Greys, uma tipologia extraterrestre biologicamente possível

Greys, uma tipologia extraterrestre biologicamente possível

Desde o surgimento da Ufologia como um movimento mundial e independente em busca da verdade sobre os OVNIs e seus tripulantes que visitam a Terra, a datar dos primórdios da civilização humana, seres do tipo “Greys” com certeza são a espécie catalogada mais popular e conhecida da história da evolução. Esses rostos míticos são encontrados desde cavernas no Peru através de pinturas rupestres, até em projeções astrais onde os contatados alegam interações com estes seres.

De acordo especificamente com a exobiologia – ciência que estuda a origem, evolução, distribuição, e o futuro da vida no Universo: a vida extraterrestre e vida na Terra, seria possível a existência de seres como os Greys. Porém, são por meio de relatos de contatados e abduzidos, que os Greys tomaram forma, tornando-se uma das raças mais descritas nos relatos; existindo até mesmo um padrão de características, como uma estatura baixa, pele cinza, caracterizando seu nome popular, cabeça desproporcionalmente grande em relação ao corpo, olhos amendoados, grandes e totalmente pretos, duas narinas minúsculas, uma fina e pequena boca, dois longos braços terminando em três dedos longos e duas pernas finas.

Segundo o pesquisador David Jacobs, quando uma criatura possui olhos grandes na natureza, é porque vivem em ambientes com pouca luminosidade, isso explicaria porque 90% das abduções por estes seres ocorrem à noite. O fato de os abduzidos nunca sentirem a respiração destes seres significa que não respiram ar e pela morfologia da boca não ingerem comida; além disso, pelo tamanho da caixa craniana, possuem uma grande inteligência.Para Jacobs, o tamanho pequeno dos Greys, é porque provavelmente o orbe de seus planetas possuem uma gravidade maior que a da Terra, consequentemente dando-lhes um tamanho menor.

Thiago Luiz Ticchetti, em suas pesquisas, relata que a tipologia Grey seria dividida em quatro variantes: a primeira teria como características marcante olhos alongados e presença de vestimenta, são conhecidos por causa do famoso caso Betty e Barney Hill.  A segunda variante possui como características marcante uma boca de tartaruga e dois pares de dedos nas mãos, ficou conhecido através do caso de abdução ocorrida em 26 de agosto de 1972 em Allagash, Maine, EUA. A terceira variante tem como características marcantes capacete e olhos de mosca, tendo sido conhecida com o caso ocorrido em 15 de maio de 1951 em Salzburg, Áustria. E a quarta variante seria a cor cinzenta, tornando-se mundialmente conhecida após o famoso caso Kathie Davies.

Nos respectivos casos destas quatro variantes, o único em que foi revelada a localização estelar foi o da variante 1, caso Betty e Barney Hill, no qual os seres disseram vir de um sistema solar binário definido pelos astrônomos como Zeta Reticuli. Contudo, afirmar que as outras três variantes também viriam de Zeta Reticuli seria equivalente a procurar um gato preto à noite, em um imenso quarto todo apagado e sem saber onde estaria; ou seja, podemos especular, mas não afirmar. Portanto, as outras três variantes suas localizações ainda são desconhecidas.

Agora que desvendamos ser possível um contato e de onde provavelmente vieram estes seres, a próxima pergunta é qual o propósito das visitas dessas criaturas na Terra? Uma das teorias que circula diz serem exploradores, fizeram contato com alguns governos da Terra e estabeleceram um pacto no qual os Greys poderiam abduzir nativos de nosso planeta para seus estudos, para posteriormente fazer um projeto de colonização da Terra com híbridos geneticamente modificados através de suas abduções. Como troca de moeda os governos teriam recebido tecnologia e conhecimentos científicos.  Outra teoria que circula entre pessoas e grupos sociais adeptos as filosofias de vida espiritualistas, diz que o objetivo da visita dos Greys é o auxílio à humanidade para um mundo de regeneração – mundo este onde o bem começa a prevalecer sobre o mal, construindo assim, uma nova humanidade. Ao analisarmos o propósito geral através das duas teorias citadas, vemos que as duas teriam a ideia de construir algo novo, mas com fins distintos. A primeira traria a extinção da humanidade já que nesta hipótese, os híbridos dos Greys iriam se infiltrar na sociedade humana multiplicando-se até a seus habitantes serem extintos. A segunda teoria não teria como fim uma extinção, mas sim a construção de uma nova humanidade povoada por seres mais avançados espiritualmente.

