O Professor D e meu primeiro avistamento aos 15 anos

Tudo começou em fevereiro de 2010, quando eu tinha apenas 11 anos. Me lembro que estava na quinta série e tinha aula com um professor de geografia que apresentarei a vocês como “Prof. D”. Ele sempre foi um professor que se destacava dos outros, não seguia padrão de ensino da escola e tinha seu jeito peculiar de ser. Ele era professor de geografia, mas geralmente as aulas dele eram mais sobre Ufologia do que sobre mapas.

Um certo dia ele estava falando sobre extraterrestres na sala e eu zombando disse a ele:

– Não acredito nessas coisas, isso pra mim não passa de piada!

Ele na hora mudou a fisionomia e me disse:

– Você é a única pessoa nesta sala e nessa escola que não pode zombar do que estou falando, afinal você faz parte disso. Quando você fizer 15 anos, entenderá o que eu estou falando.

Mas enfim, eu tinha apenas 11 anos naquela época, então continuei rindo disso na minha ingenuidade, até me esquecer do que ele havia falado.

Tive aula com ele na quinta, sexta e sétima séries. Na oitava série eu não tive aula com ele, mas, no ano seguinte , em 2014, que seria o primeiro ano do ensino médio, eu faria 15 anos. Foi quando o encontrei na escola e ele me disse:

– Quase que não consigo pegar sua sala esse ano de novo, mas até briguei para conseguir, afinal esse ano você faz 15 anos e temos algumas coisas para tratar, não é mesmo?

Lembrei-me do que ele havia me falado na quinta série (2010) e fiquei muito assustada; ao mesmo tempo, achava aquilo muito parecido com conto de fadas, o que naquela idade não fazia o mínimo sentido para mim. Mas todas as vezes que eu tentava questionar o motivo da idade, ele me ignorava.

Uma observação sobre o professor: ele era uma pessoa muito “telepática”. Não importava o que eu pretendia falar e/ou fazer, que ele já sabia o que eu queria. Se queria pedir para ir à secretaria, por exemplo, antes de pedir ele já respondia:

– Pode ir à secretaria!

Ele sempre me disse que não entendia os professores e por isso era mais reservado. Sempre foi um professor que confidenciou muitas coisas comigo (até assuntos sobre a família dele), já que dizia que sou como ele.

As aulas haviam começado, era fevereiro de 2014 e, um certo dia, senti um desejo incontrolável de pesquisar sobre os não-terráqueos, mesmo não acreditando na existência deles, na época. Comecei a pesquisar sobre Ufologia, porque sentia que alguma coisa não estava normal. Era como se eu tivesse que me preparar para alguma coisa, sem qualquer certeza sobre ela.

Pesquisando, entrei em um site, lá falava que quando eles estão em uma região, sobrevoando baixo, pode acontecer de a energia do local acabar e o sinal de celulares também. Aquilo para mim na época era irrelevante, mas guardei isso pra mim e não comentei com ninguém, aguardando o que haveria de acontecer.

Passaram-se meses quando, nos primeiros dias de agosto de 2014, estava na escola, na aula de filosofia, quando a energia acabou (nessa altura já havia completado 15 anos no mês de junho). Pensei que era só uma queda qualquer, mas vi meu professor indo para fora e olhando para o céu. Ele nos pediu para sairmos correndo, de preferência para o pátio que tinha cobertura. Na hora eu gelei, me senti trêmula, nervosa e, ao mesmo tempo, com um desejo incontrolável de ir lá fora. Comentei com minha amiga:

– As coisas não estão normais, acho que tem alguma coisa lá fora!

Contei sobre o que o Prof. D havia me falado e sobre a pesquisa que havia feito. Ela se assustou e pediu para esperarmos as pessoas saírem da sala, pois sairíamos por último. Quando saímos (era por volta das 21h), lá estava o Prof. D me esperando, dizendo que o dia havia chegado e pediu para que eu olhasse para cima.

Quando olhei, vi algo que nunca tinha visto antes, estava apenas a uns 19 metros da nossa cabeça. O objeto se parecia com dois pratos virados um para o outro, prateados, e emitia uma luz branca azulada para lua e para nós. Em volta do objeto passavam cores que muitas eu sabia o nome e outras que eu não fazia ideia. Por ter esse efeito de luzes, não conseguia entender se ele estava parado ou girando.

Era algo magnífico de se ver; fiquei ali tremendo e olhando, sem reação. Por mais que eu tentasse falar, pegar o celular para filmar, eu não conseguia me mexer. Então, ficamos olhando aquele objeto pairando no ar por mais de 20 minutos sem conseguir reagir. Depois desse tempo ele subiu muito, porém, continuando na nossa direção. Então o Professor D me disse:

– Agora pode ir para sua casa, não tenha medo, você não está em perigo. Eles te seguirão para saber onde você vive exatamente, mas não farão nada com você.

Segui meu caminho com minha amiga; as ruas estavam desertas e escuras, e a energia não havia voltado. Tentei ligar para minha mãe, mas nossos celulares não tinham sinal para nada. Por sorte minha mãe imaginou que eu seria dispensada e foi se encontrar comigo; ela me perguntou por que os outros alunos já tinham ido e eu ainda estava na escola demorando tanto para ir para casa. Tentei explicar pra ela o que havia sucedido. Apontei para o objeto acima de nós, que nos seguia com muita calma naquela escuridão, porém alto. Ela não fazia ideia do que era, me perguntou mas eu não sabia explicar muito bem, ficamos em silêncio até chegarmos em casa, por volta das 22h.

Fui direto para meu quarto e abri a janela (atrás da minha janela tinha um terreno muito grande que não tinha construção), o UFO estava voando acima daquele terreno; eu, tremendo, fechei a janela e me aprontei para dormir. Mas não conseguia pegar no sono, pensando no que estava acontecendo e, por três vezes, quando abri a janela, ele ainda estava lá. Naquela noite tive um sono perturbado (sonhei com corujas durante a noite inteira), não consegui descansar direito acordei me sentindo diferente. Aquela opinião formada sobre tudo havia desaparecido, agora só restavam incógnitas. No dia seguinte, meu professor veio falar comigo:

– Não fique assustada com o que aconteceu, acostume-se pois isso fará parte da sua vida, você está aqui para nos ajudar. Você tem que aprender a conviver com isso e ser diferente dos demais!

