Vocês estavam aqui dentro

Há cerca de um ano atrás, eu e meu marido fazíamos caminhadas entre as 5:00 e 6:00 da manhã, eu ficava observando o céu enquanto caminhávamos pelas ruas da cidade.

Em certo trecho da caminhada tem uma mata ao lado da rua, e neste ponto dava pra ver bem as estrelas no céu, foi então que vi duas luzes bem estranhas.

Sei que não eram estrelas pois eram bem diferentes, muito mais claras do que planetas, e eu nunca tinha visto essas luzes antes.

A que estava atrás começou a se mover e, logo em seguida, a outra começou também a se mover. Nesse momento recebi uma mensagem:

– Vocês estavam aqui dentro!

Há algum tempo já consigo distinguir aquilo que é meu daquilo que vem de fora. E essa mensagem vinha das luzes, dizendo que eu e meu marido estivemos lá, um dia!

Se moveram rapidamente e foram embora. Eu me emocionei muito, pelo avistamento e pela mensagem, pois dizia respeito a mim e a meu marido.

Comentei o que tinha visto com meu marido, porém ele não conseguiu ver as luzes.

Ele respeita minhas opiniões sobre o assunto, mas só acredita vendo. Entretanto, ele, mesmo não sendo formado em nenhuma engenharia, foi capaz de construir seu próprio avião; tem habilidades interessantes, conhece muito sobre mecânica em geral, era como se ele já tivesse experiências anteriores com as aeronaves. Uma pena que ele não viu as luzes, mas quem sabe um dia acontece novamente.

Simone Mery Strey é casada, 42 anos, tem uma menina, mora atualmente em Santa Catarina e é proprietária de uma loja de esotéricos. “Sempre tive dificuldades em viver aqui neste plano, sinto que não somos daqui, já avistei muitos objetos não identificados, numa delas minha filha estava presente, em outra senti que a nave se comunicava comigo.

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressos neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

Equipe UIB

Relatos de um policial

Primeiro relato

Um certo dia, fui à casa da minha ex-namorada buscá-la para irmos juntos à casa de uma amiga nossa. Quando saímos na rua, estava parada uma senhora com três crianças olhando para o céu. Então, parei o carro e também olhei para cima.

O dia estava parcialmente nublado, mas havia 5 pontos brancos no céu, exatamente no único espaço que estava azul. Eles ficaram próximos por um tempo e depois começaram a ziguezaguear com movimentos bruscos, indo, parando e voltando.

Eles revezavam os movimentos, entre 3 pontos, depois 2 e assim ficou por um tempo, até que 3 desses pontos deram uma volta extensa e voaram rápido, depois os outros dois seguiram pelo mesmo trajeto até desaparecerem.

Isso despertou em mim a curiosidade pela ufologia; então, comecei a pesquisar sobre a própria Ufologia, Astronomia, velocidade da luz e outros temas ligados a esse avistamento.

Após esse episódio, as coisas foram fluindo naturalmente; tive várias experiências e avistamentos ufológicos porque, quando vamos atrás da verdade, ela nos liberta.

Segundo relato

Estava na casa do meu amigo de infância, comendo um churrasco e conversando sobre supostos avistamentos ufológicos. Até que meu amigo disse:

– Assis, você se lembra daquele dia (há 15 anos) que estávamos brincando na ladeira e vimos um objeto grande com luzes vermelhas?

Vou contar aqui como aconteceu: nós éramos moleques na época e estávamos brincando de descer a ladeira com patinete. Era o início da noite, por volta das 19h, quando algo estranho aconteceu. Tínhamos que revezar o brinquedo para que todos pudessem brincar.

Quando chegou a minha vez, desci a ladeira e coloquei o patinete embaixo do braço para subir a ladeira e entregar para o próximo. Foi quando ouvi um barulho muito diferente que me chamou a atenção (parecia algo zumbindo), olhei para cima e vi algo surpreendente! Acima de mim estava algo enorme com luzes fortes vermelhas e com uma distância aproximada a de um poste (12m).

Meus amigos começaram a gritar lá de cima da ladeira:

– Corra Assis, corra! Saia daí Assis!

Na mesma hora larguei o patinete e subi a ladeira chorando e correndo.

Naquele dia cheguei chorando em casa, mas não me lembro se contei à minha mãe.

Terceiro relato:

A sede do batalhão em que trabalho fica na cidade de Angelim, próximo a Garanhuns. Uma cidade pequena com cerca de uns 40.000 habitantes.