Essas teorias e pesquisas da ufologia casuística sobre os Greys nos indicam a diversidade de outros planetas, não necessariamente com uma estrela sendo sua fonte energética, como por exemplo nosso sol no sistema solar. A gravidade do orbe de seus planetas serem mais intenso do que a da Terra, é um tanto intrigante, além de se apresentarem com quatro variações morfológicas. Até então, não sabemos tudo sobre os Greys, mas estamos no caminho das descobertas, existem mais mistérios entre o Universo e a Terra do que podemos imaginar.

Fontes:

.Livro “Guia da Tipologia Extraterrestre” , Thiago Luizz Ticchetti (segunda edição)

.http://ufologiaatual.blogspot.com/2014/01/extraterrestres-os-greys-e-seus.html

.http://celiosiqueira.blogspot.com/2011/11/o-joio-e-o-trigo-os-hibridos-humanos-ou.html?m=1

Felipe Viana é biólogo, mora em Niterói, Rio de Janeiro, e desde muito pequeno sempre se interessou em estudar os temas de Ufologia, Espiritualidade, Parapsicologia, Física Quântica e afins

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressos neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

Equipe UIB

Alguns sonhos (ou viagens astrais) que mexeram comigo

Em 2016, quando comecei a estudar meditação, tive algumas viagens astrais incríveis. Eu sempre tive sonhos reais, esses foram os mais recentes com alienígenas.

Na viagem, eu vinha andando por uma avenida próxima aqui da minha casa quando, de repente, surgiram vários discos prateados no céu, estavam por todo lado.

Eles lançavam raios branco azulados nas pessoas e elas desapareciam. Fiquei com medo e me escondo sob os toldos.  Fui andando até perto de casa, grudada nos muros para não me verem; mais à frente encontrei meu marido e meu filho, começamos a correr juntos, mas eles ficaram para trás… quando olhei, o OVNI que nos perseguia veio em minha direção.

Feliz por eles estarem a salvo, continuei fugindo. Um grey desceu da nave em meu encalço, entrei em uma casa e em todo lugar que eu entrava ele se materializava na minha frente. Estava assustada e com muito medo, a emoção era muito forte, até que fiquei exausta, desisti de fugir, ele ficou frente a frente comigo, era pouco mais baixo que eu.

O medo me assolava, então ele esticou os braços em minha direção e eu, de alguma maneira, soube que era um comprimento. Bom, não podia ficar pior, então pus os braços sobre os dele; o medo que chegava a doer a alma passou como mágica, me senti bem e ele falou telepaticamente comigo, a mensagem veio a mim como:

– Encontrei você!

A boca dele não mexeu em momento algum, havia uma nave próxima e não me lembro de mais nada. Acordei cansada e emocionalmente abalada com as emoções.

Bom, uns meses depois, sonhei que estava na rua e avistava um objeto no céu. Era no formato de um sorvete. Havia alguém comigo, eu a conhecia, mas não olhava para ela. Depois estávamos dentro da nave, tinha uma imensa cúpula de vidro, onde era possível ver todo o céu.

Havia vários homens altos de pele clara, trajavam macacões pretos colados como roupas de mergulhadores, alguns estavam de pé, outros controlavam equipamentos da nave. O homem que me recepcionava era claro de cabelo escuro, fiquei furiosa porque eles haviam me levado para lá. Não me assustei nem tive medo, acho que pelo fato de serem como nós.

Ele falava uma língua estranha, não era similar a nenhuma que conheço. Eu esbravejava perguntando porque eles haviam me abduzido, aí ele me oferecia frutas variadas que havia em uma bandeja de metal. Ficamos assim sem conseguir nos comunicar, ele tentando adivinhar o que eu queria e eu berrando feito doida. Acordei rindo e confusa.

O terceiro contato foi no mesmo ano: começou com uma invasão de naves esféricas, havia imensos edifícios, parecia ser no futuro. As esferas voavam em uma velocidade incrível, paravam bruscamente, planavam no ar, faziam de tudo, elas também abduziam as pessoas, mas não soltavam nenhuma luz, era como no filme ‘o dia em que a terra parou’, pareciam ser sugados pelas esferas.

Elas eram tão polidas que se assemelhavam a um espelho feito de metal. Me escondi em um estacionamento no andar no subsolo de um prédio, havia outras pessoas assustadas comigo. As esferas sumiram então decidimos sair em busca de nossos parentes. Na rua sentei em um veículo semelhante uma coluna de ferro cheia de braços, à frente assemelhava-se a um avião com bico, havia uma hélice do não me lembro se ficava na frente ou atrás.

