Detectada fraude no primeiro agroglifo inglês

Por Newton Rampasso.

Agroglifos 2019! Chegaram! Essa é a notícia que muitos esperavam.

Certamente tardio este ano, se comparado aos anteriores.

Mas este que apareceu em 22 de maio de 2019 em Norridge não é genuíno.

Para quem não me conhece, estou pesquisando in situ há muitos anos na Inglaterra. Com o início da temporada de 2019, penso que muitos gostariam de obter maiores detalhes sobre o que está ocorrendo. Contra a nossa vontade, infelizmente o primeiro que apareceu nas plantações de Wiltshire, mais precisamente em Norridge Wood no dia 22 de Maio, não faz parte do fenômeno genuíno e, conforme uma breve pesquisa em campo, pude constatar que é falso. Estou enviando algumas fotos para que vocês possam participar dessa pesquisa e compreender melhor sobre o tema.

Esta é a vista panorâmica dentro do “crap circle” como chamamos aqui estes que são feitos por humanos daqui da Terra, são fraudes que infelizmente surgem para denegrir o fenômeno verdadeiro.

Como podemos observar nas fotos, no centro, as plantas estão todas quebradas. Grande parte foi simplesmente cortada, vemos também os danos feitos por alguma ferramenta.

Percebemos que não há nenhuma anomalia, somente dano artificial.

Este furo no centro indica uma haste que foi colocada ali provavelmente com uma linha para facilitar na hora de fazer o círculo.

Em um agroglifo genuíno, quando você chega, sendo um dos primeiros a visitar, as passagens de trator apresentam características intactas, sem pisadas na plantação, mas, nesse caso, vemos que elas foram bastante usadas para “fazer” a formação e estavam bem pisoteadas.

Sei que essas interferências para melhorarmos nossa conscientização, como civilização, é uma tarefa lenta e seu desaparecimento total tende a tardar na prática, por isso temos que celebrar cada formação, buscar seu significado e tentar divulgá-lo o melhor possível, pois uma semente hoje poderá ser mais tarde uma árvore de frutos.

Compreendendo a ansiedade de alguns e o ego de outros, já dava pra pressentir que alguém gostaria de ser o primeiro a colocar um agroglifo no mapa e então veio no mesmo lugar que do ano passado, aquele no qual nem o fantasma da formação existe (a marca que fica anos aparecendo no campo nos locais de formação genuína), aquele que fica fácil de acessar de carro e levar equipamento. Mais uma vez, pequeno o suficiente para facilitar o fraudador, porém, visto de cima, poderia estar bem feito o suficiente para iludir o leigo.

Em breve disponibilizarei alguns vídeos. Concluindo, vamos aguardar para que o verdadeiro fenômeno venha a se manifestar.

Ufólogo, natural de São Paulo e atualmente reside na Inglaterra, mais precisamente em Chiltern Hills, uma região próxima às ocorrências de crop circles. Está envolvido com ufologia desde os anos 80 e na Inglaterra desde 1991, mais especificamente na linha dos agroglifos ingleses.

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

Equipe UIB

Reptilianos

O que são réptéis? Segundo a Biologia, são um grupo de animais caracterizados por serem ectotérmicos – com capacidade de regular a temperatura corporal através da temperatura do meio ambiente, tetrápodes – quatro dedos nas patas, e ovíparos – capacidade de colocar ovos, além de serem encontrados em quase todos os continentes, exceto nos pólos ou em lugares frios.

E o “adjetivo” que os acadêmicos das ciências biológicas usam para designar esse grupo é “reptilianos”. Mas, se elaborarmos uma pergunta considerando a Exobiologia, será que os répteis são encontrados apenas na Terra? Ou são um grupo que se desenvolveram em vários mundos?

De acordo com vários relatos ufológicos e contatos através de projeções astrais – fenômeno que ocorre quando a alma sai do corpo, existem alguns tipos de inteligências não-humanas que, morfologicamente, manifestam muitas características em comum com os répteis,  mais especificamente com os lagartos, por terem caracteres como escamas, olhos com pupilas verticais e até a capacidade de se camuflarem como os camaleões (faculdade que nos reptilianos se apresenta tão diferente, que o ser se camufla assemelhando-se a qualquer coisa ou ser vivo).

Um exemplo de reptiliano relatado pelo Movimento Ufológico Mundial é o retratado no Caso Kelly, onde as testemunhas declararam ter sido atacadas por pequenas criaturas reptilianas que possuíam apenas mãos e pés que as classificavam como reptilianas, mas que possuíam características não-reptilianas e bem peculiares, como olhos incandescentes, trajes metálicos de consistência elástica e a presença de orelhas de mamíferos. Ainda segundo as testemunhas, o comportamento das criaturas se manifestava por zombarias e agressões físicas.

Já no Caso Ron e Paula Watson,  a semelhança dos seres, principalmente com os lagartos,  é imensa, devido ao fato de apresentarem pupilas verticais, escamas e fisionomia de um lagarto no geral. Além disso, revelam que os programas de abdução desses seres são realizados em parceria com seres do tipo greys e com criaturas peludas semelhantes ao pé grande.

E, no Caso Zanfretta, os reptilianos são os mais aterrorizantes, com cristas na cabeça e pele semelhante ao de carne podre, além de terem escamas e placas ósseas. Esses seres do caso Zanfretta ainda dizem se chamar “Dargos”.

Após desvendarmos alguns casos na ufologia mundial que corroboram a hipótese de que o grupo taxonômico dos répteis se espalhou pelo universo, a próxima pergunta que fica é: de onde vieram esses seres?

