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Minhas experiências com o desconhecido

 

Meu nome é Felipe, tenho 28 anos, sou natural e residente de Niterói, cidade localizada do outro lado da Baía de Guanabara. Sou graduado em Ciências Biológicas, com pós-graduação em Análises Clínicas, e desde meu nascimento sempre me senti como um peixe fora d’água, alguém que não conseguia se encaixar nos círculos sociais. Achava os humanos estranhos, ignorantes de seu lugar no universo e de como, a partir de uma visão global do mundo em que estamos inseridos, não existem fronteiras ou divisões — somos todos um.

Sempre sinto uma estranha e inexplicável saudade quando olho para o céu estrelado ou para vídeos e imagens sobre o Universo e extraterrestres, como se fizesse parte deles ou lembrasse de algo pretérito. Aliado a isso, meu interesse pelos mistérios da Terra, da vida e do Universo — OVNIs, abduções, agroglifos e geoglifos, artefatos arqueológicos fora de época e ossadas de origem não-humana, vida extraterrestre, vida após a morte, EQMs, projeção astral, poder da mente, habilidades parapsíquicas, viagem no tempo, teletransporte, origem e fim do Universo, origem da vida, natureza da matéria e energia escura, dimensões superiores, multiverso, anomalias magnéticas da Terra, desaparecimentos misteriosos de pessoas, aviões e embarcações encalhadas sem tripulação e passageiros, chuvas insólitas, animais lendários, mitológicos e insólitos e mais tarde, a partir de 2017, tudo relacionado com espiritualidade, esoterismo, ocultismo, astrologia e numerologia — é como se eu quisesse acessar algum conhecimento oculto sobre tudo isso que, para o humano terrestre, ainda é um imenso desconhecido; como se, de onde vim, já existissem respostas para todas as questões atualmente sem explicação na Terra.

Além dessas características, sempre tive uma percepção aguçada da realidade. Apesar de ter diminuído com o tempo, em determinado período eu via uma camada roxa ou rosa ao redor de algumas pessoas quando as observava por muito tempo, em palestras, aulas e situações semelhantes. Também já tive algumas previsões, tanto em sonhos quanto acordado: um dia antes de ser internado no final de 2021, sonhei com equipamentos de UTI; no ano passado ou retrasado, sonhei que uma pessoa de um grupo de WhatsApp enviaria uma mensagem específica em determinado horário — o que de fato aconteceu; e, mais recentemente, quando começou um programa de TV, tive a intuição de que um participante abusaria de outra participante, o que ocorreu exatamente no início daquela noite.

Com base apenas nesses exemplos, pode-se dizer que se trata de uma capacidade de perceber a realidade a partir de acontecimentos aparentemente irrelevantes, mas que, ainda assim, não é vista como algo normal pela civilização terrestre. Além disso, sempre tive dificuldades em lidar com emoções e crises existenciais, que surgem como verdadeiros turbilhões emocionais, muito por causa dessa saudade inexplicável do cosmos e de algum lugar que não lembro qual é. Sinto também que possuo uma capacidade intelectual interessante, especialmente pelas teorias que desenvolvo sobre diversas questões que a ciência e áreas afins buscam desvendar.

Um exemplo é a questão da vida após a morte. Desde que nasci, sugeri utilizar a Lei de Lavoisier — a conservação da matéria e da energia — para sustentar a existência da vida após a morte, partindo do pressuposto de que, como nada se perde nem se cria, tudo se transforma. Assim, após a morte, os elementos químicos do corpo seriam absorvidos pelos vegetais, que, por sua vez, serviriam de alimento aos animais, que posteriormente serviriam de alimento aos humanos. Esses elementos químicos, reciclados ao longo da teia trófica, formariam um novo corpo humano gestado, enquanto a consciência também passaria por um processo de transformação ou reciclagem, permanecendo em outra dimensão antes de retornar a um novo corpo.

No campo religioso, apesar de não ter uma base religiosa fixa, ao longo da minha caminhada já transitei pelo catolicismo, espiritismo e budismo. Atualmente, me identifico como universalista, por acreditar que todas as religiões possuem um fragmento da verdade e que a verdadeira espiritualidade é aquela sem religião. Acredito, portanto, que as divindades existem, mas são interpretadas sob um viés universalista, com ensinamentos morais que auxiliariam na expansão da consciência cósmica.

Resumidamente, essa é a introdução de quem sou. 

A seguir, apresento uma lista de casos estranhos que aconteceram comigo e que anotei ao longo dos anos.

A primeira experiência de que me lembro na vida é a de estar em completa escuridão até que, de repente, me vi em primeira pessoa voando entre as estrelas. Passei pelo Sol — ou talvez o tenha atravessado como se fosse um portal; não lembro com clareza — e cheguei à Terra, com destaque para a América do Sul. Até hoje não sei o significado dessa lembrança. Apenas sei que meu grande medo em relação à morte e à possibilidade de não existir vida após ela é voltar a sentir o que senti nessa experiência: uma escuridão total, onde não vejo, não respiro, não existo e fico completamente inerte.

Na infância, até aproximadamente os sete anos, eu tinha medo de ficar no quarto à noite e no escuro, pois via seres estranhos: um que se parecia com uma leoa em miniatura e outro que lembrava uma mistura de coelho com cachorro. Também sentia a presença de vultos que me observavam, sem conseguir identificar o que eram. Quando completei sete anos, em uma noite específica, fiz uma oração à minha maneira, repetindo que tudo aquilo era coisa da minha cabeça, e, coincidentemente ou não, as visões e a sensação de estar sendo observado cessaram.

Entre 2007 e 2009, enquanto andava de lancha com parte da minha família na Baía de Guanabara, apareceu um OVNI no formato de um ovo prateado alongado, que girava em seu próprio eixo enquanto descia, até tocar a água e desaparecer. Apesar de, às vezes, achar que poderia ter sido um balão, ainda fico em dúvida. Nunca falei sobre esse fenômeno nem houve qualquer registro para compartilhar com outras pessoas.

No início de 2017, durante uma viagem a Portugal, ficamos hospedados em um Airbnb em Vila Nova de Gaia, cidade localizada do outro lado da histórica cidade do Porto. Eu dormia na sala, enquanto meus pais ficavam nos quartos. Após assistir a um vídeo sobre São Cipriano no canal do YouTube Fatos Desconhecidos, vi, por alguns segundos, um bode humanoide com pelagem marrom atravessar a sala: ele veio da varanda, à minha direita, passou por mim e desapareceu ao chegar à sala de estar, à esquerda. No voo de volta ao Brasil, durante a madrugada, olhei pela escotilha e vi figuras luminosas, humanoides e aladas, flutuando no alto.