Estava fazendo ronda na viatura com um senhor crente cético que não acredita em ufologia mas, mesmo assim, estava conversando com ele sobre essa possibilidade. Então, quando estava na divisa entre cidades, por volta das 17h, apareceu algo na direção da pista. O senhor que estava comigo disse:

– Assis, o que é aquilo brilhando?

Quando eu olhei, tinha uma bola de luz branca brilhante e grande, parada. Resolvi então parar a viatura na intenção de pegar o celular para filmar, mas a luz começou a se movimentar, se distanciando de nós. Eu não tinha reação para filmar, estava completamente maravilhado. O senhor que estava comigo ficou perplexo e começou a acreditar na possibilidade de vidas extraterrestres e visitas (contatos).

Quarto relato:

Estava no estacamento policial (casa adaptada para o policiamento), por volta das 3h da madrugada. Estava eu e mais 1 colega, tínhamos acabado de voltar de uma cidade próxima e estávamos bem cansados. Então, cada um seguiu para seu alojamento a fim de descansar. O meu alojamento tem a cama e, do lado esquerdo na parede, tem uma janela grande de vidro que dá acesso para um quintal (onde estacionamos nossos carros e viaturas). Por essa janela consigo sempre ver o céu bem estrelado.

Eu, já acostumado com o alojamento, simplesmente ajeitei as coisas, tirei a roupa, ri do meu colega que estava roncando, conferi as portas e me deitei.

Peguei o celular para me distrair e comecei sentir uma sonolência. Quando, de repente, senti que algo dominava meu corpo. Comecei a ver luzes atravessando a janela e entrando no meu alojamento. As luzes eram vermelhas, amarelas, verdes que ficavam ziguezagueando; pensei que poderia ser alguém tentando invadir o alojamento. Mas logo escutei um forte zumbido no meu ouvindo, que ia aumentando a intensidade a ponto de pensar que minha cabeça explodiria.

Naquela agonia, com o zumbido tão intenso, eu sentia uma grande vontade de colocar minhas mãos na direção das orelhas, porém, não conseguia me mexer. Felizmente, o zumbido foi diminuindo a intensidade até sumir; era como se tivessem conseguido o que queriam. Mas, quando achei que estava tudo bem, vi um clarão branco forte iluminando meu alojamento e escutava uma voz dizendo dentro da minha cabeça:

– Não se assuste, não se assuste!

Eu fiquei pensando: “será que me apaguei e estou em projeção? O que está acontecendo?”. Já havia tentado me mexer diversas vezes e não conseguia. Depois desse clarão, vi a presença de um ser: metade de um corpo que havia entrado pela janela, parecia ser um ser com aspecto humano, mas não conseguia ver muita coisa. Até que esse ser estendeu a mão para mim, e eu perguntava bravo:

– Quem é você? Me diz o que você quer comigo, me diga!

O ser repetia em tom calmo que me passava tranquilidade:

– Não se assuste e venha comigo!

Resolvi estender minha mão e segurar a mão dele e ele me puxava como se puxasse uma pena. Era algo muito leve e eu podia sentir ele me levando, como se eles estivesse levitando.

Eu perguntava para ele:

– Para onde você está me levando?

Ele me respondeu:

– MORTE!

Eu larguei a mão dele completamente assustado e comecei a ver tudo desaparecendo rápido. Aquele brilho intenso também foi se apagando e voltei à tona na cama. Assustadíssimo, consegui me mexer; o vídeo que tinha colocado no celular ainda estava lá reproduzindo, meu coração batendo forte. Não sabia ao certo se era alguém tentando invadir o alojamento ou outra coisa que nem queria pensar. Foi quando resolvi ficar em pé na cama e olhar pela janela e aquela luz que antes estava no quarto agora estava lá fora. Ela foi diminuindo gradativamente até que se apagou; isso me deixou muito pensativo.

Não sei ainda se é um sonho, projeção ou algum comportamento mental.

Meu nome é Assis, resido em União dos Palmares – Alagoas, fica a 60 km da Capital que é Maceió. Sou Policial Militar do Estado de Pernambuco, trabalho numa pequena cidade chamada Angelim, próximo a Garanhuns. Sou bacharel em direito e continuo estudando para concursos. Meu interesse pela Ufologia começou quando eu vi algo estranho nos céus: 5 pontos brancos andando entre si e fazendo motivos bruscos entre idas e vindas e voltas, daí comecei a estudar e pesquisar mais, foi daí que foram me ocorrendo as experiências, tanto visuais como em projeção, sendo estas mais intensas.