O motorista parecia pedalar e o veículo subiu ao céu feito uma grande ave pesada, se contorcendo com barulho de catracas. Ele viajou uns 30km de onde eu estava, o homem desceu o veículo e disse que só podia ir até ali, havia um ponto de taxi na frente, entrei em um, mas no caminho as esferas voltaram, era uma armadilha! Uma esfera ficou do lado esquerdo do carro, fiquei desesperada, mas era tarde. Acho que fui engolida por ela, lembro de estar em um cômodo escuro pequeno, minha irmã mais nova que eu estava em um canto estava grávida de gêmeos.

Tinha um ser à nossa frente, ela era uma mistura de mulher com lula, havia tentáculos na sua cabeça, um rosto exótico com grandes olhos humanos, o engraçado é que ela era translúcida, era humanoide, mas eu só olhava para o seu rosto, uma sensação ameaçadora vinha dela.

Parecia que ela ia matar minha irmã grávida, pensei rápido: se ela me matasse, em vez da minha irmã eu ia salvar três vidas. Então mentalizei para ela que a poupasse e me matasse, aí a emoção dela mudou, seus grandes olhos se converteram de frios para compaixão, admiração, satisfação da minha atitude.

Também acordei emocionalmente abalada, os sonhos mexeram comigo por uns dias. Eles não acontecem quando eu quero. No ano seguinte vi o alinhamento dos planetas em sonhos em um deles eu não estava na terra. Era um planeta maior.

Finalmente, nessa cena abaixo, eu estava submersa em um líquido transparente, enquanto dois homens me observavam. Era tipo um copo gigante. Fazendo pesquisas, uma vez li sobre pessoas que haviam sido abduzidas e postas em líquidos, aí lembrei desse sonho.

Elisângela Mendonça Santos faz desenhos inspirados em viagens astrais que teve. Desenha desde os seis anos de idade e é apaixonada por ufologia e astrologia desde a infância.

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressos neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

Equipe UIB

Jocrei Moura

(Atualizado em 19/3/19)

Biscoitos UIB prontos para assar!

Biscoitão do logo UIB! Uma pena que as letras ficaram grudadas após assar 🙁

Jocrei Moura é de Piracanjuba – Goiás. Em 2018 ouviu um relato espiritual surpreendente de um amigo próximo e, por falta de respostas das religiões tradicionais, começou a pesquisar sobre a Ufologia, ingressando no Ufologia Integral Brasil.

Estágios para o contato

Bate-papo com o ufólogo e contatado Newton Rampasso. 

Bia Vall: No seu futuro livro sobre contato, você mencionou que existem estágios e técnicas que facilitam o contato. O trabalho com técnicas de expansão consciencial garante o contato com seres positivos? Como são feitas as pesquisas nesse caso de contato e avistamentos, há algum controle e segurança?

Newton: Exato, você perguntou e já respondeu, rs… o livro, que já terminei, estou buscando local para imprimir, não demora pra ficar pronto, serve de guia para uma preparação que praticamente leva a pessoa já preparada ao contato e o contato é feito por nosso lado e assim, claro, você faz se quer, se não quer não faz. Óbvio que as pessoas vão fazer com aqueles que se dão bem e será sempre positivo. Quando existe uma percepção de negatividade é a falta de compreensão da espiritualidade envolvida, ou falta de experiência, por isso deixo bem claro que o processo de contato leva tempo para desenvolvimento pois precisa de algumas práticas até chegar ao final.

Agora, dentro do que acontece por aí nesse mundão, a respeito de contatados, existem vários modelos. Já muita gente que teve contatos, teve pelo lado deles, foi praticamente abduzido ou convidado que seja, como eu mesmo fui, e esse tipo de contato é diferente daquele que nós desenvolvemos, como será explicado no meu livro. Estes que acontecem pelo lado deles não temos muita escolha a não ser que eles permitam a escolha da nossa parte. Sendo assim, não se deixe preocupar muito com cada caso, pois cada um tem um processo de vida com seus complicados detalhes que podem envolver o contato e um grupo de pesquisas não tem a responsabilidade de zelar pelo que ocorre com cada situação, senão você pira com tanta loucura e absurdos que existem.

