“Sirianos” é um nome genérico para designar duas civilizações que provêm dos sistemas estelares Sirius A e Sirius B, ambas localizadas na constelação Canis Maior.
Como eles são?
Os seres de Sirius B, segundo Johnny Sands, que teve contato com um deles em 29 de janeiro de 1976, na periferia da cidade de Pahrump, localizada em Nevada, nos EUA, possuem tamanho médio de um humano normal, cabeça em formato de diamante, olhos estrábicos, nariz curto, boca fina e brânquias no lugar de onde seriam as orelhas.
Já os seres de Sirius A podem ter forma humana ou felina, possuindo grande capacidade psíquica e telepática que, por se originar no chakra cardíaco, faz com que a comunicação destes seres se dê através de sentimentos e emoções amorosas. Pertencem à Confederação Intergaláctica de Planetas, são uma raça artística e espiritual, por utilizarem a música e a arte para se expressarem à realidade externa e, às vezes, reencarnam como golfinhos e baleias na Terra para ajudar na estabilização da grade energética de Gaia, através dos oceanos.
Qual o objetivo deles?
Vários autores de blogs e sites afirmam que os seres de Sirius B participam de programas de intercâmbio e cooperação de tecnologia militar com humanos, visando nos capacitar para enfrentar uma potencial ameaça extraterrestre. Esses seres, quando agem na Terra, assumiriam a forma dos famosos homens de preto, conforme o documentário Os Caçadores de OVNIs: Os Silenciadores.
Por outro lado, os seres de Sirius A assistiriam a humanidade na construção de uma sociedade mais ecológica, justa, igualitária e emancipatória, alterando, aos poucos, a “grade de energia bio-magnética do Planeta Gaia”. Além disso, atuariam através da Confederação Intergalactica de Planetas, que é uma espécie de ONU celestial composta por milhares de mundos desenvolvidos da Via Láctea, como orientadores ou guias na evolução de Gaia e de todos os seres vivos que nela habitam, incentivando-os a evoluírem pelo despertar e expansão da consciência.
Fontes:
. Guia da Tipologia Extraterrestre de Thiago Ticchetti
. Post do Instagram do UIB sobre os sirianos
. Documentário disponível no YouTube: Os Caçadores de Ovnis: Os Silenciadores
Felipe Viana é biólogo, mora em Niterói, Rio de Janeiro, e desde muito pequeno sempre se interessou em estudar os temas de Ufologia, Espiritualidade, Parapsicologia, Física Quântica e afins
Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.
Equipe UIB
https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Sirianos2.jpeg352927Felipehttps://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/LOGO-GRUPO-Recuperado-2.pngFelipe2020-07-01 16:44:332024-07-23 12:43:01Quem são os Sirianos?
Neste post, resolvemos fazer um especial somente sobre alguns tipos de nuvens e como elas podem se assemelhar a supostas camuflagens para naves alienígenas mas que, na realidade, são apenas fenômenos naturais presenciados desde sempre.
Ora, esta autora tem a certeza de que os extraterrestres, caso precisassem transitar pela nossa terceira dimensão, seguramente tomariam algumas precauções para não serem percebidos pela multidão o que, muito provavelmente, causaria pânico desnecessário.
Desse modo, me parece lógico que tecnologias capazes de transpor distâncias inimagináveis, para nós, certamente também seriam capazes de produzir efeitos de camuflagem adequados, de modo a passarem desapercebidos. Portanto, não faria sentido algum que naves, ao se esconderem, mantivessem seus formatos originais discoides, como abaixo:
Nave camuflada? Crédito: hypeness.com
A imagem acima certamente lembra uma nave clássica discoide “adâmica” (em homenagem a George Adamski, pioneiro em fotografar supostas naves), aparentemente “camuflada” como nuvem, mas será mesmo uma nave? Será que não haveria outra explicação?
Sim, não é uma nave camuflada e a explicação é bem simples: trata-se de uma nuvem lenticular, extremamente bela e bastante comum. Nos tópicos abaixo falaremos um pouco sobre esse tipo e algumas outras formações de nuvens que nos remetem à aparência de naves ou OVNIs, mas que representam fenômenos meteorológicos absolutamente explicáveis pela ciência.
Nuvens lenticulares
Frequentemente confundidas com OVNIs, as Nuvens Lenticulares são formações estacionárias de nuvens que se formam em altitude. São incrivelmente bonitas, às vezes observadas também no topo de montanhas ou de colinas, permanecendo imóveis e podendo “pairar” sobre uma montanha por vários dias, até que o vento ou outras condições climáticas as dispersem.
Obviamente que não se tratam de “naves extraterrestres camufladas”, pois, conforme comentei acima, seria uma camuflagem nada adequada, já que manteria justamente o formato da nave, não acham?
Abaixo, nuvens que chamaram atenção de moradores do Vale do Paraíba, em 2017:
Nuvens Lenticulares no Vale do Paraíba, em 2017 (Crédito: Rodrigo Alves/ Vanguarda Repórter)
Vejamos mais alguns exemplos:
Nuvem lenticular. (Crédito: farbitis.ru)
Nuvem lenticular. (Crédito: hypeness.com)
Nuvem lenticular. (Crédito: hypeness.com)
Nuvem Lenticular. (Crédito: Pinterest)
Nuvem lenticular. (Crédito: hypeness.com)
Nuvem Lenticular com imagem capturada em 15/6/2020 em Milborne Wick, Somerset, UK. (Crédito: Amy Whitewick em cloudappreciationsociety.org)
Nuvem Mammatus
O nome faz referência a “mamas” ou “seios”. As Nuvens Mammatus são também conhecidas por mamma ou mammatocumulus, e se apresentam com um padrão de “bolsas” na parte inferior de outras nuvens, com extensão de até 3 quilômetros e altitude que pode chegar a 500 metros, sendo compostas por gelo, água ou, ainda, uma mistura destes elementos.
