Felinos, os Engenheiros Planetários

O que são Felinos? Para a Zoologia – área da Biologia que estuda os animais, representam um grupo de mamíferos vertebrados, placentários e carnívoros cuja maior parte das espécies se tornou predadora de topo em seus ecossistemas.

Desde o antigo Egito, esses animais alcançaram grande valor cultural, religioso e espiritual para os povos antigos e a humanidade no geral.

Mas será que os felinos, assim como o grupo dos répteis, se espalharam pelo universo de alguma forma? Para alguns pesquisadores, livros e vários sites e páginas nas redes sociais, a resposta é sim. E, para evidenciar essa afirmação, esses pesquisadores e blogueiros relatam alguns raros casos de contatos imediatos com esses seres humanóides, que, para as testemunhas, lembram leões, tigres, gatos, leopardos, jaguares e outros felinos.

Num desses casos, até relatado no Guia da Tipologia Extraterrestre, de Thiago Ticchetti, aconteceu que, em meados de dezembro de 1974, nos arredores da cidade de Frederic, localizada no estado estadunidense de Wisconsin, um fazendeiro chamado William Bosak voltava de uma reunião quando, às 22h30m, avistou um OVNI com 3 metros de extensão e com a parte da frente feita de vidro, por onde pode ver uma criatura com o corpo (exceto o rosto) coberto de pelos vermelhos e orelhas de gato. O único problema nesse caso é que, segundo a testemunha, apenas as orelhas lembravam as dos gatos, enquanto que muitos outros que relatam terem tido contato com esses seres em projeção astral, falam que os mesmos aparentam ser simplesmente um “gato – humanóide”.

Então, como se explica isso? Talvez as formas que essas pessoas visualizaram, em desdobramento espiritual, seriam os corpos espirituais desses seres, caracterizados como veículos do pensamento, manifestados para as testemunhas como corpos verdadeiros de felinos para, assim, se adaptarem às suas visões de mundo.

Em contrapartida, no caso citado acima, a forma relatada poderia muito bem ser a forma do corpo físico desses seres, o que seria cientificamente plausível já que, como ocorre na evolução dos seres vivos da Terra, quanto mais evoluído e adaptado vai ficando o ser, mais características aprimoradas vão surgindo, como o surgimento de um polegar opositor para pegar objetos e a capacidade de se tornarem bípedes, dentre outras características.

Então, se esses seres realmente existem, de onde vieram e quais os seus propósitos para a Terra? Segundo várias fontes, esses seres já tem uma maior percepção das leis universais que regem os cosmos e habitariam entre a 5° e a 6ª dimensão (entre o mundo do tipo regeneração e o mundo do tipo feliz).

Sobre a origem planetária, enquanto uma parte diz virem de um outro universo, a outra parte diz que, provavelmente, esses seres vieram da constelação de Lyra, sendo assim, também chamados de lirianos, e que em algum momento se espalharam para outras constelações. E essa última hipótese é mais válida, visto que muitos contatados afirmam que esses seres vieram de estrelas conhecidas desse universo em que a humanidade da Terra está inserida.

Sobre os propósitos, quase todos os pesquisadores que estudam esses seres dizem que os mesmos supostamente trabalhariam junto às hierarquias espirituais dos diferentes planetas e galáxias mas com o foco na gênese da vida (Obs: hierarquia espiritual diz respeito aos seres espirituais que compõem os governos espirituais de cada planeta do universo).

Para concluir, esses seres seriam mestres geneticistas que ajudariam na construção de formas de vida nos planetas do nosso universo como microrganismos, plantas, animais e também veículos físicos que as almas usam para sua encarnação. Também pode-se concluir que esses seres vieram de um planeta do mesmo tamanho que o da Terra visto que a maioria dos relatos afirma que são seres que geralmente possuem o tamanho humano, o que sugere que a gravidade e massa do planeta natal deles é semelhante ao da Terra.

E, por último, podemos afirmar que, fisicamente, os felinos são semelhantes ao do caso William Bosak mas que seus corpos espirituais, por serem veículos do pensamento, se manifestam nos seus observadores como as próprias testemunhas querem vê-los.

Fontes:

Fonte da imagem: Pinterest

Felipe Viana é biólogo, mora em Niterói, Rio de Janeiro, e desde muito pequeno sempre se interessou em estudar os temas de Ufologia, Espiritualidade, Parapsicologia, Física Quântica e afins

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressos neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

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Desvendando os Agroglifos (Crop Circles). Parte 2

Segue neste artigo a segunda parte das perguntas que os membros do Ufologia Integral Brasil fizeram a Newton Rampasso sobre os agroglifos.