Entre 2020 e 2022, tive sonhos muito vívidos, tão reais que cheguei a acreditar que fossem projeções astrais. Em um deles, eu me comunicava com um homem vestido de branco e viajava para outro planeta semelhante à Terra. Nesse planeta, “pousei” no quintal de uma casa parecida com as casas humanas e depois fui para uma floresta que começava logo atrás do quintal, onde havia criaturas muito diferentes, com formas geométricas bizarras. Em outro sonho, estava no pátio da escola onde estudei no ensino médio quando desceu uma mulher loira, usando um traje azul, que falou comigo em uma língua estranha por cerca de cinco minutos. No terceiro, vi uma nave sobre a praia de Icaraí, semelhante à nave alienígena do filme Battleship, realizando movimentos de “tic-tac”. Em determinado momento, pensei em me aproximar para tentar contato, quando ela chegou mais perto da área do quebra-mar, mas, no meio do caminho, fiquei receoso e a nave se desmaterializou.

Em dezembro de 2024, após dois anos sem sonhos vívidos ou projeções astrais, sonhei que estava em uma varanda diferente da minha — maior e com uma mesa entre a churrasqueira e outra parte do espaço. Vi vultos azul-claros aparecendo e desaparecendo rapidamente, até que um deles se materializou diante de mim. Era baixo, com pele azul-turquesa, cabeça oval e olhos negros como botões. Senti um misto de surpresa e medo. Em seguida, a criatura se transformou em uma mulher da minha estatura, com olhos amendoados (não orientais) e cabelo castanho comprido. Ela me acompanhou até a porta de entrada e, quando perguntei se não seria perigoso para ela se expor, respondeu que não havia motivo para preocupação.

O cenário mudou para uma base com telões e painéis dentro de uma caverna. Ela me explicou um pouco sobre sua civilização e disse seu nome, que não consegui memorizar. Depois, fomos até uma espécie de varanda na caverna, de onde vi que lá fora nevava. O cenário mudou novamente: primeiro para o ginásio da minha antiga escola e depois para uma confraternização com familiares e conhecidos, que não parecia ser um evento real, mas uma realidade manipulada. Preferi permanecer com a mulher alienígena, que me mostrou um dispositivo parecido com um GPS, o qual indicava exatamente onde “eles” estavam.

Minha consciência foi então transportada para uma região polar (Polo Norte), onde vi um grupo de baleias-piloto emergindo e encalhando na borda de uma enorme geleira, que possuía um buraco no meio. Entrei nesse buraco e fui guiado por um filhote de urso-polar que escorregava à minha frente, até que acordei. Ao despertar, senti um amor inexplicável pela Terra, acompanhado de uma forte sensibilidade ambiental e da percepção de que devemos proteger o planeta não apenas pela humanidade, mas pelo próprio planeta — e por todas as civilizações que o habitam. Curiosamente, na tarde daquele mesmo dia, durante uma reunião no condomínio de uma ex-colega de escola, senti o tempo todo que estava sendo observado.

Por fim, minha avó, antes de falecer em 2023, sempre contava uma história da minha infância. Quando eu era bebê, em um episódio de engasgo que exigiu atendimento urgente, não havia ninguém disponível para nos levar ao hospital. Um homem desconhecido, de aparência estranha, surgiu diante de casa e ofereceu carona. Ele dirigiu em alta velocidade, passando por sinais vermelhos e trafegando na contramão, até chegarmos ao hospital. Minha avó correu para me entregar à emergência, mas, ao voltar para agradecer, não encontrou o homem na recepção, na sala de espera nem do lado de fora. Ao perguntar sobre ele à recepcionista, ouviu que não havia ninguém conosco em nenhum momento. Infelizmente, com a partida dela, não tenho como obter mais informações ou detalhes sobre esse estranho homem.

Ao reunir essas vivências, percebo que minha trajetória é marcada por uma constante busca de sentido diante do desconhecido, como se minha consciência transitasse entre o que é considerado normal pela civilização terrestre e aquilo que escapa às explicações convencionais. Minhas experiências, sonhos, intuições e percepções não formam respostas definitivas, mas constroem um fio condutor que aponta para uma consciência com uma sensibilidade grande em relação ao Universo, à vida e à Terra que veio á esse planeta com a missão de experienciar todas as experiências da vida terrestre que é complexa e intensa mas também contribuir para a transição planetária para uma dimensão em que a consciência humana vai estar expandida e desperta em relação ao espaço-tempo tridimensional e independentemente de serem interpretadas sob uma ótica científica, psicológica ou espiritual, todas as minhas vivências contribuíram para moldar quem sou, reforçando em mim a convicção de que a realidade é muito mais complexa, interligada e profunda do que aquilo que aprendemos a enxergar na Terra e que compreender o desconhecido é acima de tudo, um processo contínuo de autoconhecimento e expansão da consciência.

Felipe Viana é biólogo, mora em Niterói, Rio de Janeiro, e desde muito pequeno sempre se interessou em estudar os temas de Ufologia, Espiritualidade, Parapsicologia, Física Quântica e afins

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

Equipe UIB

Experiências Ufológicas de Malena

Vou contar para vocês três das diversas experiências que vivi. Não é fácil relatar; afinal, foram muitas ao longo da minha vida. Minha convivência com esses seres é algo que existe desde sempre. As minhas memórias mais antigas são aquelas que o meu cérebro físico conseguiu registrar, por volta dos três ou quatro anos de idade, além de outras situações que minha família relatou com susto e estranheza.

Eu sempre fui vista como uma pessoa “esquisita” e incompreendida. Muitos desses fatos aconteceram quando meus familiares ainda não sabiam como lidar com o que presenciavam. Sinceramente, nada disso jamais me assustou, porque sempre houve em mim uma profunda sensação de pertencimento, como se tudo fosse extremamente familiar.

O sentimento que sempre carreguei em relação aos extraterrestres é de plena e grandiosa gratidão. Nunca soube como agradecer pelo cuidado e zelo que tiveram — e continuam tendo — comigo até hoje. Sinto felicidade e honra em fazer parte da vida deles, assim como eles fazem parte da minha. Não me imagino longe deles. Acredito que não conseguiria viver aqui na Terra, nessa experiência kármica, sem o direcionamento deles.

Para mim, viver neste planeta, dentro de todo o sistema aqui implantado, sempre foi um grande desafio. São pouquíssimas as coisas que consigo compreender e com as quais consigo lidar. Tenho muita dificuldade em conviver com pessoas comuns e com o cotidiano da vida. Essa experiência tem sido, para mim, extremamente dolorosa e difícil. Sinto-me neste mundo como um peixe fora d’água e, de fato, apesar de não gostar de me relacionar com quase ninguém, independentemente do tipo de relação, faço um trabalho de divulgação da Ufologia e da Espiritualidade, missão que me foi confiada pelos Seres outrora e pela Espiritualidade Positiva.

