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Vigília Ufológica – Um Guia Prático

A vigília ufológica representa uma das abordagens mais diretas e empolgantes do campo da ufologia, permitindo que pesquisadores observem o céu e o entorno em busca de evidências concretas de objetos voadores não identificados (OVNIs). Diferentemente de pesquisas indiretas, baseadas em relatos de terceiros, a vigília envolve a coleta de dados em primeira mão, promovendo a aplicação de conhecimentos teóricos, a coesão grupal e a troca de experiências entre os participantes. No entanto, para que seja bem-sucedida, exige preparo meticuloso em aspectos materiais, psicológicos, técnicos e científicos, evitando armadilhas comuns, como interpretações errôneas de fenômenos naturais ou falhas logísticas.

Realizar uma vigília não é uma atividade casual: ela demanda paciência, disciplina e um compromisso sério com a investigação. Iniciantes devem começar com sessões curtas para acumular experiência, enquanto grupos experientes podem estender as observações por noites inteiras. O objetivo final é registrar avistamentos a curta ou média distância, documentando padrões meteorológicos, rotas de movimento e respostas a estímulos — sempre com o rigor de um método científico adaptado ao imprevisível. Este guia oferece um roteiro para maximizar as chances de sucesso, minimizando riscos e erros.

Observação Importante

Este artigo não pretende ser completo nem esgotar todas as condições, técnicas e ferramentas utilizadas nas vigílias, mas apenas contribuir trazendo os elementos mais essenciais, que podem e devem ser implementados e adaptados conforme as situações e necessidades de cada grupo de pesquisa. Cabe aos organizadores da vigília aplicarem o discernimento, prezando sempre pelo cuidado, pela segurança dos integrantes e pela preservação do ambiente.

À medida que a tecnologia avança, novos equipamentos, técnicas e métodos podem ser implementados em substituição aos aqui indicados. Portanto, este artigo poderá ser revisto e atualizado com o tempo, visando sempre manter nossos leitores bem-informados.

Preparação: A Fundação de Todo o Esforço

A preparação é o pilar que sustenta qualquer vigília ufológica, garantindo que o grupo esteja alinhado e equipado para lidar com imprevistos.

Inicie definindo claramente o propósito da atividade: estudar áreas onde os avistamentos são recorrentes, regiões com histórico de “ondas ufológicas” ou com manifestações cíclicas do fenômeno. Evite vigílias sem motivação, pois horas de observação infrutífera podem desanimar novatos e favorecer confusões entre estrelas, planetas ou aviões e OVNIs.

Monte um grupo pequeno, de seis a dez pessoas, selecionando indivíduos unidos, solidários e fisicamente aptos, com equilíbrio emocional e coragem para enfrentar a escuridão e o desconhecido. Exclua menores de idade, gestantes ou pessoas sem preparo, que possam comprometer a dinâmica ou a segurança. Realize reuniões prévias para discutir logística, tempo estimado de vigília, equipamentos, custos, alimentação, transporte e retorno. Escolha um coordenador para atribuir funções — como vigias, registradores e analistas — e resolver disputas por votação majoritária.

Psicologicamente, prepare o grupo para o impacto emocional de um possível avistamento real, que pode evocar medo, euforia ou alterações perceptivas. Treine conhecimentos básicos em astronomia (para identificar constelações e pontos cardeais), meteorologia (para prever variações climáticas) e topografia (para estimar distâncias). Visite o local durante o dia para mapear o terreno, verificar rotas aéreas e condições meteorológicas, e adquira cartas celestes — ferramentas como o programa disponível em stargazing.net/astropc/prog/ ajudam a simular movimentos celestes e diferenciar potenciais rotas de OVNIs. Para vigílias solitárias, limite-se a propriedades próprias, como varandas ou sítios, devido aos riscos de isolamento.

Escolha do Local: Visão Ampla e Estratégica

A seleção do local é crítica, pois influencia diretamente a visibilidade e a probabilidade de avistamentos. Prefira pontos elevados, como morros ou colinas, que ofereçam visão panorâmica de 360 graus do horizonte, de preferência em zonas de mata rala para evitar obstruções. Evite áreas baixas próximas a rios, barrancos, árvores densas, grutas ou mato alto, que podem ocultar perigos ou interferir na observação.

