Os Telosianos fazem parte de uma raça extraterrestre que, há muito tempo, é catalogada como uma civilizaçãointraterrestre, por estar distribuída em várias colônias no interior da crosta terrestre, integrantes de um reino chamado de Agartha, que seria caracterizado por possuir várias colônias e uma cidade chamada Shamballa.
Ainda é dito que são os lemurianos e atlantes do passado. A colônia mais famosa seria a colônia Telos, que ficaria embaixo do Monte Shasta, no estado estadunidense da Califórnia, o que explica o porquê do nome “telosianos“, que seria uma forma de nomear agarthianos pertencentes a essa colônia chamada de Telos.
Quanto ao Reino de Agartha, afirma-se que já fora visitado pelo almirante estadunidense Richard Byrd há várias décadas atrás e se estenderia de polo a polo.
E como eles são? E de onde vieram?
Segundo o controverso livro “Intervenção Planetária“, de Ted Heidk, e o almirante citado, eles são basicamente humanos altos. As poucas fontes que falam da sua origem natural, como o livro referido acima, afirmam que eles vieram de um planeta localizado numa supergigante vermelha chamada Aldebarã, localizada na constelação do Touro.
E sobre as intenções deles para com a Terra há duas hipóteses: a primeira, menos ruim, diz que teriam como objetivo ajudar a humanidade da superfície a aprender um pouco mais sobre sua história e outras verdades cósmicas, de modo a restaurar a longevidade humana, estopinar o despertar da consciência, expandir a mente para além dos sistemas de crenças e fazer o Homo sapiens proteger mais a biosfera.
Já a hipótese “ruim” afirma que, um pouco antes da Segunda Guerra Mundial, esses seres interferiram na ascensão do nazifascismo na Europa (principalmente na Alemanha), doando conhecimentos e tecnologias militares em troca de um refúgio para uma base subterrânea na Antártica, mas sem dizer o motivo para o pacto, o que faz com que essa hipótese seja a menos lógica e mais irracional, e, com isso, fazendo com que a hipótese mais aceita seja a primeira.
.Jones, Aurélia Louise. Telos, livro I, Revelações da Nova Lemuria, Almenara Editorial 2017.
Imagem da capa: Pinterest
Felipe Viana é biólogo, mora em Niterói, Rio de Janeiro, e desde muito pequeno sempre se interessou em estudar os temas de Ufologia, Espiritualidade, Parapsicologia, Física Quântica e afins
Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.
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https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/agarthianos.jpeg700488Felipehttps://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/LOGO-GRUPO-Recuperado-2.pngFelipe2020-06-18 20:06:182024-07-23 12:43:09Agarthianos de Telos
No primeiro post, falamos sobre a importância em se utilizar a metodologia e o conhecimento científicos para o estudo dos fenômenos ufológicos. No segundoe terceiro posts, mostramos como identificar sujeiras, reflexos, os famosos efeitos ópticos lens flare, os intrigantes “pontos negros”, às vezes confundidos com “Nibiru”, além de casos de orbs, rods e blurfos.
Neste post, falaremos um pouco sobre Halos Solares e Lunares, Parélios e Paraselenes (Sundogs e Moondogs), Raios Verdes (Green Flashes), “Gloria”, Colunas de Luz, Luzes de Terremoto e Explosões de Transformadores Elétricos. Algumas pessoas confundem esses fenômenos absolutamente explicáveis com OVNIs.
Halos
São fenômenos naturais que ocorrem quando há presença de cristais de gelo na atmosfera. Um halo é um anel de luz ao redor de um corpo celeste, como o Sol ou a Lua. Formam-se na troposfera superior terrestre, entre 5 a 10 quilômetros de altitude, pela luz refletida e refratada pelos cristais de gelo, às vezes decomposta em cores, de forma semelhante aos arco-íris.
Os halos podem ser simples, como os abaixo:
Halo Solar. Fonte: Wikipedia
Halo Lunar com astro à esquerda. Fonte: Stephen Balaban (Wikipedia)
Duplos Sóis, Parélios ou Sundogs
Acima, vimos efeitos de halos simples, sejam solares, sejam lunares. Entretanto, halos também podem ser mais complexos, nos fenômenos chamados de “Duplo Sol”, Parélio ou Sundog.
Representam um fenômeno óptico atmosférico membro da família dos halos, que consiste em pontos brilhantes à esquerda e/ou à direita do Sol.
Os parélios geralmente aparecem como uma dupla de manchas de luz sutilmente coloridas, cerca de 22° à esquerda e à direita do Sol, e à mesma altura acima do horizonte como o Sol. Visíveis em qualquer lugar do mundo durante qualquer estação, porém são mais visíveis quando o Sol está perto do horizonte. Alguns exemplos:
Halo Solar e Parélio. Fonte: Pinterest
Halo Solar e Parélio. Fonte: Pinterest
Halo Solar e Parélio. Fonte: Pinterest
Halo Solar e Parélio. Fonte: Pinterest
Halo solar e Parélio. Fonte: Wikipedia, Commander John Bortniak, NOAA Corps. Image ID: corp1608, NOAA Corps Collection, Domínio público
Halo Solar com Parélio e Lens Flare. Fonte: pnnoticia.com.br
Parélio com Lens Flare na Suécia, em 2017. Crédito: Hákan Hammar
Um parélio “esticado” ao longo do sol. Fonte: Wikipedia
Moondog, Moon Mock ou Paraselene
Existe o Sundog, que é o Duplo Sol ou parélio, e também existe o fenômeno de Moondog , Moon Mock (Falsa Lua) ou Paraselene (nome científico que significa “ao lado da Lua”), resultante do mesmo fenômeno de refração da luz que acontece com o Sol, porém, nestes casos, com a Lua, em especial na fase Cheia e quando se encontra próxima ao horizonte:
Um Halo ao redor da Lua e um par de moondogs sobre o observatório da Universidade de Alberta, em Edmonton, Canadá, em 27/3/2010. Fonte: Vdsluys (Wikipedia)
Paraselene em cirros finos em Socorro, New Mexico, em 2/11/2001. Fonte: atoptics.co.uk.
Crédito: Marcella Giulia Pace
Um par de moondogs sobre Didcot, England, em 25/10/2015. Crédito: Annajohepworth (Wikipedia)
Moon Dog no Alasca, EUA. Créditos: Sebastian Saarloos
Moon Dog. Crédito: Matin Turner
Moon Dog. Fonte: The 2005 Old Farmer’s Almanac
Moon Dog. Crédito: Martin Ratcliffe
Green Flash ou Raio Verde
Fenômeno óptico meteorológico raro, causado pela refração da luz na atmosfera, no qual um pequeno raio ou flash, da cor verde, surge e desaparece rapidamente, imediatamente antes do nascer do Sol ou imediatamente antes do desaparecimento do Sol no horizonte, geralmente no mar.