Minha maior alegria é ter a espiritualidade e a ufologia como os grandes pilares da minha alma. É neles que me apoio para continuar seguindo em frente. Tenho absoluta certeza de que, por trás de todo esse amor, está Deus, o Criador de tudo e de todos, e Jesus Cristo, nosso governador planetário, sempre presentes. Ambos aguardam ser buscados de coração por nós, que estamos encarnados neste momento, a fim de sermos amparados e instruídos na senda do bem, do amor, da caridade e da reforma íntima — algo imprescindível se desejarmos, um dia, habitar esferas superiores do universo e sermos verdadeiramente felizes, livres de erros, imperfeições ou máculas.

Antes de tudo, quero deixar bem claro aos leitores que nunca fiz uso de medicamentos com substâncias psicotrópicas, drogas, ayahuasca ou afins, e não faço uso de nenhum medicamento de uso contínuo.

 Relato 1

Agora vou relatar uma dentre tantas experiências ufológicas que tenho. Minha saúde sempre foi frágil; nunca fui uma mulher muito saudável e, se hoje estou aqui, aos 50 anos, se deve, primeiramente, à permissão de Deus e, logo em seguida, à atuação desses seres, que sempre foram os mantenedores da minha saúde.

Enfrentei um problema no estômago: sentia dores ao comer, a comida ficava engasgada no esôfago e, por isso, não conseguia me alimentar adequadamente. Meu intestino, que já não funcionava bem antes, havia piorado significativamente, problema ao qual não dei a devida atenção.

Eu havia procurado um médico e já estava com os pedidos de exames, incluindo endoscopia, entre outros que ainda precisaria realizar. A dificuldade intestinal tornou-se uma situação preocupante, pois eu sentia uma total falta de força para que o órgão desempenhasse sua função. Isso, com o tempo, poderia ter consequências graves, devido ao acúmulo de material orgânico, somado à impossibilidade de me alimentar corretamente. Eu estava acamada, sentindo-me muito mal.

Então, os seres intervieram novamente, dessa vez no meu corpo astral. Um pequeno UFO, de formato discoide e feito de metal cinzento, aproximou-se e começou a fazer manobras ao redor da minha cabeça, muito próximo. Em seguida, lançou três esferas achatadas de metal escuro na minha testa e no meu olho direito. Cada uma tinha um formato diferente. Eram geladas como metal e aderiram ao meu rosto.

Assustada, retirei-as instintivamente, mas a força magnética do UFO fez com que retornassem imediatamente à minha testa e ao meu olho. Os objetos tinham um design harmonioso, quase artesanal, muito bonito. Não possuíam pontas afiadas nem qualquer aspecto violento.

Lembro-me claramente de duas delas: uma tinha o formato de um floco de neve, e a outra lembrava aquelas esferas usadas em filtros dos sonhos. A terceira, infelizmente, não consigo recordar no momento.

Na manhã seguinte, acordei me sentindo extremamente bem. Consegui ir ao banheiro normalmente duas vezes, sem dor, sem sangramento e sem mal-estar, como se nada tivesse acontecido. Também consegui fazer as três refeições do dia tranquilamente. Mais uma vez, eles vieram em meu socorro no momento certo, como sempre fazem.

Pude, então, aguardar com mais tranquilidade o dia dos exames, e o resultado desses deu tudo absolutamente normal.

Esse relato é um dos mais simples e corriqueiros entre tantas outras experiências que costumo vivenciar com eles. No entanto, já ocorreram muitas outras intervenções muito mais intensas, com impactos maiores no meu corpo físico e em minhas sensações. Um detalhe importante: nunca houve dor. Algumas experiências foram fortes, marcantes ou incômodas, mas jamais dolorosas.

Relato 2

Quando eu era criança, por volta dos três ou quatro anos, lembro-me de conversar diante de um espelho antigo que minha mãe tinha. Eram dois seres que pareciam crianças: um menino e uma menina. Tinham nomes e histórias próprias.

Minha família só me contou isso quando me tornei adulta, pois minha mãe ficava apavorada com a situação. Ela sabia que não se tratava de espíritos nem de imaginação infantil. Acredito nela, pois, apesar de ser espírita kardecista e umbandista, era bastante cética, tinha senso crítico apurado e uma mediunidade completa e ostensiva.

Apesar disso, ela não tinha qualquer conhecimento sobre o fenômeno UFO e nunca demonstrou interesse em buscá-lo, talvez por medo instintivo, em razão de um episódio traumático que viveu antes de eu nascer. Esse episódio marcou profundamente sua vida.

No momento em que decidiu me contar, deixou claro que nunca havia compartilhado aquilo com ninguém — nem com meus irmãos, nem com o namorado da época — por vergonha, nojo e repulsa. Nossa relação sempre foi difícil, conflituosa, sem harmonia ou cumplicidade. Apesar de muito amor, não conseguimos conviver bem. Ela desencarnou em 2004.

Segundo o relato dela, durante cerca de três meses, era visitada à noite por uma “coisa” que não era pessoa, espírito ou entidade conhecida. Tinha traços humanoides, força fora do comum e um poder intenso de dominação mental e dos instintos. Apesar de minha mãe ter uma personalidade forte e moral rígida, ela não conseguia resistir.

O ser entrava no quarto mesmo com a porta trancada, tentava seduzi-la e, após resistência inicial, o medo, o nojo e a raiva transformavam-se em uma atração irresistível. Após a relação, ele se afastava em silêncio, ia embora sem nada dizer, e ela recobrava a consciência do ocorrido, sentindo profunda culpa, vergonha e repulsa.

Depois disso, ela engravidou de mim. Como tinha um namorado, os créditos acabaram ficando para ele, embora a relação tenha terminado antes do meu nascimento.

Concluo, assim, que sou híbrida. Isso explica a presença constante deles desde sempre na minha vida, os UFOs que frequentemente sobrevoam os locais onde estou, os contatos no plano físico e astral, as instruções que recebo e até mesmo a revelação da minha verdadeira natureza, que já me foi mostrada por eles.

São muitas experiências físicas e extrafísicas, todas, graças a Deus, belas e extraordinárias. No entanto, quase não as exponho, pois é necessário que quem ouça esteja aberto a refletir, questionar, aprender e crescer, sem cair em jogos de ego que possam expor o seu desânimo e descrédito àqueles que ainda estão no início da caminhada ufológica.

 

 

Relato 3

Houve três intervenções no meu corpo físico e astral, em três etapas. A primeira vez foi no início do ano de 2018, no dia em que foi constatado que eu estava diabética. Eu havia acabado de receber o resultado do diagnóstico e fui, em seguida, para casa, porque estava extremamente cansada e processando a notícia. Foi então que me deitei na cama e, cinco minutos depois, recebi uma descarga elétrica fortíssima no topo da cabeça (chakra coronário). Durou cerca de dez segundos, e o susto foi grande. Chamei pela minha filha, mas logo passou, e eu não senti mais nada, apenas tranquilidade e sono.

Fui ao médico, contei o ocorrido, e ele disse que isso não existia, que era impossível sofrer um choque sem se conectar a uma corrente elétrica.