Evite locais com poluição luminosa e tráfego intenso; mapeie estradas que possam gerar falsos avistamentos (como faróis de carros ou luzes de casas). Se o ponto escolhido for em propriedade particular, solicite autorização ao proprietário para evitar problemas. Durante a inspeção diurna, anote elementos como estradas próximas, casas habitadas, tráfego aéreo, pegadas de animais, rastros, cupinzeiros, charcos ou lagoas — esses dados ajudam a contextualizar avistamentos e descartar falsos positivos.

Chegue ao local com antecedência para preparar o acampamento: limpe a área, monte barracas agrupadas para segurança e posicione uma lona ou plástico como cobertura contra o orvalho. Em terrenos irregulares, use bancos ou cadeiras dobráveis para revezamento e evitar fadiga. Se necessário, mantenha uma fogueira baixa acesa à noite, controlada para prevenir incêndios, servindo como ponto de referência térmico e sinalizador.

Consulte mapas topográficos, de solos e de declinação magnética, disponíveis em bibliotecas ou universidades, para uma análise precisa da geografia. Lembre-se: o ideal é equilibrar isolamento (para minimizar interferências humanas) e acessibilidade (para garantir evacuação rápida).

 Equipamentos e Ferramentas para Registro/ Análise

Equipamentos adequados transformam uma observação casual em uma investigação profissional. Divida-os em categorias para melhor organização:

Investigação principal: papel, caneta, lapiseira, mapas, régua, compasso, bússola (para detectar variações magnéticas em casos de pousos), câmera fotográfica (com filme 400 ASA para baixa luminescência; use tripé para estabilidade), filmadora (com tripé, foco manual e zoom óptico até 25x — evite o digital excessivo), binóculo, relógio com cronômetro, gravador de áudio, walkie-talkies de médio alcance, lanterna potente (para sinalizar luzes responsivas), detector de radiações eletromagnéticas e contador Geiger para anomalias ambientais.

Acampamento e subsistência: barracas com mosquiteiros, redes, cordas, fogão portátil, combustível, fósforos, utensílios de cozinha, alimentação não perecível (básica e energética), água mineral em abundância, papel higiênico e kit de primeiros socorros (com analgésicos, antitérmicos, anti-histamínicos e medicamentos personalizados).

Pessoal e utilidades: roupas leves e folgadas em mochilas impermeáveis, calças grossas para proteção, botas de cano curto ou longo com meias reforçadas (e um par de tênis reserva), agasalhos e casacos para noites frias, faca, canivete, isqueiro, lupa, documentos, cajado, cantil, boné, repelente e protetor solar. Para transporte, combine veículos utilitários (para carga) e automóveis confortáveis, evitando depender de apenas um.

Em vigílias curtas, dispense itens volumosos e priorize o essencial. Teste todos os equipamentos previamente para evitar falhas noturnas.

Cuidados imprescindíveis:

Jamais faça uso, antes ou durante a vigília, de bebidas alcoólicas, drogas ilícitas ou enteógenos, pois podem comprometer seriamente a segurança dos participantes e o sucesso da pesquisa.

Não contamine o local com lixo, jogando embalagens e restos de alimentos no ambiente. Além de atrair animais indesejados e perigosos, os alimentos industrializados não são adequados à fauna. Leve sacolas para recolher todos os resíduos.

Técnicas de Observação: Precisão e Paciência

As técnicas de observação exigem revezamento disciplinado para manter a vigilância sem fadiga. Divida o grupo em duplas para plantões de pelo menos duas horas, com os demais descansando. Os vigias devem dividir o panorama em setores e monitorar cada um em turnos, anotando horário e direção (azimute – ângulo de orientação usado para indicar a direção de um objeto em relação ao Norte geográfico ou magnético).