“Por que existe época certa e cíclica para seus aparecimentos e, com o passar dos anos, qual o local de maior incidência? Notaram alguns padrões nesses locais ?”

A época depende do cultivo; então, na Inglaterra, o cultivo acontece no período de maio a setembro, começando com canola, depois cevada e trigo. Em países onde o cultivo ocorre em outra época do ano, os agroglifos vão acompanhar sempre o cultivo. O local de maior incidência sempre foi Wiltshire, Inglaterra, Reino Unido. Não há padrão, porém, nessa região de maior incidência, existem também maior número de sítios antigos construídos por uma civilização ainda desconhecida pela nossa história.

“Existe interesse em pesquisas acadêmicas, institucionais ou alguma publicação científica sobre o tema? Poderia citar institutos ou publicações?”

Na prática esse tema não é aceito pela ciência acadêmica e qualquer cientista que se atreva a ter interesse acaba sem recursos, patrocínio e emprego. Uma das figuras excepcionais foi o Dr William Levengood, biofisicista que, com um time de pesquisadores e colaboradores, escreveu em vários jornais científicos sobre o tema (anatomical anomalies in crop formation plants, dispersion of energies in worldwide crop formations, physiologia plantarum etc, blt research team) comprovando as várias anomalias, mas foi muito criticado.

“Há alguma parceria ou interesse público nesse estudo? E por quê?”

Interesse público houve durante anos de colaboração com o estudo, mas raramente tiveram sucesso na divulgação.

“O que pensa das informações de alguns contatados, sobre a hipótese que os agroglifos serem feitos para o equilíbrio de energia da Terra, como acupuntura, para a mudança magnética ou de alinhamento?”

Penso que quaisquer informações obtidas por contatados devem ser consideradas e estudadas já que não temos outros meios de obter informação.

“Alguém em algum lugar do mundo já conseguiu filmar esses agroglifos sendo feitos?”

Sim, na Inglaterra em 1996, apesar de controverso, pois o autor do vídeo, John Weyleigh, desapareceu algumas semanas após e nunca mais foi encontrado, tentaram então montar uma fraude em cima do vídeo original para que este fosse considerado uma fraude. Fracassaram diante de especialistas mas ganharam popularidade diante de céticos.

” Em que país há mais relatos de agroglifos?’

Inglaterra, Reino Unido, mais especificamente no condado de Wiltshire, tem o maior número já reportado.

” Qual o significado e o meio de contatos deles?”

Os significados continuam sendo uma incógnita para muitos, e penso que existam vários significados em cada formação. Alguns desses significados foram decifrados mas não existe uma metodologia padronizada para tal.

” O que significam os desenhos. Poderia ter relação com as mudanças naturais?”

Alguns dos significados decifrados deram previsão a materiais tecnológicos, formas de obter energia livre, eventos astronômicos, etc. Cientistas utilizam essas informações em projetos para o futuro.

“Esses agroglifos não poderiam ser realizados de baixo pra cima através de frequências de som?”

https://www.youtube.com/watch?v=wvJAgrUBF4w

Os agroglifos são geralmente mais complexos do que desenhos geométricos produzidos por vibração de frequências de som. As bolas de luz ou “sondas”, que são frequentemente avistadas no céu antes, durante e após a formação dos agroglifos, também não podem ser descartadas. A tecnologia empregada já foi calculada que seja emitida de uma certa altitude sobre a formação, de alguma forma, por estas sondas, e é relacionada a microondas direcionadas, pois o caule aquece e resfria artificialmente durante os segundos do processo, que também altera a estrutura natural da planta. Porém, nada ainda é totalmente compreendido e todas as hipóteses podem ser aceitas.

Ufólogo, natural de São Paulo e atualmente reside na Inglaterra, mais precisamente em Chiltern Hills, uma região próxima às ocorrências de crop circles. Está envolvido com ufologia desde os anos 80 e na Inglaterra desde 1991, mais especificamente na linha dos agroglifos ingleses.

Fontes

Imagem capa: Amanda Sales

Vídeo: Amazing Resonance Experiment! (Brusspud)

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Elisângela Mendonça Santos

Desvendando os Agroglifos (Crop Circles) – Parte 1.

O especialista Newton Rampasso respondeu algumas perguntas sobre o mistério que envolve o surgimento desses desenhos nas plantações, esclarecendo e contando um pouco mais sobre sua pesquisa.

Newton viajou até o local do agroglifo que surgiu em Hampshire, Inglaterra, neste início de junho de 2019, e constatou características que identificam o agroglifo como possivelmente genuíno, indicando que a temporada dos círculos ingleses começou!