Para conseguir observá-lo, são necessários três requisitos presentes: um horizonte aberto (campo aberto ou, se for o mar, que esteja calmo), ar limpo e horizonte sem nuvens. Vejamos alguns exemplos:
Raio Verde. Fonte: farbitis.ru
Raio Verde. Fonte: farbitis.ru
Raio Verde. Fonte: Wikimedia Commons
Na parte inferior da imagem acima, estão ampliados os estágios de um raio verde. Crédito: Brocken Inaglory
“Gloria”
“Glória” é um fenômeno óptico, causado pela luz dispersa em gotículas em suspensão, no qual vários círculos concêntricos, de diversas cores, ficam em volta dos objetos, mas num escopo menor do que um arco-íris. Segundo o físico brasileiro Herch Moysés Nussenzveig, “a energia da luz retornada pela glória se origina principalmente do tunelamento da luz, quando raios de luz que não passam pela gotícula ainda conseguem transferir energia para a mesma”. (Wikipedia)
Glória em torno da sombra de um avião, registrada no Canadá, em Agosto de 2005. Fonte: Wikimedia Commons
Espectro de Brocken e Gloria. Wikimedia Commons
Gloria em helicóptero. Fonte: Wikipedia.
Gloria. Fonte: farbitis.ru
Colunas, Postes ou Pilares de Luz
São fenômenos naturais resultantes da reflexão da luz nas milhões de partículas de cristais de gelo próximos à superfície, formando colunas verticais de luz, semelhante a holofotes. Podem ocorrer durante o dia, com a luz do Sol, mas também podem ocorrer à noite, com a luz da Lua e, até, com luzes artificiais. Vejamos alguns exemplos:
Pilar de Luz Solar. Fonte: farbitis.ru
Pilar de Luz. Fonte: farbitis.ru
Pilar de Luz. Crédito: Kevin Povenz
Pilar de Luz / Pilar de Lua. Créditos: AntAntarctic
Vemos, na imagem abaixo, uma coluna de luz formada a partir de iluminação noturna artificial:
Pilares de luz noturnos. Wikimedia Commons
Luzes de Terremoto
As Luzes de terremoto ou EQL (ou “Earthquake Lights”) correspondem a um fenômeno aéreo luminoso, similar a uma aurora boreal, que surge no céu sobre áreas onde ocorrem atritos tectônicos, atividades sísmicas ou erupções vulcânicas, que acabam por gerar cargas elétricas, semelhantes a clarões de relâmpagos ou de explosões de transformadores, sendo especialmente visíveis à noite.
Há registros históricos desses fenômenos, como dois dias antes do terremoto de 1906 em San Francisco, por exemplo, quando casal relatou ter visto raios de luz no céu. Em 1998, “um globo brilhante de luzes rosa e púrpura foi visto 11 dias antes de um terremoto devastador em Quebec, no Canadá. (…) Pouco antes do sismo de 2009 em L’Aquila, na Itália, transeuntes viram “chamas de luz” saindo dos paralelepípedos no centro histórico da cidade poucos segundos antes do tremor. Câmeras de segurança também registraram raios de luz durante o terremoto de magnitude 8,0 em Pisco, no Peru, em 2007. Vários vídeos publicados no YouTube mostram esferas de luz na época do terremoto seguido de tsunami em Fukushima, no Japão, em 2011 ”. (bbc.com)
Estranhos globos de luz foram vistos após o terremoto de Fukushima. Foto: NHK em bbc.com
Porém, o caso mais recente diz respeito a um terremoto ocorrido no México em 2017 e lembra muito os casos explosões de transformadores, que serão abordados no próximo tópico:
As luzes apareceram em diferentes partes do México durante o terremoto. Foto: Twitter/@orlaherrera em bbc.com
Supostas luzes vistas antes de um terremoto no Novo México, nos EUA (Foto: Wikimedia Commons, em revistagalileu.globo.com)
Luzes de Terremoto no Monte Kimyo no Japão, em 1968. Foto: Mr. Kuribayashi, em nationalgeographic.co.uk
Luzes de Terremoto na Romênia, em 1977. Foto: Seismological Research Letters em citeseerx.ist.psu.edu
Explosões de Transformadores Elétricos
Fenômenos relativamente comum nos dias de hoje, chama atenção o fato de causar fortes emissões de luz, por vezes azuladas, resultado das moléculas do ar excitadas ou ionizadas, cujos gases liberados resultam nessa cor, vistos, inclusive, a longas distâncias:
Imagem de transformador elétrico que explodiu em Nova York em 2018. Foto: Reprodução/Twitter
Imagem de transformador elétrico que explodiu em Nova York em 2018. Foto: cdn-0.hypescience.com
Explosão em fios de alta tensão em Monte Carmelo, em 2016. Crédito: patrocinioonline.com.br
Explosão de transformador na subestação da CELG de Jaraguá, em 2017. Fonte: folhadejaragua.com.br
Explosão de transformador na Vila Gumercindo, Zona Sul de São Paulo, em 2019
Mas então somos céticos? Não existem OVNIs?
Não somos céticos, acreditamos nos fenômenos ufológicos! Porém, como estudiosos ou pesquisadores, temos a obrigação de analisar cada imagem e descartar ou desmistificar a quantidade de imagens e vídeos fake ou com explicações lógicas que rolam por aí, de modo a podermos justamente nos concentrar naquelas que, quem sabe, possam mostrar algo realmente interessante para a Ufologia!
Nos próximos artigos continuaremos a apresentar alguns casos de fenômenos elétricos, círculos ou anéis de fogo, balões, pipas com led, interpretações errôneas, fraudes, etc!
Finalizando, gostaria de lembrar, novamente, que não faz parte dos objetivos do Grupo de Estudos Ufologia Integral Brasil – UIB – analisar imagens ou vídeos; os artigos fornecem apenas orientações iniciais sobre o assunto, de modo que cada um possa realizar seus próprios estudos e análises.
FaTaMoRGaNa tem 49 anos e trabalha em Governança de TIC. Desde pequena sempre acreditou, ou melhor, sempre teve a CERTEZA da existência de vida fora do planetinha azul. A obra de Deus é infinita e não iria se restringir ao que nossos olhos conseguem enxergar. Já presenciou luzes e objetos não identificados, mas espera um dia perder o medo para conseguir uma experiência de contato mais concreta.
Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.
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https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/raio-verde2.jpg468700FaTaMoRGaNahttps://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/LOGO-GRUPO-Recuperado-2.pngFaTaMoRGaNa2020-06-06 18:23:402020-06-19 00:42:474 - Noções básicas de análise de imagens e vídeos – Halo, “Duplo Sol”, Parélio ou Sundog, Moon Dog, Green Flash, “Gloria”, Colunas de Luz, Luzes de Terremoto e Explosões de Transformadores Elétricos
Vou deixar aqui uma experiência própria. Meu nome é Cláudia, hoje tenho 51 anos de idade.
Em julho de 1991, eu estava com 22 anos e morava na cidade de São João da Boa Vista – SP. Para quem não sabe, essa cidade é também conhecida como a cidade dos Crepúsculos Maravilhosos e cercada pela Serra da Mantiqueira, quase divisa com o Estado de Minas Gerais.
Bem, era noite, já passava das 22h, quando saí da casa de minha mãe, juntamente com minha irmã caçula, que na época tinha 12 anos. Naquela noite, iríamos dormir na casa de minha tia, que morava a uns 4 quarteirões da casa de minha mãe. A rua era uma descida e estava bem deserta, a noite estava fria e o céu estava limpo e estrelado.
Lembro que faltava um quarteirão para chegarmos quando, de repente, olhamos pra cima e vimos algo muito, mas muito estranho… a uns vinte metros de altura, estava parado algo redondo e não era grande mas, debaixo desse objeto, havia quatro círculos das seguintes cores: vermelho, amarelo, azul e verde, que giravam ao contrário uns dos outros e brilhavam incessantemente. Aquele objeto ficou parado por aproximadamente uns 2 minutos, que pareceu uma eternidade.
Ali ficamos paradas e não tínhamos pernas para correr. Se ficamos com medo? Não sei explicar, foi uma sensação de medo, deslumbre, curiosidade, enfim, um misto de sentimentos indefinidos, é esta a palavra.
Enquanto olhávamos para cima, paralisadas, em questão de centésimos de segundos o objetivo voou em direção ao mirante no alto da serra, desaparecendo de nossas vistas. Enfim, eu e minha irmã chegamos na casa de minha tia sem fôlego e sem voz.
Na época, meu primo Marcelo servia a Aeronáutica em Pirassununga – SP. Naquele dia ele estava em casa, contamos o ocorrido, mas, embora não tivesse acreditado em nós, ele subiu na laje da casa para ver se via alguma coisa. Claro que não foi possível.
Passada uma semana, quando retornou da Aeronáutica, ele mesmo me disse que a Aeronáutica havia identificado, na região, “Ar Revirado”.
Eu particularmente, nunca tinha ouvido essa expressão, pesquisei, mas nada encontrei. Enfim, essa foi minha experiência com um objeto que, tenho certeza, não pertencia ao nosso planeta.
Cláudia Martins Marçola tem 51 anos, nascida em São Paulo, mas morou basicamente toda sua vida na Cidade dos Crepúsculos Maravilhosos: São João da Boa Vista – SP. Formada em RH, embora não exerça, casada e mãe de duas lindas moças: Aline e Analice Marçola. Atualmente trabalha em um consultório médico. Ama a Ufologia e é encantada com tudo que se refere a vidas em outros mundos. Afinal , Jesus disse: Há muitas moradas na Casa de Meu Pai.
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https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Mistérios-da-Serra-da-Mantiqueira.jpeg10801080Cláudia Martins Marçolahttps://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/LOGO-GRUPO-Recuperado-2.pngCláudia Martins Marçola2020-06-04 20:42:562020-06-08 18:33:13Mistérios da Serra da Mantiqueira
Os Alpha Centaurianos são uma civilização extraterrestre proveniente da constelação Centauro e estrela Alpha Centauri. Mas, sobre seu planeta de origem, será realmente Apu, como colocado no livro “Os Extraterrestres do Planeta Apu” de Ricardo González?
Segundo o contatado Kapetanovic, esses seres, na verdade, teriam vindo de um outro ponto do cosmoverso, após o planeta verdadeiramente originário deles ter sido destruído. Com essa diáspora que surgiu após o cataclisma pelo qual passaram, se estabeleceram em Apu e, posteriormente, em bases subterrâneas na Terra.
Mas qual seria o objetivo deles para com a Terra?
Segundo o livro “Os Extraterrestres do Planeta Apu”, eles vieram para, além de tentar a sobrevivência deles em bases subterrâneas na Cordilheira dos Andes e em outros pontos da Terra, advertir sobre nosso futuro caso sigamos por um caminho não muito agradável.
E como eles são fisicamente?
Segundo vários contatados como o citado acima, Donato Cervantes e Vikto Novi, possuem uma aparência de um ser humano comum de aproximadamente 35 anos e com altura de 2,70 m, além de terem olhos um pouco puxados.
A julgar pelo tamanho semelhante ao do Homo sapiens, pode significar que vieram de um planeta de mesma massa que a Terra, mas que, segundo o contatado Kapetanovic, não é Apu, que pode ser só um planeta com condições ambientais semelhantes ao de seu planeta natal.
Felipe Viana é biólogo, mora em Niterói, Rio de Janeiro, e desde muito pequeno sempre se interessou em estudar os temas de Ufologia, Espiritualidade, Parapsicologia, Física Quântica e afins
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O avistamento ocorreu em 2018, quando resolvi fazer um intercâmbio em uma cidadezinha de 400 habitantes chamada Harrington, no estado de Washington, Estados Unidos.
Não somos nós, intercambistas, quem escolhemos a família, cidade, ou região. A organização do programa foi quem escolheu o local, de acordo com a disponibilidade da família. Como se não bastasse a cidade ser pequena e no fim do mundo, ainda fui escolhido por uma família fazendeira, que morava a 5 km afastada da cidade.
Mapa da cidade de Harrington, Washington. Fonte: google map view.
Nesta fazenda, morava comigo outro estudante do Vietnã, o Khoi, que me acompanhava em praticamente tudo. Meu “host father” era aquele fazendeiro raiz que, desde pequeno, morou em cidades minúsculas e, apesar de ser meio fechado, me contou que vivenciou algumas experiências bizarras, segundo ele, com alienígenas.