A primeira teoria diz que os reptilianos vieram de uma estrela chamada Alpha Draconis, localizada na constelação do Dragão, e que, após tentarem invadir o planeta, entraram em guerra com os seres espirituais da Terra e então foram aprisionados em alguma dimensão.

A segunda teoria diz que os reptilianos vieram de um grupo de dinossauros chamado de terapódes – antecedentes diretos das aves, e que, após sobreviverem à extinção, evoluíram até se tornarem eretos e começarem a usar a razão e, assim, se desenvolverem intelectualmente. Ainda segundo essa teoria, por causa de uma guerra provocada pelos próprios reptilianos, que é explicada melhor numa suposta entrevista que um contatato fez com uma reptiliana de nome Lacerta, os mesmos se refugiaram para o interior da crosta terrestre.

As duas teorias são boas e, essencialmente, afirmam que em algum momento eles quiseram dominar a Terra, houve uma “guerra nos céus” e então “caíram”, sendo aprisionados em algum lugar. Porém, o único problema é na segunda teoria, pois é cientificamente impossível, por exemplo, eles serem descendentes dos terápodes, dado que esse grupo possui muitas semelhanças com as aves, e seus descendentes evoluídos obrigatoriamente teriam que ter características de aves, e não é o que ocorre.

Então, a conclusão lógica que se chega é a de que os reptilianos dos casos Watson e Zanfretta vieram de outro planeta, orbitando a estrela Alpha Draconis como vários autores afirmam.

Um outro motivo para se supor que vieram de Alpha Draconis é o fato de que, no caso Zanfretta, por exemplo, os seres se nomeiam como “Dargos”, e esse nome traz uma vaga referência aos “dragões” que possuem o seu nome homenageado na estrela de nome Alpha Draconis.

Mas e os seres do caso Kelly? De onde vieram? Por incrível que pareça, após a fatídica data do caso Kelly, não houve mais relatos conhecidos de seres daquele tipo. Talvez fossem de alguma espécie exploratória que estava de passagem e depois seguiram para outro lugar do espaço, por talvez não terem encontrado o que precisavam, ou então eles fossem algum experimento do governo estadunidense que deu errado e se “descontrolou”.

De qualquer forma, no caso desses seres, fica uma incógnita quanto à sua origem e propósito na Terra, se é que existe algum propósito, já que nunca mais foram vistos.

E, por falar em propósito, o que os reptilianos querem com a Terra? De acordo com o que diversos pesquisadores, blogs, sites, canais de YouTube e até livros relatam, os reptilianos querem a Terra. Um dos motivos dessa ambição seria porque os reptilianos são exilados de um outro Universo, e que, vagando pelo nosso universo, descobriram que no mesmo quadrante que o planeta deles se encontra no universo natal deles, havia um orbe muito semelhante chamado de Terra. Então, esses seres se achariam no direito de tomar o lar dos humanos com o discurso de que é o lar deles no outro universo.

O outro motivo é que simplesmente querem os recursos naturais do planeta e aumentar seu provável império militar pela Via Láctea. Esse segundo motivo é o mais lógico, pois a definição de universo paralelo, segundo as filosofias espiritualistas, é que existem no cosmo diferentes dimensões, sendo o universo em que estamos o de 3° dimensão, e afirmam que os reptilianos são de Alpha Draconis, que é uma estrela do nosso universo, demonstra que os reptilianos estão na mesma dimensão que a humanidade, logo, não seriam de outro universo.

Mas, se querem a Terra, por que ainda não a dominaram, já que pelo seu elevado desenvolvimento militar, tecnológico e científico, como retratado nas abduções, poderiam fazer a invasão em um curto período de tempo?

Porque a Terra seria protegida e governada por seres espirituais elevados que não deixariam ocorrer uma invasão extraterrestre em larga escala, fora o fato de os reptilianos estarem em quarentena no mundo espiritual. Então a pergunta que  fica é: se estão em quarentena, como alguns conseguem passar? E como estão fazendo o processo de dominação da Terra?

Talvez, do Umbral, os espíritos exilados dos reptilianos tenham conseguido desenvolver alguma tecnologia capaz de atravessar as duas dimensões de existência e, por estarem em menor número para realizar o processo de dominação do orbe terrestre, se aliaram com outras espécies como os greys, que, pelo programa de hibridização, fariam uma colonização genética – os genes dos reptilianos criariam híbridos que se multiplicaram pela Terra até não existirem mais humanos, no sentido genético.

Diante de toda essa reflexão, podemos concluir que os reptilianos (não contando com os reptilianos do Caso Kelly) são seres do grupo dos répteis, especificamente do grupo dos lagartos, com dois biotipos (ver nos casos Watson e Zanfretta), provindos de um planeta quente e localizado em Alpha Draconis, e que uma grande parcela (assim como existem humanos bons e maus, deve haver alguma parcela benevolente de reptilianos) querem dominar a Terra para aumentar seu império galáctico, mas que, devido ao orbe-vítima ser protegido, e grande parte dos invasores originais terem sido presos no Umbral,  optaram por fazer a dominação através do programa de híbridos dos greys. Devemos concluir também que, de acordo com um relato mediúnico feito por uma administradora da UIB e tantos outros contatatos, nem todos os draconianos – nome que faz alusão ao lar de onde vieram os reptilianos estudados no presente artigo – são ruins, assim como nem todos os humanos são bons.

Fontes:

http://www.anjodeluz.net/ufologia/exopolitica/tipologias.htm

https://www.curaeascensao.com.br/topicos-inicial-site/segredos/segredos_arquivos/segredos96.htm

https://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos3/Repteis.php

Livro “Guia da Tipologia Extraterrestre” , Thiago Luizz Ticchetti (segunda edição).