Segue a primeira parte das perguntas que o especialista esclareceu:

Na sua opinião, este agroglifo é genuíno, Newton?

“Sim, tudo indica que seja, apesar de algumas plantas quebradas, mas isso ocorre quando a cevada ainda esta muito verde, até nos genuínos.”

Akhenaton, Faraó Alienígena ou Mito?

Se a civilização que viveu há 3.200 anos A.C às margens do Rio Nilo e floresceu em meio ao deserto na África já ocupa um fascínio em meio a riqueza cultural, arquitetônica e artística, sendo um mistério ainda pouco desvendado na contemporaneidade, imagine para nós estudantes e entusiastas da ufologia?

São inúmeros mistérios de uma civilização que demonstra ter ocupado um lugar de destaque em sua época, com conhecimentos avançados e uma complexa estrutura de organização, seja no contexto social, na medicina, astronomia e arquitetura.

Os estudos que convencionou se chamar de ufoarqueologia ou paleocontato fazem correlações entre as antigas civilizações da humanidade com possíveis contatos extraterrestres. A teoria dos deuses astronautas, em especial, tomou força com o autor suíço Erich Von Daniken no livro “Eram os Deuses astronautas?”.

Pela teoria dos astronautas antigos, seres extraterrestres já teriam interagido com essas civilizações. Zecharia Sitchin, no estudo da arqueologia proibida, ufoarqueologia, Anunaki, também traçou hipóteses e buscou desvendar os mistérios de uma civilização tão rica e avançada, com a possível intervenção dos antigos astronautas ou alienígenas, para tentar explicar o que a arqueologia oficial deixou em lacunas.

Akhenaton e Nefertiti fazendo oferenda ao Deus Aton (disco solar). Imagem: Museu do Cairo.

Dentre os inúmeros  mistérios do Antigo Egito, o mais envolvente é Akhenaton, um faraó egípcio da  18ª Dinastia, o único faraó que revolucionou o sistema religioso e político, transferindo a capital da cidade de Tebas para a Amarna, governando  por quase 17 anos, e impôs uma culto monoteísta ao Deus Aton, o Deus Sol.

Akhenaton construiu um templo aberto à devoção ao disco solar; seu papel também foi retirar do sacerdotes do poder religioso, ao estabelecer o culto a um único Deus.

A cidade de Amarna, também envolta em mistérios, só foi descoberta no século XIX, pois os faraós posteriores trataram de destruir todos os vestígios do império de Akhenaton, e restabelecer o culto aos antigos deuses.

Pintura da cidade de Amarna, capital do Egito, durante a dinastia de Akhenaton

Akhenaton teria sido Amenofis IV, que mudou seu  nome para simbolizar o único filho herdeiro de deus, o Aton, representado por um disco solar; ao se casar com Nefertiti teve 6 filhas e um filho Tutancâmon, o mais famoso faraó.

Akhenaton com traços femininos. (Museu Berlim/ Getty Images)

Seria Akhenaton um híbrido? Um hermafrodita? Quais os mistérios que rondam seu nome com seres alienígenas?

Os antigos faraós diziam que ele procedia da linhagem direta dos deuses, e essa seria uma das evidências físicas dessa descendência divina, no caso de Akhenaton.

Cabeça alongada de Akhenaton ( Imagem: pt.suenee.cz )

Da mesma forma que Akhenaton, sua esposa Nefertiti apresentava nas representações artísticas um crânio estranhamente alongado.

Dentre os mistérios desse faraó, o que mais se destaca é a representação do faraó em estátuas e inscrições com o corpo numa estatura de escala maior, traços finos, dando aspecto de hermafrodita, além do crânio alongado, olhos exageradamente rasgados, e pescoço alongado.

A teoria de que essas civilização antiga e outras tenham ligação com os extraterrestres é conhecida como a teoria dos antigos astronautas, trazida pelo autor suíço Erick Von Daniken, com seu livro “Eram os deuses astronautas”, juntamente com o especialista Giorgio A. Tsokaulos, com o programa Acients Aliens, no History Channel.

 

Vários historiadores ou egiptólogos refutam a teoria de ligação alienígena a Akhenaton, trazendo inúmeras explicações para a representação artística tão diferente desse faraó, como, por exemplo, uma síndrome rara congênita que explicaria essa anomalia na sua forma esquelética e estatura, chamada de síndrome de Marfan.  Bob Brier, especialista nessa síndrome, ao ser questionado sobre se as imagens de Akhenaton e a alusão a tal doença, cogitou de fato tal possibilidade.

Dentre várias teorias que especulam a misteriosa figura de Akhenaton, temos até um manuscrito de Sigmund Freud, que faz referência que Akhenaton fosse Moisés, que deu continuidade à sua visão monoteísta no Egito.

