3 – Noções básicas de análise de imagens e vídeos – black spots, orbs, rods e blurfos

Conforme já dissemos em posts anteriores, ufólogos como Toni Inajar afirmam que, infelizmente, 99% das imagens analisadas possuem explicação lógica. Nosso intuito é justamente filtrar as possíveis causas naturais e chegarmos aos tais 1% de imagens que poderiam, quem sabe, realmente retratar algo especial!

No primeiro post, falamos da importância em se utilizar a metodologia e o conhecimento científicos para o estudo dos fenômenos ufológicos. No segundo post, abordamos como podemos identificar sujeiras, reflexos e os famosos efeitos ópticos lens flare.

Continuando os estudos, neste artigo abordaremos outros fenômenos interessantes, os tais “pontos negros”, às vezes confundidos com “Nibiru”, além de casos de orbs, rods e blurfos.

Black Spots ou pontos negros

Bom, discussões à parte acerca a existência (ou não) do planeta “Nibiru”, muitas vezes, nestes alguns anos de estudo, deparei-me com posts sobre o tal “Nibiru” ter sido, supostamente, detectado em fotografias e filmagens quando, a um olhar mais atento, vislumbramos tratarem-se, algumas vezes, de efeitos de flare lens, mas, algumas vezes, do efeito tratado neste item: “pixeis desligados”!

Como assim, pixeis desligados?

Esse é um problema comum das primeiras gerações das câmeras digitais, com sensores de luz mais antigos, e ainda presentes em parte das câmeras de segurança atuais. Cada câmera digital possui um sensor eletrônico de imagem que converte luz em sinais eletrônicos. Se o objeto é muito brilhante,  como o Sol, ele pode sobrecarregar o sensor, ultrapassando sua capacidade de processamento, fazendo com que os capacitores de cada um dos pixeis se desliguem, formando o tal “ponto preto”. Vários pontos pretos desligados dão a impressão de uma pequena bola preta no Sol. Vejam alguns exemplos:

Fonte: www.foundmyself.com


Fonte: viewzone.com


Fonte: viewzone.com


Fonte: quora.com

 



Fonte: uulight.net


Fonte: Twitter


Fonte: imgur.com/

 

Orbs

Orbs, em inglês, quer dizer “esferas”, e se referem a fenômenos relativamente novos, que surgiram com as primeiras câmeras digitais, na década de 1990, onde “bolas” de luz aparecem nas imagens e vídeos:

Fonte: WhatsApp

Há muita controvérsia com relação ao que sejam realmente os orbs. Muitos pensam que as estranhas esferas ou bolas de luz captadas em fotos ou vídeos são fenômenos paranormais, como personificações de espíritos, elementais, bolas de energia e, até mesmo, sondas extraterrestres.

Apesar de esta autora acreditar nas possibilidades paranormais, infelizmente constatamos que a maior parte das imagens de orbs difundidas nas redes sociais têm explicação científica.

Trata-se de um fenômeno bastante conhecido em fotografia, que ocorre geralmente com câmeras digitais (orbs obtidos em imagens feitas em máquinas de rolo são muito raras) em cenas com pouca luz, quando se utiliza o flash da câmera. Nesta situação, as partículas suspensas no ar (também pode ocorrer em fotos debaixo d’ água) como poeira, esporos de mofo, pólen, chuva ou insetos refletem a luz do flash e são captadas pelas lentes da câmara de modo desfocado, dando a impressão de serem muito maiores do que realmente são.

O renomado ufólogo Claudeir Covo estudou o fenômeno e concluiu que o orb sempre será circular quando o diafragma da câmera estiver totalmente aberto; porém, quando o diafragma se apresentar levemente fechado, o orb se apresentará de acordo com a quantidade de palhetas do diafragma, que pode ser tetragonal, pentagonal, hexagonal, etc., conforme a imagem abaixo:


Diafragma de câmera fotográfica
Fonte: https://fotografiamais.com.br/diafragma-camera/


Agora, se o orb estiver aparecendo atrás de algum objeto ou pessoa, onde seria impossível refletir alguma luz, ou se a esfera apresentar maior densidade do que os objetos ao redor, se apresentar brilho ou iluminação próprios ou se mover independentemente do vento, então, quem sabe, realmente possa tratar-se de um fenômeno paranormal ou até extraterrestre.

Vejamos alguns exempos de “orbs”:


Fonte: Wikipedia



Fonte: Wikipedia




Fonte: WhatsApp

Veja, abaixo, vídeos mostrando experiências práticas sobre ORBs, conduzidas pelo ufólogo Claudeir Covo:

https://www.youtube.com/watch?v=3FkrLvY8tPY

https://www.youtube.com/watch?v=2bqLaWljPSE


Rods

Rods, traduzidos literalmente como “bastões” ou “bastonetes”, referem-se a objetos alongados e luminosos que aparecem em imagens e vídeos. Do mesmo modo que os orbs, algumas pessoas atribuem tais fenômenos a ocorrências paranormais, elementais, formas de vida extraterrestre, criaturas extradimensionais ou OVNIs muito pequenos.

Um dos mais declarados defensores dos rods como formas de vida alienígenas foi o falecido ufólogo e produtor cinematográfico Jose Escamilla, que afirmou ter sido o primeiro a filmá-los em 1994 em Roswell, Novo México, enquanto tentava filmar um OVNI. Mais tarde, Escamilla fez vídeos adicionais e começou a ministrar palestras, chegando a lançar documentários sobre o encobrimento de OVNIs.

Crédito: José Escamilla. Fonte: Revista UFO número 110 (2005)

Entretanto, atualmente sabe-se que esses artefatos em forma de bastonetes aparecem comumente em vídeo e fotografia, normalmente em locais de pouca luminosidade, como resultado de uma ilusão de ótica devido ao desfoque de movimento, especialmente na gravação de vídeo entrelaçada, e são tipicamente trilhas de insetos voadores e de seus batimentos de asas.

Também chamados de Skyfish (“peixes do céu”, literalmente), estão presentes na natureza, mas voam rápido demais para que possamos enxergá-los. São anomalias lineares capturadas (geralmente) em vídeo, não vistos a olho nu. Raramente são capturados com o uso de câmeras fotográficas, mas isso é possível, desde que sejam utilizados tempos de exposição relativamente longos.

Vejamos mais exemplos de rods:


Mariposas sendo atraídas por um holofote e o efeito Rod
Fonte: Wikipedia


Rods voadores. Fonte: northcoastjournal.com


Fonte: aage-nost.com


Fonte: cryptidz.fandom.com


Fonte: Whatsapp


Fonte: Whatsapp


Fonte: Whatsapp


Fonte: Whatsapp


Fonte: Whatsapp


Veja, abaixo, um vídeo com uma experiência prática sobre Rods, conduzida pelo ufólogo Claudeir Covo:

https://www.youtube.com/watch?v=-FKN5pqMDFk


Blurfos

O termo Blurfo é um neologismo da língua inglesa, composto pelas palavras blur (borrão, nódoa, mancha) e UFO (Unidentified Flying Object, ou seja, Objeto Voador Não Identificado – OVNI). São imagens que, quando analisadas atentamente, percebe-se serem objetos que passam muito rapidamente em frente à câmera ou filmadora e se encontram fora do foco.

Alguns estudiosos chamam essa área “fora de foco” de “Blurfo Zone” ou “Zona de Blurfo”. O ufólogo Gevaerd os apelidou, carinhosamente, de “passarinhóvnis“. Vejam as explicações nos infográficos abaixo:

Fonte: rense.com

Qualquer objeto passando por essa zona desfocada (próximo à câmera quando o foco estiver no infinito ou então quando estamos utilizando o ZOOM para focalizar objetos distantes) acaba se transformando em bolhas, manchas, discos, rastros, etc. Pequenos insetos ou aves parecerão grandes e escuros.

Fonte: rense.com

Vejamos alguns exemplos:

Fonte: rense.com



Fonte: lightsinthetexassky.blogspot.com



Fonte: ansuitalia.it

Acessem o artigo completo “Blurfos não são UFOS”, no nosso site, aqui.

Mas tudo tem explicação então? Não existem OVNIs?

Lembremos, entretanto, que, apesar de a maior parte das imagens de supostos OVNIs possuírem explicações lógicas, há aqueles 1% de imagens ou vídeos inconclusivos, e é para isso que estamos aqui! Nem tudo é sujeira ou reflexo nos vidros, Lens Flare, Orb, Rod, Blurfo, etc.. Mas, como estudiosos ou pesquisadores, temos a obrigação moral de analisar cada imagem.

Há milhares de registros de objetos voadores não identificados capturados em fotos ou filmes cujas análises são inconclusivas e podem SIM, talvez, se referirem a naves espaciais reais.

Nos próximos posts, continuaremos a detalhar a identificação de possíveis causas naturais. Pretendemos, no próximo artigo, falar um pouquinho sobre halos solares, círculos ou anéis de fumaça, nuvens lenticulares, raios, relâmpagos, raio bola, fogo fátuo e afins…

Finalizando, gostaria de lembrar, novamente, que não faz parte dos objetivos do Grupo de Estudos Ufologia Integral Brasil – UIB – analisar imagens ou vídeos; os artigos fornecem apenas orientações iniciais sobre o assunto, de modo que cada um possa realizar seus próprios estudos e análises.