Ao contrário da maioria das nuvens, são formadas por ar ascendente, com ocorrência mais frequente antes da passagem de grandes tempestades. Não são orbs nem frotas de naves extraterrestres, ok? Vamos aos exemplos:
Nuvens Mammatus. (Crédito: Craig Lindsay – Obra do próprio, CC BY-SA 3.0 https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=20052822)
Nuvem Mammatus, em foto tirada em Minnesota , em 2005. (Crédito: Zachary Hauri (Wikimedia Commons))
Nuvem Mammatus, foto tirada em Tulsa, Oklahoma, USA, em 2/6/1973. (Crédito: NOAA Photo Library and NSSL)
Nuvem Mammatus. (Crédito: Pinterest)
Nuvem Mammatus, foto tirada em Nebraska. (Crédito: Jorn C. Olson)
Nuvem Mammatus, foto tirada na Bélgica em 4/5/2020. (Crédito: Tomkey em cloudappreciationsociety.org)
Nuvens Supercélulas
Podem se formar em qualquer região da Terra, mas são mais comumente vistas nos Estados Unidos. São gigantescas nuvens de tempestade que se assemelham a um cogumelo nuclear.
Elas se formam quando uma corrente de ar frio descendente se encontra e entra numa corrente de ar ascendente, causando grandes nuvens com formação curiosa e grandes tempestades.
Confiram a beleza singular e amedrontadora dessas formações:
Nuvem Supercélula em foto tirada no Chaparral, em 3/4/2004. (Crédito: Greg Lundeen (Wikimedia Commons))
Nuvem Supercélula registrada em Wyoming em 18/5/2014.
(Crédito: Basehunters Chasing /apod.nasa.gov)
Nuvem Supercélula em imagem registrada próximo ao Texas, em 21/5/2012.
(Crédito: hyperscience.com)
Nuvem Supercélula formada em Laguna – SC. (Crédito: Ronaldo Amboni)
Nuvem Supercélula com raios. (Crédito: Pinterest/ tonightssky.org)
Shelf Cloud ou Nuvem Prateleira
Shelf Cloud ou Nuvem Prateleira trata-se de uma rara formação de nuvem, baixa, extremamente densa e horizontal e que se forma exatamente abaixo de uma grande nuvem Supercélula, conforme vimos acima. Geralmente é causadora de fortes chuvas, ventos, raios, granizo, e até mesmo tornados.
Shelf Cloud na Praia do Campeche em Florianópolis.
(Crédito: Reprodução/NSC TV)
Shelf Cloud em Abelardo Luz. (Crédito: Bruno Dalabetta/Divulgação/ND)
Shelf Cloud em São Domingos. Crédito: Rádio Rainha das Quedas/Divulgação/ND
Nuvem de Rolo, Nuvem Glória da Manhã ou Morning Glory Cloud
Chamadas às vezes de “nuvens de rolo”, ou “nuvem em formato de onda”, as Nuvens Glória da Manhã são um fenômeno meteorológico muito raro, no qual se forma uma ou mais espécies de “rolo” gigantesco a baixa altitude, de até 200 metros, com espessura em torno de 1000 metros de comprimento por até 2000 metros de largura, deslocando-se em velocidade de até 60 km por hora.
Há algumas teorias que tentam explicar o fenômeno, e a mais aceita é que os rolos se formam do choque de correntes de vento em direções contrárias, dentro de algumas condições específicas de temperatura e umidade e ocorrendo de forma contínua, durante horas.
Certa vez, ouvi um conhecido defender a tese de que essas formações seriam “camuflagem para a passagem de naves extraterrestres”. Às vezes, as pessoas gostam de complicar as explicações, não acham?
Bom, vejamos algumas imagens dessas nuvens: Nuvem Glória da Manhã. (Crédito: curiososabio.com.br)
Nuvem Glória da Manhã. (Crédito: fenomenosr.blogspot.com)
Nuvem Glória da Manhã. (Crédito: fenomenosr.blogspot.com)
Nuvem Glória da Manhã. (Crédito: fenomenosr.blogspot.com)
Nuvem Glória da Manhã. (Crédito: hypescience.com)
Nuvem Glória da Manhã, em registro realizado em São Conrado – RJ. Crédito: Jorge Ricardo (Facebook)
Irisação, Nuvens Iridescentes, Arco-íris de fogo, Arco Circum-horizontal
A iridescência, ou seja, a série de reflexos brilhantes coloridos da luz, que percebemos nos arco-íris, na madrepérola, em bolhas de sabão, etc, é causada pela difração da luz, que transpassa gotículas d´água e de cristais de gelo presentes nas nuvens e se divide em belas cores.
Segundo Samantha, do site Meteoropole, “as nuvens iridescentes não são um tipo especial de nuvens (como as nuvens mesosféricas ou nuvens noctilucentes): são apenas nuvens que sofreram o processo de iridescência, independentemente de sua classificação, embora o fenômeno normalmente é observado associado a nuvens altocumulus, cirrocumulus, cirrus e nuvens lenticulares”.
É um fenômeno não muito comum, mas perfeitamente explicado, ou seja, não se trata de algo paranormal ou referente a naves extraterrestres.
Vejamos alguns exemplos do fenômeno:
Nuvem iridescente, capturada sobre o sul da Flórida, nos Estados Unidos. (Crédito: Hyperscience.com)
Nuvem iridescente ocorrida no dia 31 de dezembro de 2013, por volta das 17 horas, no balneário gaivotas, em Itanhaém.
(Crédito: Fernando Vrech (Creative Commons))
Imagem registrada em Palmas – TO – Brasil na manhã do dia 23/04/2017. (Crédito: Eduardo Silva Ries (Creative Commons))
Nuvens iridescentes a partir de um avião sobrevoando o Quênia. Foto de 13/11/2013, feita por Martin Popek (Twitter)
Fenômeno semelhante é o que ocorre com arco-íris de fogo ou arcos circum-horizontais, que formam faixas de cores semelhantes aos arco-íris, entretanto paralelas ao horizonte, não devendo ser confundido com a nuvem iridescente.