 

Imagem Capa: Amanda Sales
Crédito: joy of museums

Biblíografia:

Daniken, Erich Von. Eram os deuses astronautas?
Ed.G P Putnam's , 1968.

Paranhos, Roger Bottini. Akhenaton - Revolução
Espiritual Do Antigo Egito
. Ed. Martins Fontes. 2004

Gemim, Guilherme. Akhenaton.
O Filho de Aton. Museu Egipcio Rosa Cruz.

BBC, Portugues. A Revolução de Akhenaton.

Bia Vall é fonoaudióloga e paulistana. Interessada nos estudos da consciência, e da vida inteligente extraterrestre. Idealizadora do Projeto Ufologia Integral Brasil.

 

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Equipe UIB

Agroglifos, Falsos ou Genuínos?

Por Newton Rampasso.

Atenção minha gente: aparecer no site crop circle connector não significa que tenha surgido um agroglifo genuíno mas, sim, que alguém reportou uma formação qualquer.

O cenário que temos hoje: os fazendeiros ingleses já estão irritados e se juntam para pegar os vândalos que fazem os agroglifos falsos. E, quando surge um agroglifo genuíno, os fazendeiros já estão organizados para não permitir visitas, parando nossas pesquisas.

Todo ano surge uma porcentagem de falsos agroglifos; temos que ter discernimento e filtrar. Por isso, gostaria de esclarecer mais esse ponto.

Alguns podem ser bem feitos por engenheiros do governo e estes sim somente com pesquisa de campo se nota a diferença; porém, os que estamos vendo até agora, neste ano de 2019, se vê de longe que não são verdadeiros.

Vejam bem, os fraudadores têm muitas dificuldades em fazer essas imitações e o tamanho da figura é uma delas, então obviamente que vão fazer de pequenas dimensões.

Os grandes e bonitos, de uma maneira geral, eles não conseguem fazer. Então, tendo essa primeira noção, vejam os trilhos dos tratores que atravessam o agroglifo, que são pares de linhas que se vê no campo. Se a figura é atravessada por apenas um par, que normalmente mede de 2 a 3 metros, significa que o agroglifo inteiro só tem pouco mais de 3 metros.

Os espaços entre os trilhos podem ter vários metros, depende da maquinaria que faz a colheita; vamos supor que, em média, tem uns 20 metros entre elas; então, se o agroglifo é atravessado por 2 pares de trilhos, esses agroglifos vão ter uns 25 metros, ainda pequenos.

Agora, se atravessam 4 pares ou mais, estamos falando de algo em torno de 80 metros pra cima e isso sim mais facilmente representa o fenômeno genuíno.

Outro ponto importante é verificar se existem áreas da formação que não possuem acesso pelos trilhos, ou seja, uma parte que fica isolada na plantação e não se pode caminhar até ela, como ocorre nos genuínos.

Nos falsos, geralmente quem o fez tem que caminhar usando o trilho para produzi-los com todas as partes interconectadas. Vejam os exemplos abaixo, vamos começar com os 3 primeiros reportados de 2019:

Agora alguns genuínos do ano passado, 2018, para que vocês vejam a diferença mais claramente:

Claro, existem exceções, onde alguns de proporções menores possam ser genuínos; mas, usando essa regra, vocês já filtram o pior para fora do fenômeno real. Até mesmo o oposto tem exceções, mas um exemplo típico do fenômeno que não pode ser imitado seria este, durante o pico das formações em 2001: certamente um agroglifo genuíno, sem precisar ir a campo para conferir.

Imagem capa: Bia Vall

Fonte:

http://www.cropcircleconnector.com/interface2005.htm

Ufólogo, natural de São Paulo e atualmente reside na Inglaterra, mais precisamente em Chiltern Hills, uma região próxima às ocorrências de crop circles. Está envolvido com ufologia desde os anos 80 e na Inglaterra desde 1991, mais especificamente na linha dos agroglifos ingleses.

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Varginha 22 anos depois

Há mais de 20 anos, para ser mais exato há 22 anos atrás, ocorria na cidade de Varginha, cidade do interior de Minas Gerais, um dos casos de maior relevância e repercussão da ufologia mundial que ficou conhecido simplesmente como “O Caso Varginha”.Para os pesquisadores não há duvidas quanto a queda de uma nave extraterrestre nas mediações da cidade de Varginha e que parte da tripulação sobreviveram a essa queda e se dispersaram aos arredores da pequena cidade do sul de Minas Gerais.