Eu estive em grupos nos quais pensei auxiliar algumas pessoas que precisassem devido a algum contato sem compreensão e, no fim, saí de todos porque tinha gente que dizia ter contato toda noite e na realidade estavam vendo satélites, estação espacial, telescópio Hubble etc e não tinham conhecimento disso enquanto tampouco queriam aprender. As pessoas são maiores de idade e responsáveis por seus atos. Os contatos por nosso lado são sempre positivos e qualquer impressão de negatividade vem com a falta de conhecimento da realidade. O contato por parte deles não está sob nosso controle.

Bia Vall: Como se dá o contato promovido por avistamentos seguidos, existem etapas? E porque alguns relatam o sentimento de medo e, às vezes, dor? São seres negativos?

Newton: São interessantes esses avistamentos seguidos, com mesma hora e local. Mas como dito, e respeitando um histórico e relato como real, esse contato é por parte deles, porém tendo uma interação por parte do contatado, assim que não está completamente sob controle do contatado. Ele simplesmente volta ao local se quiser manter o contato que eles iniciaram. Imaginemos uma tribo que está sendo observada numa ilha por uma equipe que de longe num helicóptero capta imagens e após anos de depredação natural já não possuem infraestrutura para crescer e existe grande chance de que estão se extinguindo. Um cientista do estudo de observação resolve se preparar para fazer alguns exames que trarão resultados sobre a situação física de um dos indivíduos da tribo que nunca teve contato com alguém que não fosse da sua tribo, é selvagem e muito emotivo. Ele é então anestesiado, exames feitos, é liberado. Ele volta contando aos seus que antes via o objeto (helicóptero) e tudo estava bem, sentia grande alegria em ver tal enigma (para ele). Porém um dia quando isso acontecia sentiu uma dor (tiro de anestesia) e depois ficou passando mal (grogue dos efeitos) e ainda tinha marca no braço de um ferimento. Toda a percepção que ele tem de negatividade é por falta de compreensão do contato. Porém, quando nós iniciamos o contato, isso não ocorre, pois usando o mesmo exemplo, o indivíduo selvagem se mostra fazendo sinais ao helicóptero demonstrando que está tranquilo e preparado para uma situação cara a cara. O cientista então desce do helicóptero e se aproxima um pouco sabendo que se atacado ele volta para o helicóptero a tempo de decolar ou anestesia o indivíduo. Nesse momento o indivíduo demonstra que está bem controlado e preparado para mais, até que um dia ele é convidado e entrar no helicóptero e dar um passeio juntamente com os cientistas que, felizes, fazem anotações importantes sobre aquela evolução. Enquanto agora ele passeia de helicóptero e aprende muita coisa nova, ou outros com medo correm e atiram pedras. Estamos, depois de muito tempo, iniciando contato outra vez e o início pode parecer confuso mas na realidade é bem simples. Não ter medo é a chave e a preparação ajuda a perder o medo, fazendo o indivíduo concentrar no positivo que está além da compreensão.

Ufólogo, natural de São Paulo e reside na Inglaterra, mais precisamente em Chiltern Hills, uma região próxima às ocorrências de crop circles. Está envolvido com ufologia desde os anos 80 e na Inglaterra desde 1991, mais especificamente na linha dos agroglifos ingleses.

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

Equipe UIB

O contato: relato de uma experiência

Descrevo aqui a minha experiência durante um processo de “contato” e deixo claro que nunca havia pesquisado sobre Ufologia e nem sequer me interessava pelo tema, embora guardasse em minha minha intimidade a certeza de existência de um “Kosmos” que nunca precisou ser pensado ou questionado, apenas a sensação já era suficiente.

O fenômeno:
Para quem vivencia o fenômeno do “contato”, realmente não é fácil, e quem tem sensibilidade mediúnica provavelmente passará pela experiência com a percepção mais ampliada. Tenho a sensação de que todos os conceitos relativos às dimensões “humanas” (individuais e coletivos) conhecidos pela minha perspectiva materialista foram reconstruídos. Isso inclui os aspectos mental, emocional, espiritual, energético, físico, cultural e social. Não significa que a realidade coletiva tenha sido alterada de fato, mas quem vivencia o processo com certeza notará mudanças na maneira de interpretar e sentir o mundo.

A jornada:
Nos aspectos mentais tudo começou por uma “limpeza” de determinados registros akáshicos (não sabia o significado disso na época), sonhos e pesadelos com UFOs, imagens de experiências e cenários antigos e de contato na infância, percepção e sensação ampliadas. Tudo passou por mim como uma grande Onda.