Ele é, na verdade, um halo similar em aparência a um arco-íris, horizontal, causado pela refração através de cristais de gelo ou água líquida, como na imagem abaixo:
Arco Circum-horizontal. Imagem registrada em Bom Jardim de Minas – MG, em 4/2/2016. (Crédito: Rodolfo Amaro (Flickr.com))
Finalmente, um fenômeno meteorológico sensacional e raro, no qual se forma um tipo de “buraco” nas nuvens, como se uma “grande nave-mãe tivesse acabado de passar por lá”, ou então, como alguns defendem, “uma nave gigante camuflada”, ou, ainda, como um “Portal Interdimensional”:
Hole Punch Cloud na Austria, imagem capturada em 17/8/2008. (Crédito: H. Raab (Wikimedia Commons))
Também conhecido por Fallstreak Holes, Cloud Holes, etc, esse fenômeno dá origem a um grande buraco elíptico ou circular, ocorrendo principalmente em nuvens do tipo cirrocumulos ou altocumulus.
Neste fenômeno, quando os cristais de gelo se formam, um efeito dominó é acionado devido ao processo de Bergeron, fazendo com que as gotículas de água ao redor dos cristais se evaporem: isso deixa um buraco grande, geralmente circular, na nuvem (Wikipedia).
Outra explicação interessante seria que, quando as partículas de gelo se condensam, acabam “caindo” e deixando o buraco arredondado. De qualquer modo, o buraco cresce muito rapidamente, levando alguns incautos a confundirem o fenômeno com naves extraterrestres.
Vejamos alguns exemplos:
Hole Punch Cloud em imagem capturada em Beer, Devon, UK, em 10/6/2020 (Crédito: Graham Looker em cloudappreciationsociety.org)
Hole Punch Cloud em imagem capturada em Warr Acres, Oklahoma City, em 2/1/2010 (Crédito: Paul Franson (Wikimedia Commons))
Hole Punch Cloud. (Crédito: hipercultura.com)
Hole Punch Cloud, que também lembra um tipo de “Portal”. Imagem capturada em Stockton, na Califórnia, em maio de 2014. (Crédito: Daily Mail)
Hole Punch Cloud, imagem capturada nos Emirados Árabes Unidos em 17/3/2019. Crédito: (Reprodução/Vídeo/Twitter/Ebrahim Al Jarwan)
Mas vocês não acreditam em nada, então?
Lógico que acreditamos! E, no meu caso, particularmente, quem me conhece sabe da minha dedicação ao estudo dos fenômenos ditos “supranormais”, dentre os quais se encaixa a Ufologia.
Porém, como diz uma das administradoras do UIB, “ter um pé no ceticismo é sempre saudável”, ou seja, não devemos acreditar em qualquer coisa que nos apresente. É necessário, cada vez mais, que busquemos conhecimento (opa, essa frase é de um suposto “extraterrestre famoso”!) para obtermos as ferramentas necessárias para a análise e estudo dos fenômenos ufológicos de uma forma lógica, coerente e, sempre que possível, baseados em metodologia e conhecimentos científicos, e é justamente o que estamos tentando fazer, com esta série de artigos sobre a análise de imagens, descartando, primeiramente, aquelas que apresentam explicação razoável, para, finalmente, nos concentrarmos nas que podem nos levar a representações genuínas do fenômeno.
Nos próximos artigos continuaremos a apresentar mais algumas ocorrências de fenômenos elétricos, rastros de condensação, círculos ou anéis de fogo, balões, pipas com led, interpretações errôneas, fraudes, etc.
Finalizando, gostaria de lembrar, novamente, que não faz parte dos objetivos do Grupo de Estudos Ufologia Integral Brasil – UIB – analisar imagens ou vídeos; os artigos fornecem apenas orientações iniciais sobre o assunto, de modo que cada um possa realizar seus próprios estudos e análises.
FaTaMoRGaNa tem 49 anos e trabalha em Governança de TIC. Desde pequena sempre acreditou, ou melhor, sempre teve a CERTEZA da existência de vida fora do planetinha azul. A obra de Deus é infinita e não iria se restringir ao que nossos olhos conseguem enxergar. Já presenciou luzes e objetos não identificados, mas espera um dia perder o medo para conseguir uma experiência de contato mais concreta.
Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.
Equipe UIB
https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/1-Lenticular3.jpg363550FaTaMoRGaNahttps://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/LOGO-GRUPO-Recuperado-2.pngFaTaMoRGaNa2020-06-23 21:49:142020-06-23 21:49:175 - Noções básicas de análise de imagens e vídeos - Naves camufladas ou Nuvens?
Os Telosianos fazem parte de uma raça extraterrestre que, há muito tempo, é catalogada como uma civilizaçãointraterrestre, por estar distribuída em várias colônias no interior da crosta terrestre, integrantes de um reino chamado de Agartha, que seria caracterizado por possuir várias colônias e uma cidade chamada Shamballa.
Ainda é dito que são os lemurianos e atlantes do passado. A colônia mais famosa seria a colônia Telos, que ficaria embaixo do Monte Shasta, no estado estadunidense da Califórnia, o que explica o porquê do nome “telosianos“, que seria uma forma de nomear agarthianos pertencentes a essa colônia chamada de Telos.
Quanto ao Reino de Agartha, afirma-se que já fora visitado pelo almirante estadunidense Richard Byrd há várias décadas atrás e se estenderia de polo a polo.
E como eles são? E de onde vieram?
Segundo o controverso livro “Intervenção Planetária“, de Ted Heidk, e o almirante citado, eles são basicamente humanos altos. As poucas fontes que falam da sua origem natural, como o livro referido acima, afirmam que eles vieram de um planeta localizado numa supergigante vermelha chamada Aldebarã, localizada na constelação do Touro.