Este acontecimento desperta muito interesse entre os pesquisadores e curiosos que ainda investigam e procuram mais detalhes sobre o caso. Tendo em vista a enxurrada de testemunhos e relatos que começaram a aparecer pouco tempo desde seu acontecimento até os dias de hoje, demonstrando assim, que esse evento ainda pode render ainda muitas reviravoltas e novas perspectivas, tornando-o ainda mais complexo.

Em 20 de Janeiro no ano de 1996, três jovens que entre as 15 e 16h da tarde voltavam para casa, teriam se deparado de forma inesperada com uma criatura que para elas, era um misto de ser humano com algum tipo de monstro. E por todas terem tido educação religiosa, relacionavam também a alguma espécie de entidade demoníaca. Dessa forma, imediatamente após o avistamento e a falta de compreensão daquilo que estavam vendo, as garotas de nome Liliane, Valquíria e Kátia – as duas últimas, irmãs, correram e relataram tudo a d. Luíza, que por sua vez, tentava compreender o motivo de toda aquela agitação, prantos e expressão de pavor estampado em seus rostos.Em meio à toda aquela agitação, alguns moradores começaram a se aproximar e a se amontoarem para terem o conhecimento do que estava ocorrendo.A pedido de Luiza, uma vizinha concordou em leve-las de carro até o local do suposto avistamento, no entanto, seja lá o que tinham visto, não estava mais lá. Mas segundo Luiza, um forte cheiro de amoníaco foi sentido no local, além do que ela mesmo notou uma marca de pegada com três sulcos ligados.

Quem são os Arcturianos?

Edgar Cayce, famoso paranormal e pesquisador norte-americano que viveu entre 1877 a 1945, declarou, em suas canalizações, que Arcturus é uma das civilizações mais avançadas desta galáxia. Dentre as principais informações que canalizou desses seres em suas pesquisa e contatos, destacamos:

  • Uma das civilizações da Via Láctea mais evoluída intelectual e moralmente;
  • Criaturas provenientes da constelação de Boieiro, mais especificamente de uma estrela gigante alaranjada chamada Arcturus;
  • Seres de 5° dimensão – estado vibracional caracterizado pela regeneração moral dos seres;
  • Seres que possuem uma sociedade organizada em governos formados por anciões escolhidos pelo povo e focada para Deus e realização espiritual;
  • Criaturas com habilidades parapsíquicas, como a telepatia, bem desenvolvidas;
  • Seres com altura entre 2m a 4m, pigmentação entre o azul, verde e marrom, olhos grandes e amendoados de cor preta ou marrom e com uma idade física de até 400 anos (terráqueos).

Outros contatados, inclusive brasileiros, também trazem informações referentes a esses seres como é o caso da contatada Cristina de Paschoal em seu livro intitulado “Kroon, relato de um contato com Arcturianos”.

Segundo a autora, Kroon é uma sigla dada a esse ser por seu trabalho consciencial nos meios siderais que atua. Um grupo nos EUA, em Sedona, o chama assim. Kroon seria um ser arcturiano que a contatou, diz ser evoluciólogo nível I (existem 10 níveis conforme a autora), e é responsável por ajudar a planejar os cursos intermissivos em Arcturus. Seu planeta fica a 36 anos-luz na constelação de Boeiros.

Traduzindo Kroon, significa : Comando Reorganizador das Energias Conscienciais do Núcleo Avançado. A autora ainda mantém contato por intermédio de canalização, projeção em holograma, projeção astral e telepatia.

Esse ser diz viver em planeta de quinta dimensão, domina a ciência da materialização e desmaterialização, e viaja através de dobras espaciais que encurtam distâncias. Utiliza-se da energia escalar, para eles o fator tempo-espaço não existe. Seus postos de comando são definidos por seus níveis vibracionais . Diz já ter estado na Terra na antiga Suméria. Seus corpos físicos são formados por 80% de energia e 20% de matéria, comparando segundo a autora, é como se fossem o nosso espírito ou psicossoma, não vistos a olho nu a menos que eles se materializem em nossa densidade.

O livro de Norma Milanovich , “Nós, os arcturianos”, relata o modo de vidas desses seres e a sua tecnologia, porém difere quanto ao tamanho descrito: para Norma, eles seriam mais baixos, entre um metro e um metro e meio. Também menciona que os Arcturianos são governados por sábios anciãos, que podem ser considerados, dentro do nosso nível de consciência, como espíritos extremamente antigos e reluzentes e, por conta de sua elevação espiritual, são designados para tarefas que cobrem outras partes da galáxia, além de seu próprio sistema.