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A Luz insistente

Sábado, 15/09/2018 – Três de Maio – região noroeste do Rio Grande do Sul.

Estávamos eu e uma amiga do trabalho na sacada do apartamento dela papeando e, por volta das 19 horas, visualizei uma luz bem vermelha indo para o lado direito. Logo pensei que seria um avião, mesmo ali não sendo rota frequente da aviação comercial. No entanto, aproximadamente 15 minutos após esse episódio, a luz vermelha voltou e fez o caminho inverso. Perguntei à minha amiga se ela viu aquela mesma luz indo e agora voltando. Ela confirmou que sim. Então já comecei a dar atenção ao que estava acontecendo. Continuamos conversando e ela viu no céu atrás de mim uma luz piscando.

Ficamos olhando a luz, ela estava PARADA e piscava na cor vermelha. Em um ritmo lento, a luz começou a subir para o céu, e dessa vez piscava em três cores: azul, vermelho e branco. Não ouvíamos barulho algum – e então descartei a possibilidade de ser um helicóptero. Perdemos de vista da luz por causa do próprio prédio. Num intervalo menor que 10 minutos a mesma luz REAPARECEU no mesmo lugar, PARADA e começou a subir novamente, dessa vez um pouco mais rápido. Na terceira vez que ela reapareceu, estava bem mais próxima, e minha amiga conseguiu ver um formato na luz (eu não consegui enxergar o formato porque estava sem óculos). Segundo ela, o formato era triangular com as pontas arredondadas. Lembro do misto de entusiasmo e medo da voz dela dizendo: “olha lá, tô vendo o formato dele!”

Exatamente nessa terceira vez, eu meio que senti um barulho bem baixo de um motor muito suave. Engraçado eu não ter “ouvido” o barulho, e sim “sentido”. Apesar de eu não conseguir enxergar o formato, vi que tinha algo sólido na luz, algo cinza escuro. Eu tinha certeza que a luz voltaria a aparecer, dentro de mim isso era óbvio (seria uma comunicação telepática?). Então ela apareceu uma quarta vez da mesma maneira: SURGIU (apareceu) no mesmo lugar PARADA e piscando e SUBIU lentamente até perdermos de vista por conta do prédio.

Então não vimos mais.

Passou um tempo (uns 30 minutos), e a luz vermelha que avistei no início voltou ao mesmo lugar, dessa vez um vermelho mais vibrante – e foi para o lado direito. Logo em seguida a luz vermelha foi para o lado esquerdo e foi se apagando até simplesmente desaparecer sob nosso olhar vigilante.

Dias depois, na quarta-feira, essa minha amiga comentou que ela havia acordado por volta de 5 horas da manhã por conta de um pesadelo e ficou na cama até dar a hora de se levantar. Então ela começou a ouvir barulhos de “toc-toc-toc” do lado de fora da janela do quarto dela. Tomada pelo medo, não teve coragem de se dirigir até a janela para conferir. Eram batidas sem eco e sem padrão, parecido com código Morse.

Não sei dizer se o avistamento e os barulhos que ela ouviu têm alguma relação.

Essa foi a segunda vez que avistei um objeto voador e não consegui encontrar explicação racional para defini-lo. Interessante que esse avistamento foi muito parecido com o primeiro, pois também começou com uma luz indo para a direita, depois para a esquerda e depois subindo.

Esse deve ser o padrão que os seres de outros planetas escolheram para aparecer para mim.

Ou então eu mesma escolhi assim.

Quem sabe?

(Imagem em destaque: http://paper-replika.com/images/stories/instructions/Military/TR3B/pic1.jpg)

Schisley Schultz Craus, formada em Educação Física, topógrafa, natural de Vitória, ES. Atualmente mora em Três de Maio, RS. Apaixonada e curiosa por temas Ufológicos desde sempre. Leiga e mente aberta, espiritualista, lutando internamente para alcançar o vegetarianismo e colaboradora do grupo Ufologia Integral Brasil.

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Nave triangular em Piraju – SP

Em 2 de outubro de 2018, Norberto havia saído do centro espírita no qual trabalha e, no caminho de volta, comentou com sua esposa que achava estranho não ter sentido a presença de nenhum ser de outra dimensão na reunião. Deixou-a em casa e se dirigiu à casa de amigos.