Ao escanear o céu sistematicamente, do horizonte ao zênite (ponto mais alto do céu, situado exatamente acima da cabeça do observador), registre horários, direções e movimentos. Ao detectar algo incomum — luzes pulsantes, trajetórias erráticas ou respostas a sinais —, alerte o grupo imediatamente para registro coletivo.

Durante a noite, inclua referências fixas nas filmagens (árvores, postes) e insira data e hora. Use a lanterna para testar respostas de luzes distantes, repetindo sequências simples. Aplique conhecimentos integrados: astronomia para descartar satélites, meteorologia para correlacionar umidade e temperatura com altitude de objetos, e topografia para estimar tamanhos e distâncias.

Diferencie OVNIs de aviões (luzes fixas e rotas lineares), balões (ascensão lenta), fogo-fátuo (movimentos erráticos próximos ao solo) ou fenômenos celestes (como meteoros). Registre tudo em blocos de anotações, priorizando detalhes sensoriais e ambientais. No dia seguinte, realize, se possível, entrevistas com moradores locais, coletando relatos e registrando eventuais evidências.

Segurança: Proteção Física e Emocional

A segurança abrange riscos físicos e psicológicos inerentes à atividade noturna em áreas remotas. Fisicamente, evite locais perigosos, como precipícios ou regiões com animais selvagens. Carregue kit de primeiros socorros e planeje rotas de escape. Mantenha comunicação via walkie-talkies e evite deslocamentos solitários. Contra intempéries, monitore previsões e prepare abrigos impermeáveis.

Psicologicamente, prepare-se para o “efeito OVNI”, que pode induzir alucinações, pânico ou euforia extrema. Avalie a resiliência do grupo e inclua pausas para descompressão. Em casos de contato aparente, mantenha a calma: não persiga, apenas documente. Vigílias solitárias amplificam esses riscos, reforçando a importância de grupos coesos.

Análise de Dados: Do Registro à Evidência

Após a vigília, analise os dados meticulosamente. Reveja filmagens quadro a quadro, comparando-as com cartas celestes e mapas para validar trajetórias. Use bússolas e detectores para mapear anomalias magnéticas ou radioativas. Correlacione avistamentos com condições ambientais e relatos locais.

Compartilhe os achados com ufólogos de confiança, experientes e sérios para validação coletiva, descartando fraudes ou erros ópticos. Ferramentas de análise de vídeo elevam a precisão, transformando observações em contribuições científicas.

Dicas para o Sucesso

Para aumentar as chances de êxito, mantenha a consistência: repita vigílias em locais promissores durante “janelas” sazonais. Utilize tecnologia moderna, como aplicativos de rastreamento estelar, mas preserve o foco humano. Incentive a diversidade de papéis no grupo para cobrir múltiplos ângulos.

Aprenda com as falhas: a maioria das vigílias iniciais rende “negativos” educativos, que refinam as técnicas. Finalmente, cultive paciência — a ufologia é uma maratona, não uma corrida de velocidade. O estudo e a prática da ufologia, incluindo as vigílias ufológicas, exigem dedicação contínua e um compromisso de longo prazo, em vez de resultados rápidos ou imediatos.

Conclusão

Realizar uma vigília ufológica é uma jornada de descoberta que une ciência, aventura e mistério, potencializando a busca por respostas sobre nossa existência cósmica. Com preparação rigorosa, equipamentos adequados e técnicas apuradas, qualquer entusiasta pode contribuir para o legado da ufologia.

Lembre-se: o verdadeiro sucesso não reside apenas no avistamento, mas na integridade da investigação. Comece pequeno, aprenda continuamente e, quem sabe, o céu noturno revele seus segredos.

Com formação em Gestão Empresarial e Investimento/Mercado Financeiro, Claus Alves é cearense com residência em Fortaleza. Desde sempre, tem interesse pelo fenômeno UFO, astronomia, espiritualidade e paranormalidade. É membro do grupo de Estudos Ufologia Integral Brasil.