Hoje entendo que esta etapa foi necessária para que o fluxo de energia desviado para bloquear algumas memórias voltasse a fluir por meio do processamento e integração dessa memória; isso ocorreu para que, diante de um novo estímulo desencadeador (da memória dolorida), viesse a ter uma nova resposta, ao invés da esquiva o enfrentamento surgiria e o medo não seria mais um impeditivo para algumas realizações.

Ainda no campo mental, surgiram questionamentos a respeito de meus paradigmas, esquemas (crenças profundas individuais e coletivas), valores, princípios e até mesmo sobre meus conhecimentos teóricos e vivenciais.

Na dimensão física percebi mudanças no paladar que se tornou mais apurado e me levou a mudanças em hábitos alimentares, deixei de comer carne, diminui a quantidade de doce e passei a consumir alimentos mais naturais.

No campo energético e emocional houve um desequilíbrio, minha sensibilidade se ampliou e vivenciei um período que surgiram a sensação de solidão, medo, angústia e outras emoções difusas.

Além de todos esses aspectos de cunho mais individual, precisei aprender a lidar com a mudança na dimensão coletiva, o que dependerá muito do contexto sociocultural de cada pessoa, é mais comum poucas pessoas de seu círculo pessoal te apoiarem ou acreditarem em você. O processo é solitário.

Mudei minha visão de mundo e as estruturas sociais deixaram de fazer sentido, do modo como estão constituídas hoje. Contudo, como faço parte deste mundo e é preciso seguir em frente, foi importante e necessário aprender a sustentar esses paradoxos para não fugir à realidade.

A preparação fez diferença no contato:
Durante todo este processo, se não fosse a preparação espiritual e psicológica anterior e o auxílio externo com as terapias (com psicólogos e terapias energéticas), teria me autodiagnosticado como “delírios e alucinações”.

Quando falo sobre preparação espiritual e psicológica anterior, me refiro a trabalhos e estudos dos fenômenos mediúnicos (25 anos) e à dedicação ao meu autoconhecimento mais profundo e aos estudos na área da psicologia (20 anos). Para Jung, o propósito maior da psique humana é a individuação (que é o próprio processo de tornar-se si mesmo), deveríamos ser nosso grande projeto para transformação/ individuação por toda a vida e quiçá além desta vida.

Um alerta importante é prestar atenção para não cair na ilusão de que você é especial por ter esse “contato”; evitar a sedução pelo poder e vaidade. Ter um ego fortalecido para conseguir mediar todas essas instâncias da vida poderá ajudar no processo.

A tarefa:
Entre todos os aspectos ditos anteriormente considero a tarefa da qual fui solicitada como mais um item importante, não é nenhuma tarefa heroica, mas que se aproveita de meus conhecimentos e os coloca a serviço de uma causa maior, como mais uma pessoa que trabalha a si mesmo e aos outros para um despertar de consciência.

A morte e o renascer:
Simbolicamente posso descrever essa experiência como a morte e renascer em vida. Dois sonhos trouxeram imagens para marcar este processo: o primeiro sonho foi com a imagem arquetípica do barqueiro que personifica a morte, Caronte, entretanto eu dispensava o tal barqueiro e conduzia sozinha o barco para atravessar um rio muito solitário e chegar em outro local ainda não desvendado pela consciência atual; no segundo sonho, eu me via ligada a aparelho utilizado nos hospitais que mede as funções de vida e, quando me dei conta, ouvi o barulho do apito tinindo e a linha reta no visor que representavam “a morte simbólica”.

Neste momento a sensação foi de conexão com o “Kosmos” e a imagem que surgiu foi de um fractal multicolorido me conectando a tudo e a todos.

O contato:
Meu contato é com um SER que pode ser descrito como um “militar” em sua assertividade, disciplina, encorajamento, conexão e respeito à causa, ética cosmocêntrica, organização. Este “Ser” me antecipou de todas as alterações que ocorreriam.

Também recebo orientações com os estudos e dá-lhe estudos! Uma vez pedi para ele facilitar este aprendizado e colocar uma espécie de “chip” ou ampliar minha memória para esses ensinamentos (rsrsrsrs). Adivinhem a resposta:

– Você não é diferente de ninguém e está sujeita às mesmas leis humanas; aprenda a ter foco e não desperdiçar seu tempo, aprenda a utilizar os teus próprios recursos internos.

Eu pensei: Valeu pela assertividade!