Após o ocorrido naquele dia, passei a olhar para o céu com maior frequência e ver o objeto não identificado; sempre que eu o observava notava que, ao olhar o relógio, já havia passado 40 minuto; sempre surgia uma sensação de estar perdida no tempo.

Mas, voltando ao assunto, já houve vezes de eu ter enfrentado noites com avistamentos, sonhos e, quando eu chegava na escola, meu professor contava o que havia acontecido exatamente nos mínimos detalhes, como se estivesse lá.

Depois que terminei o ensino médio, ainda voltei na escola para falar com ele, e essa foi a última vez. Hoje faz 2 anos que eu não vejo aquele telepático homem. Acho estranho, pois ele não costumava falar de suas origens e era um professor completamente diferente do que estamos habituados a ver.

Depois disso, já tive outros avistamentos. Certo dia estava em um sítio, era um sábado de março de 2015, e senti uma vontade enorme de caminhar. Já era noite quando comecei a andar pelas trilhas; quando estava um pouco longe de todos, vi o objeto e não me recordo de mais nada. Quando voltei meio sonolenta para onde se encontravam os meus familiares, eles me disseram que eu havia demorado muito andando por lá (haviam se passado uns 40 min).

Também outro detalhe importante é uma pequenina cicatriz (do tamanho de um ponto cirúrgico) que apareceu na direção da minha caixa torácica no lado esquerdo (aos 16 anos); ela cicatrizou um pouco, mas sempre fica dolorido o local. E também descobri uma perfuração na minha membrana timpânica na orelha esquerda, que nenhum médico sabe me explicar como perfurou. E sempre tenho zumbidos em ambas orelhas.

Depois desses episódios, não consigo fazer mais uso de relógios. Pois, todos que tento usar, param na primeira semana sem explicação. Também ocorrem mau funcionamento de aparelhos eletrônicos (rádios, televisão e celulares).

Hoje em dia pesquiso muito sobre o assunto, tento organizar tudo isso em minha cabeça. Após todos esses episódios muitos hábitos meus mudaram: me tornei vegetariana, não como lanches, refrigerantes e etc. (por consciência e pelo fato de sempre passar mal depois).

Meu nome é Judithe, tenho 19 anos, paulistana. Atualmente estudante de Fonoaudiologia. Passei a me interessar muito pela Ufologia após alguns ocorridos que tornaram minha vida um tanto diferente. As pessoas dizem que mudei muito de uns anos para cá, minha personalidade foi totalmente modificada.

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Equipe UIB

Encontro com um ser de Sírius

Estávamos eu e alguns amigos dentro de um carro conversível ao vento, à beira do mar, ríamos ao solto, quando avistei uma espécie de redemoinho vindo do lado do mar e perguntei para quem estava ao meu lado: “o que era aquilo?”.

  Nisso olho para o céu e vejo algo que me paralisou… uma nave discoide imensa pairava sobre as nossas cabeças. Não tive tempo para nada, um tubo de luz me puxava para dentro daquela nave, gritei que não queria ir, mas foi em vão.

No dia seguinte, bem cedo, sinto o meu corpo descendo, ou seja, o meu corpo espiritual descia para o meu corpo físico que se encontrava na cama. Recordei que na noite passada havia tomado uma taça de vinho e logo fui para o quarto dormir; deduzi que teria sido uma das minhas saídas astrais, mas este evento com o disco voador foi muito novo, não havia tido experiência semelhante anterior e certamente o vinho não teria esse efeito.

Corri, peguei o telefone e chamei uma amiga; fiz logo uma reflexão do que poderia ter sido aquele sonho astral. Dias antes havia participado de um encontro na casa dessa amiga, ela havia me convidado para uma sessão doméstica, só eu e outra amiga, para conhecer um indiozinho, segundo ela, que a contatou dias antes e pediu que me chamasse pois queria conversar comigo algo muito importante. Relutei muito, mas ela disse que o tal índio veio por incorporação e só tomava água e não bebia álcool, mas insistia que precisava falar comigo. Decidi então conhecer o índio.

Ao chegar ao salão, minha amiga já estava de posse do índio, que logo me abraçou com muita leveza e me chamou de filha. Eu nunca havia participado de uma sessão de incorporação, me sentia um pouco estranha com aquilo. Logo ele foi falando que estava ali de forma oficial e que o Todo estava me chamando… disse que ele tinha permissão para ficar pouco tempo e que eu não podia mais perder tempo, que o tempo era curto. Em seguida me perguntou se eu me lembrava que tempo era esse que estamos vivendo. Bom, nem sei o porquê, eu respondi: “abertura dos portais?”  Ele disse que sim. Em seguida ele me convidou a sentar no chão e se eu disser que me lembro o que ele disse dentre tantas coisas sobre o céu e a Terra…

A minha amiga comentou que nunca havia recebido nenhum espírito naquela forma, pois ele era muito grande, cabeça grande, língua grande, que parecia um leão…

Esta foi a minha primeira experiência com esse ser felino que, depois do evento da saída astral, nos encontramos de novo, porque eu precisava de explicação sobre o ocorrido, no que ele acabou afirmando que era um ser vindo de Sirius. Eu então, aturdida, perguntei: “mas então você é um extraterrestre????” Ao que ele me respondeu: “Sim, somos! Todos somos extraterrestres!”.

Gilda Silva e Santos

Gilda Santos e Silva é escritora e artista plástica. Seus livros , A Esplêndida Luz da Terra , A CHAVE e o Código Secreto . Administra a página Felinos no Facebook.

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24 de junho – Dia Mundial dos Discos Voadores

Nessa data, no ano de 1947, o piloto norte-americano Kenneth Arnold avistou nove objetos rápidos e brilhantes enquanto sobrevoava o Monte Rainier, em Washington. O evento ganhou as manchetes dos jornais e deu origem à ufologia, que estuda casos como estes. Assim nasceu a data comemorativa “Dia Mundial dos Discos Voadores”.

Artista monta galeria com os diversos tipos de ufos já relatados até janeiro de 2015.