E sobre as intenções deles para com a Terra há duas hipóteses: a primeira, menos ruim, diz que teriam como objetivo ajudar a humanidade da superfície a aprender um pouco mais sobre sua história e outras verdades cósmicas, de modo a restaurar a longevidade humana, estopinar o despertar da consciência, expandir a mente para além dos sistemas de crenças e fazer o Homo sapiens proteger mais a biosfera.
Já a hipótese “ruim” afirma que, um pouco antes da Segunda Guerra Mundial, esses seres interferiram na ascensão do nazifascismo na Europa (principalmente na Alemanha), doando conhecimentos e tecnologias militares em troca de um refúgio para uma base subterrânea na Antártica, mas sem dizer o motivo para o pacto, o que faz com que essa hipótese seja a menos lógica e mais irracional, e, com isso, fazendo com que a hipótese mais aceita seja a primeira.
.Jones, Aurélia Louise. Telos, livro I, Revelações da Nova Lemuria, Almenara Editorial 2017.
Imagem da capa: Pinterest
Felipe Viana é biólogo, mora em Niterói, Rio de Janeiro, e desde muito pequeno sempre se interessou em estudar os temas de Ufologia, Espiritualidade, Parapsicologia, Física Quântica e afins
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https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/agarthianos.jpeg700488Felipehttps://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/LOGO-GRUPO-Recuperado-2.pngFelipe2020-06-18 20:06:182024-07-23 12:43:09Agarthianos de Telos
No primeiro post, falamos sobre a importância em se utilizar a metodologia e o conhecimento científicos para o estudo dos fenômenos ufológicos. No segundoe terceiro posts, mostramos como identificar sujeiras, reflexos, os famosos efeitos ópticos lens flare, os intrigantes “pontos negros”, às vezes confundidos com “Nibiru”, além de casos de orbs, rods e blurfos.
Neste post, falaremos um pouco sobre Halos Solares e Lunares, Parélios e Paraselenes (Sundogs e Moondogs), Raios Verdes (Green Flashes), “Gloria”, Colunas de Luz, Luzes de Terremoto e Explosões de Transformadores Elétricos. Algumas pessoas confundem esses fenômenos absolutamente explicáveis com OVNIs.
Halos
São fenômenos naturais que ocorrem quando há presença de cristais de gelo na atmosfera. Um halo é um anel de luz ao redor de um corpo celeste, como o Sol ou a Lua. Formam-se na troposfera superior terrestre, entre 5 a 10 quilômetros de altitude, pela luz refletida e refratada pelos cristais de gelo, às vezes decomposta em cores, de forma semelhante aos arco-íris.
Os halos podem ser simples, como os abaixo:
Halo Solar. Fonte: Wikipedia
Halo Lunar com astro à esquerda. Fonte: Stephen Balaban (Wikipedia)
Duplos Sóis, Parélios ou Sundogs
Acima, vimos efeitos de halos simples, sejam solares, sejam lunares. Entretanto, halos também podem ser mais complexos, nos fenômenos chamados de “Duplo Sol”, Parélio ou Sundog.
Representam um fenômeno óptico atmosférico membro da família dos halos, que consiste em pontos brilhantes à esquerda e/ou à direita do Sol.
Os parélios geralmente aparecem como uma dupla de manchas de luz sutilmente coloridas, cerca de 22° à esquerda e à direita do Sol, e à mesma altura acima do horizonte como o Sol. Visíveis em qualquer lugar do mundo durante qualquer estação, porém são mais visíveis quando o Sol está perto do horizonte. Alguns exemplos:
Halo Solar e Parélio. Fonte: Pinterest
Halo Solar e Parélio. Fonte: Pinterest
Halo Solar e Parélio. Fonte: Pinterest
Halo Solar e Parélio. Fonte: Pinterest
Halo solar e Parélio. Fonte: Wikipedia, Commander John Bortniak, NOAA Corps. Image ID: corp1608, NOAA Corps Collection, Domínio público
Halo Solar com Parélio e Lens Flare. Fonte: pnnoticia.com.br
Parélio com Lens Flare na Suécia, em 2017. Crédito: Hákan Hammar
Um parélio “esticado” ao longo do sol. Fonte: Wikipedia
Moondog, Moon Mock ou Paraselene
Existe o Sundog, que é o Duplo Sol ou parélio, e também existe o fenômeno de Moondog , Moon Mock (Falsa Lua) ou Paraselene (nome científico que significa “ao lado da Lua”), resultante do mesmo fenômeno de refração da luz que acontece com o Sol, porém, nestes casos, com a Lua, em especial na fase Cheia e quando se encontra próxima ao horizonte:
Um Halo ao redor da Lua e um par de moondogs sobre o observatório da Universidade de Alberta, em Edmonton, Canadá, em 27/3/2010. Fonte: Vdsluys (Wikipedia)
Paraselene em cirros finos em Socorro, New Mexico, em 2/11/2001. Fonte: atoptics.co.uk.
Crédito: Marcella Giulia Pace
Um par de moondogs sobre Didcot, England, em 25/10/2015. Crédito: Annajohepworth (Wikipedia)
Moon Dog no Alasca, EUA. Créditos: Sebastian Saarloos
Moon Dog. Crédito: Matin Turner
Moon Dog. Fonte: The 2005 Old Farmer’s Almanac
Moon Dog. Crédito: Martin Ratcliffe
Green Flash ou Raio Verde
Fenômeno óptico meteorológico raro, causado pela refração da luz na atmosfera, no qual um pequeno raio ou flash, da cor verde, surge e desaparece rapidamente, imediatamente antes do nascer do Sol ou imediatamente antes do desaparecimento do Sol no horizonte, geralmente no mar.