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

Equipe UIB

Fontes:

https://ufologico.com.br/wp-content/uploads/2019/08/como-realizar-uma-vigilia1.pdf

https://ufo.com.br/como-realizar-uma-vigilia-ufologica-bem-sucedida

https://ufo.com.br/vigilias-dicas-de-como-realiza-las/

https://fenomenum.com.br/dicas-para-vigilias-ufologicas/

 

Evento Projeto X – “Abduções e o Renascimento de uma Humanidade” com Marco Antônio Petit

No último domingo, 23 de junho, em comemoração ao Dia Mundial da Ufologia, nosso parceiro Cláudio Iatauro (Projeto X) trouxe o ufólogo Marco Antônio Petit para palestra gratuita na Biblioteca Pública Viriato Corrêa (Vila Mariana em São Paulo – SP), com o tema “Abduções e o Renascimento de uma Humanidade”, onde apresentou seu ponto de vista sobre como os extraplanetários estariam influenciando a humanidade e, quem sabe, preparando o seu reencontro com o passado e o futuro.

Petit iniciou a palestra abordando o primeiro fato amplamente divulgado de abdução: o Caso Barney e Betty Hill, casal norte-americano que alegou haver sido abduzido por alienígenas em 1961. A história ficou conhecida como o Caso Hill. Barney acabou falecendo de hemorragia cerebral em 25 de fevereiro de 1969 e sua esposa Betty Hill faleceu de câncer em 17 de outubro de 2004.

O Caso Hill, também chamado a Abdução dos Hill e, algumas vezes, de Incidente Zeta Reticuli, diz respeito aos acontecimentos que teriam cercado o casal Betty e Barney Hill nos dias 19 e 20 de setembro de 1961, quando foram sequestrados por um curto período de tempo por um OVNI.

Essa foi a primeira alegação de abdução por alienígenas com grande propagação pela mídia, tendo sido adaptada em 1966 para o livro “The Interrupted Journey”, sucesso de vendas, além do filme para a televisão “The UFO Incident” , em 1975 (Wikipédia).

O próximo assunto abordado por Petit foi o caso Travis Walton, de 1975, em que um grupo de amigos alegou ter visto luzes; quando Walton saiu da caminhonete para ver mais de perto, acabou sendo sequestrado. A polícia não acreditou nos amigos, que passaram a ser suspeitos de assassinato, tendo sido encaminhados para o teste do polígrafo no qual todos obtiveram êxito, exceto um dos amigos que, recentemente, tinha tido uma discussão com o desaparecido.

Cinco dias depois, entretanto, Travis Walton retorna e conta o que tinha acontecido com ele durante esse tempo de 5 dias. O filme “Fogo no Céu” (1993) retrata essa história muito bem.

Na sequência, falou do caso de Bianca e Hermínio, aqui no Brasil, quando, em janeiro de 1976, ambos sumiram por 2 dias e encontraram o extraterrestre Karran, que transmitiu muita informação com relação à origem da humanidade. Esse caso também teve grande repercussão na mídia, em especial no programa televisivo do jornalista Flávio Cavalcanti.

Vejam o artigo de Petit na Revista UFO, em https://ufo.com.br/artigos/caso-karran.html

Em seguida, Petit abordou o caso da Alhena (nome fictício), acompanhado de perto por ele, aqui no Brasil. Alhena, após ter visto um grey em seu apartamento, passou a pesquisar sobre o assunto e se deparou com o site do Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas – IPPB, do Wagner Borges, com o qual obteve o contato do Petit.

Seu caso começou a ser analisado e Alhena participou de 4 regressões, nas quais descobriu que já há 4 gerações de sua família as abduções e contatos vêm ocorrendo.

Na visão do Petit isso é realizado para melhorar o nosso corpo físico. Essa história está retratada no seu livro mais recente, onde mostra a visão positiva que a contatada têm acerca das abduções.

Gilda Moura, renomada psicóloga pioneira em estudar os casos de abdução por meio de terapias de regressão, também compactua com a visão de Petit, de que alterações genéticas para melhoria do corpo físico humano vêm sendo realizadas:

“Considerando os simbolismos das mensagens dos abduzidos e as modificações metabólicas que eles passam, poderemos supor que, além do controle mental e dos impulsos para transformarmos nossa consciência, um processo de transformação genética também está ocorrendo.”