Enfim, não tem sido um processo fácil, mas tenho aprendido muito e sou grata. Tem sido um treino profundo para a vida e todos os estudos que envolvem este processo me fazem crer que exista uma consciência fora de nós que permite o acesso e conexão desses saberes, uma consciência que talvez seja muito mais coletiva do que individual, mas para acessá-la é preciso trabalho, dedicação e comprometimento.

Esse processo me trouxe mais dúvidas a respeito da vida terrena do que certezas; entretanto, as poucas “certezas” foram libertadoras e trazem a ideia de que não existe fracasso se você se abre para aprender, que não somos “donos de nada”, de que verdades são “parciais e contextuais” e que os relacionamentos com seres mais diferentes do “Universo” nos enriquece se estivermos abertos.

Claudia Alessandra é natural de São Paulo. Alguém inspirada pelas diferentes e ricas perspectivas das experiências humanas. Atua como Psicóloga Clínica, Pesquisadora da Área da Saúde Psíquica, Espiritualidade e recentemente “Exoconsciência”. (Exoconsciência é um termo divulgado recentemente por Juliano Pozatti e criado pela norte-americana Dra. Rebecca Hardcastle, que significa “o estudo das dimensões extraterrestres da consciência humana: a origem, dimensões, talentos e habilidades da consciência humana que nos conectam diretamente com o cosmos e seus habitantes”).

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressos neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

Equipe UIB

Um avistamento em família no céu de Poá, São Paulo

Avistamento 19/02/2019  em Poá – São Paulo 20h

Eram aproximadamente 20 horas do dia dezenove de fevereiro de 2019. Era minha folga, eu tinha acabado de chegar do supermercado, quando meu filho de 11 anos  vem correndo desesperado falando:

– Papai, são eles… eles estão lá fora, é uma bola vermelha!

Achei aquela fala um exagero, mas fui lá observar o céu.  Foram testemunhas: eu, meu filho de 11 anos e minha esposa.

Quando cheguei, me deparei com algo lindo, vermelho, parecia uma estrela pulsar vermelha, só que bem baixa e muito grande. Pena que a imagem da câmera não conseguiu captar com a riqueza de detalhes que o objeto se apresentou aos nossos olhos.

Tampouco era possível ver a movimentação daquele objeto cortando por cima de minha casa lentamente. Depois sim, diminuiu a intensidade e ficou mais para uma esfera e foi se afastando lentamente num nível horizontal.

Pelos meus cálculos, o avistamento durou cerca de 5 a 7 minutos, seguindo no sentido Noroeste para Sudeste.

Tenho que acrescentar que essa não é a primeira vez que eles se mostram para mim, e me recordo que, na mesma noite, senti a presença deles ao chegar do mercado, antes do meu filho me chamar.

Outro dado relevante foi que, no dia anterior, minha esposa me mostrou uma comunicação que recebeu, era uma mensagem registrada por ela no papel, tendo sido feita, segundo ela,  como escrita automática. Ao mesmo tempo que escrevia, ela via um ser na sua tela mental e  tentou desenhá-lo, mas sem a exata perfeição do que viu. Descreveu o ser como similar a uma formiga, a testa era maior,  com algo ressaltado acima dos olhos que lembrava uma sobrancelha, pele morena e olhos cintilantes.

Minha esposa até ficou receosa de me mostrar a mensagem, duvidando do ocorrido, questionando se estava louca, pois não acredita na existência desses seres e nem se interessa pelo tema. Juntando a mensagem que identifiquei ser destinada a mim, pois eram questionamentos meus respondidos ali no texto (ela não sabia) e o avistamento da noite seguinte, colaboram para a confirmação de que eles estão aqui, e podem se comunicar por meio de terceiros.

Na mesma noite deste avistamento, senti que devia relatar e passar adiante o ocorrido, onde aceitei a divulgação mas preservando nossos nomes, pois o caso pode servir de gatilho e ajudar outras pessoas a compreender que eles estão aqui, e encorajar também novos relatos de outros avistamentos.

Segue o comunicado escrito que minha esposa recebeu no dia anterior:

 

“… Quando o caos se aproxima, tuas verdades são destruídas, porém, se tiveres sabedoria e crença em ti mesmo, saberás que é o universo te dando chance de recomeço.

Esteja em paz contigo e estará em paz com o mundo.