Para conseguir observá-lo, são necessários três requisitos presentes: um horizonte aberto (campo aberto ou, se for o mar, que esteja calmo), ar limpo e horizonte sem nuvens. Vejamos alguns exemplos:
Raio Verde. Fonte: farbitis.ru
Raio Verde. Fonte: farbitis.ru
Raio Verde. Fonte: Wikimedia Commons
Na parte inferior da imagem acima, estão ampliados os estágios de um raio verde. Crédito: Brocken Inaglory
“Gloria”
“Glória” é um fenômeno óptico, causado pela luz dispersa em gotículas em suspensão, no qual vários círculos concêntricos, de diversas cores, ficam em volta dos objetos, mas num escopo menor do que um arco-íris. Segundo o físico brasileiro Herch Moysés Nussenzveig, “a energia da luz retornada pela glória se origina principalmente do tunelamento da luz, quando raios de luz que não passam pela gotícula ainda conseguem transferir energia para a mesma”. (Wikipedia)
Glória em torno da sombra de um avião, registrada no Canadá, em Agosto de 2005. Fonte: Wikimedia Commons
Espectro de Brocken e Gloria. Wikimedia Commons
Gloria em helicóptero. Fonte: Wikipedia.
Gloria. Fonte: farbitis.ru
Colunas, Postes ou Pilares de Luz
São fenômenos naturais resultantes da reflexão da luz nas milhões de partículas de cristais de gelo próximos à superfície, formando colunas verticais de luz, semelhante a holofotes. Podem ocorrer durante o dia, com a luz do Sol, mas também podem ocorrer à noite, com a luz da Lua e, até, com luzes artificiais. Vejamos alguns exemplos:
Pilar de Luz Solar. Fonte: farbitis.ru
Pilar de Luz. Fonte: farbitis.ru
Pilar de Luz. Crédito: Kevin Povenz
Pilar de Luz / Pilar de Lua. Créditos: AntAntarctic
Vemos, na imagem abaixo, uma coluna de luz formada a partir de iluminação noturna artificial:
Pilares de luz noturnos. Wikimedia Commons
Luzes de Terremoto
As Luzes de terremoto ou EQL (ou “Earthquake Lights”) correspondem a um fenômeno aéreo luminoso, similar a uma aurora boreal, que surge no céu sobre áreas onde ocorrem atritos tectônicos, atividades sísmicas ou erupções vulcânicas, que acabam por gerar cargas elétricas, semelhantes a clarões de relâmpagos ou de explosões de transformadores, sendo especialmente visíveis à noite.
Há registros históricos desses fenômenos, como dois dias antes do terremoto de 1906 em San Francisco, por exemplo, quando casal relatou ter visto raios de luz no céu. Em 1998, “um globo brilhante de luzes rosa e púrpura foi visto 11 dias antes de um terremoto devastador em Quebec, no Canadá. (…) Pouco antes do sismo de 2009 em L’Aquila, na Itália, transeuntes viram “chamas de luz” saindo dos paralelepípedos no centro histórico da cidade poucos segundos antes do tremor. Câmeras de segurança também registraram raios de luz durante o terremoto de magnitude 8,0 em Pisco, no Peru, em 2007. Vários vídeos publicados no YouTube mostram esferas de luz na época do terremoto seguido de tsunami em Fukushima, no Japão, em 2011 ”. (bbc.com)
Estranhos globos de luz foram vistos após o terremoto de Fukushima. Foto: NHK em bbc.com
Porém, o caso mais recente diz respeito a um terremoto ocorrido no México em 2017 e lembra muito os casos explosões de transformadores, que serão abordados no próximo tópico:
As luzes apareceram em diferentes partes do México durante o terremoto. Foto: Twitter/@orlaherrera em bbc.com
Supostas luzes vistas antes de um terremoto no Novo México, nos EUA (Foto: Wikimedia Commons, em revistagalileu.globo.com)
Luzes de Terremoto no Monte Kimyo no Japão, em 1968. Foto: Mr. Kuribayashi, em nationalgeographic.co.uk
Luzes de Terremoto na Romênia, em 1977. Foto: Seismological Research Letters em citeseerx.ist.psu.edu
Explosões de Transformadores Elétricos
Fenômenos relativamente comum nos dias de hoje, chama atenção o fato de causar fortes emissões de luz, por vezes azuladas, resultado das moléculas do ar excitadas ou ionizadas, cujos gases liberados resultam nessa cor, vistos, inclusive, a longas distâncias:
Imagem de transformador elétrico que explodiu em Nova York em 2018. Foto: Reprodução/Twitter
Imagem de transformador elétrico que explodiu em Nova York em 2018. Foto: cdn-0.hypescience.com
Explosão em fios de alta tensão em Monte Carmelo, em 2016. Crédito: patrocinioonline.com.br
Explosão de transformador na subestação da CELG de Jaraguá, em 2017. Fonte: folhadejaragua.com.br
Explosão de transformador na Vila Gumercindo, Zona Sul de São Paulo, em 2019
Mas então somos céticos? Não existem OVNIs?
Não somos céticos, acreditamos nos fenômenos ufológicos! Porém, como estudiosos ou pesquisadores, temos a obrigação de analisar cada imagem e descartar ou desmistificar a quantidade de imagens e vídeos fake ou com explicações lógicas que rolam por aí, de modo a podermos justamente nos concentrar naquelas que, quem sabe, possam mostrar algo realmente interessante para a Ufologia!
Nos próximos artigos continuaremos a apresentar alguns casos de fenômenos elétricos, círculos ou anéis de fogo, balões, pipas com led, interpretações errôneas, fraudes, etc!
Finalizando, gostaria de lembrar, novamente, que não faz parte dos objetivos do Grupo de Estudos Ufologia Integral Brasil – UIB – analisar imagens ou vídeos; os artigos fornecem apenas orientações iniciais sobre o assunto, de modo que cada um possa realizar seus próprios estudos e análises.