A Gênese, Allan Kardec.

https://ufo.com.br/artigos/caso-zanfretta-uma-abducao-repetida-varias-vezes-na-italia.html

http://www.fenomenum.com.br/ufo/casuistica/1950/kelly

FAVRETTO, Mario. Sobre a origem das aves: (Theropoda: Aves). N° 150. Atualidades Ornitológicas Online, 2009.

Contato mediúnico de uma administradora da UIB.

Felipe Viana é biólogo, mora em Niterói, Rio de Janeiro, e desde muito pequeno sempre se interessou em estudar os temas de Ufologia, Espiritualidade, Parapsicologia, Física Quântica e afins

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressos neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

Equipe UIB

Greys, uma tipologia extraterrestre biologicamente possível

Greys, uma tipologia extraterrestre biologicamente possível

Desde o surgimento da Ufologia como um movimento mundial e independente em busca da verdade sobre os OVNIs e seus tripulantes que visitam a Terra, a datar dos primórdios da civilização humana, seres do tipo “Greys” com certeza são a espécie catalogada mais popular e conhecida da história da evolução. Esses rostos míticos são encontrados desde cavernas no Peru através de pinturas rupestres, até em projeções astrais onde os contatados alegam interações com estes seres.

De acordo especificamente com a exobiologia – ciência que estuda a origem, evolução, distribuição, e o futuro da vida no Universo: a vida extraterrestre e vida na Terra, seria possível a existência de seres como os Greys. Porém, são por meio de relatos de contatados e abduzidos, que os Greys tomaram forma, tornando-se uma das raças mais descritas nos relatos; existindo até mesmo um padrão de características, como uma estatura baixa, pele cinza, caracterizando seu nome popular, cabeça desproporcionalmente grande em relação ao corpo, olhos amendoados, grandes e totalmente pretos, duas narinas minúsculas, uma fina e pequena boca, dois longos braços terminando em três dedos longos e duas pernas finas.

Segundo o pesquisador David Jacobs, quando uma criatura possui olhos grandes na natureza, é porque vivem em ambientes com pouca luminosidade, isso explicaria porque 90% das abduções por estes seres ocorrem à noite. O fato de os abduzidos nunca sentirem a respiração destes seres significa que não respiram ar e pela morfologia da boca não ingerem comida; além disso, pelo tamanho da caixa craniana, possuem uma grande inteligência.Para Jacobs, o tamanho pequeno dos Greys, é porque provavelmente o orbe de seus planetas possuem uma gravidade maior que a da Terra, consequentemente dando-lhes um tamanho menor.

Thiago Luiz Ticchetti, em suas pesquisas, relata que a tipologia Grey seria dividida em quatro variantes: a primeira teria como características marcante olhos alongados e presença de vestimenta, são conhecidos por causa do famoso caso Betty e Barney Hill.  A segunda variante possui como características marcante uma boca de tartaruga e dois pares de dedos nas mãos, ficou conhecido através do caso de abdução ocorrida em 26 de agosto de 1972 em Allagash, Maine, EUA. A terceira variante tem como características marcantes capacete e olhos de mosca, tendo sido conhecida com o caso ocorrido em 15 de maio de 1951 em Salzburg, Áustria. E a quarta variante seria a cor cinzenta, tornando-se mundialmente conhecida após o famoso caso Kathie Davies.

Nos respectivos casos destas quatro variantes, o único em que foi revelada a localização estelar foi o da variante 1, caso Betty e Barney Hill, no qual os seres disseram vir de um sistema solar binário definido pelos astrônomos como Zeta Reticuli. Contudo, afirmar que as outras três variantes também viriam de Zeta Reticuli seria equivalente a procurar um gato preto à noite, em um imenso quarto todo apagado e sem saber onde estaria; ou seja, podemos especular, mas não afirmar. Portanto, as outras três variantes suas localizações ainda são desconhecidas.

Agora que desvendamos ser possível um contato e de onde provavelmente vieram estes seres, a próxima pergunta é qual o propósito das visitas dessas criaturas na Terra? Uma das teorias que circula diz serem exploradores, fizeram contato com alguns governos da Terra e estabeleceram um pacto no qual os Greys poderiam abduzir nativos de nosso planeta para seus estudos, para posteriormente fazer um projeto de colonização da Terra com híbridos geneticamente modificados através de suas abduções. Como troca de moeda os governos teriam recebido tecnologia e conhecimentos científicos.  Outra teoria que circula entre pessoas e grupos sociais adeptos as filosofias de vida espiritualistas, diz que o objetivo da visita dos Greys é o auxílio à humanidade para um mundo de regeneração – mundo este onde o bem começa a prevalecer sobre o mal, construindo assim, uma nova humanidade. Ao analisarmos o propósito geral através das duas teorias citadas, vemos que as duas teriam a ideia de construir algo novo, mas com fins distintos. A primeira traria a extinção da humanidade já que nesta hipótese, os híbridos dos Greys iriam se infiltrar na sociedade humana multiplicando-se até a seus habitantes serem extintos. A segunda teoria não teria como fim uma extinção, mas sim a construção de uma nova humanidade povoada por seres mais avançados espiritualmente.

Essas teorias e pesquisas da ufologia casuística sobre os Greys nos indicam a diversidade de outros planetas, não necessariamente com uma estrela sendo sua fonte energética, como por exemplo nosso sol no sistema solar. A gravidade do orbe de seus planetas serem mais intenso do que a da Terra, é um tanto intrigante, além de se apresentarem com quatro variações morfológicas. Até então, não sabemos tudo sobre os Greys, mas estamos no caminho das descobertas, existem mais mistérios entre o Universo e a Terra do que podemos imaginar.

