesa guerreira de Europa.

Por Ziza.

Num mundo muito distante,
chamado Europa.
Vive toda uma hierarquia,
de seres aquáticos e visitantes.
Planeta que Lua é
junto com outra Lua chamada Ganimedes.
Duas Luas rodopiantes,
que circulam um planeta maior,
chamo Júpiter, o gigante.
Europa é um lugar de paz
e em baixo do seu gelo e do frio errante,
um mar líquido é o habitat,
de criaturas deslumbrantes.
Com uma princesa guerreira,
que protege cada quadrante.
Já mandou avisar,
que humano não quer lá!
Como ser tão ignorante,
de seu mar iria cuidar?
Se nem do seu planeta,
graças a Deus muito distante,
não cuidava nem da terra,
quem dirá do mar.
Matavam tudo ao redor,
e de seu planeta teriam que sair,
pois o planeta, vivo que era,
já tinha mandado sinais,
de que tinha hora marcada,
para sacudir tudo ser dó.
Se o ser humano não mudasse,
ficaria sem casa,
pois nenhum dos irmãos mais velhos,
que viviam em outros planetas,
iriam querer criatura,
tão sem amor próprio,
por suas gerações futuras?

Imagem – Pintura naiff em tela.

Instagram de Zizanaif

Ziza Naif. Toda Arte é um Transbordar, de uma Energia Maior! De uma família interiorana de Médiuns, Benzedeiras e Parteiras, descendentes de italianos e espanhois, tive minha infância imersa em contos e lendas de visões do Mundo Espiritual e Místico. O que me inspira na minha pintura até hoje.

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Equipe UIB

Abduções – Uma Visão Crítica

Me desculpem os de ideias contrárias, eu tenho pensado muito sobre comentar ou não algumas postagens, mas eu penso que antes da minha ética está minha atitude de mostrar uma visão que sobre a questão da abdução, abordada nesse vídeo.

Longe de mim fazer qualquer crítica, mas sim trazer à tona um ponto de vista, porque penso que esta ideia, da forma como vem sendo trazida por muitos grupos de contatados, a meu ver, é equivocada e, na verdade, uma proposta muito perigosa.

Na forma como esta questão vem sendo trazida ela permite uma certa conformação do abduzido diante da abdução. A abdução é um estado de violação da integridade do ser humano e dos padrões e estruturas ligados às leis cósmicas de que todos temos o direito a exercitar o nosso livre arbítrio e escolher.

No entanto, esta forma de divulgar a abdução como sendo uma maneira de um ser humano estar contribuindo com material genético para experiências de uma nova raça é algo que faz com que a pessoa abduzida desista dessa investida sobre seu ser espiritual, de maneira que ele não queira se defender, mas sim aceitar a sua condição, de ser uma pessoa controlada e disponível para forças que, na verdade, não servem à luz, de forma alguma. Acredito que seja muito importante que as pessoas saibam exatamente como as forças da luz agem para nos contatar e nos ajudar.

Penso que estamos em um momento crítico que não permite mais distrações e nem condicionamento ilusórios. Penso também que todos os contatados precisam se sintonizar de verdade com os padrões de vibração das forças da luz, pois que em suas atitudes também está a responsabilidade de levar consigo o motivo de suas orientações. Enfim, serem a causa de motivar a continuidade de situações que impeçam a libertação de muitos, por esse tipo de engano. Gostaria que vocês refletissem mais sobre este meu ponto de vista, não necessariamente acreditem, porém procurem sentir mais ao invés de simplesmente aceitar tudo como verdade, incluindo sobre as coisas que eu digo. Importante que tudo o que se chega seja assunto para se buscar a verdade interior.

Sempre trazemos aqui situações para o entendimento de como a forças da luz chegam até nós.

Sejamos ponderados e reflexivos.

Nota do Ufologia Integral Brasil – UIB: Este artigo representa a visão da autora, cuja opinião respeitamos, mas não representa necessariamente o posicionamento dos membros do UIB.

Gilda Santos e Silva é escritora e artista plástica. Seus livros:  A Esplêndida Luz da Terra, A CHAVE e o Código Secreto. Administra a página Felinos no Facebook.

(Fonte da imagem em destaque: http://www.hpssociety.info/news/alien-experimentation-on-humans.html)

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Equipe UIB

Principais tipos de contatos imediatos

Há milhões de casos ao longo da história sobre avistamentos de OVNIs e contatos com nossos viajantes das galáxias, relatado por várias pessoas do mundo inteiro. Você já deve ter presenciado luzes estranhas no céu que não pareciam estrelas, ou uma aeronave criada pelo homem; esses objetos não identificados podem sim ser naves extraterrestres de outro planeta. Estudiosos sobre o fenômeno UFO nos garantem que há milhões de anos somos visitados por civilizações de outros lugares do universo.