Gabriel e o vietnamita Khoi, na estrada da cidade Harrington. (vídeo do autor)
Certo dia, nossos “host parents” haviam saído para a cidade e só voltariam pela madrugada. No dia 25 de setembro, eu e Khoi, o intercambista vietnamita, ficamos com as obrigações de cuidar da casa, e de noite, preparar o leite de três bezerros que haviam sido abandonados pela mãe e desde então, estavam sendo criados por nós mesmos.
Entrada da fazenda em Harrington. (imagem do autor)
Por volta das 22:00, eu e Khoi saímos do quarto para preparar o balde com leite e levar para os “bebês”, como chamávamos os bezerros. Ao sair de casa, não os achamos, o que já foi estranho, pois estes filhotes sempre nos aguardavam perto do portão, no horário habitual, para a alimentação, onde pendurávamos o balde com o leite na árvore.
Ao voltarmos para a casa, ouvimos um barulho muito alto, parecia um som de um avião a jato; aquilo nos assustou, pois parecia que algo cairia em cima de nós e, como reação, nos abaixamos até o chão com a mão na cabeça, e o barulho se foi.
Quando o barulho cessou, eu me levantei, saí do deck da casa, que era coberto, e olhei para o céu. Foi quando vi, em cima da casa, sobrevoando numa distancia de 20 metros, um objeto grande e achatado, com formato triangular, todo preto, com luzes vermelhas e verdes muito fortes.
Imagem ilustrativa do formato da nave, fornecida pelo autor.
O objeto tinha a dimensão da casa. O que nos deixou intrigados e assustados foi que este diminui seu movimento lentamente, não chegava a 10 km por hora, tornou-se silencioso e parecia flutuar acima da casa.
Ao vermos o objeto próximo acima de nós, ficamos tão assustados que corremos em segundos para dentro da casa, onde, ao chegar, liguei imediatamente para os meus pais no Brasil, tamanho foi meu susto.
Eu só sei que, quando resolvemos sair para fora da casa, após 5 minutos, não havia mais nada no céu, o objeto não deixou sequer um rastro de luz no céu, misteriosamente havia desaparecido.
Foi uma experiência assustadora pra mim, mas como sou alguém que sempre acreditou, me senti aliviado de ter conseguido, nessa vida ainda, ter tido contato com o que sempre quis provar pra mim mesmo.
Quando nossos “Host Parents” chegaram de madrugada, contamos para eles, e meu host father nos disse que era mais comum do que se pensava, e que não tínhamos motivos para nos preocupar.
Um dado curioso sobre a cidade é que se trata da mesma cidade onde vive Peter Davenport, diretor do National UFO Reporting Center, onde mantém um observatório, mas este saía muito pouco de casa.
Espero que gostem da história. Nunca fui atrás de explicação e nem conversei com Davenport, do qual me arrependo muito.
Gabriel mora em São Paulo capital, tem 18 anos, e desde pequeno tem forte interesse em saber mais sobre UFO’s. Estuda Administração de Empresas com Marketing.
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https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/05/WA.jpeg10801080Gabriel Burgohttps://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/LOGO-GRUPO-Recuperado-2.pngGabriel Burgo2020-06-02 18:08:552020-06-03 00:05:37Ovni na fazenda em Harrington, Washington
Os membros do Grupo de Estudos e Pesquisas Ufologia Integral Brasil, se reuniram e fizeram uma lista com sugestões de séries com a temática ufológica. A lista de séries indicadas não se restringiu aos contatos extraterrestres, mas também foram incluídas as séries que abordam a variedade de temas dentro da ufologia que estudamos nas diferentes vertentes, como os fenômenos anômalos, portais dimensionais, viagens interplanetárias, contatados, paranormalidade, telepatia, realidades paralelas, seres híbridos, abduções, futuro planetário, astronomia, exobiologia, etc.
Segue a nossa lista de séries e já prepare a pipoca!
1- Arquivo X 2- Taken 3- Dark 4- The Gift 5 – Inexplicável ( History) 6. O universo ( History/Netflix) 7 – Star Trek 8. The 4400 9. Cosmos 10. Star Trek Discovery (Netflix) 11 Colony 12- Falling skies 13 – Jornada nas estrelas 14 – The expanse 15- Nightflyiers 16- Stargate atlantis 17 – Outra vida 18 – Projeto livro azul 19 – The invaders 20 – Firefly 21 – Os extraterrestres na batalha final 22 – Arquivo roswel 23- Babylon 5 24 – The neighbors 25 – Visitantes 26 – Defiance 27 – Battlestar Galactica (Prime) 28 – OA 29 – Fringe 30- Under the Dome 31- Manifest 32 – Perdidos no Espaço (Lost Space ) 33 – Star Wars 34. Altered Carbon 35. Invasão América
https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-02-at-12.13.04-PM1.jpeg601800ufologiaintegralbrasil@gmail.comhttps://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/LOGO-GRUPO-Recuperado-2.pngufologiaintegralbrasil@gmail.com2020-06-02 17:58:092020-06-02 18:31:24Dicas de Séries do Ufologia Integral Brasil
Os Andromedanos representam uma raça extraterrestre citada, primeiramente, pelo pesquisador e canalizador Alex Colier, que afirma terem se originado dos Lyrianos e se instalado na constelação de Andrômeda, mais especificamente no sistema estelar Zenetae.
Colier descreve a natureza dos Andromedanos como:
“Tudo o que eles criam tecnologicamente é utilizado para o avanço da espécie deles. Tudo é apenas para fins educacionais mas, eventualmente, pode ser usado para a defesa. O que os Andromedanos fazem é enviar seus filhos para a escola pelo período terrestre de 150 a 200 anos, onde eles aprendem todos os aspectos das artes e ciências, tornando-se mestres em tudo. Nesse ponto, após a conclusão dos estudos, eles tem a possibilidade de escolher o que querem fazer, mas podem mudar de área a qualquer momento. Como tudo é para a educação, eles nunca conceberiam a criação de uma televisão para distração por exemplo. Tudo tem a finalidade de ajudá-los a evoluir, mas sua ciência e tecnologia podem ser usados para fins defensivos, principalmente seus aparatos militares holográficos.”
Os objetivos dessa tipologia extraterrestre consiste em deliberar, através do conselho de Andrômeda, formado por 140 sistemas estelares, além de Zenetae, sobre os destinos de planetas mais atrasados, como a Terra, bem como buscar formas de orientá-los em sua evolução intelectual e espiritual.
Segundo vários contatos com essa raça extraterrestre, eles possuem o tamanho humano, são bípedes, sem presença de pelos, calvos, cabeça ovalada, olhos de gato, nariz estreito e comprido, boca humana e um pescoço um pouco estreito e comprido.