Gilda Moura

Petit discorreu, depois, sobre as teorias de surgimento do homem na Terra, citando o livro “Life itself”, de Francis Crick (aquele da descoberta da dupla hélice do DNA) e sobre panspermia. Para o ufólogo, o surgimento da vida no Universo não pode mais ser encarado como um acidente, em sua evolução química – o último estágio do processo iniciado com o Big Bang. Defende a ideia, ainda, de que esta evolução não é aleatória, ou baseada exclusivamente em forças fisicamente mensuráveis, mas se baseia em um tipo de campo energético inteligente, ou seja: seríamos resultado de manipulações genéticas feitas por extraterrestres.

Vejam a matéria do Petit em:

https://ufo.com.br/artigos/o-homem-e-resultado-de-experiencias-de-ets.html

Em seu livro “O RENASCIMENTO DE UM GUARDIÃO”, Petit versa sobre a sua teoria de melhoramento genético da raça humana. Sinopse do livro:

“A revelação da história da origem extraterrestre da humanidade e sua interação genética com povos alienígenas mediante as vidas, ou sucessivas encarnações, de um dos guardiões do paraíso terrestre, posteriormente aprisionado à evolução espiritual do planeta Terra, junto com seus companheiros, os chamados anjos decaídos.

Uma história baseada em personagens reais com revelações e conhecimentos que vão surpreender o leitor, que após a leitura será desafiado a decidir onde termina a ficção e começa a realidade transcendente, que envolve cada um de nós.

Essa obra é inspirada diretamente nas investigações ufológicas sobre o passado e o presente da presença alienígena na Terra, e experiências de contato com o fenômeno UFO do próprio autor, que envolveram um processo de revelação durante uma viagem muito especial.

Você não será mais o mesmo depois de ler esse livro, capaz de levar o leitor a profundas reflexões sobre nosso verdadeiro lugar no Universo. Mais do que isso: até que ponto nossas vidas podem ser dirigidas por “alguém”, ou mesmo manipuladas para o estabelecimento da verdade da presença extraterrena no planeta Terra?”

https://www.martinsfontespaulista.com.br/renascimento-de-um-guardiao-o-559412.aspx/p

Marco Petit, que trabalha em parceria com Gilda Moura, comentou sobre a inseminação em mulheres e a retirada dos fetos híbridos para desenvolvimento fora do corpo da mãe. Essas lembranças em geral são conseguidas nas regressões. Petit e Gilda compactuam a visão de que as abduções traumáticas parecem ter realmente acabado, a partir da década de 90.

“Ao que tudo indica, abduções traumáticas ou violentas ou dolorosas não têm mais sido relatadas. Aparentemente, altas esferas extraterrestres intervieram nesse tipo de fenômeno.”

Amanda, administradora e membro do grupo de estudos UIB.

Finalmente, Petit citou o caso do Elias Seixas, abduzido em Serra Pelada, onde um objeto colocado no peito dele permitia a comunicação dele com os seres (vejam matéria da UFO em https://ufo.com.br/artigos/caso-elias-seixas-abducao-em-goias.html).

“Parece que nós, humanos, fizemos parte de uma comunidade universal e, por algum motivo, fomos separados dela. Será que é por que usamos nosso conhecimento sempre para a destruição? Os seres extraterrestres passam sempre a mensagem de que, quando deixarmos de nos enxergar como isolados, quando percebermos que somos parte de algo muito maior, que também contribuímos para a evolução do Universo, seremos reintegrados à Comunidade Cósmica. A chave para isso é justamente usarmos nossos piores pesadelos para não fazermos aquilo que possivelmente fizemos outras vezes: guerras e destruição.”

Reflexão final de Marco Petit, que tem a ver com a Data Limite.