O artista 3D norte-americano Jason Johnson montou uma tabela com os formatos de todos os diversos tipos de ovnis relatados até hoje. Veja abaixo:

O piloto civil Kenneth Arnold, na época com 32 anos, voava de Chehalis para Yakima, no estado norte americano de Washington, no dia 24 de junho de 1947. Ele participava das buscas a um avião C-46, da marinha norte americana, que desapareceu na região das Montanhas Cascade. Arnold estava a bordo de um monomotor, nas proximidades do Mount Rainier, quando avistou o que definiu como nove “pires voadores”. Os objetos voavam em formação e “deslizavam como um pires sobre a água“. “Voavam perto do cume da montanha, como que numa cadeia diagonal, como se estivessem todos ligados“, afirmou posteriormente.

“Observei-os durante três minutos. Eram chatos como uma torta e tão brilhantes que refletiam o Sol como um espelho. Nunca vi uma coisa tão rápida, pois sua velocidade era da ordem de 2.000 km/h”. Ao retornar, o piloto foi entrevistado por jornalistas e seu caso foi divulgado, dando origem à moderna Ufologia. No dia seguinte, 25 de junho, o piloto concedeu uma entrevista para uma rádio de Pendleton, Oregon. Durante a entrevista ele afirmou que os objetos deveriam estar a aproximadamente 30 km de distância de seu avião.

                                                                   Kenneth Arnold

   Importante que se tenha a informação que  estudando e sempre pesquisando,sabemos que foi projetado pelo Major da LuftwaffeWalter Horten e seu irmão OberleutnantReimar Horten, que tinham experiência com planadores sem cauda desde 1931,os irmãos Horten estavam convencidos que tal “asa voadora” seria um desenho de aeronave fora de série uma vez que proporcionaria o mínimo arrasto. Eles descobriram que, se a asa tivesse uma curvatura correta (em forma de sino), ela seria tanto estável como controlável. Seus primeiros protótipos propelidos foram construídos no final da década de 1930 e foram equipados com dois motores voltados para ré.

Durante o início da década de 1940 eles encontraram dificuldades para obter suporte financeiro oficial para seu projeto, até que relatórios da inteligência sobre os Estados Unidos revelaram que a Northrop Co. estava desenvolvendo sua própria “asa voadora”.

Em 1943 os irmãos Horten iniciaram o trabalho num protótipo de asa voadora impulsionada por turbo-jatos,

Não podemos esquecer que depois 1945 iniciou uma febre referente a avistamentos de naves espaciais,que baseado em estudos e pesquisas foi possível constatar que inteligência terrestres estavam elaborando vários destes projetos de aeronaves ou UFOs já que sua maioria eram por projetos secretos,com a finalidade de invadir espaços aéreos.

Uma ótima proposta para  um próximo artigo,mas desde já que sirva de incentivo sempre os estudos e as pesquisas  independente da opinião de cada um de nós ou principalmente das grandes mídias.

Literatura  referente a Ufologia no Brasil  

“Um dos primeiros livros referente a Ufologia no Brasil. Na luta que daqui se deriva entre as aspirações impacientes do progresso e a relutância pertinaz dos preconceitos tradicionais, nasce para uns a dúvida e para outros uma resistência, teimosa e quase inconsciente, que é antes resultado da ignorância, do que de um antagonismo fatal contra as leis imutáveis das civilizações ascendentes.”

Augusto Zaluar é um dos primeiros autores conhecidos a tratar de vida extraterrestre no Brasil

É nesse contexto que encontramos no Brasil Augusto Emílio Zaluar (1825-1882), médico, tradutor, poeta, jornalista e autor do primeiro romance científico brasileiro, O Doutor Benignus [Editora UFRJ, 1994]. Zaluar é, possivelmente, o primeiro ufólogo do qual temos notícia em nosso país. Ele começa seu livro informando o leitor que a história é verídica, mas que preferiu contá-la em forma de romance, ao estilo de Júlio Verne, um dos primeiros escritores a praticar uma literatura de antecipação, na linha da moderna ficção científica. Verne, entre outras obras, escreveu Viagem ao Centro da Terra (1864), A Volta ao Mundo em 80 Dias (1872) e Vinte Mil Léguas Submarinas (1869).

Decepção com o ser humano —
 Talvez com a intenção de evitar chocar demais o público da época, Zaluar inicia O Doutor Benignus com uma carta do herói da história – o próprio doutor Benignus – a Flammarion, em que diz estar decepcionado com o ser humano, “ente incompleto que tem a vaidade de supor-se o modelo mais perfeito e definitivo da natureza universal”. Benignus explica que sua frustração o obrigou a abandonar o convívio social, optando por viver em uma fazenda no Morro de Condor, em Minas Gerais. Ele descreve o céu do lugar, aproveitando para revelar seus conhecimentos de astronomia e para reafirmar a importância dos progressos da ciência, que pouco a pouco levam o homem à “alargar em seu espírito a ideia da divindade”. É óbvio que mantinha contato com eminentes personalidades do mundo todo, pois, na obra cita, e discorre sobre quase 100 nomes da ciência, filosofia, história e literatura. (CRÉDITO: EDITORA UFRJ)

É na fazenda adotada como refúgio que Benignus e seu criado peruano, Katini, estavam passeando em uma gruta da região, quando encontram uma folha seca de papiro em que estava desenhado um rosto redondo, do qual saíam dezenas de raios simbolizando o Sol. Abaixo da figura, a legenda: “À pora”. O doutor pressente tratar-se do prenúncio de assombrosas descobertas. Depois de analisar a misteriosa folha de papiro, faz uma longa dissertação sobre a importância do Sol e filosofa sobre a possibilidade da existência de vida naquela estrela e em outros astros.

Referências:

Natural de Belo Horizonte estuda e trabalha com Gestão de políticas públicas/Projetos sociais/Relações públicas e Captação de recursos. Tem como objetivo promover as relações e conhecimentos das várias diversidades humanas e planetárias. Idealizadora do Projeto Ufologia Integral Brasil.

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Equipe UIB

Luzes que se cruzam no céu – Baependi – MG

Rogério Silva[1] mora há alguns anos em Baependi – MG, localizada entre as cidades de São Thomé das Letras, Varginha, Aiuruoca, Caxambu, São Lourenço e o Parque Nacional do Itatiaia (no qual fica o famoso Pico das Agulhas Negras), todos com alto índice de avistamentos de OVNIs[2]. Não é uma região de rota de aviões comerciais mas, eventualmente, são vistos caças da Força Aérea Brasileira (FAB).