FaTaMoRGaNa tem 49 anos e trabalha em Governança de TIC. Desde pequena sempre acreditou, ou melhor, sempre teve a CERTEZA da existência de vida fora do planetinha azul. A obra de Deus é infinita e não iria se restringir ao que nossos olhos conseguem enxergar. Já presenciou luzes e objetos não identificados, mas espera um dia perder o medo para conseguir uma experiência de contato mais concreta.
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Vou deixar aqui uma experiência própria. Meu nome é Cláudia, hoje tenho 51 anos de idade.
Em julho de 1991, eu estava com 22 anos e morava na cidade de São João da Boa Vista – SP. Para quem não sabe, essa cidade é também conhecida como a cidade dos Crepúsculos Maravilhosos e cercada pela Serra da Mantiqueira, quase divisa com o Estado de Minas Gerais.
Bem, era noite, já passava das 22h, quando saí da casa de minha mãe, juntamente com minha irmã caçula, que na época tinha 12 anos. Naquela noite, iríamos dormir na casa de minha tia, que morava a uns 4 quarteirões da casa de minha mãe. A rua era uma descida e estava bem deserta, a noite estava fria e o céu estava limpo e estrelado.
Lembro que faltava um quarteirão para chegarmos quando, de repente, olhamos pra cima e vimos algo muito, mas muito estranho… a uns vinte metros de altura, estava parado algo redondo e não era grande mas, debaixo desse objeto, havia quatro círculos das seguintes cores: vermelho, amarelo, azul e verde, que giravam ao contrário uns dos outros e brilhavam incessantemente. Aquele objeto ficou parado por aproximadamente uns 2 minutos, que pareceu uma eternidade.
Ali ficamos paradas e não tínhamos pernas para correr. Se ficamos com medo? Não sei explicar, foi uma sensação de medo, deslumbre, curiosidade, enfim, um misto de sentimentos indefinidos, é esta a palavra.
Enquanto olhávamos para cima, paralisadas, em questão de centésimos de segundos o objetivo voou em direção ao mirante no alto da serra, desaparecendo de nossas vistas. Enfim, eu e minha irmã chegamos na casa de minha tia sem fôlego e sem voz.
Na época, meu primo Marcelo servia a Aeronáutica em Pirassununga – SP. Naquele dia ele estava em casa, contamos o ocorrido, mas, embora não tivesse acreditado em nós, ele subiu na laje da casa para ver se via alguma coisa. Claro que não foi possível.
Passada uma semana, quando retornou da Aeronáutica, ele mesmo me disse que a Aeronáutica havia identificado, na região, “Ar Revirado”.
Eu particularmente, nunca tinha ouvido essa expressão, pesquisei, mas nada encontrei. Enfim, essa foi minha experiência com um objeto que, tenho certeza, não pertencia ao nosso planeta.
Cláudia Martins Marçola tem 51 anos, nascida em São Paulo, mas morou basicamente toda sua vida na Cidade dos Crepúsculos Maravilhosos: São João da Boa Vista – SP. Formada em RH, embora não exerça, casada e mãe de duas lindas moças: Aline e Analice Marçola. Atualmente trabalha em um consultório médico. Ama a Ufologia e é encantada com tudo que se refere a vidas em outros mundos. Afinal , Jesus disse: Há muitas moradas na Casa de Meu Pai.
Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.
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https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Mistérios-da-Serra-da-Mantiqueira.jpeg10801080Cláudia Martins Marçolahttps://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/LOGO-GRUPO-Recuperado-2.pngCláudia Martins Marçola2020-06-04 20:42:562020-06-08 18:33:13Mistérios da Serra da Mantiqueira
Os Alpha Centaurianos são uma civilização extraterrestre proveniente da constelação Centauro e estrela Alpha Centauri. Mas, sobre seu planeta de origem, será realmente Apu, como colocado no livro “Os Extraterrestres do Planeta Apu” de Ricardo González?
Segundo o contatado Kapetanovic, esses seres, na verdade, teriam vindo de um outro ponto do cosmoverso, após o planeta verdadeiramente originário deles ter sido destruído. Com essa diáspora que surgiu após o cataclisma pelo qual passaram, se estabeleceram em Apu e, posteriormente, em bases subterrâneas na Terra.
Mas qual seria o objetivo deles para com a Terra?
Segundo o livro “Os Extraterrestres do Planeta Apu”, eles vieram para, além de tentar a sobrevivência deles em bases subterrâneas na Cordilheira dos Andes e em outros pontos da Terra, advertir sobre nosso futuro caso sigamos por um caminho não muito agradável.
E como eles são fisicamente?
Segundo vários contatados como o citado acima, Donato Cervantes e Vikto Novi, possuem uma aparência de um ser humano comum de aproximadamente 35 anos e com altura de 2,70 m, além de terem olhos um pouco puxados.
A julgar pelo tamanho semelhante ao do Homo sapiens, pode significar que vieram de um planeta de mesma massa que a Terra, mas que, segundo o contatado Kapetanovic, não é Apu, que pode ser só um planeta com condições ambientais semelhantes ao de seu planeta natal.
Felipe Viana é biólogo, mora em Niterói, Rio de Janeiro, e desde muito pequeno sempre se interessou em estudar os temas de Ufologia, Espiritualidade, Parapsicologia, Física Quântica e afins
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O avistamento ocorreu em 2018, quando resolvi fazer um intercâmbio em uma cidadezinha de 400 habitantes chamada Harrington, no estado de Washington, Estados Unidos.
Não somos nós, intercambistas, quem escolhemos a família, cidade, ou região. A organização do programa foi quem escolheu o local, de acordo com a disponibilidade da família. Como se não bastasse a cidade ser pequena e no fim do mundo, ainda fui escolhido por uma família fazendeira, que morava a 5 km afastada da cidade.
Mapa da cidade de Harrington, Washington. Fonte: google map view.
Nesta fazenda, morava comigo outro estudante do Vietnã, o Khoi, que me acompanhava em praticamente tudo. Meu “host father” era aquele fazendeiro raiz que, desde pequeno, morou em cidades minúsculas e, apesar de ser meio fechado, me contou que vivenciou algumas experiências bizarras, segundo ele, com alienígenas.