O Evento se encerrou com Claudio Iatauro, do Projeto X, passando a palavra ao Sr. Ivo Simon (jornalista e pai do menino Marco Aurélio) que, com voz embargada, deu seu rápido relato sobre esse caso tão famoso ocorrido no Pico dos Marins: em 1985, o grupo de escoteiros formado por seu filho Marco Aurélio, escoteiro, então com 15 anos, juntamente com mais 3 colegas e o líder do grupo, estava subindo o pico, quando um dos colegas se machucou. O líder acabou solicitando que Marco Aurélio fosse buscar ajuda, sendo prontamente atendido; entretanto, o menino se deslocou cerca de 200 metros e nunca mais foi visto.

À noite, foram vistas luzes e, ao longe, ouvidos barulho de apito, aparentemente vindos do Marco Aurélio, mas nada nunca foi encontrado, nem restos de roupa, ossos nem nada. Surgiu, então, a hipótese de abdução.

Cláudio Iatauro está estudando o caso com outras perspectivas, indo a fundo em algumas questões ainda não abordadas e o Sr. Simon, visivelmente emocionado, agradeceu imensamente ao pesquisador por essa iniciativa. Iatauro disse que o Sr. Simon vive essa angústia há 34 anos e que busca trazer algum acalanto a todo esse sofrimento.

O desaparecimento do escoteiro deu origem ao que é considerado o maior movimento de buscas brasileiro, com grupos de busca formados por escoteiros, policiais, mateiros, videntes, voluntários, etc.

Vejam mais informações em: https://escoteirostradicionaisdepernambuco.wordpress.com/2018/02/14/ha-32-anos-desapareceu-o-escoteiro-marco-aurelio-nao-ha-suspeitos/

Confiram mais fotos do evento:

Abduzidos e Contatados “A Mensagem Extraplanetária para o Despertar da Humanidade” dia 8/12/19 (domingo) das 15 às 19h no Rio de Janeiro – RJ

  • Quando: 8/12/19 (domingo), das 15 às 19h
  • Onde: Casa de Padre Pio
  • Endereço: Rua Assunção, 297 – Botafogo
  • Rio de Janeiro – RJ

Conferencistas:

Marco Antônio Petit, Marco Cabral, David Duarte, Xande Santos e Roberto Pinheiro.

Informações e inscrições:
21 99584 1014

Casa de Padre Pio:
(21) 2286-7760
contato@padrepio.org.br

www.padrepio.org.br

Importante: o Ufologia Integral Brasil – UIB não se responsabiliza pelos eventos, apenas realiza a divulgação, pois acredita na disseminação do conhecimento como ferramenta para a evolução da humanidade!

Palestra “Contato Final – Sinais na Terra e no Espaço”, com Marco Antônio Petit, dia 5/12/19, às 19h30, em Campinas – SP

Após quase três décadas de pesquisas e centenas de vigílias em busca de um contato direto com as inteligências extraterrestres, Marco Antonio Petit formulou instigantes hipóteses que explicam o interesse desses alienígenas por nossa humanidade.

Nessa palestra, ele se propõe a mostrar que temos uma ligação com esses seres muito mais forte e complexa do que imaginamos. Petit argumenta que a raça humana é, na verdade, fruto de uma delicada e cuidadosa experiência genética, realizada em nosso planeta por civilizações extremamente avançadas, detentoras de recursos tecnológicos em engenharia genética e navegação astronáutica que estão além de nosso entendimento.

Ele mostra, em detalhes, o que motiva essas civilizações alienígenas a plantarem vida na Terra, assim como já fizeram em muitos outros planetas do Universo. Petit afirma que está programado para breve um inevitável reencontro com nossos criadores cósmicos, e aponta como isso ocorrerá e de que maneira irá nos transformar, individual e coletivamente.

  • Quando: 05/12/19 (quinta-feira) às 19h30
  • Onde: Aveleira – Instituto de Integração Humana
  • Endereço: R. Dr. Sampaio Ferraz, 697 – Cambuí
  • Campinas/SP

Contribuição: 50,00

Inscrições Antecipadas via WhatsApp: 19 97406-6178 ou Tel: 19 3381-3391

https://www.facebook.com/events/aveleira-instituto-de-integra%C3%A7%C3%A3o-humana/contato-final-sinais-na-terra-e-no-espa%C3%A7o/418958588767473/

Marco Antonio Petit é autor de mais de 100 artigos publicados em revistas especializadas, 11 livros que abordam diferentes aspectos da Ufologia brasileira e mundial, incluindo “UFOs – Arquivo Confidencial”, “Marte – A Verdade Encoberta” e “UFOs, Data Limite e a Transição Planetária”.