A região toda é incrivelmente bonita e tem um “quê” de diferente; alguns espiritualistas[3] referem-se a ela como as “Sete Cidades Sagradas” de Minas Gerais, com pequenas variações dos municípios que supostamente comporiam essa lista, na qual São Thomé das Letras geralmente se encontra presente. Seriam locais mágicos, com natureza exuberante e fontes de águas minerais, algumas com poderes curativos, capazes de atrair e encantar pessoas de todas as regiões e idades. Curiosamente, também é uma região onde têm ocorrido, desde sempre, vários avistamentos sobrenaturais e de OVNIs, dando origem a muitas lendas antigas.

A propriedade rural de Rogério se encontra em local de grande vegetação profusa e, como toda localização distante de grandes cidades, propícia às vigílias noturnas. No dia 20 de junho de 2018, às 18:30, ele estava a olhar para o céu, como sempre, refletindo, ou talvez secretamente em busca de avistamentos, quando observou um caça sobrevoando a região em baixa velocidade, voando em círculos e cruzando toda a região, desaparecendo no sentido do Pico das Agulhas Negras. Alguns minutos depois, no horizonte sentido sul, viu uma movimentação de pelo menos quatro luzes piscantes vermelhas vindas de pontos e distâncias diferentes mas se dirigindo ao mesmo ponto simultaneamente, ao sul; cerca de um minuto depois, uma luz, como um flash, bem forte, passou no meio do céu sentido norte e se apagou; imediatamente depois houve um flash de luz vindo da direção oposta cruzando por cima do local onde o Rogério se encontrava e desapareceu atrás de uma montanha. Intrigado e maravilhado, Rogério interpretou os fenômenos luminosos como se representassem um tipo de comunicação, com luzes se movimentando de forma inteligente e coordenada. Parecia haver uma lógica nos flashes; não pareciam fenômenos aleatórios.

Observador experiente, já foi testemunha de várias ocorrências e sabe como identificar satélites, meteoros ou estrelas cadentes, caças e aviões. A hipótese de drones também foi descartada, pela velocidade das luzes e pela inexistência de drones na região, habitada por pessoas bem simples. Infelizmente não existem registros visuais em fotos ou vídeos deste avistamento, pois foi tudo muito rápido e não havia câmeras ou celulares à mão.

Ele acha que existe uma forma de abrir seu campo de comunicação telepática e, para que isso ocorra, tenta se manter numa postura tranquila; acredita que, caso fique nervoso ou assustado, esse campo de comunicação se fecharia.

Fontes:

https://www.ufo.com.br/artigos/observacoes-de-ufos-e-alienigenas-em-minas-gerais

https://pt.wikipedia.org/wiki/Espiritismo

Fotos gentilmente cedidas por Rogério Silva.

Nosso intento não é dar a palavra final sobre as ocorrências, apenas catalogá-las para, de modo coletivo, podermos realizar uma análise mais apurada sobre os fatos relatados e suas evidências. Caso tenha relatos semelhantes poste nos comentários ou entre em contato conosco!

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[1] Nome fictício, a pedido.

[2] Segundo ufólogos em geral, Minas Gerais é um dos Estados brasileiros com mais registros de discos voadores e contatos diretos entre humanos e seres extraterrestres. Veja mais na reportagem da UFO em https://www.ufo.com.br/artigos/observacoes-de-ufos-e-alienigenas-em-minas-gerais.

[3] Espiritualistas são pessoas que creem no espiritualismo, denominação comum a várias doutrinas filosóficas e/ou religiosas, que têm como fundamento básico a afirmação da existência do espírito (ou alma) como elemento primordial da realidade, bem como sua autonomia, independência e primazia sobre a matéria. É o contrário de materialismo, que só admite a existência da matéria (Wikipédia). Não confundir com Espiritualismo com o Espiritismo, que é uma religião específica codificada por Allan Kardec. Todo espírita é espiritualista, mas nem todo espiritualista é espírita.

FaTaMoRGaNa é casada, tem 48 anos e trabalha em Governança de TIC. Desde pequena sempre acreditou, ou melhor, sempre teve a CERTEZA da existência de vida fora do planetinha azul. A obra de Deus é infinita e não iria se restringir ao que nossos olhos conseguem enxergar. Já presenciou luzes e objetos não identificados, mas espera um dia perder o medo para conseguir uma experiência de contato mais concreta.

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Avistamentos de OVNIs em junho de 2018

O grupo UFOLOGIA INTEGRAL BRASIL tem como um dos objetivos principais proporcionar a troca de informações entre os interessados em geral sobre ufologia por meio de discussões, relatos pessoais ou de terceiros, estudos, participação em palestras, congressos, etc. Para participar não é necessário possuir conhecimento técnico ou científico sobre os assuntos. As principais discussões ocorrem em grupo no WhatsApp, mas também estamos presentes no Facebook, Instagram, Twitter, Youtube e neste site.

Muitas vezes, após os relatos, esclarecemos que o objeto avistado poderia ser um balão, um drone, uma conjunção de planetas, uma estrela especialmente brilhante naquele dia, ou até mesmo a própria estação internacional ISS. Algumas vezes, porém, analisamos o material e chegamos à conclusão de que não se trata de algo comum e que pode, realmente, se tratar de um fenômeno ufológico.

Foi exatamente o que aconteceu no dia 6 de junho de 2018: dois integrantes relataram o avistamento de objeto piscante, com média luminosidade e que se deslocava de maneira diferente de um avião, drone ou helicóptero.

O primeiro avistamento ocorreu na noite de 6 de junho de 2018 às 19:35, em Brasília – DF, e foi relatado por Guilherme Carvalho Oliveira, participante do grupo no WhatsApp:

“Na noite de 6 de junho as 19:35 estava assistindo TV quando meus cachorros e meus gatos começaram a ficar muito agitados nas suas casinhas; fui lá acalmar eles e, quando estava entrando para dentro de casa, quis dar uma olhadinha para o céu que estava muito limpo e cheio de estrelas, e me deparei com aquele objeto estranho que ficava aparecendo e desaparecendo. Peguei meu celular e registrei de imediato o ocorrido, pois não saberia quando ocorreria outra vez. Então resolvi gravar e divulgar no grupo de WhatsApp, Ufologia integral.”