Eram em quatro amigos mas ele, num determinado instante, estava sozinho na parte superior da casa, do lado de fora, refletindo sobre uma conversa com Mônica de Medeiros sobre seres de outras dimensões, se o fato de sentir frio ou calor na presença deles teria ou não a ver com suas vibrações (positivas ou negativas)*, quando olhou para o céu, detectando o que parecia um tipo de “estrela cadente” verde bem pequena. Ficou observando, mas percebeu que a suposta estrela cadente estava demorando para se apagar.

Estranhou mas continuou observando, e reparou que a estrela se aproximou parecendo, a certa distância, um vagalume, que continuou se aproximando. De repente, percebeu que o tal vagalume era, na verdade, um tipo de drone bem pequeno, que chegou bem pertinho e que talvez coubesse na palma da mão ou fosse menor ainda.

O drone passou por cima do telhado e ele correu para o outro lado, na janela, para continuar acompanhando o tal drone que, a essa altura, voltou a se parecer com um vagalume ou pirilampo, mas que não piscava. Voltou para fora e não conseguiu mais localizar o objeto.

De repente, teve a impressão de ter visto algum tipo de clarão no céu, um facho de luz, como se fossem aqueles canhões de luz utilizados em shows e em casas noturnas. Procurou com os olhos, mas não viu mais nada.

Em seguida, ouviu por duas vezes barulhos como se fossem o bater de asas, semelhantes a morcegos, e continuou observando o céu, quando o tal vagalume reapareceu, deu uma piscada e Norberto deu um passo para a frente para acompanhar melhor os movimentos.

De repente, a uns 30 metros acima de sua cabeça, passou uma nave triangular em baixíssima velocidade, com três luzes laranjas retangulares, se dirigindo no sentido centro da cidade, sem fazer barulho algum, sem vibração, totalmente em silêncio.

Maravilhado, ficou observando até o OVNI desaparecer atrás do telhado da outra casa.

A nave se assemelhava às abaixo, apenas não era tão fina nem tão reta e tinha uma espécie de cockpit em cima. Lembrava aquelas naves triangulares e pretas que são invisíveis aos radares, mas parecia improvável que uma nave americana estivesse tão longe de casa:

http://ovnihoje.com/2018/09/10/ovnis-triangulares/

Não chamou os amigos, pois há uns dias estava vendo uma luz no céu e, ao pensar em chamar alguém, a luz se apagou. De qualquer forma, talvez o julgassem maluco. Esperou dois dos amigos irem embora e comentou com o dono da casa apenas.

Norberto já tinha avistado luzes no céu, mas nunca tinha presenciado uma nave dessa forma. Ficou meio sem saber o que fazer mas, ao retornar para casa, contou para a esposa, que não acreditou muito, até ver a matéria acima sobre a quantidade alta de avistamentos de naves triangulares que vêm ocorrendo desde 2016.

No centro frequentado por Norberto tem sido relatada a presença de um “anão” próximo a ele. Ao pedir esclarecimentos para o mentor da casa, este descreveu o ser como tendo uma cabeça grande e três dedos em cada mão. O ser, chamado de Erick**, disse que estava a serviço de outros seres e que iriam começar um trabalho em conjunto com o Centro. Mostrou na tela mental de Norberto os seres para quem estava trabalhando: eram muito altos e finos, com braços e pernas muito finas e de tom azulado.

As mensagens constantes que tem recebido desse ser, supostamente grey, é que o seu grupo de trabalho ainda não estaria preparado para avançar mais, por isso as orientações repetidas para que todos se interiorizassem e buscassem mais respostas dentro de cada um para o despertar. Assim, o quantum energético do centro seria aumentado e as presenças deles nos trabalhos se tornariam mais fáceis e evidentes.

*Mônica de Medeiros conta que, no início dos contatos, sentia muito frio ao seu redor. Norberto, ao contrário sente muito calor.

**Na verdade o nome real é um tanto impronunciável, como Erks ou Erksy, e o ser aceitou ser chamado de Erick por soar mais familiar para os humanos.