A segunda vez foi em março de 2020. Dessa vez, eu estava com a saúde estável. Era noite, meus filhos adormeceram muito rápido e profundamente, e eu me deitei também tranquilamente. Então comecei a sentir a mesma sensação de estar sendo eletrocutada novamente; só que, dessa vez, a tensão foi aumentando muito rapidamente. Eu sentia o corpo inteiro totalmente eletrocutado, com uma força muito maior do que a da primeira vez, haja vista que eu ainda estava acordada.

Instintivamente, meu corpo encolheu-se em posição fetal, e fiquei totalmente entregue àquela situação, que não era de dor, mas de um grande incômodo, como se algo estivesse sendo “ajustado” em mim. Eu não sentia medo, porque intuitivamente sabia que era uma intervenção necessária, desconhecida no momento, mas da qual eu tinha certeza de que ocorria por um motivo relevante e que, mais cedo ou mais tarde, faria sentido. Dessa vez, a intervenção durou cerca de dez minutos, na minha percepção.

Então, o processo foi se encerrando devagar, diminuindo a tensão do choque aos poucos, até cessar completamente, sem nenhum resquício de desconforto ou mal-estar. Tudo o que ficou foi uma grande interrogação sobre o que teria sido aquilo e qual o objetivo real daquela intervenção.

Em seguida, tive uma conversa telepática, como um aviso, de que, se essa situação acontecesse uma próxima vez, eu faria questão de saber quem eram os responsáveis por isso e qual era o objetivo dessa intervenção.

A terceira vez foi no mês de junho do mesmo ano. Era tarde da noite, meus filhos dormiram rapidamente e profundamente, e eu me deitei logo em seguida. Segundos depois, tudo começou novamente como da última vez, só que o diferencial dessa vez foi que, logo quando a intervenção se iniciou, avisei telepaticamente que queria que fosse diferente da última, que eu desejava ver os responsáveis por aquilo, o motivo e a utilidade prática de todo esse processo incomodativo.

Foi então que, após cerca de cinco minutos daquela descarga elétrica fortíssima no meu corpo, que me obrigava a permanecer na mesma posição fetal da última vez, mantive-me acordada e muito lúcida diante de tudo aquilo. Em seguida, os seres me abduziram para uma sala à meia-luz. Eu estava deitada em uma espécie de maca e conseguia enxergar, à minha frente, um ser humanoide e dois greys, observando-me a certa distância da maca.

Eu sentia meu corpo totalmente energizado, todo envolto em eletricidade. Então, automaticamente, sentei-me na maca e olhei para as minhas mãos, que faiscavam como raios em noite de tempestade. Fiquei sem palavras diante de tudo aquilo. Então, intuitivamente, os seres pediram para que eu juntasse as palmas das mãos e depois as expandisse para os lados.

No momento em que fiz esse movimento, tudo o que estava naquela sala voou para longe; varreu tudo com uma força brutal, como um vendaval, um furacão ou algo parecido. Logo após esse evento, caí sentada na beira da minha cama, em pânico, porque, por um segundo, achei que aquela força que partia das minhas mãos tivesse arrasado a minha casa e levado meus filhos para muito longe.

Então percebi que estava tudo em seu devido lugar e que eles estavam a salvo. Respirei fundo e percebi que meu corpo permanecia com toda a eletricidade de antes, principalmente nas minhas mãos.

Quanto ao objetivo da intervenção, só pude ter ciência no ano de 2024, quando minha filha adoeceu, passou muito mal e me pediu socorro. Ela queria que eu lhe aplicasse um passe (prática de transferência de energias e fluidos benéficos por meio da imposição das mãos).

Foi quando, repentinamente, ela viu um grey ao meu lado, com um aparelho que funcionava como um medidor elétrico e de contenção. Como ela também é médium e contatada, naquele momento o ser extraterrestre explicou-lhe a funcionalidade do aparelho e a necessidade de ele ser utilizado, pois, segundo ele, modulava a minha energia, por ser extremamente forte e constituída de eletricidade. Assim como poderia curar, poderia matar alguém se fosse usada sem supervisão e sem controle, sendo necessário um trabalho em conjunto com os seres.

Ela pôde vislumbrar a cor da energia, que é azul, e ver todo o campo elétrico transmitido pelas minhas mãos, que envolveu todo o corpo dela. Ela sentiu, naquele momento, a potência elétrica, um choque em menor escala, e logo em seguida, após a aplicação das energias, a dor intensa cessou de imediato. Ela pôde captar livremente a mensagem do grey, com tranquilidade, e observar todo o processo de cura.

E foi só assim que pude entender todo o processo pelo qual passei, e tudo fez sentido.

 

Malena Moraes, 50 anos, moro em Belém do Pará, contatada desde criança. Os Seres Estelares sempre fizeram parte da minha vida, me ajudam, cuidam da minha saúde, me orientam, me protegem e me guiam, mostrando sempre o melhor caminho a seguir. Eu sou imensamente Grata e Feliz por isso. A minha experiência com Eles é maravilhosa e perfeita. Ufologia e Espiritualidade, pra mim, é Vida… muita Paz e Luz para Todos!

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Equipe UIB

Vigília Ufológica – Um Guia Prático

A vigília ufológica representa uma das abordagens mais diretas e empolgantes do campo da ufologia, permitindo que pesquisadores observem o céu e o entorno em busca de evidências concretas de objetos voadores não identificados (OVNIs). Diferentemente de pesquisas indiretas, baseadas em relatos de terceiros, a vigília envolve a coleta de dados em primeira mão, promovendo a aplicação de conhecimentos teóricos, a coesão grupal e a troca de experiências entre os participantes. No entanto, para que seja bem-sucedida, exige preparo meticuloso em aspectos materiais, psicológicos, técnicos e científicos, evitando armadilhas comuns, como interpretações errôneas de fenômenos naturais ou falhas logísticas.

Realizar uma vigília não é uma atividade casual: ela demanda paciência, disciplina e um compromisso sério com a investigação. Iniciantes devem começar com sessões curtas para acumular experiência, enquanto grupos experientes podem estender as observações por noites inteiras. O objetivo final é registrar avistamentos a curta ou média distância, documentando padrões meteorológicos, rotas de movimento e respostas a estímulos — sempre com o rigor de um método científico adaptado ao imprevisível. Este guia oferece um roteiro para maximizar as chances de sucesso, minimizando riscos e erros.

Observação Importante

Este artigo não pretende ser completo nem esgotar todas as condições, técnicas e ferramentas utilizadas nas vigílias, mas apenas contribuir trazendo os elementos mais essenciais, que podem e devem ser implementados e adaptados conforme as situações e necessidades de cada grupo de pesquisa. Cabe aos organizadores da vigília aplicarem o discernimento, prezando sempre pelo cuidado, pela segurança dos integrantes e pela preservação do ambiente.

À medida que a tecnologia avança, novos equipamentos, técnicas e métodos podem ser implementados em substituição aos aqui indicados. Portanto, este artigo poderá ser revisto e atualizado com o tempo, visando sempre manter nossos leitores bem-informados.