Fontes:

.Livro “Guia da Tipologia Extraterrestre” , Thiago Luizz Ticchetti (segunda edição)

.http://ufologiaatual.blogspot.com/2014/01/extraterrestres-os-greys-e-seus.html

.http://celiosiqueira.blogspot.com/2011/11/o-joio-e-o-trigo-os-hibridos-humanos-ou.html?m=1

Felipe Viana é biólogo, mora em Niterói, Rio de Janeiro, e desde muito pequeno sempre se interessou em estudar os temas de Ufologia, Espiritualidade, Parapsicologia, Física Quântica e afins

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressos neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

Equipe UIB

Alguns sonhos (ou viagens astrais) que mexeram comigo

Em 2016, quando comecei a estudar meditação, tive algumas viagens astrais incríveis. Eu sempre tive sonhos reais, esses foram os mais recentes com alienígenas.

Na viagem, eu vinha andando por uma avenida próxima aqui da minha casa quando, de repente, surgiram vários discos prateados no céu, estavam por todo lado.

Eles lançavam raios branco azulados nas pessoas e elas desapareciam. Fiquei com medo e me escondo sob os toldos.  Fui andando até perto de casa, grudada nos muros para não me verem; mais à frente encontrei meu marido e meu filho, começamos a correr juntos, mas eles ficaram para trás… quando olhei, o OVNI que nos perseguia veio em minha direção.

Feliz por eles estarem a salvo, continuei fugindo. Um grey desceu da nave em meu encalço, entrei em uma casa e em todo lugar que eu entrava ele se materializava na minha frente. Estava assustada e com muito medo, a emoção era muito forte, até que fiquei exausta, desisti de fugir, ele ficou frente a frente comigo, era pouco mais baixo que eu.

O medo me assolava, então ele esticou os braços em minha direção e eu, de alguma maneira, soube que era um comprimento. Bom, não podia ficar pior, então pus os braços sobre os dele; o medo que chegava a doer a alma passou como mágica, me senti bem e ele falou telepaticamente comigo, a mensagem veio a mim como:

– Encontrei você!

A boca dele não mexeu em momento algum, havia uma nave próxima e não me lembro de mais nada. Acordei cansada e emocionalmente abalada com as emoções.

Bom, uns meses depois, sonhei que estava na rua e avistava um objeto no céu. Era no formato de um sorvete. Havia alguém comigo, eu a conhecia, mas não olhava para ela. Depois estávamos dentro da nave, tinha uma imensa cúpula de vidro, onde era possível ver todo o céu.

Havia vários homens altos de pele clara, trajavam macacões pretos colados como roupas de mergulhadores, alguns estavam de pé, outros controlavam equipamentos da nave. O homem que me recepcionava era claro de cabelo escuro, fiquei furiosa porque eles haviam me levado para lá. Não me assustei nem tive medo, acho que pelo fato de serem como nós.

Ele falava uma língua estranha, não era similar a nenhuma que conheço. Eu esbravejava perguntando porque eles haviam me abduzido, aí ele me oferecia frutas variadas que havia em uma bandeja de metal. Ficamos assim sem conseguir nos comunicar, ele tentando adivinhar o que eu queria e eu berrando feito doida. Acordei rindo e confusa.

O terceiro contato foi no mesmo ano: começou com uma invasão de naves esféricas, havia imensos edifícios, parecia ser no futuro. As esferas voavam em uma velocidade incrível, paravam bruscamente, planavam no ar, faziam de tudo, elas também abduziam as pessoas, mas não soltavam nenhuma luz, era como no filme ‘o dia em que a terra parou’, pareciam ser sugados pelas esferas.

Elas eram tão polidas que se assemelhavam a um espelho feito de metal. Me escondi em um estacionamento no andar no subsolo de um prédio, havia outras pessoas assustadas comigo. As esferas sumiram então decidimos sair em busca de nossos parentes. Na rua sentei em um veículo semelhante uma coluna de ferro cheia de braços, à frente assemelhava-se a um avião com bico, havia uma hélice do não me lembro se ficava na frente ou atrás.

O motorista parecia pedalar e o veículo subiu ao céu feito uma grande ave pesada, se contorcendo com barulho de catracas. Ele viajou uns 30km de onde eu estava, o homem desceu o veículo e disse que só podia ir até ali, havia um ponto de taxi na frente, entrei em um, mas no caminho as esferas voltaram, era uma armadilha! Uma esfera ficou do lado esquerdo do carro, fiquei desesperada, mas era tarde. Acho que fui engolida por ela, lembro de estar em um cômodo escuro pequeno, minha irmã mais nova que eu estava em um canto estava grávida de gêmeos.

Tinha um ser à nossa frente, ela era uma mistura de mulher com lula, havia tentáculos na sua cabeça, um rosto exótico com grandes olhos humanos, o engraçado é que ela era translúcida, era humanoide, mas eu só olhava para o seu rosto, uma sensação ameaçadora vinha dela.

Parecia que ela ia matar minha irmã grávida, pensei rápido: se ela me matasse, em vez da minha irmã eu ia salvar três vidas. Então mentalizei para ela que a poupasse e me matasse, aí a emoção dela mudou, seus grandes olhos se converteram de frios para compaixão, admiração, satisfação da minha atitude.