Segundo a pesquisadora Taynna Jansen, responsável pela página Ufologia e Espiritualidade,  os arcturianos têm como propósito auxiliar no autoconhecimento, ajudar nas decisões humanas através de mensagens em plantações (crop circles) e contribuir para a egrégora das curas que ocorrem nos centros espíritas e espiritualistas, embora estejam ligados mais com as terapias holísticas, onde atuam principalmente no chakra (centro de força/ centro de energia) cardíaco.

Em síntese, os arcturianos são seres que, apesar de provirem de uma localização física, um planeta menor que a Terra, visto o tamanho agigantado desses seres que permite deduzir que a gravidade e massa do planeta natal dessas criaturas é menor que o da Terra, se encontram num estado de consciência mais elevado no qual buscam a fraternidade, a espiritualidade, a sabedoria e a chegada a Deus.

Também podemos concluir que os arcturianos são seres com uma maior ciência das leis universais e que buscam, a todo custo, orientar os seres mais inferiores a tomar as decisões que os levarão à perfeição espiritual através do autoconhecimento e da reforma íntima.

Fontes:

http://nososarcturianos.blogspot.com/p/nos-os-arcturianos.html?m=1

https://arcturianos.com.br/tag/arcturianos/

www.kroon.hpg.ig.com.br

https://mozellelaynebo.files.wordpress.com/2017/05/we-the-arcturians-a-true-experience-by-dr-norma-j-milanovich.pdf

http://sathyadharana.blogspot.com/2017/07/edgar-cayce-e-os-arcturianos.html

https://www.instagram.com/ufologiaeespiritualidade/

De Paschoal, C. Angela. Krion, Extraterrestre em busca do homem consciência

Edição/Criação da imagem em destaque: Fael Alves e Amanda Sales.

Felipe Viana é biólogo, mora em Niterói, Rio de Janeiro, e desde muito pequeno sempre se interessou em estudar os temas de Ufologia, Espiritualidade, Parapsicologia, Física Quântica e afins

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Detectada fraude no primeiro agroglifo inglês

Por Newton Rampasso.

Agroglifos 2019! Chegaram! Essa é a notícia que muitos esperavam.

Certamente tardio este ano, se comparado aos anteriores.

Mas este que apareceu em 22 de maio de 2019 em Norridge não é genuíno.

Para quem não me conhece, estou pesquisando in situ há muitos anos na Inglaterra. Com o início da temporada de 2019, penso que muitos gostariam de obter maiores detalhes sobre o que está ocorrendo. Contra a nossa vontade, infelizmente o primeiro que apareceu nas plantações de Wiltshire, mais precisamente em Norridge Wood no dia 22 de Maio, não faz parte do fenômeno genuíno e, conforme uma breve pesquisa em campo, pude constatar que é falso. Estou enviando algumas fotos para que vocês possam participar dessa pesquisa e compreender melhor sobre o tema.

Esta é a vista panorâmica dentro do “crap circle” como chamamos aqui estes que são feitos por humanos daqui da Terra, são fraudes que infelizmente surgem para denegrir o fenômeno verdadeiro.

Como podemos observar nas fotos, no centro, as plantas estão todas quebradas. Grande parte foi simplesmente cortada, vemos também os danos feitos por alguma ferramenta.

Percebemos que não há nenhuma anomalia, somente dano artificial.

Este furo no centro indica uma haste que foi colocada ali provavelmente com uma linha para facilitar na hora de fazer o círculo.

Em um agroglifo genuíno, quando você chega, sendo um dos primeiros a visitar, as passagens de trator apresentam características intactas, sem pisadas na plantação, mas, nesse caso, vemos que elas foram bastante usadas para “fazer” a formação e estavam bem pisoteadas.

Sei que essas interferências para melhorarmos nossa conscientização, como civilização, é uma tarefa lenta e seu desaparecimento total tende a tardar na prática, por isso temos que celebrar cada formação, buscar seu significado e tentar divulgá-lo o melhor possível, pois uma semente hoje poderá ser mais tarde uma árvore de frutos.

Compreendendo a ansiedade de alguns e o ego de outros, já dava pra pressentir que alguém gostaria de ser o primeiro a colocar um agroglifo no mapa e então veio no mesmo lugar que do ano passado, aquele no qual nem o fantasma da formação existe (a marca que fica anos aparecendo no campo nos locais de formação genuína), aquele que fica fácil de acessar de carro e levar equipamento. Mais uma vez, pequeno o suficiente para facilitar o fraudador, porém, visto de cima, poderia estar bem feito o suficiente para iludir o leigo.

Em breve disponibilizarei alguns vídeos. Concluindo, vamos aguardar para que o verdadeiro fenômeno venha a se manifestar.