Mudanças são necessárias para o reconhecimento e construção de novas realidades e só você pode fazer as escolhas…”

 

Rayan

Hayandec

 

Mensagem feita via escrita automática, pela esposa

 

Detalhe ampliado

 

Única foto tirada do objeto avistado, via celular

 

Foto ampliada do objeto avistado

Confira o vídeo em:

https://www.youtube.com/watch?v=eVt8Jbxh22s&feature=youtu.be

https://www.youtube.com/watch?v=eVt8Jbxh22s&feature=youtu.be

Obs: Relato anônimo, fornecido e autorizado por membro do Grupo de Estudos UIB.

Bia Vall é fonoaudióloga, paulistana. Apaixonada por viagens e estudos da consciência. Idealizadora do Projeto Ufologia Integral Brasil

Ricardo Lima

(Última atualização: 11/6/19)

Ricardo Lima é paulistano, 39 anos, casado, pai de dois filhos e sempre incutiu na mente dos garotos sobre os viajantes estrelares. Às vezes explica ufologia para os filhos com desenhos que ele mesmo faz.

Visitante Noturno

Lucas, durante a noite de sono, enquanto sonhava, sentiu-se “despertar”. Diferentemente de um acordar natural, onde há a progressão de nossos sentidos de forma linear, naquele momento, além de não ser o horário habitual de despertar, sentia como se estivesse sendo despertado por algo ou alguém mesmo sem o toque físico, sendo isso ainda mais estranho, justamente por morar sozinho.

Pela sua posição na cama, deitado sobre o lado esquerdo do corpo, assim que tomou por completo sua consciência e abriu os olhos, visualizou a janela, já que o espaço entre as ripas proporcionava um mínimo de claridade para dentro do ambiente.

Ao invés de voltar a dormir, de modo instintivo continuou a passar os olhos pelo cômodo, já que acordar naquele momento era no mínimo inusitado e também, como se suspeitasse de que algo estivesse para acontecer, já que alguma coisa ocasionara seu despertar repentino. Foi então que notou, no canto do quarto, a presença de um ser tão alto a ponto de quase tocar o teto com a cabeça e bastante magro, muito semelhante aos chamados “Greys”.

No entanto, a cabeça do ser era bulbosa como se o crânio se dividisse em três (semelhante às bolas da NFL) e sua pele era numa mistura de marrom com vermelho escuro. No primeiro instante, o ser não olhava para ele; a impressão é de que estava de perfil e com sua atenção voltada a outros que pudessem estar por ali, como se estivessem se comunicando de algum modo. E essa impressão se deu através de movimentações observadas no quarto.

Com medo, Lucas abaixou a cabeça, mas depois voltou seu olhar novamente para a janela na tentativa de observar os outros seres que pudessem estar ali, mas não viu mais nada. E foi quando percebeu que o ser, dessa vez, o fitava, porém, não apresentava expressão alguma.

Seu semblante sério e despreocupado passava uma sensação de indiferença, como se tratasse de algo habitual, mas Lucas não sentiu qualquer tipo negatividade ou tensão neste momento. Ainda se esforçando para compreender o que ocorria ali, Lucas manteve seu estado de vigília e revistou com os olhos ao redor do quarto, quando conseguiu notar apenas parte do braço de uma da outra – ou outras – criatura(s), como se estivesse(m) se movimentando.

Para demonstrar consciência da situação àquela criatura e transmitir certa segurança, Lucas procurou se mover; então, elevou ligeiramente a cabeça do travesseiro como se fosse se levantar da cama, mas mantendo o contato visual com seu visitante. E foi nesse momento que notou uma pequena luz, do tamanho de um buraco de tomada, se acender. Não pôde precisar ao certo de onde vinha tal luz, se ela se projetava do centro do tórax do ser, se a criatura segurava algum instrumento ou se essa luz pairava ao lado do suposto alienígena. Luz verde – neon. Não iluminava o ambiente ou emitia feixe, apenas um ponto de luz. Após uns 3 segundos sob o contato com tal luz, Lucas adormeceu. Sentiu que era um sono “artificial” como se estivesse sido anestesiado de alguma forma.

Lucas, naquele instante, mantinha algum nível de lucidez, sendo aquele estado semelhante ao experimentado quando estamos entre o sono e a vigília. Sua sensação era que tudo não tenha durado mais que 2 minutos. Ao reabrir os olhos, o ser não estava mais ali. Achou melhor demonstrar naturalidade e se virou para o outro lado para voltar a dormir – até mesmo por achar essa a atitude mais segura naquele momento.