Fontes:
https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/blurfos-nao-sao-ufos/
https://fotografiamais.com.br/diafragma-camera/
https://www.northcoastjournal.com/NewsBlog/archives/2015/08/09/humbug-flying-rods
http://www.aage-nost.com/419573331?i=141396121
https://cryptidz.fandom.com/wiki/Air_Rods
https://rense.com/general49/blurfo.htm
http://lightsinthetexassky.blogspot.com/2010/07/is-it-bird-bug-or-is-it-ufo-blurfos.html
http://www.ansuitalia.it/Portale/articoli/45-polemiche/1490-i-rods-i-blurfo-gli-orbs-e-gli-scettici.html

https://www.foundmyself.com/Vlub/art/thres-a-black-spot-on-the-sun-today/44730

http://www.viewzone.com/blacksun.html

http://moblog.net/view/80078/theres-a-little-black-spot-on-the-sun-today

http://www.uulight.net/en/sun/index.html

https://old.ufo.com.br/entrevistas/rods-uma-nova-forma-de-vida/

https://rationalwiki.org/wiki/Jose_Escamilla

Fontes audiovisuais:
https://www.youtube.com/watch?v=3FkrLvY8tPY
https://www.youtube.com/watch?v=2bqLaWljPSE
https://www.youtube.com/watch?v=-FKN5pqMDFk

FaTaMoRGaNa tem 49 anos e trabalha em Governança de TIC. Desde pequena sempre acreditou, ou melhor, sempre teve a CERTEZA da existência de vida fora do planetinha azul. A obra de Deus é infinita e não iria se restringir ao que nossos olhos conseguem enxergar. Já presenciou luzes e objetos não identificados, mas espera um dia perder o medo para conseguir uma experiência de contato mais concreta.

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

Equipe UIB

2 – Noções básicas de análise de imagens e vídeos – sujeiras, reflexos e lens flare

No primeiro post, falamos da importância em se utilizar a metodologia e o conhecimento científicos para o estudo dos fenômenos ufológicos e apresentamos algumas dicas para quem vai fotografar ou filmar, além de um guia básico para a análise de fotos ou vídeos:

Levantamento de possíveis causas naturais ou explicáveis, como planetas ou estrelas, chuva de meteoros, aeronaves, drones, balões, sinalizadores, nuvens, relâmpagos, pássaros, insetos, refrações da luz em partículas suspensas no ar ou nas lentes das câmeras, faróis, luzes em torres;

Obtenção de informações complementares, como data, hora, local, possibilidade de eventos fortuitos como festas, exercícios militares, etc., e, finalmente,

– A análise das imagens ou vídeos propriamente dita, utilizando softwares específicos, como Adobe Photoshop, Premiere ou outros.

Neste artigo, abordaremos como a sujeira, gotas d’ água, distorções da luz devido a, por exemplo, a reflexos, além de algumas situações específicas, podem, mais do que imaginamos, nos levar a erros de interpretação.

Conforme já dissemos, ufólogos como Toni Inajar afirmam que, infelizmente, 99% das imagens analisadas possuem explicação lógica. No entanto, aqueles 1% realmente instigam nossa imaginação e fascinam a todos os apaixonados pelo assunto. Bora, então, aprender a separar o joio da jóia, quero dizer, do trigo!

“Quando tirei a foto, não percebi nada, somente quando olhei depois!”

É muito comum pessoas fotografarem uma cena absolutamente comum, uma paisagem e, somente depois, perceberem que existe algum objeto “intruso” onde não deveria estar, sendo imediatamente reportado como um “OVNI”. Um olhar mais atento ao suposto intrometido e, principalmente, ao cenário, permite-nos investigar a ocorrência e concluir, na grande maioria dos casos, se tratar de algo perfeitamente explicável, como sujeiras ou gotas d’ água nas lentes das câmeras ou nas vidraças do local, conforme constataremos nos exemplos abaixo.

Gotas d´água nas lentes das câmeras fotográficas ou nos vidro

A imagem abaixo causou alvoroço na internet, há algum tempo, quando passaram a divulgar que as câmeras do Google Maps haviam tirado foto de um OVNI! Confira abaixo a foto, originalmente disponível em https://maps.app.goo.gl/xYCqa8ePfryixafaA (acessado em 13/5/2020):

Fonte: Google Maps

Veja o que aparece bem no centro da imagem acima, claramente uma gota d’ água nas lentes da câmera.


Abaixo, outro caso interessante, reportado ao BUFORA:

Fonte: bufora.org.uk

Olhando atentamente para a fotografia acima, podemos ver que existem inúmeras reflexões e até podemos ler a hora e a data na reflexão do comprovante de estacionamento no painel do carro, comprovando ter sido a foto tirada de dentro do carro, por detrás de uma janela de vidro. O objeto no centro, contudo, aparenta ser realmente uma gota d água. Especial atenção ao lago ou oceano próximo.

Abaixo, outra imagem enviada ao BUFORA para análise:

Fonte: bufora.org.uk

A fotografia acima foi obviamente tirada através do parabrisa de um carro e mostra, um pouco abaixo de sua região central, algo que poderia ser interpretado como um OVNI. Porém, o cenário revela nuvens carregadas de chuva e, embora não pareça estar chovendo, é provável que algumas gotas já tenham se antecipado a cair.


Abaixo, mais um caso que, a princípio, causaria talvez dúvidas, tirada por uma pessoa membro do nosso grupo de estudos:

Fonte: WhatsApp

Questionada, a pessoa confirmou que a foto foi tirada de dentro de um veículo. Nota-se a gota d’ água, em formato alongado, e seu rastro.


Sujeira nas vidraças

A foto abaixo foi tirada em 2015 no Aeroporto de Fortaleza e também causou bastante confusão no meio ufológico:


Fonte: WhatsApp

Ampliação da foto anterior. Fonte: WhatsApp

Porém, caso fosse um objeto realmente grande, pairando sobre o aeroporto, certamente outras pessoas teriam tirado foto (o que não ocorreu) e, quem sabe, até os radares o teriam registrado. Observem o cenário: a vidraça apresenta vários pequenos rastros semelhantes, denotando tratar-se do mesmo tipo de material, ou seja, sujeira.


Abaixo, mais um caso reportado à BUFORA:

Fonte: bufora.org.uk

Acima, nota-se que a fotografia foi tirada através de uma janela com defeito de fabricação e sujeira aderida ao vidro.


Reflexos em vidraças ou vidros

A reflexão da luz, a grosso modo, é um fenômeno óptico que acontece quando a luz incide numa superfície refletora e se propaga conforme seu ângulo de incidência.

Quanto mais plana a superfície, mais a reflexão é regular, sendo os feixes de luz refletidos bem definidos. Um bom exemplo seriam os espelhos; entretanto, vidraças de edifícios ou de veículos costumam também refletir parte das luzes, causando bastante confusão entre os neófitos na ufologia, como veremos nos exemplos a seguir.

A fotografia abaixo foi tirada por esta autora, em 2019, em testes de demonstração sobre o fenômeno de reflexos em vidraças:

Foto: Fatamorgana

O interessante é que o reflexo aparenta estar por detrás da grade, o que poderia causar certa confusão de interpretação.


A imagem abaixo foi tirada recentemente no Terminal Intermodal de Maringá:

Fonte: Facebook

Olhando atentamente, percebe-se o reflexo de spots de led sendo refletidos na vidraça interna do local.



Fonte: tudointeressante.com.br

Nesta foto acima, novamente, observa-se o reflexo de luminárias em formato de disco.


Abaixo, foto tirada de dentro de avião comercial e enviada à BUFORA, para análise:

Fonte: bufora.org.uk

Na foto acima, a testemunha reporta ter fotografado três “OVNIs em forma de esfera ou Orbs”, pela janela do avião. Nesse caso, possivelmente a luz do sol entrou pela janela, refletiu-se em algo dentro do avião e retornou para a janela, refletindo-se novamente na parte interna das paredes duplas e causando essa impressão.

Vejam mais casos em https://bufora.org.uk/Reflecting-on-UFO-Images.php


Lens Flare

Lens Flare, em tradução livre “reflexo da lente”, é uma aberração óptica, um erro, causado pelo desvio da luz que passa através daquele sistema ótico, em decorrência de reflexões internas e de imperfeições materiais das lentes.

Assim, a luz se desvia e acaba não convergindo para os pontos “corretos”, produzindo artefatos indesejados na imagem. Acontece, principalmente, em resposta a fontes de luz muito brilhantes.

Lentes com “zooms” tendem a exibir maior reflexos de lente, pois contêm um número relativamente grande de interfaces nas quais a dispersão interna pode ocorrer. Esses mecanismos diferem do mecanismo de geração da imagem focada, que depende dos raios da refração da luz do próprio objeto.

Os fabricantes necessitam prever formas de corrigir esses sistemas ópticos, de modo a compensar tais aberrações, mas isto eleva, e muito, o preço das lentes. Assim, a maioria das câmeras está sujeira ao Lens Flare.

Algumas pessoas pensam tratar-se de “orbs” (tipo de sondas luminosas extraterrestres). Vimos que, na realidade, aberrações ópticas são extremamente comuns e explicam facilmente o fenômeno. Abordaremos especificamente os “orbs” nos próximos tópicos.

Perceba que a bola de luz também pode se movimentar, conforme a câmera se movimenta também, obedecendo, por exemplo, aos movimentos da mão que segura a câmera.

Notem como uma fonte de luz forte pode reproduzir o fenômeno:

Esquema de Lens Flare. Fonte: Wikipedia

 



Exemplo da formação de um ponto “extra” causado por Lens Flare.

Fonte: Wikipedia


Mais exemplos de Lens Flare:

Fonte: Wikipedia


Fonte: WhatsApp


Fonte: Internet


Lens Flare com arco-íris duplo. Fonte: Twitter



Fonte: WhatsApp


Fonte: WhatsApp


Fonte: WhatsApp


Agora, um caso bem interessante. A imagem abaixo foi enviada em nosso grupo:

Fonte: WhatsApp

Notam-se várias luzes nos céus. Nossos olhos atentos rapidamente perceberam que as luzes eram, na verdade, reflexos nas lentes internas da câmera. Verifiquem que os padrões se repetem, de forma inversa:

Fonte: WhatsApp


Outra análise, feita em grupo de WhatsApp, por Toni Inajar:

Nesta primeira foto, notam-se quatro luzes no céu:

Fonte: WhatsApp

Em seguida, Toni realizou a medição utilizando ferramentas simples de edição de imagem e constatou, utilizando as leis da física, que as tais luzes no céu possuíam a mesma distância e angulação, referente ao ponto central, das luzes abaixo da foto, ou seja, são realmente um reflexo. Daí a importância em se analisar a imagem original, sem zoom e sem cortes, de modo a ser possível determinar o “ponto central” da mesma, a partir do qual o estudo é feito.