Ufólogo, natural de São Paulo e atualmente reside na Inglaterra, mais precisamente em Chiltern Hills, uma região próxima às ocorrências de crop circles. Está envolvido com ufologia desde os anos 80 e na Inglaterra desde 1991, mais especificamente na linha dos agroglifos ingleses.

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Equipe UIB

Reptilianos

O que são réptéis? Segundo a Biologia, são um grupo de animais caracterizados por serem ectotérmicos – com capacidade de regular a temperatura corporal através da temperatura do meio ambiente, tetrápodes – quatro dedos nas patas, e ovíparos – capacidade de colocar ovos, além de serem encontrados em quase todos os continentes, exceto nos pólos ou em lugares frios.

E o “adjetivo” que os acadêmicos das ciências biológicas usam para designar esse grupo é “reptilianos”. Mas, se elaborarmos uma pergunta considerando a Exobiologia, será que os répteis são encontrados apenas na Terra? Ou são um grupo que se desenvolveram em vários mundos?

De acordo com vários relatos ufológicos e contatos através de projeções astrais – fenômeno que ocorre quando a alma sai do corpo, existem alguns tipos de inteligências não-humanas que, morfologicamente, manifestam muitas características em comum com os répteis,  mais especificamente com os lagartos, por terem caracteres como escamas, olhos com pupilas verticais e até a capacidade de se camuflarem como os camaleões (faculdade que nos reptilianos se apresenta tão diferente, que o ser se camufla assemelhando-se a qualquer coisa ou ser vivo).

Um exemplo de reptiliano relatado pelo Movimento Ufológico Mundial é o retratado no Caso Kelly, onde as testemunhas declararam ter sido atacadas por pequenas criaturas reptilianas que possuíam apenas mãos e pés que as classificavam como reptilianas, mas que possuíam características não-reptilianas e bem peculiares, como olhos incandescentes, trajes metálicos de consistência elástica e a presença de orelhas de mamíferos. Ainda segundo as testemunhas, o comportamento das criaturas se manifestava por zombarias e agressões físicas.

Já no Caso Ron e Paula Watson,  a semelhança dos seres, principalmente com os lagartos,  é imensa, devido ao fato de apresentarem pupilas verticais, escamas e fisionomia de um lagarto no geral. Além disso, revelam que os programas de abdução desses seres são realizados em parceria com seres do tipo greys e com criaturas peludas semelhantes ao pé grande.

E, no Caso Zanfretta, os reptilianos são os mais aterrorizantes, com cristas na cabeça e pele semelhante ao de carne podre, além de terem escamas e placas ósseas. Esses seres do caso Zanfretta ainda dizem se chamar “Dargos”.

Após desvendarmos alguns casos na ufologia mundial que corroboram a hipótese de que o grupo taxonômico dos répteis se espalhou pelo universo, a próxima pergunta que fica é: de onde vieram esses seres?

A primeira teoria diz que os reptilianos vieram de uma estrela chamada Alpha Draconis, localizada na constelação do Dragão, e que, após tentarem invadir o planeta, entraram em guerra com os seres espirituais da Terra e então foram aprisionados em alguma dimensão.

A segunda teoria diz que os reptilianos vieram de um grupo de dinossauros chamado de terapódes – antecedentes diretos das aves, e que, após sobreviverem à extinção, evoluíram até se tornarem eretos e começarem a usar a razão e, assim, se desenvolverem intelectualmente. Ainda segundo essa teoria, por causa de uma guerra provocada pelos próprios reptilianos, que é explicada melhor numa suposta entrevista que um contatato fez com uma reptiliana de nome Lacerta, os mesmos se refugiaram para o interior da crosta terrestre.

As duas teorias são boas e, essencialmente, afirmam que em algum momento eles quiseram dominar a Terra, houve uma “guerra nos céus” e então “caíram”, sendo aprisionados em algum lugar. Porém, o único problema é na segunda teoria, pois é cientificamente impossível, por exemplo, eles serem descendentes dos terápodes, dado que esse grupo possui muitas semelhanças com as aves, e seus descendentes evoluídos obrigatoriamente teriam que ter características de aves, e não é o que ocorre.

Então, a conclusão lógica que se chega é a de que os reptilianos dos casos Watson e Zanfretta vieram de outro planeta, orbitando a estrela Alpha Draconis como vários autores afirmam.

Um outro motivo para se supor que vieram de Alpha Draconis é o fato de que, no caso Zanfretta, por exemplo, os seres se nomeiam como “Dargos”, e esse nome traz uma vaga referência aos “dragões” que possuem o seu nome homenageado na estrela de nome Alpha Draconis.