*****
Alguns dias após ter ouvido o relato, conversei com Lucas para saber suas impressões daquilo que vivenciou e como ele estava lidando com o tipo de experiência que acabara de ter, além de procurar saber se o ocorrido poderia influenciar sua vida em algum aspecto a partir daquele momento.Um resumo sobre ele: Lucas não é uma pessoa religiosa, porém, espiritualizada.

No entanto, explicações comuns ao mundo espiritualista nas quais se conclui que algo possa ter acontecido por questões energéticas, campos áuricos, vibracionais, entre outros, não produzem qualquer tipo de satisfação ou convencimento sobre ele, pois há sempre uma explicação mais plausível de cunho científico.

Para ele, a possibilidade de a vida extraterrestre ter florescido e evoluído universo afora já era algo obviamente natural, e quanto ao contato entre eles e nós, terrestres, é apenas questão de tempo. O ocorrido de dias antes foi uma pequena amostra das infinitas possibilidades que nos rodeiam e que, a partir de então, diz que ultrapassou a barreira da crença para a certeza, e que presenciara a mais pura comprovação da existência da vida extraterrestre.

E compreendeu que, no exato momento em que o ser o fitava naquele quarto escuro, foi a forma do universo lhe responder de modo mais direto e inquestionável acerca daquilo que se perguntou diversas vezes durante sua vida.

Aquele breve olhar da criatura dizia claramente:

– Você não pediu para saber? Pois bem!

Créditos da figura: Shutterstock

Rafael Alves, natural de São Paulo – SP. Fisioterapeuta, curioso por natureza e crê que a vida acontece muito além do que enxergamos neste mundo. Idealizador do Projeto Ufologia Integral Brasil.

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressos neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

Equipe UIB

Cristiano Zoucas


Cristiano Zoucas. Nascido e criado no Rio de Janeiro, morando atualmente em Toronto, começou o seu interesse por ufologia ainda criança, quando viu de perto o que viria a ser o OVNI de Casimiro de Abreu em 1992. De lá pra cá teve a chance de ter outros avistamentos e hoje em dia tem um podcast sobre Ufologia chamado Hangar 18.

A intuição e as luzes no céu

Aparentemente minhas habilidades extrasensoriais têm despertado nos últimos anos, com vários episódios de visões, vozes, intuição e telepatia, dentre outros. Um dia, em janeiro de 2017, indo de Joaçaba para Treze Tílias, ambas cidades no Estado de Santa Catarina, tive uma intuição muito forte de que eu iria ter um avistamento e que deveria observar o céu.

Voltando de Treze Tílias pela estrada, já de noite, minha filha, na época com 14 anos, visualizou uma luz no céu. Paramos o carro num local aberto onde ocorrem os rodeios e ficamos observando o céu, avistando diversas luzes.

As cerca de cinco luzes voavam muito rápido, na altura dos morros. Estávamos em um local muito alto, na serra, e as luzes estavam na nossa frente, no vale, e iam muito rapidamente de um ponto a outro em milésimos de segundo: uma hora estavam de um lado do morro e, de repente, apareciam do outro lado, sem nenhum ruído. Meu marido tem um avião e conhecemos o tempo que demoraria percorrer uma distância daquele tamanho, de um lado a outro. Nenhuma aeronave feita pelo homem conseguiria aquela proeza.

Foi muito emocionante, tanto eu como minha filha estávamos conseguindo observar e eu passaria horas no local, mas somente pudemos permanecer cerca de 5 minutos, pois já era noite e era uma estrada deserta.

Nos dias seguintes, fiquei sabendo que várias pessoas da região também avistaram aquelas luzes, e um amigo postou a notícia abaixo:

http://www.atualfm.com.br/site/ovni-relatos-revelam-aparicao-de-luzes-misteriosas-em-agua-doce-irani-ipumirim-e-lindoia/

Eu pude observar essas luzes de cima e as demais pessoas observaram de baixo. Foi muito interessante saber que não fomos somente eu e minha filha que vimos.

(Créditos da imagem: https://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-44829457)

Simone Mery Strey é casada, 42 anos, tem uma menina, mora atualmente em Santa Catarina e é proprietária de uma loja de esotéricos. “Sempre tive dificuldades em viver aqui neste plano, sinto que não somos daqui, já avistei muitos objetos não identificados, numa delas minha filha estava presente, em outra senti que a nave se comunicava comigo.”

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressos neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

Equipe UIB