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Imagem de capa: https://osegredo.com.br/14-beneficios-da-projecao-astral/

FaTaMoRGaNa é casada, tem 48 anos e trabalha em Governança de TIC. Desde pequena sempre acreditou, ou melhor, sempre teve a CERTEZA da existência de vida fora do planetinha azul. A obra de Deus é infinita e não iria se restringir ao que nossos olhos conseguem enxergar. Já presenciou luzes e objetos não identificados, mas espera um dia perder o medo para conseguir uma experiência de contato mais concreta.

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Céu azul neon

Segue relato da Lorraynne, membro do Ufologia Integral Brasil:

“Lembro que eu me deitei para dormir, em uma noite comum. Lembro também que fui levada a um lugar onde tinha uma outra cama e eu devia me deitar para dormir dentro do próprio sonho; percebi, então, que era uma projeção astral[1].

A partir daí “acordei” num planeta onde viviam seres humanos juntamente com seres que se assemelhavam aos greys: eram mais baixos que os humanos, braços finos e longos, tinham vestimentas e todos viviam em conjunto ali, como se fosse extremamente normal; ninguém ficou me olhando e agiam naturalmente.

Perguntei então a um homem que estava lá: “que lugar é esse?”. Infelizmente não lembro a resposta, mas o que mais me chamou a atenção não foi nem o fato de seres alienígenas conviverem em comunidade com humanos, mas sim o planeta.

Lembro bem que o céu era da cor azul neon brilhante mesmo, como aquelas luzes neon de boates; não tinha sol, até onde pude perceber, mas o planeta todo brilhava essa luz azul. Eu estava em um local que parecia ser uma praça e, no meio dessa praça, havia uma grande esfera que flutuava; eu olhava para cima e via que dessa grande esfera saia uma grande energia como se fosse uma cachoeira que descia até o chão da praça e se espalhava por ela, como uma “fumacinha de vaporizador”.

Aquilo me fascinou de tal forma que eu não conseguia parar de admirar e querer entender isso; então fui levada de volta e a experiência acabou.

Acima tentei fazer um desenho para dar uma ideia de como era o cenário da esfera. Foi uma experiência maravilhosamente marcante!”

Nota do UIB: [1]Projeção Astral é o nome que se dá à habilidade de sair do corpo físico (o de carne e osso) durante o sono, e passear por aí num de nossos outros corpos – no caso o corpo astral. Veja mais em www.ippb.org.br. Muitos contatos com extraterrestres ocorrem desta forma.

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FaTaMoRGaNa é casada, tem 48 anos e trabalha em Governança de TIC. Desde pequena sempre acreditou, ou melhor, sempre teve a CERTEZA da existência de vida fora do planetinha azul. A obra de Deus é infinita e não iria se restringir ao que nossos olhos conseguem enxergar. Já presenciou luzes e objetos não identificados, mas espera um dia perder o medo para conseguir uma experiência de contato mais concreta.

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Equipe UIB

Não há apenas aviões voando no nosso céu

No dia 24/08/18 tive um avistamento às 5:50 da manhã na Marginal Tietê, sentido oeste. Estava indo de ônibus para meus compromissos,  sentada do lado da janela e olhando para fora. Estava um pouco escuro e, então, vi uma luz brilhando muito forte no céu. Porém, no caminho que eu faço, passo por 2 aeroportos. Então pensei: “ah, é um avião indo para o aeroporto de congonhas”.

Mesmo assim continuei observando… Aquela luz foi se aproximando , crescendo em direção oposta do ônibus (obviamente aumentando seu tamanho em meu campo de visão).

Quando notei a aproximação, fui sentindo uma inquietação inexplicável, como se algo quisesse chamar a minha atenção. Com explosões de curiosidade me concentrei ainda mais no objeto e então ele parou no céu (por cerca de 2 min). As luzes do objeto se apagaram e pude ver perfeitamente o seu formato ovalado com cor de cinza chumbo.

Meu coração disparou na mesma hora e senti uma conexão muito forte ali. Aquilo que eu via, juntamente com a energia que irradiava dentro de mim, me confirmavam que era realmente um avistamento ufológico. Depois dessa minha certeza, as luzes do objeto tornaram a acender e dele desapareceu em uma velocidade absurdamente alta.

E, como conclusão, uma coisa posso dizer:

– “Não há apenas aviões voando no nosso céu”.

Imagem apenas ilustrativa. Créditos da imagem em destaque: www.semjase.net/ufo_144.jpg

Meu nome é Judithe, tenho 19 anos, paulistana. Atualmente estudante de Fonoaudiologia. Passei a me interessar muito pela Ufologia após alguns ocorridos que tornaram minha vida um tanto diferente. As pessoas dizem que mudei muito de uns anos para cá, minha personalidade foi totalmente modificada.