Fonte: WhatsApp

Para fechar com chave de ouro, copiou as luzes da parte inferior, as inverteu e comparou com as luzes do céu:

Fonte: WhatsApp


Outra análise de foto by Toni Inajar:

Fonte: WhatsApp

A técnica que Toni nos ensina deve ser realizada na imagem em tamanho original e consiste em:

  • identificar o ponto central da foto (vide linhas vermelhas);
  • criar uma linha entre o objeto mais luminoso e o “orb” (vide a linha amarela);
  • verificar que esta linha amarela passa pelo centro da imagem;
  • verificar que a distância entre o ponto mais luminoso e o “orb”, a partir do centro da imagem, é idêntico.

De certa forma, podemos afirmar que existe uma certa similaridade entre a pesquisa do ufólogo e o inquérito policial. Não é à toa que Toni Inajar Kurowski, considerado um dos mais importantes especialistas em exame de fotos e filmes de discos voadores, é perito criminal do Instituto da Polícia Civil do Paraná e coordena o Grupo de Análises de Imagens da Revista UFO, da qual também é coeditor. É isso aí, nada melhor do que aprender com o melhor especialista brasileiro em análise de imagens, quiçá do mundo!


Mas tudo tem explicação então? Não existem OVNIs?

Lembremos, entretanto, que, apesar de a maior parte das imagens de supostos OVNIs possuírem explicações lógicas, há aqueles 1% de imagens ou vídeos inconclusivos, e é para isso que estamos aqui! Nem tudo é sujeira ou reflexo nos vidros, Lens Flare, Orb, Rod, Blurfo, Drone, Balão, etc.. Mas, como estudiosos ou pesquisadores, temos a obrigação moral de analisar cada imagem.

Há milhares de registros de objetos voadores não identificados capturados em fotos ou filmes cujas análises são inconclusivas e podem SIM, talvez, se referirem a naves espaciais reais.

Nos próximos posts, continuaremos a detalhar a identificação de possíveis causas naturais. No próximo artigo abordaremos os Black Spots, Orbs, Rods e Blurfos.

Finalizando, gostaria de lembrar, novamente, que não faz parte dos objetivos do Grupo de Estudos Ufologia Integral Brasil – UIB – analisar imagens ou vídeos; os artigos fornecem apenas orientações iniciais sobre o assunto, de modo que cada um possa realizar seus próprios estudos e análises.

Fontes:
https://bufora.org.uk
https://fotografiamais.com.br/diafragma-camera/

FaTaMoRGaNa tem 49 anos e trabalha em Governança de TIC. Desde pequena sempre acreditou, ou melhor, sempre teve a CERTEZA da existência de vida fora do planetinha azul. A obra de Deus é infinita e não iria se restringir ao que nossos olhos conseguem enxergar. Já presenciou luzes e objetos não identificados, mas espera um dia perder o medo para conseguir uma experiência de contato mais concreta.

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

Equipe UIB

 

Anunnaki, os filhos de Anu

Teorias sobre uma possível relação entre os deuses da mitologia Suméria e o extraterrestres, propagadas por pesquisadores adeptos da hipótese do paleocontato, afirmam que uma civilização interestelar teria se deslocado para a Terra, partindo de um suposto planeta chamado Nibiru, também conhecido como Planeta X ou o 12° Planeta, tendo chegado à Terra um pouco antes do surgimento do Homo sapiens.

Deuses da mitologia suméria. Imagem: Pinterest

Porque os Anunnaki vieram à Terra? E qual foi a cronologia dos eventos da chegada desses seres?

Segundo essas teorias, os astronautas de Nibiru vieram à Terra em busca de ouro, para alguma necessidade ligada à sobrevivência em seu planeta. Chegando aqui, repartiram os domínios da Terra entre eles: “Anu subiu aos céus. Os mares, eles deram a Enki – o domínio de Apsu (o Abismo). E a Enlil, a Terra foi dada para seu domínio” (Sitchin, Zecharia –  O 12° Planeta).

Os Anunnaki seriam, então, os filhos de Anu, os que vieram dos céus. O primeiro grupo desceu ao Mar Arábico e se dirigiu para o alto do Golfo Pérsico, lá fundando a primeira cidade terrestre: E.RI.DU – “Lar no Longínquo Construído”.

O comandante, um brilhante cientista e engenheiro que adorava navegar pelos mares e cujo hobby era pescar,  era chamado de E.A. – “Aquele Cuja Casa É Água” e, muitas vezes, foi representado como um deus cercado por rios fluindo – também conhecido por Enki.

Foram iniciados trabalhos importantes de infraestrutura como canais, diques e sistemas de drenagem dos pântanos. Enki também construiu barcos capazes de navegar para locais muito distantes, dos quais trouxera metais preciosos e pedras semi-preciosas para a Suméria.

A princípio, o objetivo era extrair ouro da água do mar; todavia, o processo era extremamente dificultoso. Então, passaram a extrair o minério em minas do sudeste da África e a transportá-lo em embarcações até a Mesopotâmia, onde o metal era derretido e refinado. Após o final do processo, o ouro era transferido para uma nave intermediária que orbitava a Terra, até a passagem, de tempos em tempos, de uma nave-mãe, que levava o precioso metal para o planeta destes astronautas.

Durante o processo de exploração das reservas de ouro, os nibiruanos descobriram uma espécie de hominídeo –  o Homo erectus – que teria potencial para se tornar uma espécie inteligente. Então, após uma rebelião causada pelos Anunnaki, cansados de anos e anos de trabalho pesado nas minas, os regentes e poderosos de comando decidiram criar uma nova raça hominal para ajudar na extração dos minerais.

Exemplares desses Homo erectus passaram a ser abduzidos e tiveram infundidos, em seu DNA, os códigos genéticos dos nibiruanos, para, assim, ser criada uma espécie mais desenvolvida e resistente, que pudesse ajudar na extração nas minas de ouro. Para esse trabalho, Anu enviou para a Terra sua filha geneticista, Ninhursag.

Contudo, essa primeira manipulação genética entre os nibiruanos e os Homo erectus deu origem a híbridos inférteis – os Homo sapiens – lulus – que não interessavam aos primeiros, pois pretendiam criar um modelo de espécie que fosse capaz de se procriar naturalmente, de modo que a população aumentasse rapidamente, disponibilizando um número cada vez maior de trabalhadores para as minas de ouro.

Desse modo, realizaram uma segunda manipulação, registrada nesta inscrição egípcia: “Após Seth matar Osíris, o deus Thoth extraiu o sêmen do falo de Osíris e com ele engravidou Ísis, a esposa de Osíris, fazendo com que ela gerasse o deus Hórus” (Sampaio, Annabel. Anunnaki: os deuses astronautas). Então, criada a nova espécie, desta vez com capacidade reprodutiva, as extrações nas minas de ouro tornaram-se mais rápidas e produtivas. 

Porém, ainda segundo a autora, antes de finalizar a criação dos lulus, após uma decisão inédita, Ninhursag decidiu modificar o cérebro humano, adequando-o aos trabalhos braçais, além de limitar sua inteligência, deixando-a inferior à dos nibiruanos, evitando, assim, causar uma revolução na Terra e a libertação dessa nova humanidade. 

O que aconteceu após a criação do Homo sapiens? 

Segundo a visão de Zecharia Sitchin, apesar de os nibiruanos serem dotados de alto nível intelectual, haja vista seus profundos conhecimentos de genética, logística e viagens estelares, sua moral ou espiritualidade não era das melhores. Com isso, alguns “deuses” ou nibiruanos, transgredindo a própria lei de não interferência na evolução de outras espécies, desceram à crosta terrestre, passando a se autodenominar de nefelins, e tiveram filhos com várias fêmeas lulus, criando os chamados gigantes, que começaram a causar problemas pela Terra. 

Por fim, os nibiruanos decidiram se retirar do planeta Terra, mas não sem antes causar o dilúvio para destruir toda a tragédia social estabelecida. De acordo com Zecharia Sitchin, textos mesopotâmicos revelaram que o dilúvio ocorreu devido a mudanças climáticas ocasionadas pela passagem do 12° Planeta, ao se aproximar do Planeta Terra.

Sobre nossa origem, ainda podemos citar o livro de Edgard Armond, “Os Exilados de Capela”, o qual menciona que almas exiladas, oriundas de uma civilização evoluída moralmente, cujo nome era Capela, uma estrela pertencente à Constelação de Cocheiro, foram destinadas a encarnar na Terra em corpos primitivos, pois não estavam em compatibilidade com a moral de sua civilização de origem. Qual seria a relação desses capelinos com os Anunnaki? Teriam sido aquelas almas exiladas que deram vida aos corpos primitivos oriundos das mudanças genéticas feitas pelos Anunnaki, as quais passaram a encarnar na Terra?

Qual era a aparência dos Anunnaki ? E quando os nibiruanos voltariam à Terra? 

Quanto à aparência dos Anunnaki, não há consenso entre o autores; entretanto, tomando por base a interpretação das figuras nas artes sumérias, nota-se que apresentam aparência próxima à humana: pele clara, altos, cabelos encaracolados e roupas com armaduras.

Porém, há quem diga que os Anunnaki seriam reptilianos, embora não haja nada, na obra de Zecharia Stichin, que faça essa referência; contudo, alguns autores, como Annabel Sampaio, sustentam suas teorias baseando-se no desenvolvimento do cérebro humano tendo como origem o cérebro reptiliano, bem como nas representações de deuses em forma de serpente, associando-os às imagens dos répteis.

Finalmente, sobre o retorno dos nibiruanos, existem teorias que mencionam seu retorno a cada ciclo da órbita de Nibiru, ou seja, a cada 3.600 anos, quando este planeta se aproxima da Terra. Outras teorias, por seu turno, alegam que não há motivos para retornarem à Terra, pois já teriam atingido seus objetivos no passado.

Fontes Bibliográficas:

Armond, Edgar. Exilados de Capela. Ed Aliança,1949.