Gabriel e o vietnamita Khoi, na estrada da cidade Harrington. (vídeo do autor)
Certo dia, nossos “host parents” haviam saído para a cidade e só voltariam pela madrugada. No dia 25 de setembro, eu e Khoi, o intercambista vietnamita, ficamos com as obrigações de cuidar da casa, e de noite, preparar o leite de três bezerros que haviam sido abandonados pela mãe e desde então, estavam sendo criados por nós mesmos.
Entrada da fazenda em Harrington. (imagem do autor)
Por volta das 22:00, eu e Khoi saímos do quarto para preparar o balde com leite e levar para os “bebês”, como chamávamos os bezerros. Ao sair de casa, não os achamos, o que já foi estranho, pois estes filhotes sempre nos aguardavam perto do portão, no horário habitual, para a alimentação, onde pendurávamos o balde com o leite na árvore.
Ao voltarmos para a casa, ouvimos um barulho muito alto, parecia um som de um avião a jato; aquilo nos assustou, pois parecia que algo cairia em cima de nós e, como reação, nos abaixamos até o chão com a mão na cabeça, e o barulho se foi.
Quando o barulho cessou, eu me levantei, saí do deck da casa, que era coberto, e olhei para o céu. Foi quando vi, em cima da casa, sobrevoando numa distancia de 20 metros, um objeto grande e achatado, com formato triangular, todo preto, com luzes vermelhas e verdes muito fortes.
Imagem ilustrativa do formato da nave, fornecida pelo autor.
O objeto tinha a dimensão da casa. O que nos deixou intrigados e assustados foi que este diminui seu movimento lentamente, não chegava a 10 km por hora, tornou-se silencioso e parecia flutuar acima da casa.
Ao vermos o objeto próximo acima de nós, ficamos tão assustados que corremos em segundos para dentro da casa, onde, ao chegar, liguei imediatamente para os meus pais no Brasil, tamanho foi meu susto.
Eu só sei que, quando resolvemos sair para fora da casa, após 5 minutos, não havia mais nada no céu, o objeto não deixou sequer um rastro de luz no céu, misteriosamente havia desaparecido.
Foi uma experiência assustadora pra mim, mas como sou alguém que sempre acreditou, me senti aliviado de ter conseguido, nessa vida ainda, ter tido contato com o que sempre quis provar pra mim mesmo.
Quando nossos “Host Parents” chegaram de madrugada, contamos para eles, e meu host father nos disse que era mais comum do que se pensava, e que não tínhamos motivos para nos preocupar.
Um dado curioso sobre a cidade é que se trata da mesma cidade onde vive Peter Davenport, diretor do National UFO Reporting Center, onde mantém um observatório, mas este saía muito pouco de casa.
Espero que gostem da história. Nunca fui atrás de explicação e nem conversei com Davenport, do qual me arrependo muito.
Gabriel mora em São Paulo capital, tem 18 anos, e desde pequeno tem forte interesse em saber mais sobre UFO’s. Estuda Administração de Empresas com Marketing.
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https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/05/WA.jpeg10801080Gabriel Burgohttps://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/LOGO-GRUPO-Recuperado-2.pngGabriel Burgo2020-06-02 18:08:552020-06-03 00:05:37Ovni na fazenda em Harrington, Washington
Os membros do Grupo de Estudos e Pesquisas Ufologia Integral Brasil, se reuniram e fizeram uma lista com sugestões de séries com a temática ufológica. A lista de séries indicadas não se restringiu aos contatos extraterrestres, mas também foram incluídas as séries que abordam a variedade de temas dentro da ufologia que estudamos nas diferentes vertentes, como os fenômenos anômalos, portais dimensionais, viagens interplanetárias, contatados, paranormalidade, telepatia, realidades paralelas, seres híbridos, abduções, futuro planetário, astronomia, exobiologia, etc.
Segue a nossa lista de séries e já prepare a pipoca!
1- Arquivo X 2- Taken 3- Dark 4- The Gift 5 – Inexplicável ( History) 6. O universo ( History/Netflix) 7 – Star Trek 8. The 4400 9. Cosmos 10. Star Trek Discovery (Netflix) 11 Colony 12- Falling skies 13 – Jornada nas estrelas 14 – The expanse 15- Nightflyiers 16- Stargate atlantis 17 – Outra vida 18 – Projeto livro azul 19 – The invaders 20 – Firefly 21 – Os extraterrestres na batalha final 22 – Arquivo roswel 23- Babylon 5 24 – The neighbors 25 – Visitantes 26 – Defiance 27 – Battlestar Galactica (Prime) 28 – OA 29 – Fringe 30- Under the Dome 31- Manifest 32 – Perdidos no Espaço (Lost Space ) 33 – Star Wars 34. Altered Carbon 35. Invasão América
https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-02-at-12.13.04-PM1.jpeg601800ufologiaintegralbrasil@gmail.comhttps://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/LOGO-GRUPO-Recuperado-2.pngufologiaintegralbrasil@gmail.com2020-06-02 17:58:092020-06-02 18:31:24Dicas de Séries do Ufologia Integral Brasil
Os Andromedanos representam uma raça extraterrestre citada, primeiramente, pelo pesquisador e canalizador Alex Colier, que afirma terem se originado dos Lyrianos e se instalado na constelação de Andrômeda, mais especificamente no sistema estelar Zenetae.