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Equipe UIB

Por trás das cortinas

Depoimento do membro e colaborador Ricardo Lima, escrito por Amanda e Judithe:

“Era dia 28 de dezembro de 2015 e estava em viagem com minha família na cidade de Bombinhas – SC (litoral). Particularmente, esse é um lugar que aprecio muito e, sempre que tenho oportunidade, vou para lá com minha esposa e meus dois filhos.

Geralmente opto por ficar em pousadas de frente para praia, mas nesse dia resolvi fazer algo diferente: escolhemos uma pousada distante da praia pois, em época de férias, é costume haver muitos bares, música, shows e baladas até altas horas da madrugada na praia e estávamos com um bebê pequeno. Essa pousada, sendo a última da rua, situava-se bem ao pé de uma montanha, rica em fauna e flora, uma paisagem muito exuberante.

Em Bombinhas costumam ocorrer muitos avistamentos, OVNIs e contatos ufológicos, sendo seus fenômenos muito citados pelos ufólogos. Então, sabendo da fama da cidade, nos dias em que estava lá conversei com algumas pessoas que estavam conosco e funcionários da pousada sobre os avistamentos ufológicos da região. Na noite de 29 de dezembro, estávamos eu e minha esposa conversando com amigos, quando comentei:

Eu gostaria muito de ver e fazer contato, pois eu acredito que eles existem, já senti a presença, já vi em sonhos e já senti a presença de vidas extraterrestres inteligentes.

Disse isso porque essa é uma crença que tenho e, sendo tão intenso isso em mim, acredito que algo detectou esse sentimento, fazendo com que os nossos amigos viajantes das estrelas se sentissem à vontade para serem vistos por mim.

Então, no dia 30 de dezembro de 2015, estava deitado pela madrugada, mas não conseguia dormir, apesar de ter ficado o dia inteiro na praia e ter me deitado após a meia noite e meia. Sentia que algo diferente estava para acontecer, era uma mistura de medo com ansiedade e não conseguia entender porque exatamente estava sentindo aquilo.

Meu quarto, no chalé, ficava no térreo e possuía uma sacada toda de vidro que ficava de frente para a montanha e para a natureza da região. Nessa noite, as cortinas estavam fechadas pois estava com certo receio de ficar olhando para a mata. Quando o relógio indicou 3h da madrugada, estava eu deitado na cama, ainda acordado, quando escutei um barulho. Esse som que surgiu me lembrava um barbeador elétrico e, no mesmo momento que o som ecoou, uma eletricidade estática quase palpável invadiu todo o quarto em que estávamos. Eu me arrepiava dos pés a cabeça, minha esposa no mesmo momento acordou assustada e me perguntou:

– Que barulho é esse? O que está acontecendo? 

Meus filhos, também com medo e acordados, correram para nossa cama para deitarem conosco, até que o barulho estranho cessou. Porém, começamos a ouvir passos lentos e fortes do lado de fora do quarto próximo à sacada. No momento que tentei abrir a cortina para ver o que era eu travei de receio, não consegui olhar para ver o que tinha lá fora. Uma sensação de medo forte tomava conta de mim, eu não fazia ideia do que me esperava lá fora. Por isso resolvi tomar uma decisão não muito fácil, mas que no momento seria em prol da minha família. Falei em voz alta a quem estava lá fora:

– Não quero contato, tem crianças no quarto, não estou preparado, talvez isso assuste a minha família. Por favor, vão embora.

Então ouvi os passos novamente se distanciando e logo seguiu-se pelo som semelhante ao som do barbeador. Quando silenciou tudo ao redor, aquela energia que estava fortemente presente dentro do quarto foi sumindo.

Isso fez com que eu chegasse à conclusão de que, através da telepatia, não sei se por meio de maquinário ou das naves, eles souberam da minha vontade de ter um contato e vieram até mim. Sempre que me lembro desse acontecimento me sinto privilegiado de ter presenciado esse contato tão forte, por ter sido escolhido, mas com uma mistura de arrependimento por não ter aberto a cortina para ver; por outro lado, uma sensação de alívio, pois não sabia quem estava lá.