Sampaio, Annabel. Anunnaki: os deuses astronautas. Ed. Madras 2013.

Sitchin, Zecharia. O 12° Planeta. Ed. Best Seller, 1975

Fonte de site:

https://thoth3126.com.br/o-retorno-de-inanna-nibiru-01-inanna-fala/

Felipe Viana é biólogo, mora em Niterói, Rio de Janeiro, e desde muito pequeno sempre se interessou em estudar os temas de Ufologia, Espiritualidade, Parapsicologia, Física Quântica e afins

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

Equipe UIB

Quem foi o General Uchôa?

Alfredo Moacyr de Mendonça Uchôa, o “General das Estrelas”, nasceu em 21/4/1906, no município de Murici – AL, e faleceu em 5/3/1996 em Brasília – DF. Autor de livros sobre parapsicologia, ufologia, curas transcendentais, além de poesias e de sua autobiografia, desde cedo apresentou faculdades paranormais e presenciou fenômenos metafísicos, levando-o a estudar e pesquisar sobre o tema, constantemente norteado pelo seu espírito científico e crítico.

A facilidade com a lógica e os números o levou naturalmente para a matemática e afins, tornando-se Engenheiro Civil militar e professor de exatas. Porém, sua sólida formação científica nunca o impediu de considerar a existência de outros planos dimensionais e extrafísicos, possivelmente em consequência de suas inúmeras observações e experiências pessoais, por décadas.

Por outro lado, sua metodologia de análise criteriosa dos fenômenos metapsíquicos o levou a questionar, por muito tempo, as mensagens telepáticas que recebia, alegando a possibilidade de serem “coisas de sua cabeça”.

Finalmente, após inúmeras provas irrefutáveis da veracidade dos acontecimentos, capitulou e passou a aceitar essa forma de comunicação que, segundo ele, estaria destinada à humanidade do futuro. A partir do momento em que aceitou sua faculdade, inesperadamente “desbloqueou” seus canais receptivos, recebendo valiosíssimas informações, que passaram a fluir com facilidade, ao mesmo tempo complementadas por um tipo de visão hiperespacial e que o permitiu escrever o livro “Mergulho no Hiperespaço”, publicado em 1981.

Sua vida foi muito intensa e produtiva, sempre “com os pés no chão e os olhos nas estrelas”, imprescindíveis ao avanço da ciência, conforme alegava.

A Ufologia, para o General Uchôa, nunca deveria ser um fim em si mesma, mas um “instrumento valioso que contribui para a abertura dos horizontes da humanidade, permitindo-lhe seguir seu glorioso destino em direção aos universos, revelados ou não, em harmonia com seus irmãos da galáxia e extragalácticos.”

Incessante pesquisador em diversas áreas da Parapsicologia, Metapsíquica e Ufologia no Brasil e no mundo, sua obra transcende as fronteiras e os limites da ciência convencional, mantendo o seu caráter pioneiro, e muito além do seu tempo, permanecendo atual até os dias de hoje.

Como o General Uchôa acabou se interessando pela Ufologia?

Durante toda sua vida, o “supranormal”, nas palavras do próprio General Uchôa, esteve sempre presente. Entretanto, foi somente em 1960 quando, já com 54 anos, que travou contato com o tema que mudaria sua vida para sempre:

“(…) devo dizer que esta década de 60-70 foi para mim extraordinariamente rica de experiências, no sentido da “Busca da Verdade”, que venho referindo ao longo desta autobiografia. (…) nos anos subsequentes, minha vida evoluiu em tônica transcendental indiscutível, um tanto diferente da dos anos 40-60, envolvendo a pesquisa sobre os chamados Discos Voadores, visando a objetivos de contatos (…)” (Uma busca da verdade)

Em 1960, Uchôa foi admitido como estagiário da Escola Superior de Guerra (nota da autora: o mesmo que aluno), quando assistiu a um filme oficial da Força Aérea dos EUA, liberado pelo governo, sobre o avistamento de 14 objetos voadores nos céus de Washington DC:

Eis-me então, em princípio de 1960, matriculado na Escola Superior de Guerra! Éramos uma turma de 93 estagiários (estagiário chamava-se ou chama-se até hoje, não aluno), sendo 58 civis e apenas 35 militares. (…)” (Uma busca da verdade)

Uchôa continua:

O ano de 1960 reservou-me um acontecimento que, certamente, valeu pouco para os estagiários da Escola Superior de Guerra o qual foi, porém, de suma importância para mim, no sentido de estudo e pesquisas posteriores, que me vieram revolucionar a vista do próprio mundo da ciência, da filosofia e da espiritualidade. (…) Trata-se do problema dos DVs, isto é, dos Discos Voadores. É que fomos convidados (…) para assistir, na ABI, a um documentário filmado, sobre os DVs, preparado e liberado para a divulgação reservada pela Força Aérea Americana. Cada estagiário poderia levar sua esposa. Assim o fiz. Filme muito bem feito, bastante objetivo, calcado certamente em dados decorrentes de elementos colhidos nas atividades implicadas no projeto “Blue Book” que, posteriormente, viria eu a conhecer.

O filme, como disse, sem fantasias, mas com algum “suspense”, termina, afinal, com algo realmente extraordinário e tecnicamente muito bem controlado pelo sistema de gravação e “radar” do aeroporto de Washington: a visita de 14 objetos voadores às alturas de Washington. Tudo registrado, oficialmente, em filme e em áudio. Assistimos o que se teria passado na Torre de Controle: a emoção dos observadores, técnicos que acompanharam o andamento (…). Aparecerem alguns pontos indicativos, nitidamente, de objetos no radar e, logo depois, ali são vistos mais quatro pontos, deslocando-se na mesma direção. Eram, esses últimos pontos, os quatro jatos da Força Aérea Americana, que haviam decolado com a missão de pesquisa e identificação dos pontos conhecidos. Súbito, desaparecem os tais pontos indicativos dos objetos e sobrevém o comentário do técnico observador naturalmente admirado:

– É como se desaparecessem os objetos com velocidade infinita!

Hoje, sei bem que haviam, apenas, se invisibilizado!

Logo a seguir, aparecem novamente, na tela do radar, objetos análogos. Surgem, dessa vez, apenas dois jatos americanos, mantendo contato com a Torre de Controle. Aí, dá-se o oposto: os objetos se aproximam dos dois jatos e formam um anel, envolvendo-os e dispondo-se cada vez mais perto. Isso promove, naturalmente, tensão crescente nos comandos americanos, denunciada na gravação feita! Fecha-se o anel mais e mais e, de repente, tudo se desfaz, e, novamente, os objetos desaparecem instantaneamente. Os depoimentos gravados, no filme e em áudio, dos pilotos dos quatro jatos, não deixam dúvidas sobre do que se tratava.

Daí em diante, comecei a interessar-me pelos DVs, mas na contingência da época, não os pude estudar com seriedade e investigá-los pela própria natureza do fenômeno. Aparições sempre inesperadas e fugidias, avistamentos muito sujeitos a descrições fantasiosas, enganos e até mistificações conscientes ou inconscientes.” (Uma busca da verdade)

Alexânia – o início

Em 1967, fenômenos luminosos sensacionais estavam ocorrendo na Fazenda Vale do Rio d’Ouro, conhecida por “Chapadinha“, no município de Alexânia – GO, distante de Brasília cerca de 120 km. General Uchôa como foi sua a primeira experiência de Wilson Gusmão, o proprietário, também sensitivo.  Naquele momento, Wilson e Uchôa ainda não tinham se conhecido:

Achava-se ele (Wilson) praticamente só, quando viu uma luz muito brilhante, um tanto acima, na encosta da elevação à frente de sua casa. Saiu ao pátio em frente e pensou: ‘não tenho medo, aproxime-se, aproxime-se!’.

Falava como se ali estivesse uma inteligência consciente e responsável, podendo decidir. Deu-se, então, algo que dizia não saber explicar. Súbito, viu-se prostrado sobre um dos joelhos e a intensa luz bem próxima!

Desapareceu, em instantes, e ele entrou em casa um tanto sonâmbulo. Quando plenamente consciente do que se passara, em plena normalidade, assim conta ele, tinha nas mãos um escrito em caracteres estranhos que, alguns dias depois, descoberta a chave de interpretação, assim dizia:

– Paz a todo Universo! As experiências nucleares humanas estão abalando o nosso sistema!

Daí em diante, dizia o Wilson, uma frequência impressionante de objetos ou densas formações luminosas a pouca altura, no ambiente da fazenda.” (Uma busca da Verdade)

Em 1967, Antônio Praxedes, chefe da sucursal do jornal “O Globo”, antigo aluno de Paulo Uchôa (filho do General Uchôa) do NPOR de Niterói, estava planejando realizar uma reportagem sobre os estranhos fenômenos que estavam sendo relatados no local, ditos ufológicos.

Após muito insistir com o proprietário da Fazenda Vale do Rio d’ Ouro (Chapadinha), Wilson Gusmão, conseguiu autorização para fazer a reportagem e estava montando a equipe, com especialistas em videotape noturno, medição de campo eletromagnético, etc, quando algo estranho aconteceu com ele:

Praxedes estava fazendo a barba, pensando no que havia escutado dos funcionários da fazenda, sobre objetos luminosos que se movimentavam lentamente, e se imaginou visualizando aqueles objetos e os alvejando, com sua arma. De repente, se sentiu estranho, suas mãos caíram sobre a pia, deixou cair o aparelho de barbear, começou a suar frio e, imediatamente, se lembrou do caso das máscaras de chumbo em Niterói, em 1966, quando dois radiotécnicos foram encontrados mortos, cada um com uma máscara de chumbo – um caso sem solução até hoje – e, imediatamente, pensou que ele e sua equipe poderiam vir a correr perigo. E se desce um objeto? Os homens atirarão?