Eis o vídeo postado pelo Guilherme:

https://www.youtube.com/watch?v=Dy4L1MLIZ0k&t=17s

Foto tirada de vídeo enviado por Guilherme. Avistamento de 6/6/18 às 19:35 em Brasília – DF

O segundo avistamento aconteceu no mesmo dia, 6 de junho, às 21:30, em Iracemápolis – SP (distante cerca de 900 km de Brasília, local da primeira ocorrência), e foi relatado por Marcelo que, curioso acerca do que presenciou, procurou informações na Internet e chegou ao nosso grupo via Facebook, onde conseguiu o link para o nosso grupo do WhatsApp e imediatamente relatou o acontecimento:

“Seguem minhas fotos e vídeo; moro em Iracemápolis – SP e, no dia 6 de junho, nove e meia da noite, avistei uma luz intensa, nada parecida com avião ou helicóptero ou balão; muito diferente. Não parecia avião, ficava parado, depois foi embora devagar.”

O vídeo do Marcelo:

https://www.youtube.com/watch?v=mzlvKucwekA&feature=youtu.be

Avistamento de 6/6/18 às 21:30 em Iracemápolis – SP. Créditos: Marcelo

O Guilherme já participava do nosso grupo; o Marcelo não, ou seja, este não tinha conhecimento de que o Guilherme tinha realizado gravação semelhante.

Para nós foi um acontecimento extremamente interessante: no mesmo dia, com cerca de duas horas de diferença, tivemos a oportunidade de anotar dois avistamentos de OVNIs em cidades que distam 900 quilômetros entre si. Vale lembrar que a palavra “OVNI” significa Objeto Voador Não Identificado. Assim, não podemos afirmar com certeza o que são as luzes piscantes, nem tampouco estamos afirmando que se tratavam de naves alienígenas; são os casos típicos de dois objetos voadores semelhantes e não-identificados.

Para nossa surpresa, alguns dias depois, em 14 de junho de 2018, um rapaz de apelido “Rio” nos procurou no Facebook e entrou no nosso grupo de WhatsApp, contando sobre um avistamento ocorrido dia 9 de junho de 2018 no Aeroporto de Guarulhos – SP:

“Boa tarde, tenho um possível relato que me intrigou: tudo começou no avião; aproximadamente às 19:00 estava bem escuro, eu estava bem cansado e encostei minha cabeça na janela do lado esquerdo do avião. Nisso eu vi um flash azulado, até poderiam ser as luzes da asa, porém são vermelhas e brancas (e não azuis). Uma luz que se sobressaía às demais no céu, e acompanhava o avião durante quase todo o trajeto em área brasileira, depois some apenas próximo ao aeroporto. Ela tinha alternância; às vezes ficava forte às vezes mais fraca, mas era muito mais forte do que as estrelas ao redor, tanto que as estrelas quase nem saíram nas fotos. Fiquei muito intrigado e empolgado, por isso resolvi entrar em contato com alguém da área.”

Infelizmente não temos registros de vídeo, apenas fotos:

Foto tirada de dentro do avião. Créditos: “Rio”

Zoom no OVNI. Créditos: “Rio”

Essa foto foi tirada próximo ao aeroporto. Vejam que não tem nada no céu. Créditos: “Rio”

Não é nosso intento dar a palavra final sobre as ocorrências; desejamos apenas catalogá-las para, de modo coletivo, podermos realizar uma análise mais apurada sobre os fatos relatados e suas evidências. Caso tenha relatos semelhantes poste nos comentários ou entre em contato conosco!

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FaTaMoRGaNa é casada, tem 48 anos e trabalha em Governança de TIC. Desde pequena sempre acreditou, ou melhor, sempre teve a CERTEZA da existência de vida fora do planetinha azul. A obra de Deus é infinita e não iria se restringir ao que nossos olhos conseguem enxergar. Já presenciou luzes e objetos não identificados, mas espera um dia perder o medo para conseguir uma experiência de contato mais concreta.

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6 Segredos estranhos que você não sabia sobre a Lua

Nossa companheira Lua é o único corpo celestial que já tivemos a oportunidade de visitar até agora e, apesar de sua relativa proximidade e familiaridade, ainda assim nosso satélite esconde muitos segredos. A Lua é um mistério que definitivamente merece um olhar mais atento.

Tremores lunares

Fonte da imagem: Reprodução/Listverse

Apesar de a Lua ser um grande pedaço de pedra, praticamente sem atividade geológica, tende a apresentar alguns tipos de tremores semelhantes a terremotos, chamados de “tremores lunares”. Foram identificados, até o momento, quatro diferentes tipos. Os três primeiros, inócuos, constituem-se em: 1) terremotos profundos; 2) vibrações provocadas por impactos de meteoritos e 3) terremotos térmicos causados pelo calor do Sol. O quarto, no entanto, pode ser bastante interessante, sendo capaz de registrar até 5,5 na escala Richter – o suficiente para movimentar grandes móveis – e de durar impressionantes 10 minutos.

Um planeta gêmeo?

Fonte da imagem: Reprodução/Listverse

A maioria das pessoas acredita que a Lua seja apenas uma simples lua, mas há quem diga que, na realidade, o satélite deveria ser classificado como um planeta. O grande motivo para isso é o tamanho do corpo celeste que, embora tenha cerca de um quarto do diâmetro da Terra é, de longe, o maior satélite natural em comparação ao seu planeta, no nosso Sistema Solar. Por conta de seu grande tamanho, a Lua não orbita a Terra. Na realidade, ambos os corpos giram em torno um do outro, concentrados em um ponto entre os dois (chamado baricentro). A ilusão de que a Lua está realmente orbitando a Terra vem do fato de que o baricentro está atualmente localizado dentro da crosta terrestre. O fato de o baricentro estar dentro do nosso planeta é o único elemento que impede a classificação de ambos como planetas gêmeos.