Preparação: A Fundação de Todo o Esforço

A preparação é o pilar que sustenta qualquer vigília ufológica, garantindo que o grupo esteja alinhado e equipado para lidar com imprevistos.

Inicie definindo claramente o propósito da atividade: estudar áreas onde os avistamentos são recorrentes, regiões com histórico de “ondas ufológicas” ou com manifestações cíclicas do fenômeno. Evite vigílias sem motivação, pois horas de observação infrutífera podem desanimar novatos e favorecer confusões entre estrelas, planetas ou aviões e OVNIs.

Monte um grupo pequeno, de seis a dez pessoas, selecionando indivíduos unidos, solidários e fisicamente aptos, com equilíbrio emocional e coragem para enfrentar a escuridão e o desconhecido. Exclua menores de idade, gestantes ou pessoas sem preparo, que possam comprometer a dinâmica ou a segurança. Realize reuniões prévias para discutir logística, tempo estimado de vigília, equipamentos, custos, alimentação, transporte e retorno. Escolha um coordenador para atribuir funções — como vigias, registradores e analistas — e resolver disputas por votação majoritária.

Psicologicamente, prepare o grupo para o impacto emocional de um possível avistamento real, que pode evocar medo, euforia ou alterações perceptivas. Treine conhecimentos básicos em astronomia (para identificar constelações e pontos cardeais), meteorologia (para prever variações climáticas) e topografia (para estimar distâncias). Visite o local durante o dia para mapear o terreno, verificar rotas aéreas e condições meteorológicas, e adquira cartas celestes — ferramentas como o programa disponível em stargazing.net/astropc/prog/ ajudam a simular movimentos celestes e diferenciar potenciais rotas de OVNIs. Para vigílias solitárias, limite-se a propriedades próprias, como varandas ou sítios, devido aos riscos de isolamento.

Escolha do Local: Visão Ampla e Estratégica

A seleção do local é crítica, pois influencia diretamente a visibilidade e a probabilidade de avistamentos. Prefira pontos elevados, como morros ou colinas, que ofereçam visão panorâmica de 360 graus do horizonte, de preferência em zonas de mata rala para evitar obstruções. Evite áreas baixas próximas a rios, barrancos, árvores densas, grutas ou mato alto, que podem ocultar perigos ou interferir na observação.

Evite locais com poluição luminosa e tráfego intenso; mapeie estradas que possam gerar falsos avistamentos (como faróis de carros ou luzes de casas). Se o ponto escolhido for em propriedade particular, solicite autorização ao proprietário para evitar problemas. Durante a inspeção diurna, anote elementos como estradas próximas, casas habitadas, tráfego aéreo, pegadas de animais, rastros, cupinzeiros, charcos ou lagoas — esses dados ajudam a contextualizar avistamentos e descartar falsos positivos.

Chegue ao local com antecedência para preparar o acampamento: limpe a área, monte barracas agrupadas para segurança e posicione uma lona ou plástico como cobertura contra o orvalho. Em terrenos irregulares, use bancos ou cadeiras dobráveis para revezamento e evitar fadiga. Se necessário, mantenha uma fogueira baixa acesa à noite, controlada para prevenir incêndios, servindo como ponto de referência térmico e sinalizador.

Consulte mapas topográficos, de solos e de declinação magnética, disponíveis em bibliotecas ou universidades, para uma análise precisa da geografia. Lembre-se: o ideal é equilibrar isolamento (para minimizar interferências humanas) e acessibilidade (para garantir evacuação rápida).

 Equipamentos e Ferramentas para Registro/ Análise

Equipamentos adequados transformam uma observação casual em uma investigação profissional. Divida-os em categorias para melhor organização:

Investigação principal: papel, caneta, lapiseira, mapas, régua, compasso, bússola (para detectar variações magnéticas em casos de pousos), câmera fotográfica (com filme 400 ASA para baixa luminescência; use tripé para estabilidade), filmadora (com tripé, foco manual e zoom óptico até 25x — evite o digital excessivo), binóculo, relógio com cronômetro, gravador de áudio, walkie-talkies de médio alcance, lanterna potente (para sinalizar luzes responsivas), detector de radiações eletromagnéticas e contador Geiger para anomalias ambientais.

Acampamento e subsistência: barracas com mosquiteiros, redes, cordas, fogão portátil, combustível, fósforos, utensílios de cozinha, alimentação não perecível (básica e energética), água mineral em abundância, papel higiênico e kit de primeiros socorros (com analgésicos, antitérmicos, anti-histamínicos e medicamentos personalizados).

Pessoal e utilidades: roupas leves e folgadas em mochilas impermeáveis, calças grossas para proteção, botas de cano curto ou longo com meias reforçadas (e um par de tênis reserva), agasalhos e casacos para noites frias, faca, canivete, isqueiro, lupa, documentos, cajado, cantil, boné, repelente e protetor solar. Para transporte, combine veículos utilitários (para carga) e automóveis confortáveis, evitando depender de apenas um.

Em vigílias curtas, dispense itens volumosos e priorize o essencial. Teste todos os equipamentos previamente para evitar falhas noturnas.

Cuidados imprescindíveis:

Jamais faça uso, antes ou durante a vigília, de bebidas alcoólicas, drogas ilícitas ou enteógenos, pois podem comprometer seriamente a segurança dos participantes e o sucesso da pesquisa.

Não contamine o local com lixo, jogando embalagens e restos de alimentos no ambiente. Além de atrair animais indesejados e perigosos, os alimentos industrializados não são adequados à fauna. Leve sacolas para recolher todos os resíduos.

Técnicas de Observação: Precisão e Paciência

As técnicas de observação exigem revezamento disciplinado para manter a vigilância sem fadiga. Divida o grupo em duplas para plantões de pelo menos duas horas, com os demais descansando. Os vigias devem dividir o panorama em setores e monitorar cada um em turnos, anotando horário e direção (azimute – ângulo de orientação usado para indicar a direção de um objeto em relação ao Norte geográfico ou magnético).

Ao escanear o céu sistematicamente, do horizonte ao zênite (ponto mais alto do céu, situado exatamente acima da cabeça do observador), registre horários, direções e movimentos. Ao detectar algo incomum — luzes pulsantes, trajetórias erráticas ou respostas a sinais —, alerte o grupo imediatamente para registro coletivo.

Durante a noite, inclua referências fixas nas filmagens (árvores, postes) e insira data e hora. Use a lanterna para testar respostas de luzes distantes, repetindo sequências simples. Aplique conhecimentos integrados: astronomia para descartar satélites, meteorologia para correlacionar umidade e temperatura com altitude de objetos, e topografia para estimar tamanhos e distâncias.