Então, o executivo da Globo se deu conta de que precisava de alguém para orientá-lo e procurou Paulo Uchôa para auxiliá-lo. Com muito custo, Paulo Uchôa, na época Capitão, foi liberado, juntamente com um colega, pelo seu Comandante da Polícia do Exército, para para orientar a equipe. Ambos se deslocaram e permaneceram no local fardados, a serviço do próprio Exército. Foram duas noites vigília, em que nada aconteceu. Porém, Paulo Uchôa ficou interessadíssimo pelos fenômenos e, semanas depois, retornou ao local, com membros do Instituto de Parapsicologia de Brasília, do qual era sócio fundador, para pesquisarem as ocorrências, ficando impressionadíssimos com os fenômenos luminosos inexplicáveis que tiveram a oportunidade de presenciar.

Algum tempo depois, comenta com seu pai, o General Uchôa, sobre os fenômenos que estavam acontecendo em Alexânia e o convida para as vigílias.

Já na primeira vigília, em 13/3/1968, o general, então com 62 anos, passa por um acontecimento que mudou sua vida para sempre:

Começa naquele instante, solenemente declaro, uma nova fase da minha vida, em termos de pesquisa e de acontecimentos, ou melhor, provas espirituais inesperadas, extraordinárias, que acabaram mudando o meu caminho! Intensificou-se e afirmou-se verdadeiramente a “BUSCA DA VERDADE”, que já tanto tenho mencionado. (…) Tal busca veio se afirmando, naturalmente, ao longo da minha vida, através de fenômenos extraordinários (…), (que me) conscientizaram de sua indiscutível valia e significado espiritual (…). Agora, em idade avançada, a reconheço como um processo que vem desde os meus 17 anos, de maneira inflexível e feliz! Em linguagem esotérica, diria eu: um Karma positivo, sempre e sempre implicando em perspectivas avançadas conducentes à Espiritualidade, nas auras puras da Mensagem Teosófica da Grande Fraternidade Branca, dos Excelsos Mestres de Shambala, lá nos longínquos Himalaias.

Na verdade, é chegado o momento de dizer do meu incrível e maravilhoso encontro com um desses Excelsos Mestres, exatamente na primeira noite de ida à Fazenda Rio do Ouro. (…) Lá, vivi magníficas observações e experiências sobre os Discos Voadorese, em alguns momentos, contato com a manifesta paranormalidade de muitos fenômenos ali presenciados, não só por mim, mas por tantos outros que também os buscaram! Estávamos sempre em grupo, os fenômenos sobejamente testemunhados, analisados, controlados.” (Uma Busca da Verdade)

Chegaram na sede da fazenda em Alexânia e estavam em cerca de 12 pessoas na sala, algumas armadas, quado o general sentiu uma vontade irresistível de sair para “sentir a vibração das cercanias”:

“Cheguei a pensar na ‘loucura’ daquela atitude, mas decidi que não iria apreciar ‘vibração’ alguma, caso fosse acompanhado por alguém e portando uma arma.” (Uma Busca da Verdade)

Assim, sozinho, no escuro, sem um fósforo sequer, para afastar algum tipo de animal, foi andando por um tipo de trilha e chegou numa clareira:

“Quando iniciei a subida pela tal vereda estreita, sensitivo que sempre fui, comecei a sentir como se estivesse sendo acompanhado” (…). Ora, dada a minha experiência pretérita com o paranormal, inclusive materializações de seres de fora do espaço-tempo, (…) continuei tranquilo, (…) sentindo-me muito bem, como se o suposto acompanhamento fosse positivo, seguro. Logo depois, isso ficou provado…” (Uma Busca da Verdade)

Sozinho, naquele mato, noite escura, já bem longe da casa residencial, sem qualquer arma, nem mesmo um fósforo para que pudesse espantar uma onça!… quando me viro para a direita, o meu espanto, a incrível surpresa, o imenso susto:

Bem perto de mim, pouco mais de um metro, túnica clara e cobertura um tanto luminosa, barbas pretas e fartas, olhar claro e brilhante, estava ali um homem bem mais alto do que eu. Ainda sob o impacto de tal surpresa, do grande susto, ouço falar-me, clara e pausadamente:

– Sou Yogarim. Você tem aqui uma missão: observar, pesquisar, escrever livros e divulgar! E nunca se esqueça de que, d’ora em diante, será sempre protegido por mim”

Ao pronunciar as últimas palavras, começa a rarefazer-se, ao mesmo tempo em que se inclinava como a despedir-se… e desapareceu…” (Uma Busca da Verdade)

“Nesse instante, super emocionado – e me sentindo muito feliz – faço uma reverência como a homenagear um ser realmente superior. Voltando ao estado normal, isolado como estava, sinto envolver-me uma onda de felicidade, de uma estranha alegria interna, que ainda hoje relembro com viva emoção. Imediatamente, lembrei-me da fotografia do Mestre Morya e pensei: não há dúvida, vi e ouvi o Mestre Morya e expliquei para mim mesmo não me haver ele declarado a sua verdadeira identidade, velando-a com o nome de Yogarim, naturalmente para evitar emoção maior de minha parte, pois desde muito, sabia do altíssimo status espiritual desse Mestre de grande relevo na Hierarquia da Fraternidade Branca!” (Uma Busca da Verdade)

Retornando à casa da fazenda, onde seus colegas estavam preocupados, Uchôa nada comenta com eles, somente revelando o fato à sua esposa, intrigado com o privilégio do encontro:

– Quem sou eu para merecer tal encontro, tais palavras que, nitidamente, ouvi, inclusive as de promessa de proteção? Quem sou eu para merecer um encontro com Mestre da Hierarquia Superior, Ascensionado, como Mestre Morya? Ele, que, juntamente, com seu irmão Mestre Kut-Humi, lançou a Teosofia no Mundo? Como isso foi possível?

Então, a minha esposa, Enita, pondera:

– Não se esqueça de que Jesus falou, sem distinção, com muita gente. Por que você que, desde tão cedo, muito moço, sempre estudou e se preocupou com problemas sérios de assuntos espirituais, não poderia ter um encontro desses e uma palavra do Mestre?”

Achei razoável o que ela disse. Por isso, apesar de muita consideração racional sobre o problema, fiquei otimista, esperançoso e certo da autenticidade do Mestre.” (Uma Busca da Verdade)

Mestre Morya (Fonte: grandefraternidadebranca.com.br)

O Mestre Morya, Excelso Mestre da Grande Fraternidade Branca, era o Mestre de devoção do general e teve papel fundamental na mudança profunda que ocorreu em sua vida, a partir daquele primeiro encontro. Em sua homenagem, Uchôa batizou de “Rio Morya” o pequeno riacho que atravessava seu sítio “O Cantinho da Voíta”, adquirido na região, algum tempo depois.

Toda a casuística de Alexânia está contida nos seus livros “A parapsicologia e os discos voadores” e “Mergulho no Hiperespaço” os quais, juntamente com seus demais livros, apresentam ao mundo um pouco do legado do querido “General das Estrelas”.

Os livros do General Uchôa

A partir da missão dada por seu mestre, Uchôa foi compilando suas anotações e escrevendo cada um dos seus livros, de modo a documentar seus estudos para que, sobre eles, nos debrucemos e, quem sabe, continuemos com suas pesquisas:

  • Além da parapsicologia – 5ª e 6ª dimensões da realidade (Editora Horizonte, 1968);
  • A parapsicologia e os discos voadores – O caso Alexânia (Editora Grupo de Expansão Cultural, 1973);
  • Cristo para a humanidade de hoje (Editora Horizonte, 1980);
  • Mergulho no hiperespaço – Dimensões esotéricas na pesquisa dos discos voadores (Editora Horizonte, 1981);
  • Muito além do espaço e do tempo (Editora Thesaurus, 1983);
  • O Transcendental: Curas e Fenômenos (Editora Horizonte, 1984);
  • Oásis de Luz (Editora Hyperespaço, 1988)
  • Uma busca da verdade – Autobiografia (Edição do autor, 1995)

 

Livros do General Uchôa. (Fonte: general-alfredo-moacyr-uchoa.com)

Considerações finais – o legado de Uchôa

Sensitivo, com faculdades paranormais apresentadas desde sua juventude, incessante pesquisador sobre parapsicologia, ufologia, curas transcendentais e, nas décadas finais de sua vida terrena, ufologia,  constantemente norteado pelo seu espírito científico e crítico, Uchôa deixou-nos pesquisas pessoais fartamente documentadas em suas obras.

Em especial nos últimos anos de sua vida,  não cansava de dissertar, em suas palestras e entrevistas concedidas, sobre a importância de as pesquisas sobre o “supranormal” serem norteadas pelo rigor científico, sem, no entanto, ser a ciência um fator limitador daquelas e que caberá ao homem desenvolver suas faculdades sensoriais para, futuramente, poder ter acesso a realidades mais sutis e ampliar o conhecimento científico e filosófico, além de atingir a expansão consciencial, ao conceber um novo sentido acerca da imensa dimensão da sua própria natureza e grandeza.

Finalizando, seguem algumas frases do general, compiladas por seu filho Paulo Uchôa, na Apresentação do livro “Além da Parapsicologia – 5ª e 6ª dimensões da realidade“:

A fuga do fenômeno pela impossibilidade de trazê-lo ao entendimento das leis vigentes faz com que o preconceito científico se torne um freio à evolução da própria ciência.” 

“Urge organizar-se a ciência, rompendo as barreiras do preconceito, os quistos de pensamento estratificado ou congelado, que conserva e acarinha formas caducas do proceder científico, conduzindo, dominado por crenças temerosas de outras perspectivas, outras luzes.” 

“Prova-se o fenômeno, mas daí advém um grande medo de tentar explicá-lo. Então, a ciência foge, o militar também não controla os céus (UFOs) e as coisas vão sendo deixadas de lado. Por outro lado, as religiões também não valorizam nada que possa indicar a existência de seres superiores ao homem, o qual consideram sua obra-prima da criação. De repente, aparecem seres adiantadíssimos, com inteligência e poder muito acima da humanidade. Isso não interessa nem às religiões nem à ciência.” 