Por isso costumo dizer: ‘O Grande Arquiteto dos Mundos, o Grande Arquiteto do Universo realmente tem muitas moradas; é muito assustador imaginarmos que estamos sozinhos neste plano, que neste universo de trilhões só existe nós. Em contrapartida também é muito assustador imaginar que existem outras formas de vida inteligente em outros orbes vivendo em plena felicidade ou não. Isso mostra como nós somos pequenos diante da criação do Pai Maior. Sem cunho religioso algum, posso afirmar que os amigos viajantes habitam outros orbes, outras dimensões e estão conosco. Se eles chegam até nós é porque a tecnologia deles é muito mais evoluída do que a nossa, pois não conseguimos chegar até eles. Pelo menos aos olhos do grande público ainda não conseguimos. Não sei até quando os governos vão esconder essas informações.’”

Amanda Sales. Publicitária, natural de Manaus – AM. Apaixonada por astronomia e ufologia. Idealizadora do projeto Ufologia integral Brasil.


Meu nome é Judithe, tenho 19 anos, paulistana. Atualmente estudante de Fonoaudiologia. Passei a me interessar muito pela Ufologia após alguns ocorridos que tornaram minha vida um tanto diferente. As pessoas dizem que mudei muito de uns anos para cá, minha personalidade foi totalmente modificada.

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Luz que saiu da Lua

André Vinícius mora em Cuiabá – MT, é membro do grupo Ufologia Integral Brasil – UIB, e nos contou seu avistamento recente, ocorrido nessa cidade, em 15 de agosto de 2018:

“Pois é, era na base de umas 18:00 e tive meu primeiro avistamento. Saiu da Lua. À medida que ia se afastando da Lua, ia crescendo de tamanho e brilhava mais forte. Estávamos eu e mais um amigo. Ele já tinha visto antes. Eu só tinha ouvido falar, mas nunca tinha presenciado algo nessa magnitude. Ficou de 15 a 20 minutos mudando de forma; ficava pequeno e depois grande, sempre brilhando muito forte até sumir. Ficamos admirados com aquilo.

Alguns minutos depois, apareceram mais 3 e foram na mesma direção do primeiro. Esses eram bem pequenos. Logo depois passaram dois na direção oposta. Cada um ia para um lado diferente. Um não estava muito rápido, o outro estava bem rápido. Foi incrível.

Às vezes penso se é verdade. Mais logo cai minha ficha. Creio que foi verdade tudo que vi. Eu sempre fui assim. Acredito muito em que meus olhos podem ver.”

Infelizmente não houve registros do fenômeno.

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Imagem em destaque: https://guiadaalma.com.br/lua-cheia-de-wesak/

FaTaMoRGaNa é casada, tem 48 anos e trabalha em Governança de TIC. Desde pequena sempre acreditou, ou melhor, sempre teve a CERTEZA da existência de vida fora do planetinha azul. A obra de Deus é infinita e não iria se restringir ao que nossos olhos conseguem enxergar. Já presenciou luzes e objetos não identificados, mas espera um dia perder o medo para conseguir uma experiência de contato mais concreta.

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OVNI no ceú de Poá – SP

No final do dia 4 de agosto de 2018, sábado, acontecia uma festa de aniversário familiar, quando uma das convidadas foi até a sacada – a mesma onde Pandora* costuma vivenciar seus avistamentos e fazer registros fotográficos – quando viu uma luz bem distante piscar no céu. Emocionada, chamou a família para compartilhar o momento e todos conseguiram visualizar o fenômeno antes que se encerrasse.

Mais tarde, Pandora e seu marido se dirigiram à sacada, mas não havia nada de especial no céu. Este entrou para o interior da casa por uns instantes e aquela luz vermelha tão familiar de Pandora, semelhante àquela do primeiro relato (veja os relatos anteriores aqui e aqui), voltou a sair de trás da mesma casa e subir aos céus.

Pandora chamou seu marido e este, maravilhado, disse a ela para buscar a câmera fotográfica o mais rápido possível. Vejam as fotos, utilizando lentes 70-200mm:

Todas as fotos foram tiradas por Pandora. Confesso que nunca tinha visto nada parecido à segunda foto. Deixei-a, inclusive, em destaque!

Ocorrerão novos contatos e avistamentos? Esperamos que sim!

*Nome fictício, a pedido.