Esteve envolvido diretamente com a pesquisa e divulgação dos principais casos da Ufologia militar brasileira, sendo recebido juntamente com outros membros da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) no CIndacta, Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra) e no Ministério da Defesa, na busca do fim do acobertamento militar em nosso país dentro da campanha “UFOs, Liberdade de Informação, Já”. Participou como entrevistado dos principais programas jornalísticos da TV Brasileira.

É presença constante nas séries “Arquivos Extraterrestres” e “De Carona com os OVNIs”, ambas no canal internacional History Channel.

Parte dos recursos deste encontro serão destinados à manutenção do Instituto Aveleira.

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1º Festival de Documentários Ufológicos, nos dias 26/10 e 16/11/19*, na Serra da Beleza – RJ

*alterado de 2/11 para 16/11/19.

Venham assistir a documentários inéditos, distribuídos nas datas abaixo, em local agradabilíssimo, num dos Hot Spots brasileiros mais bonitos: a Serra da Beleza!

  • Quando: 26/10 e 16/11/19 às 19h
  • Local: Restaurante e Camping Beleza da Serra
  • Endereço: Estrada Conservatória – Santa Isabel, km 12
  • Valença – RJ

Contribuição: 20,00

Informações:
(24) 99288 4001
(21) 96885 4989 (Arthur Sérgio Neto)

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I Fórum Ufológico de Jundiaí – SP, dia 26/10/19, das 13h30 às 18h30

O Projeto X, em parceria com o Grupo Renascendo, apresenta palestras ufológicas com temas diversos! Não percam!

Palestrantes:

  • Cláudio Iatauro: “Somos Todos ETs”
  • José Maldonado: “O acobertamento na Ufologia e o Nascimento da Exopolítica”
  • Paulo Aníbal: “A questão da Pesquisa Ufológica”

Quando: 26/10/19 (sábado), das 13h30 às 18h30.
Onde: Auditório Elis Regina
Endereço: Rua Dr. Cavalcanti, 396, Centro
Jundiaí – SP

Entrada: 1 kg de alimento não perecível

Realização:

  • Projeto X
  • Grupo Renascendo

Apoio:

  • Grêmio Cultural Prof. Pedro Favaro
  • Ufologia Jundiaí
  • Revista UFO
  • XT Shirts

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XXIII Congresso Brasileiro de Ufologia – Porto Alegre

XXIII Congresso Brasileiro de Ufologia

II Encontro de Ufologia Avançada do Rio Grande do Sul

25 a 27 de maio | Hotel Embaixador | Porto Alegre

https://portoalegre.ufologiabrasileira.com.br/

 

I Congresso de Ufologia de Sorocaba

I Congresso de Ufologia de Sorocaba
23/06/18 das 19 às 23h
Sorocaba Clube
Rua Aparecida, 569 – Jardim Santa Rosália, Sorocaba – SP

Marco Aurélio Leal: “Queridos amigos é com muita alegria que estamos anunciando o I Congresso de Ufologia de Sorocaba que será no dia 23 de Junho de 2018 no Sorocaba Clube.

Em parceria com Pupa eventos criativos estamos idealizando um congresso com 7 (sete) palestras de grandes especialistas do fenômeno Ufo que estarão vindo a Sorocaba para ministrar suas conferências. Grandes nomes da Ufologia Brasileira estarão abordando diversos temas como Operação Prato, O Fenômeno Ufo e as pinturas rupestres, Reiki a chave da Felicidade, Ufos na Chapada da Diamantina, enigmas de Iporanga, Ufos a descoberta que abalou as superpotências, vídeos ufológicos raros através do canal João Marcelo.