Também acordei emocionalmente abalada, os sonhos mexeram comigo por uns dias. Eles não acontecem quando eu quero. No ano seguinte vi o alinhamento dos planetas em sonhos em um deles eu não estava na terra. Era um planeta maior.

Finalmente, nessa cena abaixo, eu estava submersa em um líquido transparente, enquanto dois homens me observavam. Era tipo um copo gigante. Fazendo pesquisas, uma vez li sobre pessoas que haviam sido abduzidas e postas em líquidos, aí lembrei desse sonho.

Elisângela Mendonça Santos faz desenhos inspirados em viagens astrais que teve. Desenha desde os seis anos de idade e é apaixonada por ufologia e astrologia desde a infância.

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressos neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

Equipe UIB

Jocrei Moura

(Atualizado em 19/3/19)

Biscoitos UIB prontos para assar!

Biscoitão do logo UIB! Uma pena que as letras ficaram grudadas após assar 🙁

Jocrei Moura é de Piracanjuba – Goiás. Em 2018 ouviu um relato espiritual surpreendente de um amigo próximo e, por falta de respostas das religiões tradicionais, começou a pesquisar sobre a Ufologia, ingressando no Ufologia Integral Brasil.

Estágios para o contato

Bate-papo com o ufólogo e contatado Newton Rampasso. 

Bia Vall: No seu futuro livro sobre contato, você mencionou que existem estágios e técnicas que facilitam o contato. O trabalho com técnicas de expansão consciencial garante o contato com seres positivos? Como são feitas as pesquisas nesse caso de contato e avistamentos, há algum controle e segurança?

Newton: Exato, você perguntou e já respondeu, rs… o livro, que já terminei, estou buscando local para imprimir, não demora pra ficar pronto, serve de guia para uma preparação que praticamente leva a pessoa já preparada ao contato e o contato é feito por nosso lado e assim, claro, você faz se quer, se não quer não faz. Óbvio que as pessoas vão fazer com aqueles que se dão bem e será sempre positivo. Quando existe uma percepção de negatividade é a falta de compreensão da espiritualidade envolvida, ou falta de experiência, por isso deixo bem claro que o processo de contato leva tempo para desenvolvimento pois precisa de algumas práticas até chegar ao final.

Agora, dentro do que acontece por aí nesse mundão, a respeito de contatados, existem vários modelos. Já muita gente que teve contatos, teve pelo lado deles, foi praticamente abduzido ou convidado que seja, como eu mesmo fui, e esse tipo de contato é diferente daquele que nós desenvolvemos, como será explicado no meu livro. Estes que acontecem pelo lado deles não temos muita escolha a não ser que eles permitam a escolha da nossa parte. Sendo assim, não se deixe preocupar muito com cada caso, pois cada um tem um processo de vida com seus complicados detalhes que podem envolver o contato e um grupo de pesquisas não tem a responsabilidade de zelar pelo que ocorre com cada situação, senão você pira com tanta loucura e absurdos que existem.

Eu estive em grupos nos quais pensei auxiliar algumas pessoas que precisassem devido a algum contato sem compreensão e, no fim, saí de todos porque tinha gente que dizia ter contato toda noite e na realidade estavam vendo satélites, estação espacial, telescópio Hubble etc e não tinham conhecimento disso enquanto tampouco queriam aprender. As pessoas são maiores de idade e responsáveis por seus atos. Os contatos por nosso lado são sempre positivos e qualquer impressão de negatividade vem com a falta de conhecimento da realidade. O contato por parte deles não está sob nosso controle.

Bia Vall: Como se dá o contato promovido por avistamentos seguidos, existem etapas? E porque alguns relatam o sentimento de medo e, às vezes, dor? São seres negativos?

Newton: São interessantes esses avistamentos seguidos, com mesma hora e local. Mas como dito, e respeitando um histórico e relato como real, esse contato é por parte deles, porém tendo uma interação por parte do contatado, assim que não está completamente sob controle do contatado. Ele simplesmente volta ao local se quiser manter o contato que eles iniciaram. Imaginemos uma tribo que está sendo observada numa ilha por uma equipe que de longe num helicóptero capta imagens e após anos de depredação natural já não possuem infraestrutura para crescer e existe grande chance de que estão se extinguindo. Um cientista do estudo de observação resolve se preparar para fazer alguns exames que trarão resultados sobre a situação física de um dos indivíduos da tribo que nunca teve contato com alguém que não fosse da sua tribo, é selvagem e muito emotivo. Ele é então anestesiado, exames feitos, é liberado. Ele volta contando aos seus que antes via o objeto (helicóptero) e tudo estava bem, sentia grande alegria em ver tal enigma (para ele). Porém um dia quando isso acontecia sentiu uma dor (tiro de anestesia) e depois ficou passando mal (grogue dos efeitos) e ainda tinha marca no braço de um ferimento. Toda a percepção que ele tem de negatividade é por falta de compreensão do contato. Porém, quando nós iniciamos o contato, isso não ocorre, pois usando o mesmo exemplo, o indivíduo selvagem se mostra fazendo sinais ao helicóptero demonstrando que está tranquilo e preparado para uma situação cara a cara. O cientista então desce do helicóptero e se aproxima um pouco sabendo que se atacado ele volta para o helicóptero a tempo de decolar ou anestesia o indivíduo. Nesse momento o indivíduo demonstra que está bem controlado e preparado para mais, até que um dia ele é convidado e entrar no helicóptero e dar um passeio juntamente com os cientistas que, felizes, fazem anotações importantes sobre aquela evolução. Enquanto agora ele passeia de helicóptero e aprende muita coisa nova, ou outros com medo correm e atiram pedras. Estamos, depois de muito tempo, iniciando contato outra vez e o início pode parecer confuso mas na realidade é bem simples. Não ter medo é a chave e a preparação ajuda a perder o medo, fazendo o indivíduo concentrar no positivo que está além da compreensão.