Lixo Lunar

Com o passar o tempo, os astronautas que chegaram à Lua deixaram uma grande quantidade de lixo para trás. Estima-se que há 181.437 quilos de materiais feitos pelo homem espalhados no solo lunar. A maioria do lixo é detrito resultante de vários experimentos, sondas espaciais e equipamentos lunares que passaram por lá em algum momento, sendo que alguns desses itens continuam funcionais até hoje. Ainda assim, é fato que há um pouco de lixo de verdade, como os contêineres guardando as fezes dos astronautas.

A Lua é um cemitério

Fonte da imagem: Reprodução/Listverse

Eugene “Gene” Shoemaker, famoso astrônomo e geólogo, foi o autor de pesquisas científicas sobre impactos cósmicos e desenvolveu os métodos e técnicas que os astronautas da Apollo usaram para pesquisar a Lua.  Desejava ser um viajante espacial, mas foi recusado por um pequeno problema de saúde; após a sua morte, a NASA realizou um de seus maiores desejos e enviou suas cinzas no Lunar Prospector, em 1998.

Poeira Lunar

Fonte da imagem: Reprodução/Listverse

Um dos produtos mais perigosos, na Lua, é o pó lunar, fino como farinha, porém extremamente áspero. Graças a essa textura e também à baixa gravidade, o pó se propaga por absolutamente tudo, nas mais minúsculas localizações.

O pó lunar é uma real preocupação da NASA, visto que causa, dentre outros males, buracos nas botas dos astronautas, doenças como a febre lunar naqueles que o inalaram e danos aos isoladores de ar e trajes espaciais. Um fato interessante é que esta substância tem cheiro de pólvora usada.

A origem da Lua

Fonte da imagem: Reprodução/Listverse

Embora ninguém possa falar com certeza de onde veio o satélite, existem cinco teorias de peso sobre o assunto. A Teoria da Fissão alega que nossa lua era uma parte da Terra que, em algum momento não identificado do passado, se separou do fundo da região do oceano Pacífico. Já a da Captura diz que a Lua estava simplesmente vagando pelo espaço quando foi presa pelo nosso campo gravitacional.

Outras duas hipóteses falam que o corpo celeste foi condensado a partir de asteroides ou que se formou após a colisão do nosso planeta com outro do tamanho de Marte. A teoria mais aceitável até o momento, no entanto, é a do Impacto Gigante, que diz que um planeta em formação chamado Theia se chocou com a Terra, dando origem a uma nuvem de detritos que eventualmente se transformou na Lua.

Fontes:

www.misteriosdomundo.org/10-segredos-estranhos-que-voce-provavelmente-nao-sabe-sobre-a-lua/

www.megacurioso.com.br/misterios/40260-os-11-segredos-mais-estranhos-da-lua.htm

ListVerse

Amanda Sales. Publicitária, natural de Manaus – AM. Apaixonada por astronomia e ufologia. Idealizadora do projeto Ufologia integral Brasil.

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressos neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

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Ocorrências não convencionais

Nos destroços de uma suposta nave alienígena, nos deparamos com o desconhecido. Instaura-se no local a probabilidade dos riscos envolvidos, contaminação por agentes biológicos e químicos, radiação ionizante, entre outros. É uma situação inusitada, mas uma aproximação cautelosa se faz necessária. De que forma os bombeiros deveriam atender essas ocorrências não convencionais?

Em 99% dos casos tratam-se de ordens restritas e/ou confidenciais. E caso existam protocolos e manuais para atender a essas ocorrências, sempre estarão de posse apenas das forças armadas. Forças auxiliares, que são solicitadas pela população, sempre agem de forma convencional nessas ocorrências.

Os bombeiros deveriam atender essas ocorrências não convencionais, da melhor forma possível, seguindo os critérios já pré-estabelecidos em manuais, desenvolvidos por um grupo de especialistas neste assunto.

Os brasileiros devem seguir normas regulamentadoras para as mais diversas situações. Na área da construção civil, medicina, indústria, comercio, agricultura etc. Desde as esferas militares até as civis. Devemos ter, também, mecanismos de trabalho para os casos anômalos de origens desconhecidas, ou não catalogadas. Hoje em dia, todas são classificadas como sendo confidenciais.

Tive o privilégio de presenciar alguns casos envolvendo o Corpo de Bombeiros e o Fenômeno UFO. Esses casos chamaram a minha atenção para os cuidados que devemos ter, ao nos depararmos com objetos anômalos e os riscos envolvidos.

Pesquisando sobre o caso de Varginha, observei que vários indivíduos foram expostos a vários riscos desnecessários e acabaram por sofrer consequências desagradáveis.

Tudo que é desconhecido deve ser considerado perigoso, porque se não for você deu sorte. Se você não achar que for perigoso e for perigoso, você esta morto.”

Cláudio Santos é pesquisador no campo da Ufologia. Tem formação técnica em segurança do trabalho e bombeiro civil e, durante sua jornada, teve o privilégio de presenciar alguns casos envolvendo o Corpo de Bombeiros e o Fenômeno UFO. Esses casos chamaram a sua atenção para os cuidados que devemos ter, ao nos depararmos com objetos anômalos e os riscos envolvidos. Em suas palestras, pela Academia Latino-Americana de Ufologia Científica, do Dr. Júlio C. Acosta-Navarro, Cláudio aborda essas situações e riscos.

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressos neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

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Quando os deuses pisaram na terra, nasceu o teatro

Por Inácio Sena
“Teatro é paixão. Teatro é família. Fazer teatro é lançar-se na tormenta, querendo chegar ao seu olho. Sem proteção. E lá chegando, torná-la bonança. É querer mudar o mundo para melhor. Utopia? A melhor. Teatro é autoconhecimento. Missão. É se fazer do outro para mostrar-lhe a direção. Fazer dia da noite. Noite do dia.” (Edyr Augusto – Dramaturgo e Escritor)

O espetáculo “Viajantes” é uma dramaturgia que flerta com o audiovisual, desde a sua temática Sci Fi. Apresentado em Macapá no III Festival Curta Teatro, o espetáculo teatral tem como tema central um contato direto entre um humano e um extraterrestre.

Como autor não busquei nenhum molde pré-fabricado. Entretanto busco alguns diálogos. Primeiramente comigo mesmo: como levar para o palco técnicas e impressões de cinema? Não imaginava como seria recebido no reino das palavras com minhas imagens cinematográficas. Bom, os quinze minutos do tempo máximo permitido pelo festival ainda não me responderam isso. Eu esperava muito, quase com ânsia, pelos tradicionais debates no final da noite, talvez o momento mais enriquecedor do Curta Teatro, desde a sua primeira edição. Infelizmente, nesta edição, por motivos de contenção de tempo, o debate não veio. Perdi esse parâmetro que, para mim, valia mais que qualquer premiação.