A julgar pelas características de tamanho, significa que poderiam ter vindo de um planeta com mais ou menos a mesma massa que a Terra. Sua fisionomia humana pode indicar uma origem hominídea, assim como os humanos da Terra e os Pleiadianos. E, a julgar pelo pescoço comprido e estreito, pode significar que tenham se originado de um hominídeo que detinha o pescoço comprido também. Mas por que a garganta assim? Talvez para alcançar alimentos em lugares altos, o que levanta a hipótese de serem vegetarianos ou onívoros ou, então, seria um vestígio evolutivo que, na sua configuração pré-histórica, talvez teria sido usado para enxergar predadores e/ou presas distantes ou, ainda, que estivessem no outro lado de barreiras naturais como rochedos, arbustos e afins.
Felipe Viana é biólogo, mora em Niterói, Rio de Janeiro, e desde muito pequeno sempre se interessou em estudar os temas de Ufologia, Espiritualidade, Parapsicologia, Física Quântica e afins
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https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Andromedanos.jpeg352927Felipehttps://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/LOGO-GRUPO-Recuperado-2.pngFelipe2020-05-27 13:30:182024-07-23 12:46:22Quem são os Andromedanos?
O ufólogo Dr. Júlio Cesar Acosta-Navarro é médico cardiologista, membro da Sociedade Brasileira de Cardiologia, da Associação de Medicina Intensiva Brasileira e da Sociedade Brasileira de Nutrologia. Fundador e responsável pela Academia Latino Americana de Ufologia Científica – LAASU, torna público o seu Manifesto: Inteligências Extraterrestres em Contato com a Humanidade.
É autor de várias publicações científicas e cinco livros em temas na fronteira da ciência, sendo dois deles na área da Ufologia Científica e a Exopolítica: “El Síndrome del capitalismo: prognóstico reservado. El extraordinário caso de Vitko Novi” (2009) e “Odisea en los Andes: El año en que hicimos contacto” (2016).
Neste artigo, Dr. Júlio C. Acosta-Navarro respondeu prontamente às perguntas do Grupo de Estudos Ufologia Integral Brasil sobre o documento apresentado.
Dr. Julio Cesar Acosta-Navarro
Bia Vall (UIB): Qual a importância desse manifesto?
Dr Júlio Acosta-Navarro: “Este manifesto é uma afirmação conclusiva em torno de uma problemática que acompanha a sociedade contemporânea nas últimas sete décadas, em torno do fenômeno ufológico. Este documento tem o caráter de denúncia ou cobrança para o fenômeno e se trata, também, de uma declaração político-científica.
Sua importância é lançar, nos tempos atuais, por meio de um processo de análise, pesquisa, que inclui os estudos prévios e empíricos, a observação de mais de 40 anos do formulador do manifesto, na minha pessoa, dedicados ao tema. Não é um manifesto espiritualista ou ideológico, mas, sim, procedente de uma mente científica e intelectual, produto de uma vida de uma intelectualidade de formação ortodoxa, sobre um problema contemporâneo da maior importância.”
Bia Vall (UIB): Quais as consequências deste manifesto?
Dr Júlio C. Acosta-Navarro: “O manifesto foi lançado oficialmente no mês de outubro de 2019, tendo agora maior veiculação, e vem ao encontro das declarações recentes do Pentágono pelo governo norte-americano sobre a autenticidade das várias afirmações sobre OVNIs das forças militares.
O manifesto, ao tornar-se público, colabora para o qual acreditamos ser mais um processo afirmativo da presença de vida extraterrestre. O documento tem seu valor social, científico e político. Quanto maior o conhecimento e sua divulgação, mais se pretende levar luz a uma problemática que é uma realidade transcendente para a humanidade.”
Bia Vall (UIB): Como as pessoas da sociedade civil podem contribuir com o manifesto?
Dr Júlio C Acosta-Navarro: “Tudo começa com o acesso das pessoas a este manifesto, pois vem de uma atividade acadêmica que, desde sua origem, além das questões científicas, tem seu valor social. Aprendi que, na ciência, qualquer descoberta, qualquer técnica cirúrgica, não deveria ter seu valor na economia, mas sim na ação social. As pessoas podem ajudar traduzindo, divulgando, levando a diante a informação. O manifesto já está traduzido na versão em espanhol, e será traduzido para o inglês; esperamos voluntários para outras línguas.
As pessoas também podem tomar conhecimento da Academia Latino Americana de Ufologia Científica e, se quiserem, podem ingressar na pesquisa.”
Bia Vall é fonoaudióloga, paulistana. Apaixonada por viagens e estudos da consciência. Idealizadora do Projeto Ufologia Integral Brasil
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https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/05/LAASU.jpg568669Bia Vallhttps://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/LOGO-GRUPO-Recuperado-2.pngBia Vall2020-05-27 12:49:272020-05-27 13:35:08Manifesto: Inteligências Extraterrestres em Contato com a Humanidade
Conforme já dissemos em posts anteriores, ufólogos como Toni Inajar afirmam que, infelizmente, 99% das imagens analisadas possuem explicação lógica. Nosso intuito é justamente filtrar as possíveis causas naturais e chegarmos aos tais 1% de imagens que poderiam, quem sabe, realmente retratar algo especial!
No primeiro post, falamos da importância em se utilizar a metodologia e o conhecimento científicos para o estudo dos fenômenos ufológicos. No segundo post, abordamos como podemos identificar sujeiras, reflexos e os famosos efeitos ópticos lens flare.
Continuando os estudos, neste artigo abordaremos outros fenômenos interessantes, os tais “pontos negros”, às vezes confundidos com “Nibiru”, além de casos de orbs, rods e blurfos.
Black Spots ou pontos negros
Bom, discussões à parte acerca a existência (ou não) do planeta “Nibiru”, muitas vezes, nestes alguns anos de estudo, deparei-me com posts sobre o tal “Nibiru” ter sido, supostamente, detectado em fotografias e filmagens quando, a um olhar mais atento, vislumbramos tratarem-se, algumas vezes, de efeitos de flare lens, mas, algumas vezes, do efeito tratado neste item: “pixeis desligados”!
Como assim, pixeis desligados?