Ufólogo, natural de São Paulo e reside na Inglaterra, mais precisamente em Chiltern Hills, uma região próxima às ocorrências de crop circles. Está envolvido com ufologia desde os anos 80 e na Inglaterra desde 1991, mais especificamente na linha dos agroglifos ingleses.

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

Equipe UIB

O contato: relato de uma experiência

Descrevo aqui a minha experiência durante um processo de “contato” e deixo claro que nunca havia pesquisado sobre Ufologia e nem sequer me interessava pelo tema, embora guardasse em minha minha intimidade a certeza de existência de um “Kosmos” que nunca precisou ser pensado ou questionado, apenas a sensação já era suficiente.

O fenômeno:
Para quem vivencia o fenômeno do “contato”, realmente não é fácil, e quem tem sensibilidade mediúnica provavelmente passará pela experiência com a percepção mais ampliada. Tenho a sensação de que todos os conceitos relativos às dimensões “humanas” (individuais e coletivos) conhecidos pela minha perspectiva materialista foram reconstruídos. Isso inclui os aspectos mental, emocional, espiritual, energético, físico, cultural e social. Não significa que a realidade coletiva tenha sido alterada de fato, mas quem vivencia o processo com certeza notará mudanças na maneira de interpretar e sentir o mundo.

A jornada:
Nos aspectos mentais tudo começou por uma “limpeza” de determinados registros akáshicos (não sabia o significado disso na época), sonhos e pesadelos com UFOs, imagens de experiências e cenários antigos e de contato na infância, percepção e sensação ampliadas. Tudo passou por mim como uma grande Onda.

Hoje entendo que esta etapa foi necessária para que o fluxo de energia desviado para bloquear algumas memórias voltasse a fluir por meio do processamento e integração dessa memória; isso ocorreu para que, diante de um novo estímulo desencadeador (da memória dolorida), viesse a ter uma nova resposta, ao invés da esquiva o enfrentamento surgiria e o medo não seria mais um impeditivo para algumas realizações.

Ainda no campo mental, surgiram questionamentos a respeito de meus paradigmas, esquemas (crenças profundas individuais e coletivas), valores, princípios e até mesmo sobre meus conhecimentos teóricos e vivenciais.

Na dimensão física percebi mudanças no paladar que se tornou mais apurado e me levou a mudanças em hábitos alimentares, deixei de comer carne, diminui a quantidade de doce e passei a consumir alimentos mais naturais.

No campo energético e emocional houve um desequilíbrio, minha sensibilidade se ampliou e vivenciei um período que surgiram a sensação de solidão, medo, angústia e outras emoções difusas.

Além de todos esses aspectos de cunho mais individual, precisei aprender a lidar com a mudança na dimensão coletiva, o que dependerá muito do contexto sociocultural de cada pessoa, é mais comum poucas pessoas de seu círculo pessoal te apoiarem ou acreditarem em você. O processo é solitário.

Mudei minha visão de mundo e as estruturas sociais deixaram de fazer sentido, do modo como estão constituídas hoje. Contudo, como faço parte deste mundo e é preciso seguir em frente, foi importante e necessário aprender a sustentar esses paradoxos para não fugir à realidade.

A preparação fez diferença no contato:
Durante todo este processo, se não fosse a preparação espiritual e psicológica anterior e o auxílio externo com as terapias (com psicólogos e terapias energéticas), teria me autodiagnosticado como “delírios e alucinações”.

Quando falo sobre preparação espiritual e psicológica anterior, me refiro a trabalhos e estudos dos fenômenos mediúnicos (25 anos) e à dedicação ao meu autoconhecimento mais profundo e aos estudos na área da psicologia (20 anos). Para Jung, o propósito maior da psique humana é a individuação (que é o próprio processo de tornar-se si mesmo), deveríamos ser nosso grande projeto para transformação/ individuação por toda a vida e quiçá além desta vida.

Um alerta importante é prestar atenção para não cair na ilusão de que você é especial por ter esse “contato”; evitar a sedução pelo poder e vaidade. Ter um ego fortalecido para conseguir mediar todas essas instâncias da vida poderá ajudar no processo.

A tarefa:
Entre todos os aspectos ditos anteriormente considero a tarefa da qual fui solicitada como mais um item importante, não é nenhuma tarefa heroica, mas que se aproveita de meus conhecimentos e os coloca a serviço de uma causa maior, como mais uma pessoa que trabalha a si mesmo e aos outros para um despertar de consciência.

A morte e o renascer:
Simbolicamente posso descrever essa experiência como a morte e renascer em vida. Dois sonhos trouxeram imagens para marcar este processo: o primeiro sonho foi com a imagem arquetípica do barqueiro que personifica a morte, Caronte, entretanto eu dispensava o tal barqueiro e conduzia sozinha o barco para atravessar um rio muito solitário e chegar em outro local ainda não desvendado pela consciência atual; no segundo sonho, eu me via ligada a aparelho utilizado nos hospitais que mede as funções de vida e, quando me dei conta, ouvi o barulho do apito tinindo e a linha reta no visor que representavam “a morte simbólica”.

Neste momento a sensação foi de conexão com o “Kosmos” e a imagem que surgiu foi de um fractal multicolorido me conectando a tudo e a todos.