Diferencie OVNIs de aviões (luzes fixas e rotas lineares), balões (ascensão lenta), fogo-fátuo (movimentos erráticos próximos ao solo) ou fenômenos celestes (como meteoros). Registre tudo em blocos de anotações, priorizando detalhes sensoriais e ambientais. No dia seguinte, realize, se possível, entrevistas com moradores locais, coletando relatos e registrando eventuais evidências.

Segurança: Proteção Física e Emocional

A segurança abrange riscos físicos e psicológicos inerentes à atividade noturna em áreas remotas. Fisicamente, evite locais perigosos, como precipícios ou regiões com animais selvagens. Carregue kit de primeiros socorros e planeje rotas de escape. Mantenha comunicação via walkie-talkies e evite deslocamentos solitários. Contra intempéries, monitore previsões e prepare abrigos impermeáveis.

Psicologicamente, prepare-se para o “efeito OVNI”, que pode induzir alucinações, pânico ou euforia extrema. Avalie a resiliência do grupo e inclua pausas para descompressão. Em casos de contato aparente, mantenha a calma: não persiga, apenas documente. Vigílias solitárias amplificam esses riscos, reforçando a importância de grupos coesos.

Análise de Dados: Do Registro à Evidência

Após a vigília, analise os dados meticulosamente. Reveja filmagens quadro a quadro, comparando-as com cartas celestes e mapas para validar trajetórias. Use bússolas e detectores para mapear anomalias magnéticas ou radioativas. Correlacione avistamentos com condições ambientais e relatos locais.

Compartilhe os achados com ufólogos de confiança, experientes e sérios para validação coletiva, descartando fraudes ou erros ópticos. Ferramentas de análise de vídeo elevam a precisão, transformando observações em contribuições científicas.

Dicas para o Sucesso

Para aumentar as chances de êxito, mantenha a consistência: repita vigílias em locais promissores durante “janelas” sazonais. Utilize tecnologia moderna, como aplicativos de rastreamento estelar, mas preserve o foco humano. Incentive a diversidade de papéis no grupo para cobrir múltiplos ângulos.

Aprenda com as falhas: a maioria das vigílias iniciais rende “negativos” educativos, que refinam as técnicas. Finalmente, cultive paciência — a ufologia é uma maratona, não uma corrida de velocidade. O estudo e a prática da ufologia, incluindo as vigílias ufológicas, exigem dedicação contínua e um compromisso de longo prazo, em vez de resultados rápidos ou imediatos.

Conclusão

Realizar uma vigília ufológica é uma jornada de descoberta que une ciência, aventura e mistério, potencializando a busca por respostas sobre nossa existência cósmica. Com preparação rigorosa, equipamentos adequados e técnicas apuradas, qualquer entusiasta pode contribuir para o legado da ufologia.

Lembre-se: o verdadeiro sucesso não reside apenas no avistamento, mas na integridade da investigação. Comece pequeno, aprenda continuamente e, quem sabe, o céu noturno revele seus segredos.

Com formação em Gestão Empresarial e Investimento/Mercado Financeiro, Claus Alves é cearense com residência em Fortaleza. Desde sempre, tem interesse pelo fenômeno UFO, astronomia, espiritualidade e paranormalidade. É membro do grupo de Estudos Ufologia Integral Brasil.

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

Equipe UIB

Fontes:

https://ufologico.com.br/wp-content/uploads/2019/08/como-realizar-uma-vigilia1.pdf

https://ufo.com.br/como-realizar-uma-vigilia-ufologica-bem-sucedida

https://ufo.com.br/vigilias-dicas-de-como-realiza-las/

https://fenomenum.com.br/dicas-para-vigilias-ufologicas/

 

Evento Projeto X – “Abduções e o Renascimento de uma Humanidade” com Marco Antônio Petit

No último domingo, 23 de junho, em comemoração ao Dia Mundial da Ufologia, nosso parceiro Cláudio Iatauro (Projeto X) trouxe o ufólogo Marco Antônio Petit para palestra gratuita na Biblioteca Pública Viriato Corrêa (Vila Mariana em São Paulo – SP), com o tema “Abduções e o Renascimento de uma Humanidade”, onde apresentou seu ponto de vista sobre como os extraplanetários estariam influenciando a humanidade e, quem sabe, preparando o seu reencontro com o passado e o futuro.

Petit iniciou a palestra abordando o primeiro fato amplamente divulgado de abdução: o Caso Barney e Betty Hill, casal norte-americano que alegou haver sido abduzido por alienígenas em 1961. A história ficou conhecida como o Caso Hill. Barney acabou falecendo de hemorragia cerebral em 25 de fevereiro de 1969 e sua esposa Betty Hill faleceu de câncer em 17 de outubro de 2004.

O Caso Hill, também chamado a Abdução dos Hill e, algumas vezes, de Incidente Zeta Reticuli, diz respeito aos acontecimentos que teriam cercado o casal Betty e Barney Hill nos dias 19 e 20 de setembro de 1961, quando foram sequestrados por um curto período de tempo por um OVNI.

Essa foi a primeira alegação de abdução por alienígenas com grande propagação pela mídia, tendo sido adaptada em 1966 para o livro “The Interrupted Journey”, sucesso de vendas, além do filme para a televisão “The UFO Incident” , em 1975 (Wikipédia).

O próximo assunto abordado por Petit foi o caso Travis Walton, de 1975, em que um grupo de amigos alegou ter visto luzes; quando Walton saiu da caminhonete para ver mais de perto, acabou sendo sequestrado. A polícia não acreditou nos amigos, que passaram a ser suspeitos de assassinato, tendo sido encaminhados para o teste do polígrafo no qual todos obtiveram êxito, exceto um dos amigos que, recentemente, tinha tido uma discussão com o desaparecido.

Cinco dias depois, entretanto, Travis Walton retorna e conta o que tinha acontecido com ele durante esse tempo de 5 dias. O filme “Fogo no Céu” (1993) retrata essa história muito bem.

Na sequência, falou do caso de Bianca e Hermínio, aqui no Brasil, quando, em janeiro de 1976, ambos sumiram por 2 dias e encontraram o extraterrestre Karran, que transmitiu muita informação com relação à origem da humanidade. Esse caso também teve grande repercussão na mídia, em especial no programa televisivo do jornalista Flávio Cavalcanti.

Vejam o artigo de Petit na Revista UFO, em https://ufo.com.br/artigos/caso-karran.html

Em seguida, Petit abordou o caso da Alhena (nome fictício), acompanhado de perto por ele, aqui no Brasil. Alhena, após ter visto um grey em seu apartamento, passou a pesquisar sobre o assunto e se deparou com o site do Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas – IPPB, do Wagner Borges, com o qual obteve o contato do Petit.

Seu caso começou a ser analisado e Alhena participou de 4 regressões, nas quais descobriu que já há 4 gerações de sua família as abduções e contatos vêm ocorrendo.

Na visão do Petit isso é realizado para melhorar o nosso corpo físico. Essa história está retratada no seu livro mais recente, onde mostra a visão positiva que a contatada têm acerca das abduções.