Esse é um problema comum das primeiras gerações das câmeras digitais, com sensores de luz mais antigos, e ainda presentes em parte das câmeras de segurança atuais. Cada câmera digital possui um sensor eletrônico de imagem que converte luz em sinais eletrônicos. Se o objeto é muito brilhante, como o Sol, ele pode sobrecarregar o sensor, ultrapassando sua capacidade de processamento, fazendo com que os capacitores de cada um dos pixeis se desliguem, formando o tal “ponto preto”. Vários pontos pretos desligados dão a impressão de uma pequena bola preta no Sol. Vejam alguns exemplos:
Orbs, em inglês, quer dizer “esferas”, e se referem a fenômenos relativamente novos, que surgiram com as primeiras câmeras digitais, na década de 1990, onde “bolas” de luz aparecem nas imagens e vídeos:
Fonte: WhatsApp
Há muita controvérsia com relação ao que sejam realmente os orbs. Muitos pensam que as estranhas esferas ou bolas de luz captadas em fotos ou vídeos são fenômenos paranormais, como personificações de espíritos, elementais, bolas de energia e, até mesmo, sondas extraterrestres.
Apesar de esta autora acreditar nas possibilidades paranormais, infelizmente constatamos que a maior parte das imagens de orbs difundidas nas redes sociais têm explicação científica.
Trata-se de um fenômeno bastante conhecido em fotografia, que ocorre geralmente com câmeras digitais (orbs obtidos em imagens feitas em máquinas de rolo são muito raras) em cenas com pouca luz, quando se utiliza o flash da câmera. Nesta situação, as partículas suspensas no ar (também pode ocorrer em fotos debaixo d’ água) como poeira, esporos de mofo, pólen, chuva ou insetosrefletem a luz do flash e são captadas pelas lentes da câmara de modo desfocado, dando a impressão de serem muito maiores do que realmente são.
O renomado ufólogo Claudeir Covo estudou o fenômeno e concluiu que o orb sempre será circular quando o diafragma da câmera estiver totalmente aberto; porém, quando o diafragma se apresentar levemente fechado, o orb se apresentará de acordo com a quantidade de palhetas do diafragma, que pode ser tetragonal, pentagonal, hexagonal, etc., conforme a imagem abaixo:
Diafragma de câmera fotográfica Fonte: https://fotografiamais.com.br/diafragma-camera/
Agora, se o orb estiver aparecendo atrás de algum objeto ou pessoa, onde seria impossível refletir alguma luz, ou se a esfera apresentar maior densidade do que os objetos ao redor, se apresentar brilho ou iluminação próprios ou se mover independentemente do vento, então, quem sabe, realmente possa tratar-se de um fenômeno paranormal ou até extraterrestre.
Vejamos alguns exempos de “orbs”:
Fonte: Wikipedia
Fonte: Wikipedia
Fonte: WhatsApp
Veja, abaixo, vídeos mostrando experiências práticas sobre ORBs, conduzidas pelo ufólogo Claudeir Covo:
Rods, traduzidos literalmente como “bastões” ou “bastonetes”, referem-se a objetos alongados e luminosos que aparecem em imagens e vídeos. Do mesmo modo que os orbs, algumas pessoas atribuem tais fenômenos a ocorrências paranormais, elementais, formas de vida extraterrestre, criaturas extradimensionais ou OVNIs muito pequenos.
Um dos mais declarados defensores dos rods como formas de vida alienígenas foi o falecido ufólogo e produtor cinematográfico Jose Escamilla, que afirmou ter sido o primeiro a filmá-los em 1994 em Roswell, Novo México, enquanto tentava filmar um OVNI. Mais tarde, Escamilla fez vídeos adicionais e começou a ministrar palestras, chegando a lançar documentários sobre o encobrimento de OVNIs.
Crédito: José Escamilla. Fonte: Revista UFO número 110 (2005)
Entretanto, atualmente sabe-se que esses artefatos em forma de bastonetes aparecem comumente em vídeo e fotografia, normalmente em locais de pouca luminosidade, como resultado de uma ilusão de ótica devido ao desfoque de movimento, especialmente na gravação de vídeo entrelaçada, e são tipicamente trilhas de insetos voadores e de seus batimentos de asas.
Também chamados de “Skyfish” (“peixes do céu”, literalmente), estão presentes na natureza, mas voam rápido demais para que possamos enxergá-los. São anomalias lineares capturadas (geralmente) em vídeo, não vistos a olho nu. Raramente são capturados com o uso de câmeras fotográficas, mas isso é possível, desde que sejam utilizados tempos de exposição relativamente longos.
Vejamos mais exemplos de rods:
Mariposas sendo atraídas por um holofote e o efeito Rod Fonte: Wikipedia
Rods voadores. Fonte: northcoastjournal.com
Fonte: aage-nost.com
Fonte: cryptidz.fandom.com
Fonte: Whatsapp
Fonte: Whatsapp
Fonte: Whatsapp
Fonte: Whatsapp
Fonte: Whatsapp
Veja, abaixo, um vídeo com uma experiência prática sobre Rods, conduzida pelo ufólogo Claudeir Covo:
O termo Blurfo é um neologismo da língua inglesa, composto pelas palavras blur (borrão, nódoa, mancha) e UFO (Unidentified Flying Object, ou seja, Objeto Voador Não Identificado – OVNI). São imagens que, quando analisadas atentamente, percebe-se serem objetos que passam muito rapidamente em frente à câmera ou filmadora e se encontram fora do foco.
Alguns estudiosos chamam essa área “fora de foco” de “Blurfo Zone” ou “Zona de Blurfo”. O ufólogo Gevaerd os apelidou, carinhosamente, de “passarinhóvnis“. Vejam as explicações nos infográficos abaixo:
Fonte: rense.com
Qualquer objeto passando por essa zona desfocada (próximo à câmera quando o foco estiver no infinito ou então quando estamos utilizando o ZOOM para focalizar objetos distantes) acaba se transformando em bolhas, manchas, discos, rastros, etc. Pequenos insetos ou aves parecerão grandes e escuros.
Fonte: rense.com
Vejamos alguns exemplos:
Fonte: rense.com
Fonte: lightsinthetexassky.blogspot.com
Fonte: ansuitalia.it
Acessem o artigo completo “Blurfos não são UFOS”, no nosso site, aqui.
Mas tudo tem explicação então? Não existem OVNIs?
Lembremos, entretanto, que, apesar de a maior parte das imagens de supostos OVNIs possuírem explicações lógicas, há aqueles 1% de imagens ou vídeos inconclusivos, e é para isso que estamos aqui!Nem tudo é sujeira ou reflexo nos vidros, Lens Flare, Orb, Rod, Blurfo, etc.. Mas, como estudiosos ou pesquisadores, temos a obrigação moral de analisar cada imagem.
Há milhares de registros de objetos voadores não identificados capturados em fotos ou filmes cujas análises são inconclusivas e podem SIM, talvez, se referirem a naves espaciais reais.