O contato:
Meu contato é com um SER que pode ser descrito como um “militar” em sua assertividade, disciplina, encorajamento, conexão e respeito à causa, ética cosmocêntrica, organização. Este “Ser” me antecipou de todas as alterações que ocorreriam.

Também recebo orientações com os estudos e dá-lhe estudos! Uma vez pedi para ele facilitar este aprendizado e colocar uma espécie de “chip” ou ampliar minha memória para esses ensinamentos (rsrsrsrs). Adivinhem a resposta:

– Você não é diferente de ninguém e está sujeita às mesmas leis humanas; aprenda a ter foco e não desperdiçar seu tempo, aprenda a utilizar os teus próprios recursos internos.

Eu pensei: Valeu pela assertividade!

Enfim, não tem sido um processo fácil, mas tenho aprendido muito e sou grata. Tem sido um treino profundo para a vida e todos os estudos que envolvem este processo me fazem crer que exista uma consciência fora de nós que permite o acesso e conexão desses saberes, uma consciência que talvez seja muito mais coletiva do que individual, mas para acessá-la é preciso trabalho, dedicação e comprometimento.

Esse processo me trouxe mais dúvidas a respeito da vida terrena do que certezas; entretanto, as poucas “certezas” foram libertadoras e trazem a ideia de que não existe fracasso se você se abre para aprender, que não somos “donos de nada”, de que verdades são “parciais e contextuais” e que os relacionamentos com seres mais diferentes do “Universo” nos enriquece se estivermos abertos.

Claudia Alessandra é natural de São Paulo. Alguém inspirada pelas diferentes e ricas perspectivas das experiências humanas. Atua como Psicóloga Clínica, Pesquisadora da Área da Saúde Psíquica, Espiritualidade e recentemente “Exoconsciência”. (Exoconsciência é um termo divulgado recentemente por Juliano Pozatti e criado pela norte-americana Dra. Rebecca Hardcastle, que significa “o estudo das dimensões extraterrestres da consciência humana: a origem, dimensões, talentos e habilidades da consciência humana que nos conectam diretamente com o cosmos e seus habitantes”).

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressos neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

Equipe UIB

Um avistamento em família no céu de Poá, São Paulo

Avistamento 19/02/2019  em Poá – São Paulo 20h

Eram aproximadamente 20 horas do dia dezenove de fevereiro de 2019. Era minha folga, eu tinha acabado de chegar do supermercado, quando meu filho de 11 anos  vem correndo desesperado falando:

– Papai, são eles… eles estão lá fora, é uma bola vermelha!

Achei aquela fala um exagero, mas fui lá observar o céu.  Foram testemunhas: eu, meu filho de 11 anos e minha esposa.

Quando cheguei, me deparei com algo lindo, vermelho, parecia uma estrela pulsar vermelha, só que bem baixa e muito grande. Pena que a imagem da câmera não conseguiu captar com a riqueza de detalhes que o objeto se apresentou aos nossos olhos.

Tampouco era possível ver a movimentação daquele objeto cortando por cima de minha casa lentamente. Depois sim, diminuiu a intensidade e ficou mais para uma esfera e foi se afastando lentamente num nível horizontal.

Pelos meus cálculos, o avistamento durou cerca de 5 a 7 minutos, seguindo no sentido Noroeste para Sudeste.

Tenho que acrescentar que essa não é a primeira vez que eles se mostram para mim, e me recordo que, na mesma noite, senti a presença deles ao chegar do mercado, antes do meu filho me chamar.

Outro dado relevante foi que, no dia anterior, minha esposa me mostrou uma comunicação que recebeu, era uma mensagem registrada por ela no papel, tendo sido feita, segundo ela,  como escrita automática. Ao mesmo tempo que escrevia, ela via um ser na sua tela mental e  tentou desenhá-lo, mas sem a exata perfeição do que viu. Descreveu o ser como similar a uma formiga, a testa era maior,  com algo ressaltado acima dos olhos que lembrava uma sobrancelha, pele morena e olhos cintilantes.

Minha esposa até ficou receosa de me mostrar a mensagem, duvidando do ocorrido, questionando se estava louca, pois não acredita na existência desses seres e nem se interessa pelo tema. Juntando a mensagem que identifiquei ser destinada a mim, pois eram questionamentos meus respondidos ali no texto (ela não sabia) e o avistamento da noite seguinte, colaboram para a confirmação de que eles estão aqui, e podem se comunicar por meio de terceiros.

Na mesma noite deste avistamento, senti que devia relatar e passar adiante o ocorrido, onde aceitei a divulgação mas preservando nossos nomes, pois o caso pode servir de gatilho e ajudar outras pessoas a compreender que eles estão aqui, e encorajar também novos relatos de outros avistamentos.

Segue o comunicado escrito que minha esposa recebeu no dia anterior:

 

“… Quando o caos se aproxima, tuas verdades são destruídas, porém, se tiveres sabedoria e crença em ti mesmo, saberás que é o universo te dando chance de recomeço.

Esteja em paz contigo e estará em paz com o mundo.

Mudanças são necessárias para o reconhecimento e construção de novas realidades e só você pode fazer as escolhas…”

 

Rayan

Hayandec

 

Mensagem feita via escrita automática, pela esposa

 

Detalhe ampliado

 

Única foto tirada do objeto avistado, via celular

 

Foto ampliada do objeto avistado

Confira o vídeo em:

https://www.youtube.com/watch?v=eVt8Jbxh22s&feature=youtu.be

https://www.youtube.com/watch?v=eVt8Jbxh22s&feature=youtu.be

Obs: Relato anônimo, fornecido e autorizado por membro do Grupo de Estudos UIB.