“Haja coragem científica para, se necessário, transpor o aparente abismo, paradoxalmente aberto para o alto, que paralisa de espanto o audaz investigador voltado para o conhecimento da vida e vê a realidade ampliar-se ao infinito, para além de suas vistas afeitas a este mundo de três dimensões. Serão essas apenas as dimensões dessa realidade cósmica, universal? Responda, pois, a ciência com a dignidade que lhe assegure, no futuro, nobreza e glória.” 

Uchôa assevera, inúmeras vezes, que o homem somente avançará exponencialmente o seu conhecimento científico quando desenvolver além dos cinco sentidos conhecidos e passar a vislumbrar suas infinitas possibilidades:

“A diferença entre os cientistas e os grandes místicos consagrados é que, esses últimos, são sábios que alcançaram o conhecimento superior – posto que apreendem a realidade através das faculdades que desenvolveram muito além das normais.” 

“Hoje as religiões intuem, a ciência começa a mostrar e os grandes instrutores ensinam que o homem possui uma potencialidade incrível, supostamente para ser desenvolvida com o tempo.” 

“O Hiperespaço como o ambiente mais sutil, sem limites de espaço e tempo, onde o homem haverá de operar quando tiver desenvolvido, plenamente, as qualidades já demonstradas pela Parapsicologia.” 

“Quem poderá limitar, por um ponto final à ascese do ser criado, no caso a criatura humana, que veio como impulso e vida dos abismos dos diferentes outros reinos da natureza, perlustrando, já individualizada, sombrios caminhos no próprio seio da humanidade e, hoje, sensível às suas próprias intuições maiores, até se lança à conquista das estrelas? Quem marcará esse ponto final? Quem?” 

“Com o evolver do homem para estados conscienciais superiores, revelar-se-á o universo em que se contém, cada vez mais rico de possibilidades, apresentando dimensões novas, agora, vividas e compreendidas no abstrato conceitual do mundo interno do próprio ser.” 

“Cremos na contínua e gloriosa ascese da nossa humanidade a um destino maior, no amanhã de nossa civilização, quando o homem, além do conhecimento pleno do universo em extensão e profundidade, haverá, ainda, descoberto, penetrado, estudado e compreendido o universo moral em que também se contém, vivendo em plenitude seus mais nobres valores espirituais.” 

Parafraseando o General Uchôa, se o homem, com seus cinco sentidos limitados, conseguiu avançar imensamente o seu saber científico, quanto mais não poderá avançar, se desenvolver além de suas faculdades consideradas normais? Quem poderá limitar sua ascensão?

Fontes bibliográficas:

  • Uchôa, Moacyr – Além da parapsicologia – 5ª e 6ª dimensões da realidade (Editora Horizonte, 1968);
  • Uchôa, Moacyr – Uma busca da verdade – Autobiografia (Edição do autor, 1995)

Fontes audiovisuais:

FaTaMoRGaNa tem 49 anos e trabalha em Governança de TIC. Desde pequena sempre acreditou, ou melhor, sempre teve a CERTEZA da existência de vida fora do planetinha azul. A obra de Deus é infinita e não iria se restringir ao que nossos olhos conseguem enxergar. Já presenciou luzes e objetos não identificados, mas espera um dia perder o medo para conseguir uma experiência de contato mais concreta.

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

Equipe UIB

1 – Noções básicas de análise de imagens e vídeos – Introdução

A importância da Ciência para a Ufologia

Embora a Ufologia ainda não seja considerada, pela maioria dos cientistas, uma Ciência, o estudo dos fenômenos ufológicos pode e deve se utilizar de conhecimentos científicos advindos de áreas como a geologia, biologia, física, química, psicologia, dentre outros, além do uso de metodologia científica em seus processos investigatórios.

Não é à toa que um dos mais importantes especialistas em investigações de campo e em exames de fotos e filmes de discos voadores, Toni Inajar, é perito criminal, ou seja, integra aquilo que se chama de “Polícia Científica”, com metodologia rigorosíssima na apuração das evidências e sua aceitação ou rejeição como “prova” do ato delituoso.

Como analisar?

Não pretendo, neste artigo introdutório, discutir sobre o embate Ufologia x Ciência (quiçá em outro post, quem sabe?) mas, sim, apresentar ao neófito algumas noções básicas sobre a análise de imagens e vídeos sem a pretensão, no entanto, de encerrar o assunto, mesmo porque publicarei outros artigos buscando aprofundar o assunto um pouco mais.

Gostaria de deixar claro, também, que não faz parte dos objetivos do Grupo de Estudos Ufologia Integral Brasil – UIB – analisar imagens ou vídeos.

As poucas análises que efetuamos das imagens enviadas por membros e simpatizantes são apenas prévias, referentes apenas a possíveis causas naturais, além de fornecemos algumas dicas para ajudar os estudantes desses fenômenos. Nos próximos posts, também apresentaremos alguns exemplos práticos.

Basicamente, a análise de fotos ou vídeos engloba três passos: o levantamento de possíveis causas naturais ou explicáveis, como planetas ou estrelas, chuva de meteoros, aeronaves, drones, balões, sinalizadores, nuvens, relâmpagos, pássaros, insetos, refrações da luz em partículas suspensas no ar ou nas lentes das câmeras, faróis, luzes em torres, a obtenção de informações complementares, como data, hora, local, possibilidade de eventos fortuitos como festas, exercícios militares, etc., e, finalmente, a análise das imagens ou vídeos propriamente dita, utilizando softwares específicos, como Adobe Photoshop, Premiere ou outros.

Ufólogos como Toni Inajar afirmam que, infelizmente, 99% das imagens analisadas possuem explicação lógica. No entanto, aqueles 1% realmente instigam nossa imaginação e fascinam a todos os apaixonados pelo assunto.

Mas bora lá começar a compreender esse mundo dos avistamentos captados em imagens e vídeos! Antes, porém, gostaria de passar algumas dicas para quem realiza vigílias ufológicas ou que acaba sendo surpreendido por um avistamento e pretende registrar o ocorrido:

Dicas para quem vai fotografar ou filmar

Imagens ou vídeos com baixa definição, desfocados, tremidos ou então com o objeto se movimentando de um lado para o outro, sendo que, na ocasião, ele estava fixo, são praticamente impossíveis de ser analisados.

Exemplo de foto com a luz “tremida”. (Fonte: Olhares.com)

Assim, seguem algumas dicas para que o trabalho de análise seja mais produtivo:

– Procure utilizar bons equipamentos, contendo zoom óptico; zooms digitais são mais baratos, porém deixam a imagem com menor qualidade;

– Opte, sempre que possível, por filmar, em vez de fotografar, a não ser que o objeto esteja fixo, ou seja, sem movimento algum;

– Sempre mantenha na tela um ponto de referência ao objeto, como um edifício, uma montanha, um poste de luz, o horizonte, etc;

– Segure a câmera de modo firme, utilizando, se puder, tripés ou apoiando-a em superfícies fixas;

– Anote data, hora e localização exatos;

– Guarde, em local seguro, os arquivos originais das fotos ou vídeos, pois contém informações importantíssimas, como os dados  EXIF – Exchangeable Image File Format) que demonstram exatamente como, quando e onde a foto foi tirada. Explicaremos nos próximos tópicos.

Primeiro passo: analise as possíveis causas naturais

Antes de abrir o Adobe Photoshop e perder horas preciosas analisando pixel a pixel, para depois constatar que o objeto era, na realidade, a passagem da Estação Espacial Internacional (ISS), verifique se o avistamento ou fenômeno pode ter explicação científica:

– Em avistamentos de luzes, fixas ou em movimento, utilize aplicativos ou softwares para identificar a possibilidade de serem astros (StarChart, Skyview, Stellarium, etc.), chuvas de meteoros (StarWalk, Meteor Shower Calandar, etc), satélites (Find Starink, N2YO, etc), ou, ainda, aviões e helicópteros (FlightRadar24 e outros);

Trenzinho de Satélites Starlink. (Fonte: Astrofarmer Imaging NZ)

– Verifique a possibilidade de existência de sujeira ou água nas lentes das câmeras ou em vidraças:

Gota de água na lente da câmera do Google Maps

– Elimine outras causas naturais, como balões, drones, pipas, foguetes sinalizadores, nuvens lenticulares, contrails, halo solar, relâmpagos, fogo fátuo, pássaros (blurfos), insetos (orbs e rods), refrações em partículas (orbs), efeitos ópticos (lens flare, píxel apagado em câmeras digitais mais antigas), reflexos em vidros ou vidraças, círculos de fumaça, postes de luz, torres em edifícios ou montanhas, luzes de veículos no meio do mato ou em estradas, etc.

Leia aqui outro artigo desta autora, sobre os Blurfos, ou seja, UFOs “Borrados” que se tratam, na verdade, de pássaros em vôo. O ufólogo Gevaerd os apelidou carinhosamente de “passarinhóvnis“:

Vejam a foto abaixo, bastante comum nos grupos de Ufologia. Na realidade, o “ponto azul” não é um OVNI nem um ORB; trata-se, apenas e tão somente, da reflexão da luz nas lentes internas da câmera fotográfica:

Exemplo de imagem com distorção óptica “Lens Flare”. Observe o ponto azul. (Fonte: WhatsApp)

Leia aqui post de Newton Rampasso sobre um caso que, no final das contas, possivelmente se tratava de sinalizadores:

Nos artigos seguintes abordaremos esses itens com mais detalhes.

Segundo passo: analise o cenário e obtenha informações complementares

Normalmente, essa fase engloba uma nova visita do pesquisador ou da testemunha até o local da captação da imagem ou vídeo:

– Se a imagem foi captada durante a noite, retorne ao mesmo local, durante o dia, para verificar o cenário, procurando identificar fontes de luz possíveis como postes, luzes instaladas em torres, luzes de faróis de possíveis veículos no meio do mato ou em estradas, etc.