Mas e os seres do caso Kelly? De onde vieram? Por incrível que pareça, após a fatídica data do caso Kelly, não houve mais relatos conhecidos de seres daquele tipo. Talvez fossem de alguma espécie exploratória que estava de passagem e depois seguiram para outro lugar do espaço, por talvez não terem encontrado o que precisavam, ou então eles fossem algum experimento do governo estadunidense que deu errado e se “descontrolou”.

De qualquer forma, no caso desses seres, fica uma incógnita quanto à sua origem e propósito na Terra, se é que existe algum propósito, já que nunca mais foram vistos.

E, por falar em propósito, o que os reptilianos querem com a Terra? De acordo com o que diversos pesquisadores, blogs, sites, canais de YouTube e até livros relatam, os reptilianos querem a Terra. Um dos motivos dessa ambição seria porque os reptilianos são exilados de um outro Universo, e que, vagando pelo nosso universo, descobriram que no mesmo quadrante que o planeta deles se encontra no universo natal deles, havia um orbe muito semelhante chamado de Terra. Então, esses seres se achariam no direito de tomar o lar dos humanos com o discurso de que é o lar deles no outro universo.

O outro motivo é que simplesmente querem os recursos naturais do planeta e aumentar seu provável império militar pela Via Láctea. Esse segundo motivo é o mais lógico, pois a definição de universo paralelo, segundo as filosofias espiritualistas, é que existem no cosmo diferentes dimensões, sendo o universo em que estamos o de 3° dimensão, e afirmam que os reptilianos são de Alpha Draconis, que é uma estrela do nosso universo, demonstra que os reptilianos estão na mesma dimensão que a humanidade, logo, não seriam de outro universo.

Mas, se querem a Terra, por que ainda não a dominaram, já que pelo seu elevado desenvolvimento militar, tecnológico e científico, como retratado nas abduções, poderiam fazer a invasão em um curto período de tempo?

Porque a Terra seria protegida e governada por seres espirituais elevados que não deixariam ocorrer uma invasão extraterrestre em larga escala, fora o fato de os reptilianos estarem em quarentena no mundo espiritual. Então a pergunta que  fica é: se estão em quarentena, como alguns conseguem passar? E como estão fazendo o processo de dominação da Terra?

Talvez, do Umbral, os espíritos exilados dos reptilianos tenham conseguido desenvolver alguma tecnologia capaz de atravessar as duas dimensões de existência e, por estarem em menor número para realizar o processo de dominação do orbe terrestre, se aliaram com outras espécies como os greys, que, pelo programa de hibridização, fariam uma colonização genética – os genes dos reptilianos criariam híbridos que se multiplicaram pela Terra até não existirem mais humanos, no sentido genético.

Diante de toda essa reflexão, podemos concluir que os reptilianos (não contando com os reptilianos do Caso Kelly) são seres do grupo dos répteis, especificamente do grupo dos lagartos, com dois biotipos (ver nos casos Watson e Zanfretta), provindos de um planeta quente e localizado em Alpha Draconis, e que uma grande parcela (assim como existem humanos bons e maus, deve haver alguma parcela benevolente de reptilianos) querem dominar a Terra para aumentar seu império galáctico, mas que, devido ao orbe-vítima ser protegido, e grande parte dos invasores originais terem sido presos no Umbral,  optaram por fazer a dominação através do programa de híbridos dos greys. Devemos concluir também que, de acordo com um relato mediúnico feito por uma administradora da UIB e tantos outros contatatos, nem todos os draconianos – nome que faz alusão ao lar de onde vieram os reptilianos estudados no presente artigo – são ruins, assim como nem todos os humanos são bons.

Fontes:

http://www.anjodeluz.net/ufologia/exopolitica/tipologias.htm

https://www.curaeascensao.com.br/topicos-inicial-site/segredos/segredos_arquivos/segredos96.htm

https://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos3/Repteis.php

Livro “Guia da Tipologia Extraterrestre” , Thiago Luizz Ticchetti (segunda edição).

A Gênese, Allan Kardec.

https://ufo.com.br/artigos/caso-zanfretta-uma-abducao-repetida-varias-vezes-na-italia.html

http://www.fenomenum.com.br/ufo/casuistica/1950/kelly

FAVRETTO, Mario. Sobre a origem das aves: (Theropoda: Aves). N° 150. Atualidades Ornitológicas Online, 2009.

Contato mediúnico de uma administradora da UIB.

Felipe Viana é biólogo, mora em Niterói, Rio de Janeiro, e desde muito pequeno sempre se interessou em estudar os temas de Ufologia, Espiritualidade, Parapsicologia, Física Quântica e afins

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Equipe UIB