Atriz Débora Bararuá, foto de Inácio Sena.

Outros diálogos, que me foram possíveis, buscam diagnosticar em Ricardo Karman essa necessidade de buscar o insólito para procurar uma vivência sensorial, criando conexões entre teatro, artes plásticas, performance e vídeo (COELHO, 1995).

Fotos de Lia Borralho do Elenco Adrian Simith, Davi Borralho, Débora Bararuá, Leal Cajari, Paulo Lima.

Na sua concepção, o espetáculo busca contar histórias. Nada é feito sem esse objetivo (na versão compacta do festival isso talvez tenha se perdido um pouco). Escrito por mim para 50 minutos, nossa próxima montagem, para setembro, buscará essa intrincada rede de pequenas histórias dentro de uma maior.

Para se contar histórias para essa geração digital, cada vez mais se deve narrar por imagens. Como escritor, eu costumava considerar essa tendência uma espécie de emburrecimento, como uma preguiça mental em que as pessoas, cada vez mais, liam menos e perdiam a plena capacidade de imaginar através das palavras. Quando comecei a fazer audiovisual na faculdade percebi que, na verdade, não era preguiça ou pobreza intelectual. As pessoas queriam ouvir histórias sim, mas queriam uma percepção plena da história. Queriam ver e ouvir. Queriam uma narrativa mais palpável, queriam se arrepiar, se sentir transportadas para dentro da história. Entendi que, na verdade, elas estavam mais exigentes.

Durante o último século, o cinema fez bem esse papel.

O uso de técnicas de cinema e outras mais digitais, como o holograma e o raio lazer, junto com técnicas mais antigas, como o teatro de sombras e de bonecos, pode causar esse mistério novamente no público e com acréscimo da proximidade, do cheiro de fumaça, das luzes em seus rostos sem os filtros das lentes das filmadoras e da pseudo perfeição da edição de imagens do cinema.

Foto de Lia Borralho

Nada é mais rico, nada traz ainda mais o espectador para dentro da obra, do que ver isso tudo realizado diante dos seus olhos, enlevados pela surpresa.

Quando ele esperava a mesmice, ser arrebatado sem a pipoca e o guaraná, sem saber o que dizer ou o que pensar no momento, surpreendidos e novamente despertos para sua fantasia, num filme corpo a corpo com o espectador, com expressões de luz, cheiro, respingos de suor, toque, a personagem frente a frente com ele, a foto após o espetáculo para recordar esse momento mágico e a possibilidade de voltar a assistir novamente, sem a certeza de que já sabe o que vai ver.

O espetáculo se desenvolve em três cenas ou capítulos: Na primeira, chamada “Os viajantes”, dois astronautas viajam através das galáxias acompanhados de um robô, à procura de vida extraterrestre. Após 12 mil anos de procura infrutífera (a humanidade já não morre ou adoece), um acidente os obriga a encararem-se a si mesmos e redescobrir suas verdades. Os viajantes são bem mais que nós, no futuro. Eles desmascaram nosso presente, nossas bobagens diárias e nossa civilização voltada para o umbigo e a restrição da liberdade.

Foto de Lia Borralho

Na segunda cena, chamada “Faça-se a Luz”, a compreensão do universo no confronto de duas raças, a humana e a extraterrestre, conversando sobre a saga da humanidade no nosso futuro e no passado deles.

Na terceira cena, intitulada “Quando os deuses pisaram na terra, nasceu o teatro”, um epílogo de como nascem os mitos, deuses e rituais.

Apesar de ser uma cena curtíssima, executada por atores mirins, é de fundamental importância para a obra.

Elenco completo da peça “Viajantes” da Cia e Imagem.

É baseada em escritos cuneiformes gravados em tabuletas de argila encontradas no século passado por pesquisadores na cidade de Uruk, do povo Sumério que vivia na Mesopotâmia, região onde hoje é o Iraque. Seu antigo ritual religioso fazia alusões à chegada dos deuses Anunnakis (Aqueles que do Céu desceram à Terra) ou Nefillins do Antigo Testamento Cristão ou Torá Judaica. Suas representações ritualísticas são anteriores ao Teatro Grego em milhares de anos.

Quando fechamos as cortinas, encerramos um ritual. No Imagem e Cia sempre foi assim. Somos mortais e falhos. Limitados, diria, pelo tempo e pelos mistérios. Sabemos disso. Somos instrumentos do ritual dramático. Quando interpretamos oramos juntos. Tem sido assim nesses dez anos de Imagem. Tem sido assim há sete mil anos. Maquiamo-nos e vestimos o figurino para imitarmos os deuses.

José Inácio Pereira Sena é formado em Letras, Escritor e Dramaturgo. É autor e diretor do Espetáculo “Viajantes”. Nasceu e viveu a infância e a adolescência em Castanhal-Pará que fazia parte da região das aparições de OVNIs da década de 1980-1990, investigados pelo Projeto Prato.

FICHA TÉCNICA

Título: Viajantes
Dramaturgia e Direção: Inácio Sena
Elenco: Adrian Simit
Davi Borralho
Débora Bararuá
Leal Cajari
Paulo Lima
Elenco Mirim:Agatha de Paula,Ana Carolina,Caio Vinicius,Carlos Daniel,Iury
Marques,João Vitor, Laran Maciel,Maria Eduarda,Riam Gustavo e Stephany
Bianca.
Técnico Responsável:Emerson Rodrigues Guga

Apoio Técnico:  Antoniele Xavier

Cenário: Rute Xavier e Inácio Sena
Equipe de maquiagem:Bruna Raniere,Elen Baía, Géssica Farias e Camila Aguiar.
Equipe de Figurino: Mapige e Rute Xavier.
Criação e Montagem da Criatura: Bruna Raniere e Géssica Farias.
Iluminação: Antônio Carlos
Técnico de Palco:Viola Apoio:Biblioteca Elcy Lacerda,Casa das Lâmpadas,Grupo Cangapé, Grupo
Kabuki,Grupo Marco Zero,Grupo Tucujúe Teatro das Bacabeiras.
Agradecimentos:Ana Cristina e Lia Borralho.