Nos próximos posts, continuaremos a detalhar a identificação de possíveis causas naturais. Pretendemos, no próximo artigo, falar um pouquinho sobre halos solares, círculos ou anéis de fumaça, nuvens lenticulares, raios, relâmpagos, raio bola, fogo fátuo e afins…
Finalizando, gostaria de lembrar, novamente, que não faz parte dos objetivos do Grupo de Estudos Ufologia Integral Brasil – UIB – analisar imagens ou vídeos; os artigos fornecem apenas orientações iniciais sobre o assunto, de modo que cada um possa realizar seus próprios estudos e análises.
FaTaMoRGaNa tem 49 anos e trabalha em Governança de TIC. Desde pequena sempre acreditou, ou melhor, sempre teve a CERTEZA da existência de vida fora do planetinha azul. A obra de Deus é infinita e não iria se restringir ao que nossos olhos conseguem enxergar. Já presenciou luzes e objetos não identificados, mas espera um dia perder o medo para conseguir uma experiência de contato mais concreta.
Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.
Equipe UIB
https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/05/black-spot7.jpg297326FaTaMoRGaNahttps://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/LOGO-GRUPO-Recuperado-2.pngFaTaMoRGaNa2020-05-21 16:11:292020-06-19 00:42:413 - Noções básicas de análise de imagens e vídeos – black spots, orbs, rods e blurfos
No primeiro post, falamos da importância em se utilizar a metodologia e o conhecimento científicos para o estudo dos fenômenos ufológicos e apresentamos algumas dicas para quem vai fotografar ou filmar, além de um guia básico para a análise de fotos ou vídeos:
– Levantamento de possíveis causas naturais ou explicáveis, como planetas ou estrelas, chuva de meteoros, aeronaves, drones, balões, sinalizadores, nuvens, relâmpagos, pássaros, insetos, refrações da luz em partículas suspensas no ar ou nas lentes das câmeras, faróis, luzes em torres;
– Obtenção de informações complementares, como data, hora, local, possibilidade de eventos fortuitos como festas, exercícios militares, etc., e, finalmente,
– A análise das imagens ou vídeos propriamente dita, utilizando softwares específicos, como Adobe Photoshop, Premiere ou outros.
Neste artigo, abordaremos como a sujeira, gotas d’ água, distorções da luz devido a, por exemplo, a reflexos, além de algumas situações específicas, podem, mais do que imaginamos, nos levar a erros de interpretação.
Conforme já dissemos, ufólogos como Toni Inajar afirmam que, infelizmente, 99% das imagens analisadas possuem explicação lógica. No entanto, aqueles 1% realmente instigam nossa imaginação e fascinam a todos os apaixonados pelo assunto. Bora, então, aprender a separar o joio da jóia, quero dizer, do trigo!
“Quando tirei a foto, não percebi nada, somente quando olhei depois!”
É muito comum pessoas fotografarem uma cena absolutamente comum, uma paisagem e, somente depois, perceberem que existe algum objeto “intruso” onde não deveria estar, sendo imediatamente reportado como um “OVNI”. Um olhar mais atento ao suposto intrometido e, principalmente, ao cenário, permite-nos investigar a ocorrência e concluir, na grande maioria dos casos, se tratar de algo perfeitamente explicável, como sujeiras ou gotas d’ água nas lentes das câmeras ou nas vidraças do local, conforme constataremos nos exemplos abaixo.
Gotas d´água nas lentes das câmeras fotográficas ou nos vidro
A imagem abaixo causou alvoroço na internet, há algum tempo, quando passaram a divulgar que as câmeras do Google Maps haviam tirado foto de um OVNI! Confira abaixo a foto, originalmente disponível em https://maps.app.goo.gl/xYCqa8ePfryixafaA (acessado em 13/5/2020):
Fonte: Google Maps
Veja o que aparece bem no centro da imagem acima, claramente uma gota d’ água nas lentes da câmera.
Abaixo, outro caso interessante, reportado ao BUFORA: Fonte: bufora.org.uk
Olhando atentamente para a fotografia acima, podemos ver que existem inúmeras reflexões e até podemos ler a hora e a data na reflexão do comprovante de estacionamento no painel do carro, comprovando ter sido a foto tirada de dentro do carro, por detrás de uma janela de vidro. O objeto no centro, contudo, aparenta ser realmente uma gota d água. Especial atenção ao lago ou oceano próximo.
Abaixo, outra imagem enviada ao BUFORA para análise: Fonte: bufora.org.uk
A fotografia acima foi obviamente tirada através do parabrisa de um carro e mostra, um pouco abaixo de sua região central, algo que poderia ser interpretado como um OVNI. Porém, o cenário revela nuvens carregadas de chuva e, embora não pareça estar chovendo, é provável que algumas gotas já tenham se antecipado a cair.
Abaixo, mais um caso que, a princípio, causaria talvez dúvidas, tirada por uma pessoa membro do nosso grupo de estudos:
Fonte: WhatsApp
Questionada, a pessoa confirmou que a foto foi tirada de dentro de um veículo. Nota-se a gota d’ água, em formato alongado, e seu rastro.
Sujeira nas vidraças
A foto abaixo foi tirada em 2015 no Aeroporto de Fortaleza e também causou bastante confusão no meio ufológico:
Fonte: WhatsApp
Ampliação da foto anterior. Fonte: WhatsApp
Porém, caso fosse um objeto realmente grande, pairando sobre o aeroporto, certamente outras pessoas teriam tirado foto (o que não ocorreu) e, quem sabe, até os radares o teriam registrado. Observem o cenário: a vidraça apresenta vários pequenos rastros semelhantes, denotando tratar-se do mesmo tipo de material, ou seja, sujeira.
Abaixo, mais um caso reportado à BUFORA:
Fonte: bufora.org.uk
Acima, nota-se que a fotografia foi tirada através de uma janela com defeito de fabricação e sujeira aderida ao vidro.
Reflexos em vidraças ou vidros
A reflexão da luz, a grosso modo, é um fenômeno óptico que acontece quando a luz incide numa superfície refletora e se propaga conforme seu ângulo de incidência.
Quanto mais plana a superfície, mais a reflexão é regular, sendo os feixes de luz refletidos bem definidos. Um bom exemplo seriam os espelhos; entretanto, vidraças de edifícios ou de veículos costumam também refletir parte das luzes, causando bastante confusão entre os neófitos na ufologia, como veremos nos exemplos a seguir.