Poste de Iluminação em formato de OVNI (Fonte: The Home Depot)

– Investigue se ocorreram eventos próximos ao local, como explosões de transformadores, exercícios militares com sinalizadores, shows com efeitos de pirotecnia ou de luzes, chuvas, tempestades magnéticas, etc;

Explosão de transformador em Nova York, em 2018. (Fonte: Twitter)

– Caso possível, identifique e faça perguntas a outras testemunhas. Questione se houve apagão de luzes, barulhos estranhos, manifestações magnéticas anômalas, etc;

– Não se esqueça que “radares” não mentem; procure conversar com operadores de radar ou radioamadores que possam ter ouvido conversas das autoridades policiais locais; pesquise, também, sobre possíveis pousos de objetos.

Terceiro passo: analise minuciosamente as imagens ou vídeos

Finalmente, aquilo que nos dá arrepios na espinha: excluídas as causas naturais ou possíveis explicações científicas, agora é o momento de se debruçar e, nas palavras do ufólogo Jackson Camargo, “escovar pixel a pixel”.

– Para isso, procure obter a imagem “original” da própria câmera ou filmadora;

Não recomendamos a análise de “prints” de telas de celular ou de computadores, pois, além de a qualidade das imagens se deteriorar, informações fundamentais, como os dados EXIF, são perdidas; o EXIF  demonstra exatamente como, quando e onde a foto foi tirada. Essas informações são fundamentais, em especial, para se detectar possíveis fraudes. Imagine que a testemunha afirme que a foto foi tirada em um local, data e hora específicos; manipulações de imagens sempre se darão em locais e momentos diferentes, e a análise do EXIF poderia demonstrar isso;

Não dê “prints” em telas de Youtube, no caso de vídeos. Utilize softwares para analisar as imagens quadro a quadro;

– Utilize computador “robusto” e softwares de análise de imagens, como Adobe Photoshop, Premiere, etc., para ampliá-las e analisar cada um dos pixels, cuidadosamente, em cada imagem e em cada quadros (no caso de vídeos), buscando identificar a possibilidade de o objeto ter sido introduzido posteriormente, o que poderia indicar uma fraude;

– Analise, também, aquilo que chamamos de “ruído” da imagem, ou seja, se o padrão de cores dos pixels se mantém homogêneo. Alterações nesse “ruído” indicam possível manipulação de imagens, ou seja, fraudes; 

A análise do ruído da imagem pode determinar se houve manipulação ou não. Neste caso, não houve alteração do ruído, ou seja, a imagem não aparenta manipulação. (Fonte: Jackson Camargo)

– Não deixe de analisar a imagem completa, pois poderão ser identificadas cenas que possam explicar a origem do objeto, ou, ainda possam indicar fraudes, como fios de nylon.

Leia aqui análise de vídeo, feita por Rafael Amorim, sobre um caso diagnosticado como fraude:

(Fonte: Rafael Amorim)

Nos próximos posts, detalharemos como identificar as possíveis causas naturais e apresentaremos algumas análises de erros de interpretação e, até, de fraudes.

Finalizando, gostaria de lembrar, novamente, que não faz parte dos objetivos do Grupo de Estudos Ufologia Integral Brasil – UIB – analisar imagens ou vídeos; os artigos fornecem apenas orientações iniciais sobre o assunto, de modo que cada um possa realizar seus próprios estudos e análises.

FaTaMoRGaNa tem 49 anos e trabalha em Governança de TIC. Desde pequena sempre acreditou, ou melhor, sempre teve a CERTEZA da existência de vida fora do planetinha azul. A obra de Deus é infinita e não iria se restringir ao que nossos olhos conseguem enxergar. Já presenciou luzes e objetos não identificados, mas espera um dia perder o medo para conseguir uma experiência de contato mais concreta.

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

Equipe UIB

 

 

Por que Estudar Astronomia?

A curiosidade dos homens sobre os mistérios do céu já perdura há milênios, e é extremamente necessária para nós, seres humanos, pois nos conduz a desenvolver desde coisas simples, como um calendário, até os avanços mais complexos na área da medicina.

Por séculos, o estudo do universo tem sido um enorme desafio à humanidade, que tenta desvendar os mistérios de sua origem e também de sua constante transformação. Apesar de ser um campo de estudos muito antigo, presente, inclusive, em civilizações pré-colombianas, como os Maias, a Astronomia é cada vez mais necessária para saber de onde viemos e para onde vamos.

Muitas pessoas têm dificuldades em diferenciar uma estrela de um planeta, em reconhecer satélites artificiais, em identificar constelações, o nome de uma determinada estrela no céu, ou, até mesmo, a Estação Espacial Internacional (ISS), cujo tamanho é um pouco maior do que o de um campo de futebol e orbita nosso planeta Terra a cada 92 minutos. Ela é tão grande que pode ser vista daqui a olho nu, em horários e locais bem específicos.

Existem sites, como o Heavens-above.com, além de inúmeros aplicativos para Android e IOS, que informam a data e o horário em que alguns satélites e a ISS cruzarão os céus da sua região. Além dos satélites e da ISS, também é possível visualizar chuvas de meteoros, que ocorrem em determinadas épocas do ano.

O astrônomo norte-americano Carl Sagan apresentou-nos uma das mais simples e inspiradoras contribuições para a sociedade, em seu livro Pálido ponto azul: uma visão do futuro da humanidade no espaço (Companhia das Letras, 1994):

“Tem sido dito que a astronomia é uma experiência que ajuda a fortalecer o caráter e a humildade. Não existirá possivelmente nenhuma melhor demonstração da loucura dos preconceitos humanos que esta imagem de longe do nosso mundo minúsculo. Para mim, ela realça a nossa responsabilidade para lidarmos mais gentilmente uns com os outros e para preservarmos e estimarmos o pálido ponto azul, o único lar que sempre conhecemos.” (Carl Sagan)

Estudar Astronomia é como se você mesmo começasse a ser redescobrir, é algo fascinante, cativante e extremamente viciante. Além de ser mais que necessário, pois agora que temos acesso a inúmeras informações, muitas inverídicas, você poderá diferenciar e estar por dentro dos mistérios do universo e até mesmo começar a explorar os estudos Ufológicos que nos rodeiam.

Estamos em constante evolução e, conforme aumenta nossa compreensão sobre os  fenômenos, estudar a ciência é a melhor ferramenta para entendermos nosso planeta, as estrelas, nossa galáxia e nosso lugar nesse imenso espaço.

Autor: Amanda Sales

Contribuição: Vanessa Rezende

Fontes de pesquisa:

https://www.iag.usp.br/astronomia/pergunta/1436194291

 https://noticias.universia.com.br/educacao/noticia/2016/03/14/1137373/estudar-astronomia.html?amp=true

Amanda Sales. Publicitária, natural de Manaus – AM. Apaixonada por astronomia e ufologia. Idealizadora do projeto Ufologia integral Brasil.

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Sinalizadores ou UFOS?

Sinalizadores, em inglês denominados como “flare guns,  parachute flares ou military flares” , são muito comuns no meio militar, apesar de pouco conhecidos pela população em geral, o que causa grande confusão aos que gostam da Ufologia, ou às pessoas que filmam esses aparatos no céu noturno e os qualificam como sendo UFOS.

O pesquisador Newton Rampasso nos esclareceu sobre o assunto:

“Existe muito material de vídeo na internet demonstrando esses sinalizadores. Eles são comumente confundidos com UFOs, porém apresentam uma série de padrões reconhecíveis.

Podemos observar, por exemplo, na própria localização dos avistamentos identificados como sinalizadores,  se estão próximos a fronteiras, se ocorrem durante exercícios militares, quando existem comemorações, mudanças de normas, etc.

Os sinalizadores podem ser lançados da terra, do mar e do ar, sendo que, nos dois últimos, pode-se notar o veículo que os lançou; entretanto, por terra, devido às enormes distâncias que podem separar o equipamento do observador, não se nota a origem.

As cores geralmente são as mesmas, do branco ao amarelado forte e o vermelho. Também se percebe que surge da queima de algo, que não é uma luz permanente nem tampouco é estável: ela demonstra a queima do componente do início ao fim, de forma similar para cada aparato.

Durante a queima, se mantém aceso o que se vê como ponto de referência e desaparece somente quando se apaga, não voltando o mesmo a se acender.

Caso não haja ventos fortes, nota-se a queda lenta do aparato durante a queima, às vezes desaparecendo atrás de obstáculos.

Cada sinalizador que acende obedece o mesmo padrão, dando a impressão de que certas vezes desaparece e aparece em outro lugar, mas este seria outro sinalizador lançado.”


Segue o vídeo que gerou polêmica no último mês de março de 2020 filmado no Oiapoque, Amapá:

Sinalizadores filmados no Oiapoque, Amapá.

Análise de Newton sobre o vídeo do Amapá:

“O vídeo acima tem todos os indícios de que seja sinalizador militar, do início ao fim do vídeo. Esta área fronteiriça tem muitas bases e estão fazendo exercícios devidos às novas normas. Os exercícios podem ser feitos pelo país vizinho também. Eles podem ser vistos à longa distância.

Estes sinalizadores lançam bem alto no céu um equipamento que ilumina a área com grande brilho e possuem um pequeno pára-quedas que diminui a velocidade até apagar. Durante esses momentos em que flutua, chega até a se movimentar lateralmente ou subir. Sem vento, ele cai lentamente, não demorando muito a se apagar.

Geralmente são vários sinalizadores, lançados um em seguida do outro na mesma área, assim como se vê no vídeo feito no Oiapoque,  Amapá.


Nos vídeos abaixo, podemos observar como se comportam os sinalizadores.

Vários Sinalizadores lançados juntos:

https://youtu.be/qdYBmSdwnm8

 


Lançamento de um sinalizador e sua queda:

 


Sinalizadores múltiplos vistos à distância, confundidos com UFOS:

 


Lançamento de sinalizadores seguido de seu efeito:

 


Como saber se filmei ou não um UFO ?

“Esta questão é bastante complicada. Acho que qualquer pessoa que sabe filmar também sabe ler e poderia se instruir para ter uma noção básica dos fenômenos naturais e de outras ocorrências ocasionadas pelo homem, que podem ser confundidas com objetos não identificados.

A pessoa que geralmente pode responder esta questão é justamente quem filmou e não quem vê o filme pela internet.