BIBLIOGRAFIA
BARROSO, Adriano. Ato: paixão segundo o gruta. Belém: FUNARTE, 2017.
COELHO, Marcelo. Grande viagem de Merlin é encantadora. São Paulo, Folha de São Paulo, Ilustrada, Pg 5, 1995.
MASSA, M. de Souza. Ludicidade: Da etimologia da palavra à complexidade do conceito in Aprender, Cad. De Filosofia e Pisc. Da Educação, Ano X, N° 15, Pg.111 a 130. Vitória da Conquista, 2015.

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Contato X Abdução

Percebo que ainda há uma certa confusão quando estes temas entram em pauta de discussão, principalmente dentro dos grupos; por isto decidi conversar um pouco sobre eles aqui.

Desde 2012 sou contatada por seres vindos da estrela de Sírius; sou um canal de comunicação que propaga um projeto que tem a intenção de ajudar no despertar de irmãos adormecidos e de trazer consciência cósmica.

Da forma como entendo, estas situações estão amparadas nos princípios cósmicos transmitidos por estes seres sirianos. Então, há diferença entre ser contatado e estar abduzido. As relações, nestas situações, são bem parecidas, por exemplo, com o fato de uma pessoa ser espiritualizada ou obsedada espiritualmente. A diferença é que o evento primeiro ocorre no plano entre seres não humanos, que interferem no campo de uma pessoa humana e, no caso espiritual, o evento ocorre entre seres humanos encarnados e desencarnados.

Porém, a diferença é que a pessoa contatada foi chamada a ingressar em um projeto, cuja participação não lhe colocará em risco, sua saúde ou sua vida; estes combinados são feitos antes do ato da encarnação e tem por objetivo um trabalho voltado para ajudar a humanidade e não visa qualquer vantagem em nível da individualidade. No caso da abdução é ato ofensivo, cruel e nunca trará segurança ao humano abduzido. Geralmente a abdução é praticada por seres que não pertencem ao universo oficial de origem do universo a que nós humanos pertencemos que é o universo de Luz. São técnicas de estudo adotadas de forma rudimentar, baixa tecnologia, próprio de quem não conhece o processo de criação que originou a raça humana, portanto necessitam estudar.

Como evitar a abdução? Como sair dela?

Eu diria que esta é a parte mais difícil desse processo, pois na verdade tudo o que foi feito e está sendo feito ocorre com a autorização da pessoa humana; nada do que fazem nestes processos de abdução acontece sem consentimento. Este é um ponto. Outro Ponto: a pessoa pode a qualquer momento desfazer o acordo feito. Dizer que não aceita, que corta o acordo, que não está mais disponível para este tipo de estudo. Simples assim.

É complicado, porque tudo é uma questão de vibração; o medo é o pior de todos os sentimentos e se essa for a reação ao ataque desses seres, pior. Quando não há reação negativa de pensamentos e atitudes, fica muito mais difícil ocorrer a abdução.

Manter o foco na Luz, nas boas intenções e confiar nos nossos mestres de luz sempre é a melhor forma de evitar interferências indesejadas.

Toda pessoa que caminha por entre a luz jamais será atingida pelas trevas. Cultive o amor e a paz, caminhe por entre as pedras e mesmo assim sentirás a maciez do gramado.

Gilda Santos e Silva é escritora e artista plástica. Seus livros:  A Esplêndida Luz da Terra, A CHAVE e o Código Secreto. Administra a página Felinos no Facebook.

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Histórias de abdução: Primeiro relato

A primeira história que irei relatar é sobre uma jovem de 22 anos que mora no interior de uma cidade paranaense. Desde muito jovem ela conta que costumava ouvir vozes ou ver vultos de criaturas de pele escuras, que sumiam repentinamente, além de ter visto diversas vezes OVNIs. Passados alguns anos destes avistamentos, passou a ter contatos no plano astral desde junho de 2017.

Tudo começou durante uma tarde: ela conta que estava em um campo, em um lugar cheio de vegetação, quando um ser de pele cinza chegou pelas suas costas, tapou sua boca e ela perdeu a consciência no mesmo instante. Então se viu um quarto com uma cama e surgiu um rapaz muito bonito de pele clara, que acabou a seduzindo.

Em seguida ele a amarrou, lhe encheu de fios conectados em máquinas e agulhas ao seu corpo e, em seguida, ela acabou perdendo a consciência. Ela conta que só pôde se dar conta do que estava acontecendo no momento em que finalmente acordou. Agitada, começou a tentar se soltar daqueles fios, mas não conseguia e o rapaz a segurou, dificultando sua defesa.

Em meio às suas tentativas de se soltar, o rapaz tentou acamá-la dizendo que podia confiar nele e que aqueles procedimentos eram necessários e para o bem dela.

Passado um certo tempo, ela foi levada para um ambiente: era uma praça pública, com várias pessoas. Os dois caminhavam, animados e conversando; ela disse não se lembrar com clareza do conteúdo da conversa. Depois de caminharem por bastante tempo, se sentaram em um banco e ele disse que teria que partir. Afirmou novamente que ela poderia confiar nele e que sempre que quisesse, ele iria voltar para vê-la. Ao despertar deste contato, ela se sentia muito fraca e confusa.

Diante dessa história, podemos perceber o quão delicados são esses contatos. Muitas vezes prejudicam, machucam, trazem traumas psicológicos. Às vezes acabam explorando as pessoas como cobaias para seus testes, gestações de crianças híbridas, deixam marcas pelo corpo, dentre outras situações.

Por isso é que vemos a importância de se relatar essas situações, para que possamos ajudar pessoas que passaram por situações semelhantes a essas, de modo que encontrem pessoas preparadas para as ajudar, que as aconselhem e entendam o que eles fazem com as pessoas, e que possam reprimir os contatos quando forem prejudiciais.

Fonte da imagem: outromundo.net

 Marina Alvarenga é bióloga, interessada em assuntos de astronomia e ciências. Após experiência de contato no astral passou a estudar ufologia e auxiliar pessoas com experiências similares. Colabora com o projeto Ufologia Integral.

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