Mas como classificar esses contatos? Sim, é possível classificar os diferentes níveis de contato com civilizações fora desse planeta e eles foram classificados em graus, conforme classificações propostas no projeto do astrofísico Josef Hynek, que em 1972 lançou o livro “The UFO Experience: A Scientific Inquiry”. Com esse livro surgiu a ideia de categorizar esses encontros ufológicos e essa ideia se popularizou, recebendo o nome de Escala Hynek.

Hynek faleceu em 1986 e, após a sua morte, essas classificações receberam algumas sugestões de atualizações, acrescentando outros níveis que se popularizaram no mundo da ufologia. Citaremos agora os principais contatos e suas respectivas classificações.

Contatos Imediatos do Primeiro Grau

Esse contato é dado pelo avistamento do objeto não identificado, numa distância a cerca de 180 a 200 metros, observação realizada a curta distância e sem interação com pessoas ou animais. Tais observações podem até captar detalhes do objeto como janelas, pontos de luz específicos no objeto e etc.

Contatos Imediatos do Segundo Grau

O contato de segundo grau ocorre quando esse objeto interfere fisicamente em um espaço estabelecido ou em seres vivos, ou seja, quando esse objeto sobrevoa ou até mesmo pousa naquela área deixando, assim, vestígios de que esteve ali como, por exemplo, desenhos misteriosos em plantações, marcas no solo, fragmentos, etc, além de animais e pessoa afetadas psicologicamente.

Contatos Imediatos do Terceiro Grau 

O contato de terceiro grau agora deixa de ser apenas avistamento e pessoa passa a ser capaz de observar os tripulantes que estão dentro dessas naves bem como fora dela também, porém sem que haja qualquer contato ou comunicação com os mesmos.

Contatos Imediatos do Quarto Grau

https://clovismoliveira.wordpress.com

Nesta etapa o grau de contato é maior, não apenas avistar uma nave e seus tripulantes, mas acontece a troca de comunicação com os tripulantes desse veículo, seja ela telepática ou não.

Contatos Imediatos do Quinto Grau

p://ufos-wilson.blogspot.co

Este é o contato mais profundo, mas íntimo que os humanos têm com extraterrestres; é dada pela entrada do observador à nave voluntariamente ou não e, no caso de ser à força dá-se o nome de abdução. Em alguns relatos os abduzidos foram tratados de uma forma não tão agradável tratando-se, assim, de uma comunicação não compreensível entre nós seres humanos e os visitantes de outros planetas.

Contatos Imediatos do Sexto Grau

https://forums.thesims.com/en_uS/discussion/885366/alien-abductions

No contato de sexto grau, temos relatos de supostos implantes, reprodução forçada para uma suposta formação de um ser hibrido, hematomas, cortes e cicatrizes deixadas nos corpos das pessoas abduzidas.

Fonte do texto: https://www.megacurioso.com.br/ciencia/106243-de-1-a-10-voce-sabe-classificar-os-contatos-extraterrestres.htm

Fonte da imagem de capa: http://bereianosagrado.com.br/

Amanda Sales Publicitária, natural de Manaus – AM. Apaixonada por astronomia e ufologia. Idealizadora do projeto Ufologia integral Brasil.

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

Equipe UIB

Não há apenas aviões voando no nosso céu

No dia 24/08/18 tive um avistamento às 5:50 da manhã na Marginal Tietê, sentido oeste. Estava indo de ônibus para meus compromissos,  sentada do lado da janela e olhando para fora. Estava um pouco escuro e, então, vi uma luz brilhando muito forte no céu. Porém, no caminho que eu faço, passo por 2 aeroportos. Então pensei: “ah, é um avião indo para o aeroporto de congonhas”.

Mesmo assim continuei observando… Aquela luz foi se aproximando , crescendo em direção oposta do ônibus (obviamente aumentando seu tamanho em meu campo de visão).

Quando notei a aproximação, fui sentindo uma inquietação inexplicável, como se algo quisesse chamar a minha atenção. Com explosões de curiosidade me concentrei ainda mais no objeto e então ele parou no céu (por cerca de 2 min). As luzes do objeto se apagaram e pude ver perfeitamente o seu formato ovalado com cor de cinza chumbo.

Meu coração disparou na mesma hora e senti uma conexão muito forte ali. Aquilo que eu via, juntamente com a energia que irradiava dentro de mim, me confirmavam que era realmente um avistamento ufológico. Depois dessa minha certeza, as luzes do objeto tornaram a acender e dele desapareceu em uma velocidade absurdamente alta.

E, como conclusão, uma coisa posso dizer:

– “Não há apenas aviões voando no nosso céu”.

Imagem apenas ilustrativa. Créditos da imagem em destaque: www.semjase.net/ufo_144.jpg

Meu nome é Judithe, tenho 19 anos, paulistana. Atualmente estudante de Fonoaudiologia. Passei a me interessar muito pela Ufologia após alguns ocorridos que tornaram minha vida um tanto diferente. As pessoas dizem que mudei muito de uns anos para cá, minha personalidade foi totalmente modificada.

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