Seria crucial que as pessoas que gostam de filmar fenômenos estudem para filmar algo que seja interessante e não filmar primeiro qualquer coisa e perguntar para os demais que não estavam ali naquele momento, para analisar um vídeo muitas vezes tremido, sem foco nem resolução.

Minha sugestão é que todos estudem mais sobre equipamentos de emergência, sinalizadores, nuvens, meteorologia, astronomia, fotografia, técnicas e efeitos, além de ficar a par dos lançamentos de satélites, foguetes, etc.

Afinal de contas, o conhecimento é a ferramenta mais importante e a testemunha de um evento será capaz de reconhecer que tipo de fenômeno ela presenciou. Fica muito mais difícil para uma outra pessoa avaliar um pequeno trecho gravado.

Ter uma noção básica já ajuda muito a descrever a posição da testemunha, o equipamento usado, a direção do objeto, horário etc, que pode auxiliar numa avaliação especializada mais tarde; ademais, a própria testemunha, antes de jogar na internet,  já poderia ter filtrado as centenas de outras ocorrências que poderiam ter sido identificadas.

De cada 100 vídeos, 1 ou 2 são intrigantes e podem ter captado a imagem de um objeto não identificado, talvez 1 de uma nave extraterrestre; entretanto, os outros 99 são ocorrências conhecidas que deveriam ser melhor estudadas pela população em geral.

Desses 99 vídeos, a maioria apresenta sinalizadores, drones, aeronaves de todo tipo e principalmente não convencionais, meteoros, bólidos, satélites, planetas,  estrelas, nuvens, fenômenos atmosféricos, efeitos fotográficos, reflexos de luz, insetos, pássaros, balões, etc.

Muitas vezes a pessoa filma o céu, não vê nada, e depois fica procurando alguma coisa estranha para postar na net. Temos que usar nosso precioso tempo para estudar e fazer vigílias para identificar na prática estes estudos, daí sim, vamos ter mais gente preparada para avaliar os interessantes vídeos que apresentam as verdadeiras naves.”

Fontes:

https://m.facebook.com/ufoofinterest/videos/2259602874169416/

https: //kvia.com/news/military/2020/01/21/mysterious-lights-seen-over-northeast-el-paso-were-military-flares-not-ufos/

Newton Rampasso é ufólogo, contatado e pesquisador de agroglifos desde a década de 80,  reside na Inglaterra.

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Mensagem das Estrelas

Em uma tarde, estava na rede, meditando, fazendo algumas orações, pedindo ajuda e, quem sabe, respostas, para o momento pelo qual passamos.

Durante a meditação, meus olhos começaram a vibrar, como já havia acontecido, quando tive contato com seres que se apresentaram telepaticamente dizendo ser Pleiadianos.

De repente, minha tela mental se tornou totalmente branca e um ser meio esverdeado/amarelado, cabeça grande, olhos bem pretos, se aproximou, me olhando fixamente. Cheguei a pensar: “que feio”! Então, ele me transmitiu a seguinte mensagem :

“Vocês não precisam ter medo e não precisam se sentir sozinhos no momento que vivem. Basta ter fé e acreditar em si mesmos. Há muitas naves na órbita terrestre nesse momento para dar apoio a todos vocês e tudo ficará bem.

Vocês não estão sozinhos!

A partir do segundo semestre, algumas mudanças práticas serão apresentadas com novas tecnologias. Este é um momento para manterem boas vibrações e muita fé.”

É a primeira vez que tenho uma experiência assim, então fiquei pensando se não seria algo da minha mente. Como eu transmiti esse sentimento enquanto recebia a mensagem, ele me pediu para abrir os olhos e olhar para o céu. Quando o fiz, vi diversas luzes no céu piscando em diferentes posições, como uma confirmação.

Quando fechei os olhos novamente, ele disse que um contato aberto também está mais próximo. A sensação que tive foi ótima e muito reconfortante.

Espero que a mensagem toque outras pessoas e também ajude a ter fé neste momento tão difícil que vivemos.

Anderson Lima é um dos administradores do Grupo de Estudos Ufologia Integral Brasil – UIB, tem 30 anos, de São Paulo, empresário e se interessa bastante por Ufologia e Espiritualidade.

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Equipe UIB

 

Meu contato de 1⁰ grau em Ribeirão Preto, São Paulo.

Meu relato se passa em Ribeirão Preto, interior de SP, em meados de Junho do ano de 1993, quando eu gozava das experiências de minha idade juvenil aos 14 anos de idade.

Faltava uma semana para a festa junina que acontecia e organizavam todos os anos em minha rua, em um bairro residencial, o meu lar encontra-se em uma rua que termina em uma avenida grande e de via dupla, sendo que em frente á rua e do outro lado da avenida situa-se a companhia de força e luz da cidade.

Nesse espaço havia um terreno livre ao lado do prédio dessa empresa, somente com mata e arvores, e essa mata se estende até a divisa da minha cidade com uma cidade vizinha, pois ali antigamente, era uma enorme fazenda de café no tempo colonial.

Nessa noite eu estava na minha rua com um amigo, meu vizinho de frente, e ficamos na rua conversando até mais tarde, por volta de 23h, começamos a reparar em três luzes vermelhas que se abaixavam e estavam se aproximando do solo, até então começamos a subir a rua para chegarmos mais perto do fato ocorrido.

Com muito medo reparávamos que as luzes apenas se mexiam e a do meio abaixou lentamente e quando estávamos em frente na esquina da rua visualizamos o objeto em forma de disco e sabíamos que estava girando porque havia listras na superfície do prato desta nave.

Nesse momento a luz que havia saído por debaixo da nave se tornou branca azulada e bruscamente em fração de segundos a nave subiu se tornou novamente aquele ponto de luz vermelha e unida as outras foram subindo até desaparecer, não vimos o momento do desaparecimento, porque nos desesperamos e saímos correndo para casa, tanto que ao chegar acabei dormindo na casa do meu vizinho por medo de travessar a rua e entrar na minha casa sozinho, pois eu sabia que meus pais e minha irmão já estariam dormindo.

Esta experiência, segundo estudos e o que dizem no meio ufológico seria de primeiro grau, porém, o que ficou foi a incrível experiência de ter visto com meus próprios olhos e a partir daí me interessar por ufologia!

Fico muito grato e realizado em divulgar essa experiência com vocês queridos companheiros de ufologia e agradeço mais uma vez ao Grupo de Estudos Ufologia Integral Brasil!

Forte abraço a todos!

Vitor Stefaneli, 40 anos, reside em Ribeirão Preto SP, publicitário e administrador, estudioso e pesquisador em Ufologia, membro e colaborador do Grupo de Estudos Ufologia Integral Brasil – UIB.

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Lista de livros do Ufologia Integral Brasil

Os membros do Grupo de Estudos Ufologia Integral Brasil fizeram em conjunto uma lista de livros com a temática ufológica, dentro das vertentes ufologia casuística, científica e espiritual. Vale a pena conferir!

1 – Nova Terra – Nova Raça Humana Índigos e Cristais (Mônica De Medeiros)

2 – Revelações de um contatado (Marco Antônio Cabral)

4 – Um mito moderno sobre coisas vistas no céu (C. G. Jung)

5 – Discos Voadores na Amazônia – A Operação Prato. (Jorge Bessa)

6 – Mergulho no Hiperespaço (Moacyr Uchôa)

7- Minhas Vidas (Shirley MacLaine)

8 – A Agenda Pleiadiana – (Barbara Hand Clow)

9 – Missão Planetária: O Princípio, A Evolução E O Futuro Da Humanidade (Ramatis – Sávio Mendonça)

10 – 12º Planeta (Zecharia Sitchin)

11 – Eu estive no Planeta Vênus ( Salvador Villanueva)

12- Os discos voadores ( Artur Berlet)

13- Projeto Contato ( Mônica de Medeiros)

14- Uma lição Extra Terrestre ( Wagner Borges)

15- Ufologia, uma pesquisa científica ( J. Allen Hynek)

16- Semeadores da Vida ( Carlos Wells)

17 -Contato Extraterrestre ( Sixto Paz Wells

18- Aliança dos Exilados ( Emmanuel Sanchez)

19-Exilados de Capela ( Edgard Armond)

20- Os extraterrestres do planeta Apu ( Ricardo Gonzalez)

21-O rio subterrâneo ( Gilda Moura)

22- Livro de Urantia ( Fundação Urantia)

23- O Fenômeno UFO: Fatos, fantasia e desinformação (John Michael Greer)

24- Os discos voadores e a origem da humanidade(Marcos Antonio Petit)

25-Renascimento de um Guardião. (Marcos Antonio Petit)

26-Ufologia Psíquica. (Laércio B. Fonseca)

27-Miz Tli Tlan um mundo que desperta. (Trigueirinho)

28- Viagem por Mundos Sutis. (Trigueirinho)

29-A Quinta Raça. (Trigueirinho)

30-Os Extraterrestres e Nós. (Grupo de estudos Ramatis)

31- A jovem que se encontrava com extraterrestres (Paulo Antônio L. Fernandes)

32- Minha Odisseia em naves extraterrenas. (Oscar Magocsi)

33- Dreamland (Phil Patton)

34- Fenômeno UFO. (Johannes Von Buttlar)

35- Viagem A Kiribati. (Erich von Daniken)

36- Erg, o décimo planeta. ( Roger Feraudy)

37 – Aliados da humanidade. ( Marshall Vian Sumers)

38 – A nova mensagem de deus. ( Marshall Vian Sumers)

39 – Mensageiros do amanhecer. ( Barbara Marciniak)

40 – Terra, chaves pleiadianas para a biblioteca viva. ( Bárbara Marciniak)

41 – O astro intruso. ( Ramatis)

42 – Recuperar o poder. (Bárbara Marciniak)

43 – Entre o Céu e a Terra. ( Jackson Camargo)

44- Anunnaki. A era dos Deuses ( Van Ted)

45 – O pacto dos Ancestrais. (Gilda Moura)

E você, tem alguma dica de livro sobre o tema?

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