Gilda Moura, renomada psicóloga pioneira em estudar os casos de abdução por meio de terapias de regressão, também compactua com a visão de Petit, de que alterações genéticas para melhoria do corpo físico humano vêm sendo realizadas:

“Considerando os simbolismos das mensagens dos abduzidos e as modificações metabólicas que eles passam, poderemos supor que, além do controle mental e dos impulsos para transformarmos nossa consciência, um processo de transformação genética também está ocorrendo.”

Gilda Moura

Petit discorreu, depois, sobre as teorias de surgimento do homem na Terra, citando o livro “Life itself”, de Francis Crick (aquele da descoberta da dupla hélice do DNA) e sobre panspermia. Para o ufólogo, o surgimento da vida no Universo não pode mais ser encarado como um acidente, em sua evolução química – o último estágio do processo iniciado com o Big Bang. Defende a ideia, ainda, de que esta evolução não é aleatória, ou baseada exclusivamente em forças fisicamente mensuráveis, mas se baseia em um tipo de campo energético inteligente, ou seja: seríamos resultado de manipulações genéticas feitas por extraterrestres.

Vejam a matéria do Petit em:

https://ufo.com.br/artigos/o-homem-e-resultado-de-experiencias-de-ets.html

Em seu livro “O RENASCIMENTO DE UM GUARDIÃO”, Petit versa sobre a sua teoria de melhoramento genético da raça humana. Sinopse do livro:

“A revelação da história da origem extraterrestre da humanidade e sua interação genética com povos alienígenas mediante as vidas, ou sucessivas encarnações, de um dos guardiões do paraíso terrestre, posteriormente aprisionado à evolução espiritual do planeta Terra, junto com seus companheiros, os chamados anjos decaídos.

Uma história baseada em personagens reais com revelações e conhecimentos que vão surpreender o leitor, que após a leitura será desafiado a decidir onde termina a ficção e começa a realidade transcendente, que envolve cada um de nós.

Essa obra é inspirada diretamente nas investigações ufológicas sobre o passado e o presente da presença alienígena na Terra, e experiências de contato com o fenômeno UFO do próprio autor, que envolveram um processo de revelação durante uma viagem muito especial.

Você não será mais o mesmo depois de ler esse livro, capaz de levar o leitor a profundas reflexões sobre nosso verdadeiro lugar no Universo. Mais do que isso: até que ponto nossas vidas podem ser dirigidas por “alguém”, ou mesmo manipuladas para o estabelecimento da verdade da presença extraterrena no planeta Terra?”

https://www.martinsfontespaulista.com.br/renascimento-de-um-guardiao-o-559412.aspx/p

Marco Petit, que trabalha em parceria com Gilda Moura, comentou sobre a inseminação em mulheres e a retirada dos fetos híbridos para desenvolvimento fora do corpo da mãe. Essas lembranças em geral são conseguidas nas regressões. Petit e Gilda compactuam a visão de que as abduções traumáticas parecem ter realmente acabado, a partir da década de 90.

“Ao que tudo indica, abduções traumáticas ou violentas ou dolorosas não têm mais sido relatadas. Aparentemente, altas esferas extraterrestres intervieram nesse tipo de fenômeno.”

Amanda, administradora e membro do grupo de estudos UIB.

Finalmente, Petit citou o caso do Elias Seixas, abduzido em Serra Pelada, onde um objeto colocado no peito dele permitia a comunicação dele com os seres (vejam matéria da UFO em https://ufo.com.br/artigos/caso-elias-seixas-abducao-em-goias.html).

“Parece que nós, humanos, fizemos parte de uma comunidade universal e, por algum motivo, fomos separados dela. Será que é por que usamos nosso conhecimento sempre para a destruição? Os seres extraterrestres passam sempre a mensagem de que, quando deixarmos de nos enxergar como isolados, quando percebermos que somos parte de algo muito maior, que também contribuímos para a evolução do Universo, seremos reintegrados à Comunidade Cósmica. A chave para isso é justamente usarmos nossos piores pesadelos para não fazermos aquilo que possivelmente fizemos outras vezes: guerras e destruição.”

Reflexão final de Marco Petit, que tem a ver com a Data Limite.

O Evento se encerrou com Claudio Iatauro, do Projeto X, passando a palavra ao Sr. Ivo Simon (jornalista e pai do menino Marco Aurélio) que, com voz embargada, deu seu rápido relato sobre esse caso tão famoso ocorrido no Pico dos Marins: em 1985, o grupo de escoteiros formado por seu filho Marco Aurélio, escoteiro, então com 15 anos, juntamente com mais 3 colegas e o líder do grupo, estava subindo o pico, quando um dos colegas se machucou. O líder acabou solicitando que Marco Aurélio fosse buscar ajuda, sendo prontamente atendido; entretanto, o menino se deslocou cerca de 200 metros e nunca mais foi visto.

À noite, foram vistas luzes e, ao longe, ouvidos barulho de apito, aparentemente vindos do Marco Aurélio, mas nada nunca foi encontrado, nem restos de roupa, ossos nem nada. Surgiu, então, a hipótese de abdução.

Cláudio Iatauro está estudando o caso com outras perspectivas, indo a fundo em algumas questões ainda não abordadas e o Sr. Simon, visivelmente emocionado, agradeceu imensamente ao pesquisador por essa iniciativa. Iatauro disse que o Sr. Simon vive essa angústia há 34 anos e que busca trazer algum acalanto a todo esse sofrimento.

O desaparecimento do escoteiro deu origem ao que é considerado o maior movimento de buscas brasileiro, com grupos de busca formados por escoteiros, policiais, mateiros, videntes, voluntários, etc.

Vejam mais informações em: https://escoteirostradicionaisdepernambuco.wordpress.com/2018/02/14/ha-32-anos-desapareceu-o-escoteiro-marco-aurelio-nao-ha-suspeitos/

Confiram mais fotos do evento:

Abduzidos e Contatados “A Mensagem Extraplanetária para o Despertar da Humanidade” dia 8/12/19 (domingo) das 15 às 19h no Rio de Janeiro – RJ

  • Quando: 8/12/19 (domingo), das 15 às 19h
  • Onde: Casa de Padre Pio
  • Endereço: Rua Assunção, 297 – Botafogo
  • Rio de Janeiro – RJ

Conferencistas:

Marco Antônio Petit, Marco Cabral, David Duarte, Xande Santos e Roberto Pinheiro.

Informações e inscrições:
21 99584 1014

Casa de Padre Pio:
(21) 2286-7760
contato@padrepio.org.br

www.padrepio.org.br

Importante: o Ufologia Integral Brasil – UIB não se responsabiliza pelos eventos, apenas realiza a divulgação, pois acredita na disseminação do conhecimento como ferramenta para a evolução da humanidade!