Ainda nesta semana estaremos anunciando os nomes dos conferencistas que estarão vindo de várias partes do país. No dia 16 (nesta quarta) estaremos ministrando duas palestras no espaço Pupa eventos criativos que fica na rua Aparecida n 569.Carlos Casalicchio ira ministrar a primeira palestra e eu finalizo com a segunda palestra após o intervalo. Horário das 19:00 às 23:00.

Mais informações em http://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.ufoturismo.com.br%2Fnoticia%2F631%2F&h=ATPvc-8l0DJXQTq44KFkufEt1Ms6GZpqUbM2Y-3BtQz07Fsozc72S9hsPHyzVL79VD-qd57cWHJjllhYXYT8jeupANxCpFKWyJosbBnVpdZSK6R6YzL5KXm3L8999biGWjTBoP8lbJ4 .

Compareçam!! Um grande abraço a todos. =)”

UFOLOGIA – É uma ciência ou uma pseudociência?

Retrospectiva atual do fenômeno UFO no Mundo

Na qualidade de pesquisador do fenômeno UFO e tripulantes desses Objetos Voadores Não Identificados, expresso minha visão dos aspectos envolventes na busca de respostas desse fenômeno por sua presença com uma frequência abundante de avistamentos no céu e mensagens deixadas por eles na área de plantações (Agroglifos) em vários países da Terra.

Os astrônomos, os cientistas e as instituições governamentais, não creditam nenhuma possibilidade da existência tanto desses objetos e seus tripulantes, por uma razão: ficariam à mercê de julgamentos perante as comunidades e simplesmente perdura a cláusula de que somente com dados específicos de provas em ordem mundial seria dado um parecer sem conotação para a realidade do fato.

Por outro lado, atribuímos às ciências, que regulam os conhecimentos que são ministrados na área acadêmica, a evolução a ponto de reduzir meios burocráticos nos registros de dados, por meio de um minúsculo CHIP que pode ser introduzido sob a pele humana, bem como outros avanços na indústria, medicina e por aí vai.

O que nos estarrece é que a mídia e rede sociais preenchem diariamente fatos, fotos e imagens desses objetos no mundo todo e cada um na sua individualidade, colocando-os nos arquivos secretos e cofres como segredos invulneráveis. De onde vêm os UFOS? Quem são seus tripulantes? Como navegam pelo cosmo? O que vieram fazer em nosso planeta? Por que uma variedade de formas e modelos? É de admirar essas perguntas que fazem há mais de 50 anos pelo mundo. Associam a ideia de que estas nações no passado construíram as Pirâmides, grandes Obeliscos e ainda mais sequestraram pessoas e animais sem permissão, copiaram alguns símbolos famosos e outros desconhecidos e refizeram com extrema fidelidade em plantações sem que fizesse algum barulho tanto de dia quanto a noite. Lembro-me de muitos projetos no decorrer dessas décadas que foram criados e continuamos sem uma nova informação.

Leia mais

1º Fórum Internacional de Ufologia e Espiritualidade do Piauí dias 24 e 25/8/19

O 1º Fórum Internacional de Ufologia e Espiritualidade do Piauí será realizado nos dias 24 e 25 de agosto de 2019, no Teatro 4 de Setembro, localizado na Praça Pedro II, Centro, Teresina/PI. O evento contará com a presença de renomados Ufólogos e Espiritualistas, tais como: Gary King, Ronald Maidana, Alexandre Lauzid, Mônica de Medeiros, Margarete Aquila e Antonio Carlos Miranda.

  • Quando: 24 e 25/8/2019
  • Onde: Teatro 4 de Setembro
  • Endereço: Praça Pedro II, 14 – Centro (Sul), Teresina – PI, 64001-270

Maiores informações e inscrições em: http://ufopiaui.com.br/

  • 91 98559 8543
  • 91 98053 0380

Importante: o Ufologia Integral Brasil – UIB não se responsabiliza pelos eventos, apenas realiza a divulgação, pois acredita na disseminação do conhecimento como ferramenta para a evolução da humanidade!

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