Bia Vall é fonoaudióloga, paulistana. Apaixonada por viagens e estudos da consciência. Idealizadora do Projeto Ufologia Integral Brasil

Ricardo Lima

(Última atualização: 11/6/19)

Ricardo Lima é paulistano, 39 anos, casado, pai de dois filhos e sempre incutiu na mente dos garotos sobre os viajantes estrelares. Às vezes explica ufologia para os filhos com desenhos que ele mesmo faz.

Visitante Noturno

Lucas, durante a noite de sono, enquanto sonhava, sentiu-se “despertar”. Diferentemente de um acordar natural, onde há a progressão de nossos sentidos de forma linear, naquele momento, além de não ser o horário habitual de despertar, sentia como se estivesse sendo despertado por algo ou alguém mesmo sem o toque físico, sendo isso ainda mais estranho, justamente por morar sozinho.

Pela sua posição na cama, deitado sobre o lado esquerdo do corpo, assim que tomou por completo sua consciência e abriu os olhos, visualizou a janela, já que o espaço entre as ripas proporcionava um mínimo de claridade para dentro do ambiente.

Ao invés de voltar a dormir, de modo instintivo continuou a passar os olhos pelo cômodo, já que acordar naquele momento era no mínimo inusitado e também, como se suspeitasse de que algo estivesse para acontecer, já que alguma coisa ocasionara seu despertar repentino. Foi então que notou, no canto do quarto, a presença de um ser tão alto a ponto de quase tocar o teto com a cabeça e bastante magro, muito semelhante aos chamados “Greys”.

No entanto, a cabeça do ser era bulbosa como se o crânio se dividisse em três (semelhante às bolas da NFL) e sua pele era numa mistura de marrom com vermelho escuro. No primeiro instante, o ser não olhava para ele; a impressão é de que estava de perfil e com sua atenção voltada a outros que pudessem estar por ali, como se estivessem se comunicando de algum modo. E essa impressão se deu através de movimentações observadas no quarto.

Com medo, Lucas abaixou a cabeça, mas depois voltou seu olhar novamente para a janela na tentativa de observar os outros seres que pudessem estar ali, mas não viu mais nada. E foi quando percebeu que o ser, dessa vez, o fitava, porém, não apresentava expressão alguma.

Seu semblante sério e despreocupado passava uma sensação de indiferença, como se tratasse de algo habitual, mas Lucas não sentiu qualquer tipo negatividade ou tensão neste momento. Ainda se esforçando para compreender o que ocorria ali, Lucas manteve seu estado de vigília e revistou com os olhos ao redor do quarto, quando conseguiu notar apenas parte do braço de uma da outra – ou outras – criatura(s), como se estivesse(m) se movimentando.

Para demonstrar consciência da situação àquela criatura e transmitir certa segurança, Lucas procurou se mover; então, elevou ligeiramente a cabeça do travesseiro como se fosse se levantar da cama, mas mantendo o contato visual com seu visitante. E foi nesse momento que notou uma pequena luz, do tamanho de um buraco de tomada, se acender. Não pôde precisar ao certo de onde vinha tal luz, se ela se projetava do centro do tórax do ser, se a criatura segurava algum instrumento ou se essa luz pairava ao lado do suposto alienígena. Luz verde – neon. Não iluminava o ambiente ou emitia feixe, apenas um ponto de luz. Após uns 3 segundos sob o contato com tal luz, Lucas adormeceu. Sentiu que era um sono “artificial” como se estivesse sido anestesiado de alguma forma.

Lucas, naquele instante, mantinha algum nível de lucidez, sendo aquele estado semelhante ao experimentado quando estamos entre o sono e a vigília. Sua sensação era que tudo não tenha durado mais que 2 minutos. Ao reabrir os olhos, o ser não estava mais ali. Achou melhor demonstrar naturalidade e se virou para o outro lado para voltar a dormir – até mesmo por achar essa a atitude mais segura naquele momento.

*****
Alguns dias após ter ouvido o relato, conversei com Lucas para saber suas impressões daquilo que vivenciou e como ele estava lidando com o tipo de experiência que acabara de ter, além de procurar saber se o ocorrido poderia influenciar sua vida em algum aspecto a partir daquele momento.Um resumo sobre ele: Lucas não é uma pessoa religiosa, porém, espiritualizada.

No entanto, explicações comuns ao mundo espiritualista nas quais se conclui que algo possa ter acontecido por questões energéticas, campos áuricos, vibracionais, entre outros, não produzem qualquer tipo de satisfação ou convencimento sobre ele, pois há sempre uma explicação mais plausível de cunho científico.

Para ele, a possibilidade de a vida extraterrestre ter florescido e evoluído universo afora já era algo obviamente natural, e quanto ao contato entre eles e nós, terrestres, é apenas questão de tempo. O ocorrido de dias antes foi uma pequena amostra das infinitas possibilidades que nos rodeiam e que, a partir de então, diz que ultrapassou a barreira da crença para a certeza, e que presenciara a mais pura comprovação da existência da vida extraterrestre.

E compreendeu que, no exato momento em que o ser o fitava naquele quarto escuro, foi a forma do universo lhe responder de modo mais direto e inquestionável acerca daquilo que se perguntou diversas vezes durante sua vida.

Aquele breve olhar da criatura dizia claramente:

– Você não pediu para saber? Pois bem!

Créditos da figura: Shutterstock

Rafael Alves, natural de São Paulo – SP. Fisioterapeuta, curioso por natureza e crê que a vida acontece muito além do que enxergamos neste mundo. Idealizador do Projeto Ufologia Integral Brasil.

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressos neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

Equipe UIB