Palestra “Contato Final – Sinais na Terra e no Espaço”, com Marco Antônio Petit, dia 5/12/19, às 19h30, em Campinas – SP

Após quase três décadas de pesquisas e centenas de vigílias em busca de um contato direto com as inteligências extraterrestres, Marco Antonio Petit formulou instigantes hipóteses que explicam o interesse desses alienígenas por nossa humanidade.

Nessa palestra, ele se propõe a mostrar que temos uma ligação com esses seres muito mais forte e complexa do que imaginamos. Petit argumenta que a raça humana é, na verdade, fruto de uma delicada e cuidadosa experiência genética, realizada em nosso planeta por civilizações extremamente avançadas, detentoras de recursos tecnológicos em engenharia genética e navegação astronáutica que estão além de nosso entendimento.

Ele mostra, em detalhes, o que motiva essas civilizações alienígenas a plantarem vida na Terra, assim como já fizeram em muitos outros planetas do Universo. Petit afirma que está programado para breve um inevitável reencontro com nossos criadores cósmicos, e aponta como isso ocorrerá e de que maneira irá nos transformar, individual e coletivamente.

  • Quando: 05/12/19 (quinta-feira) às 19h30
  • Onde: Aveleira – Instituto de Integração Humana
  • Endereço: R. Dr. Sampaio Ferraz, 697 – Cambuí
  • Campinas/SP

Contribuição: 50,00

Inscrições Antecipadas via WhatsApp: 19 97406-6178 ou Tel: 19 3381-3391

https://www.facebook.com/events/aveleira-instituto-de-integra%C3%A7%C3%A3o-humana/contato-final-sinais-na-terra-e-no-espa%C3%A7o/418958588767473/

Marco Antonio Petit é autor de mais de 100 artigos publicados em revistas especializadas, 11 livros que abordam diferentes aspectos da Ufologia brasileira e mundial, incluindo “UFOs – Arquivo Confidencial”, “Marte – A Verdade Encoberta” e “UFOs, Data Limite e a Transição Planetária”.

Esteve envolvido diretamente com a pesquisa e divulgação dos principais casos da Ufologia militar brasileira, sendo recebido juntamente com outros membros da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) no CIndacta, Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra) e no Ministério da Defesa, na busca do fim do acobertamento militar em nosso país dentro da campanha “UFOs, Liberdade de Informação, Já”. Participou como entrevistado dos principais programas jornalísticos da TV Brasileira.

É presença constante nas séries “Arquivos Extraterrestres” e “De Carona com os OVNIs”, ambas no canal internacional History Channel.

Parte dos recursos deste encontro serão destinados à manutenção do Instituto Aveleira.

Importante: o Ufologia Integral Brasil – UIB não se responsabiliza pelos eventos, apenas realiza a divulgação, pois acredita na disseminação do conhecimento como ferramenta para a evolução da humanidade!

1º Festival de Documentários Ufológicos, nos dias 26/10 e 16/11/19*, na Serra da Beleza – RJ

*alterado de 2/11 para 16/11/19.

Venham assistir a documentários inéditos, distribuídos nas datas abaixo, em local agradabilíssimo, num dos Hot Spots brasileiros mais bonitos: a Serra da Beleza!

  • Quando: 26/10 e 16/11/19 às 19h
  • Local: Restaurante e Camping Beleza da Serra
  • Endereço: Estrada Conservatória – Santa Isabel, km 12
  • Valença – RJ

Contribuição: 20,00

Informações:
(24) 99288 4001
(21) 96885 4989 (Arthur Sérgio Neto)

Importante: o Ufologia Integral Brasil – UIB não se responsabiliza pelos eventos, apenas realiza a divulgação, pois acredita na disseminação do conhecimento como ferramenta para a evolução da humanidade!

I Fórum Ufológico de Jundiaí – SP, dia 26/10/19, das 13h30 às 18h30

O Projeto X, em parceria com o Grupo Renascendo, apresenta palestras ufológicas com temas diversos! Não percam!

Palestrantes:

  • Cláudio Iatauro: “Somos Todos ETs”
  • José Maldonado: “O acobertamento na Ufologia e o Nascimento da Exopolítica”
  • Paulo Aníbal: “A questão da Pesquisa Ufológica”

Quando: 26/10/19 (sábado), das 13h30 às 18h30.
Onde: Auditório Elis Regina
Endereço: Rua Dr. Cavalcanti, 396, Centro
Jundiaí – SP

Entrada: 1 kg de alimento não perecível

Realização:

  • Projeto X
  • Grupo Renascendo

Apoio:

  • Grêmio Cultural Prof. Pedro Favaro
  • Ufologia Jundiaí
  • Revista UFO
  • XT Shirts

Importante: o Ufologia Integral Brasil – UIB não se responsabiliza pelos eventos, apenas realiza a divulgação, pois acredita na disseminação do conhecimento como ferramenta para a evolução da humanidade!

XXIII Congresso Brasileiro de Ufologia – Porto Alegre

XXIII Congresso Brasileiro de Ufologia

II Encontro de Ufologia Avançada do Rio Grande do Sul

25 a 27 de maio | Hotel Embaixador | Porto Alegre

https://portoalegre.ufologiabrasileira.com.br/

 

I Congresso de Ufologia de Sorocaba

I Congresso de Ufologia de Sorocaba
23/06/18 das 19 às 23h
Sorocaba Clube
Rua Aparecida, 569 – Jardim Santa Rosália, Sorocaba – SP

Marco Aurélio Leal: “Queridos amigos é com muita alegria que estamos anunciando o I Congresso de Ufologia de Sorocaba que será no dia 23 de Junho de 2018 no Sorocaba Clube.

Em parceria com Pupa eventos criativos estamos idealizando um congresso com 7 (sete) palestras de grandes especialistas do fenômeno Ufo que estarão vindo a Sorocaba para ministrar suas conferências. Grandes nomes da Ufologia Brasileira estarão abordando diversos temas como Operação Prato, O Fenômeno Ufo e as pinturas rupestres, Reiki a chave da Felicidade, Ufos na Chapada da Diamantina, enigmas de Iporanga, Ufos a descoberta que abalou as superpotências, vídeos ufológicos raros através do canal João Marcelo.

Ainda nesta semana estaremos anunciando os nomes dos conferencistas que estarão vindo de várias partes do país. No dia 16 (nesta quarta) estaremos ministrando duas palestras no espaço Pupa eventos criativos que fica na rua Aparecida n 569.Carlos Casalicchio ira ministrar a primeira palestra e eu finalizo com a segunda palestra após o intervalo. Horário das 19:00 às 23:00.

Mais informações em http://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.ufoturismo.com.br%2Fnoticia%2F631%2F&h=ATPvc-8l0DJXQTq44KFkufEt1Ms6GZpqUbM2Y-3BtQz07Fsozc72S9hsPHyzVL79VD-qd57cWHJjllhYXYT8jeupANxCpFKWyJosbBnVpdZSK6R6YzL5KXm3L8999biGWjTBoP8lbJ4 .

Compareçam!! Um grande abraço a todos. =)”