FaTaMoRGaNa é casada, tem 48 anos e trabalha em Governança de TIC. Desde pequena sempre acreditou, ou melhor, sempre teve a CERTEZA da existência de vida fora do planetinha azul. A obra de Deus é infinita e não iria se restringir ao que nossos olhos conseguem enxergar. Já presenciou luzes e objetos não identificados, mas espera um dia perder o medo para conseguir uma experiência de contato mais concreta.

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A verdade está dentro de vocês

Era um dia bonito, de inverno, na cidade de Poá, região da Grande São Paulo. A data: 23 de janeiro de 2018. A temperatura estava amena e agradável. Pandora* estava se sentindo eufórica desde cedo, com aquela maravilhosa sensação de felicidade, aquele sentimento familiar que a acomete sempre que ocorrem os aparecimentos das luzes ou das naves (veja seu outro relato clicando aqui). Até comentou com seu colega Adilson*.

Durante o dia, na realização das suas tarefas diárias de mãe e dona de casa, o sentimento de felicidade continuou presente, a acompanhando em cada um dos seus afazeres domésticos. Às 19:30 colocou seus filhos para dormir e deitou um pouco com eles, como todas as noites; depois deitou em sua cama e colocou uma música para relaxar e para tentar trazer a sensação de sono, pois se sentia um tanto agitada.

Repentinamente, ouviu uma voz que vinha de dentro da sua cabeça, ordenando: “Pegue caneta e papel”. Prontamente, procurou o material solicitado e se colocou a postos, totalmente consciente e se disponibilizando a escrever algo que pressentiu chegar em sua tela mental. As ideias, que claramente não eram de Pandora, surgiam em sua mente e fluíam diretamente para seu braço, fazendo sua mão deslizar sobre o papel.

Ao término do fenômeno, pegou seus escritos e os leu atentamente, percebendo que faziam sentido. Imediatamente enviou para o seu amigo Adilson; tinha receio de mostrá-los a outras pessoas e não sabia o que fazer com aquelas informações. O amigo a aconselhou a compartilhar. Pandora verificou que a mensagem estava no plural e deduziu que não era uma mensagem particular e que poderia ser direcionada para todos.

A sensação de euforia e alegria retornou, forte, e ela foi para a varanda fumar um cigarro e olhar para o céu. Assim que chegou, viu aquela luz vermelha familiar saindo do teto da sua casa e se dirigindo ao céu. Pandora pediu à luz “Por favor, por favor, me deixa gravar para eu mostrar para o Adilson!”. A luz vermelha, parada, pulsava mais forte no céu cada vez que Pandora fazia seu pedido para conseguir gravá-la, o que a levou a concluir que havia um tipo de comunicação presente, “autorizando” o registro do momento. Rapidamente pegou seu celular mas, infelizmente, a luz não era forte o suficiente para conseguir ser registrada de forma nítida pelo celular pois, na gravação, a luz vermelha aparecia branca e fraca. Mas isso não importa porque, para Pandora, ela teve a certeza íntima de que eram “eles” sim, presentes desde cedo, desde o início do dia, aguardando o momento adequado para conseguirem transmitir a Pandora a mensagem canalizada:

“Meus queridos, não permitam que a agitação do dia a dia impeça seu crescimento evolucional. Somos todos parte de um todo e estamos unificados por um propósito maior para a escala evolutiva de suas mentes presas em suas limitações físicas.

O universo nada mais é do que parte de vocês e, vocês, parte do todo dimensional. Não vos deixem levar por ideias levianas pois a verdade já está dentro de vocês, basta deixá-la fluir através de seu eu interior.
Somos todos um, parte de um todo, com propósitos maiores do que a mente aprisionada neste corpo físico pode imaginar.

A verdade está dentro de vocês. Seu coração pulsa e também fala, pois é através do amor Divino que encontrarão o seu propósito.

Me encerro nestas palavras e desejo luz a todos, pois a paz se encontra dentro de vocês. A encontrem em seu íntimo.

Saudações, Auron.”

Eis o registro original:

Foto da psicografia original

Imagem de capa: adaptada do “The X-files”

*Nomes fictícios, a pedidos.

FaTaMoRGaNa é casada, tem 48 anos e trabalha em Governança de TIC. Desde pequena sempre acreditou, ou melhor, sempre teve a CERTEZA da existência de vida fora do planetinha azul. A obra de Deus é infinita e não iria se restringir ao que nossos olhos conseguem enxergar. Já presenciou luzes e objetos não identificados, mas espera um dia perder o medo para conseguir uma experiência de contato mais concreta.

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