A fotografia abaixo foi tirada por esta autora, em 2019, em testes de demonstração sobre o fenômeno de reflexos em vidraças:
Foto: Fatamorgana
O interessante é que o reflexo aparenta estar por detrás da grade, o que poderia causar certa confusão de interpretação.
A imagem abaixo foi tirada recentemente no Terminal Intermodal de Maringá:
Fonte: Facebook
Olhando atentamente, percebe-se o reflexo de spots de led sendo refletidos na vidraça interna do local.
Fonte: tudointeressante.com.br
Nesta foto acima, novamente, observa-se o reflexo de luminárias em formato de disco.
Abaixo, foto tirada de dentro de avião comercial e enviada à BUFORA, para análise:
Fonte: bufora.org.uk
Na foto acima, a testemunha reporta ter fotografado três “OVNIs em forma de esfera ou Orbs”, pela janela do avião. Nesse caso, possivelmente a luz do sol entrou pela janela, refletiu-se em algo dentro do avião e retornou para a janela, refletindo-se novamente na parte interna das paredes duplas e causando essa impressão.
Lens Flare, em tradução livre “reflexo da lente”, é uma aberração óptica, um erro, causado pelo desvio da luz que passa através daquele sistema ótico, em decorrência de reflexões internas e de imperfeições materiais das lentes.
Assim, a luz se desvia e acaba não convergindo para os pontos “corretos”, produzindo artefatos indesejados na imagem. Acontece, principalmente, em resposta a fontes de luz muito brilhantes.
Lentes com “zooms” tendem a exibir maior reflexos de lente, pois contêm um número relativamente grande de interfaces nas quais a dispersão interna pode ocorrer. Esses mecanismos diferem do mecanismo de geração da imagem focada, que depende dos raios da refração da luz do próprio objeto.
Os fabricantes necessitam prever formas de corrigir esses sistemas ópticos, de modo a compensar tais aberrações, mas isto eleva, e muito, o preço das lentes. Assim, a maioria das câmeras está sujeira ao Lens Flare.
Algumas pessoas pensam tratar-se de “orbs” (tipo de sondas luminosas extraterrestres). Vimos que, na realidade, aberrações ópticas são extremamente comuns e explicam facilmente o fenômeno. Abordaremos especificamente os “orbs” nos próximos tópicos.
Perceba que a bola de luz também pode se movimentar, conforme a câmera se movimenta também, obedecendo, por exemplo, aos movimentos da mão que segura a câmera.
Notem como uma fonte de luz forte pode reproduzir o fenômeno:
Esquema de Lens Flare. Fonte: Wikipedia
Exemplo da formação de um ponto “extra” causado por Lens Flare.
Fonte: Wikipedia
Mais exemplos de Lens Flare:
Fonte: Wikipedia
Fonte: WhatsApp
Fonte: Internet
Lens Flare com arco-íris duplo. Fonte: Twitter
Fonte: WhatsApp
Fonte: WhatsApp
Fonte: WhatsApp
Agora, um caso bem interessante. A imagem abaixo foi enviada em nosso grupo:
Fonte: WhatsApp
Notam-se várias luzes nos céus. Nossos olhos atentos rapidamente perceberam que as luzes eram, na verdade, reflexos nas lentes internas da câmera. Verifiquem que os padrões se repetem, de forma inversa:
Fonte: WhatsApp
Outra análise, feita em grupo de WhatsApp, por Toni Inajar:
Nesta primeira foto, notam-se quatro luzes no céu:
Fonte: WhatsApp
Em seguida, Toni realizou a medição utilizando ferramentas simples de edição de imagem e constatou, utilizando as leis da física, que as tais luzes no céu possuíam a mesma distância e angulação, referente ao ponto central, das luzes abaixo da foto, ou seja, são realmente um reflexo. Daí a importância em se analisar a imagem original, sem zoom e sem cortes, de modo a ser possível determinar o “ponto central” da mesma, a partir do qual o estudo é feito.
Fonte: WhatsApp
Para fechar com chave de ouro, copiou as luzes da parte inferior, as inverteu e comparou com as luzes do céu:
Fonte: WhatsApp
Outra análise de foto by Toni Inajar:
Fonte: WhatsApp
A técnica que Toni nos ensina deve ser realizada na imagem em tamanho original e consiste em:
identificar o ponto central da foto (vide linhas vermelhas);
criar uma linha entre o objeto mais luminoso e o “orb” (vide a linha amarela);
verificar que esta linha amarela passa pelo centro da imagem;
verificar que a distância entre o ponto mais luminoso e o “orb”, a partir do centro da imagem, é idêntico.
De certa forma, podemos afirmar que existe uma certa similaridade entre a pesquisa do ufólogo e o inquérito policial. Não é à toa que Toni Inajar Kurowski, considerado um dos mais importantes especialistas em exame de fotos e filmes de discos voadores, é perito criminal do Instituto da Polícia Civil do Paraná e coordena o Grupo de Análises de Imagens da Revista UFO, da qual também é coeditor. É isso aí, nada melhor do que aprender com o melhor especialista brasileiro em análise de imagens, quiçá do mundo!
Mas tudo tem explicação então? Não existem OVNIs?
Lembremos, entretanto, que, apesar de a maior parte das imagens de supostos OVNIs possuírem explicações lógicas, há aqueles 1% de imagens ou vídeos inconclusivos, e é para isso que estamos aqui!Nem tudo é sujeira ou reflexo nos vidros, Lens Flare, Orb, Rod, Blurfo, Drone, Balão, etc.. Mas, como estudiosos ou pesquisadores, temos a obrigação moral de analisar cada imagem.
Há milhares de registros de objetos voadores não identificados capturados em fotos ou filmes cujas análises são inconclusivas e podem SIM, talvez, se referirem a naves espaciais reais.
Nos próximos posts, continuaremos a detalhar a identificação de possíveis causas naturais. No próximo artigo abordaremos os Black Spots, Orbs, Rods e Blurfos.
Finalizando, gostaria de lembrar, novamente, que não faz parte dos objetivos do Grupo de Estudos Ufologia Integral Brasil – UIB – analisar imagens ou vídeos; os artigos fornecem apenas orientações iniciais sobre o assunto, de modo que cada um possa realizar seus próprios estudos e análises.
FaTaMoRGaNa tem 49 anos e trabalha em Governança de TIC. Desde pequena sempre acreditou, ou melhor, sempre teve a CERTEZA da existência de vida fora do planetinha azul. A obra de Deus é infinita e não iria se restringir ao que nossos olhos conseguem enxergar. Já presenciou luzes e objetos não identificados, mas espera um dia perder o medo para conseguir uma experiência de contato mais concreta.
Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.
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