Colier descreve a natureza dos Andromedanos como:
“Tudo o que eles criam tecnologicamente é utilizado para o avanço da espécie deles. Tudo é apenas para fins educacionais mas, eventualmente, pode ser usado para a defesa. O que os Andromedanos fazem é enviar seus filhos para a escola pelo período terrestre de 150 a 200 anos, onde eles aprendem todos os aspectos das artes e ciências, tornando-se mestres em tudo. Nesse ponto, após a conclusão dos estudos, eles tem a possibilidade de escolher o que querem fazer, mas podem mudar de área a qualquer momento. Como tudo é para a educação, eles nunca conceberiam a criação de uma televisão para distração por exemplo. Tudo tem a finalidade de ajudá-los a evoluir, mas sua ciência e tecnologia podem ser usados para fins defensivos, principalmente seus aparatos militares holográficos.”
Os objetivos dessa tipologia extraterrestre consiste em deliberar, através do conselho de Andrômeda, formado por 140 sistemas estelares, além de Zenetae, sobre os destinos de planetas mais atrasados, como a Terra, bem como buscar formas de orientá-los em sua evolução intelectual e espiritual.
Segundo vários contatos com essa raça extraterrestre, eles possuem o tamanho humano, são bípedes, sem presença de pelos, calvos, cabeça ovalada, olhos de gato, nariz estreito e comprido, boca humana e um pescoço um pouco estreito e comprido.
A julgar pelas características de tamanho, significa que poderiam ter vindo de um planeta com mais ou menos a mesma massa que a Terra. Sua fisionomia humana pode indicar uma origem hominídea, assim como os humanos da Terra e os Pleiadianos. E, a julgar pelo pescoço comprido e estreito, pode significar que tenham se originado de um hominídeo que detinha o pescoço comprido também. Mas por que a garganta assim? Talvez para alcançar alimentos em lugares altos, o que levanta a hipótese de serem vegetarianos ou onívoros ou, então, seria um vestígio evolutivo que, na sua configuração pré-histórica, talvez teria sido usado para enxergar predadores e/ou presas distantes ou, ainda, que estivessem no outro lado de barreiras naturais como rochedos, arbustos e afins.
Felipe Viana é biólogo, mora em Niterói, Rio de Janeiro, e desde muito pequeno sempre se interessou em estudar os temas de Ufologia, Espiritualidade, Parapsicologia, Física Quântica e afins
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https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Andromedanos.jpeg352927Felipehttps://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/LOGO-GRUPO-Recuperado-2.pngFelipe2020-05-27 13:30:182024-07-23 12:46:22Quem são os Andromedanos?
O ufólogo Dr. Júlio Cesar Acosta-Navarro é médico cardiologista, membro da Sociedade Brasileira de Cardiologia, da Associação de Medicina Intensiva Brasileira e da Sociedade Brasileira de Nutrologia. Fundador e responsável pela Academia Latino Americana de Ufologia Científica – LAASU, torna público o seu Manifesto: Inteligências Extraterrestres em Contato com a Humanidade.
É autor de várias publicações científicas e cinco livros em temas na fronteira da ciência, sendo dois deles na área da Ufologia Científica e a Exopolítica: “El Síndrome del capitalismo: prognóstico reservado. El extraordinário caso de Vitko Novi” (2009) e “Odisea en los Andes: El año en que hicimos contacto” (2016).
Neste artigo, Dr. Júlio C. Acosta-Navarro respondeu prontamente às perguntas do Grupo de Estudos Ufologia Integral Brasil sobre o documento apresentado.
Dr. Julio Cesar Acosta-Navarro
Bia Vall (UIB): Qual a importância desse manifesto?
Dr Júlio Acosta-Navarro: “Este manifesto é uma afirmação conclusiva em torno de uma problemática que acompanha a sociedade contemporânea nas últimas sete décadas, em torno do fenômeno ufológico. Este documento tem o caráter de denúncia ou cobrança para o fenômeno e se trata, também, de uma declaração político-científica.
Sua importância é lançar, nos tempos atuais, por meio de um processo de análise, pesquisa, que inclui os estudos prévios e empíricos, a observação de mais de 40 anos do formulador do manifesto, na minha pessoa, dedicados ao tema. Não é um manifesto espiritualista ou ideológico, mas, sim, procedente de uma mente científica e intelectual, produto de uma vida de uma intelectualidade de formação ortodoxa, sobre um problema contemporâneo da maior importância.”
Bia Vall (UIB): Quais as consequências deste manifesto?
Dr Júlio C. Acosta-Navarro: “O manifesto foi lançado oficialmente no mês de outubro de 2019, tendo agora maior veiculação, e vem ao encontro das declarações recentes do Pentágono pelo governo norte-americano sobre a autenticidade das várias afirmações sobre OVNIs das forças militares.
O manifesto, ao tornar-se público, colabora para o qual acreditamos ser mais um processo afirmativo da presença de vida extraterrestre. O documento tem seu valor social, científico e político. Quanto maior o conhecimento e sua divulgação, mais se pretende levar luz a uma problemática que é uma realidade transcendente para a humanidade.”
Bia Vall (UIB): Como as pessoas da sociedade civil podem contribuir com o manifesto?
Dr Júlio C Acosta-Navarro: “Tudo começa com o acesso das pessoas a este manifesto, pois vem de uma atividade acadêmica que, desde sua origem, além das questões científicas, tem seu valor social. Aprendi que, na ciência, qualquer descoberta, qualquer técnica cirúrgica, não deveria ter seu valor na economia, mas sim na ação social. As pessoas podem ajudar traduzindo, divulgando, levando a diante a informação. O manifesto já está traduzido na versão em espanhol, e será traduzido para o inglês; esperamos voluntários para outras línguas.
As pessoas também podem tomar conhecimento da Academia Latino Americana de Ufologia Científica e, se quiserem, podem ingressar na pesquisa.”
Bia Vall é fonoaudióloga, paulistana. Apaixonada por viagens e estudos da consciência. Idealizadora do Projeto Ufologia Integral Brasil
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https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/05/LAASU.jpg568669Bia Vallhttps://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/LOGO-GRUPO-Recuperado-2.pngBia Vall2020-05-27 12:49:272020-05-27 13:35:08Manifesto: Inteligências Extraterrestres em Contato com a Humanidade