Experiências Ufológicas de Malena

Vou contar para vocês três das diversas experiências que vivi. Não é fácil relatar; afinal, foram muitas ao longo da minha vida. Minha convivência com esses seres é algo que existe desde sempre. As minhas memórias mais antigas são aquelas que o meu cérebro físico conseguiu registrar, por volta dos três ou quatro anos de idade, além de outras situações que minha família relatou com susto e estranheza.

Eu sempre fui vista como uma pessoa “esquisita” e incompreendida. Muitos desses fatos aconteceram quando meus familiares ainda não sabiam como lidar com o que presenciavam. Sinceramente, nada disso jamais me assustou, porque sempre houve em mim uma profunda sensação de pertencimento, como se tudo fosse extremamente familiar.

O sentimento que sempre carreguei em relação aos extraterrestres é de plena e grandiosa gratidão. Nunca soube como agradecer pelo cuidado e zelo que tiveram — e continuam tendo — comigo até hoje. Sinto felicidade e honra em fazer parte da vida deles, assim como eles fazem parte da minha. Não me imagino longe deles. Acredito que não conseguiria viver aqui na Terra, nessa experiência kármica, sem o direcionamento deles.

Para mim, viver neste planeta, dentro de todo o sistema aqui implantado, sempre foi um grande desafio. São pouquíssimas as coisas que consigo compreender e com as quais consigo lidar. Tenho muita dificuldade em conviver com pessoas comuns e com o cotidiano da vida. Essa experiência tem sido, para mim, extremamente dolorosa e difícil. Sinto-me neste mundo como um peixe fora d’água e, de fato, apesar de não gostar de me relacionar com quase ninguém, independentemente do tipo de relação, faço um trabalho de divulgação da Ufologia e da Espiritualidade, missão que me foi confiada pelos Seres outrora e pela Espiritualidade Positiva.

Minha maior alegria é ter a espiritualidade e a ufologia como os grandes pilares da minha alma. É neles que me apoio para continuar seguindo em frente. Tenho absoluta certeza de que, por trás de todo esse amor, está Deus, o Criador de tudo e de todos, e Jesus Cristo, nosso governador planetário, sempre presentes. Ambos aguardam ser buscados de coração por nós, que estamos encarnados neste momento, a fim de sermos amparados e instruídos na senda do bem, do amor, da caridade e da reforma íntima — algo imprescindível se desejarmos, um dia, habitar esferas superiores do universo e sermos verdadeiramente felizes, livres de erros, imperfeições ou máculas.

Antes de tudo, quero deixar bem claro aos leitores que nunca fiz uso de medicamentos com substâncias psicotrópicas, drogas, ayahuasca ou afins, e não faço uso de nenhum medicamento de uso contínuo.

 Relato 1

Agora vou relatar uma dentre tantas experiências ufológicas que tenho. Minha saúde sempre foi frágil; nunca fui uma mulher muito saudável e, se hoje estou aqui, aos 50 anos, se deve, primeiramente, à permissão de Deus e, logo em seguida, à atuação desses seres, que sempre foram os mantenedores da minha saúde.

Enfrentei um problema no estômago: sentia dores ao comer, a comida ficava engasgada no esôfago e, por isso, não conseguia me alimentar adequadamente. Meu intestino, que já não funcionava bem antes, havia piorado significativamente, problema ao qual não dei a devida atenção.

Eu havia procurado um médico e já estava com os pedidos de exames, incluindo endoscopia, entre outros que ainda precisaria realizar. A dificuldade intestinal tornou-se uma situação preocupante, pois eu sentia uma total falta de força para que o órgão desempenhasse sua função. Isso, com o tempo, poderia ter consequências graves, devido ao acúmulo de material orgânico, somado à impossibilidade de me alimentar corretamente. Eu estava acamada, sentindo-me muito mal.

Então, os seres intervieram novamente, dessa vez no meu corpo astral. Um pequeno UFO, de formato discoide e feito de metal cinzento, aproximou-se e começou a fazer manobras ao redor da minha cabeça, muito próximo. Em seguida, lançou três esferas achatadas de metal escuro na minha testa e no meu olho direito. Cada uma tinha um formato diferente. Eram geladas como metal e aderiram ao meu rosto.

Assustada, retirei-as instintivamente, mas a força magnética do UFO fez com que retornassem imediatamente à minha testa e ao meu olho. Os objetos tinham um design harmonioso, quase artesanal, muito bonito. Não possuíam pontas afiadas nem qualquer aspecto violento.

Lembro-me claramente de duas delas: uma tinha o formato de um floco de neve, e a outra lembrava aquelas esferas usadas em filtros dos sonhos. A terceira, infelizmente, não consigo recordar no momento.

Na manhã seguinte, acordei me sentindo extremamente bem. Consegui ir ao banheiro normalmente duas vezes, sem dor, sem sangramento e sem mal-estar, como se nada tivesse acontecido. Também consegui fazer as três refeições do dia tranquilamente. Mais uma vez, eles vieram em meu socorro no momento certo, como sempre fazem.

Pude, então, aguardar com mais tranquilidade o dia dos exames, e o resultado desses deu tudo absolutamente normal.

Esse relato é um dos mais simples e corriqueiros entre tantas outras experiências que costumo vivenciar com eles. No entanto, já ocorreram muitas outras intervenções muito mais intensas, com impactos maiores no meu corpo físico e em minhas sensações. Um detalhe importante: nunca houve dor. Algumas experiências foram fortes, marcantes ou incômodas, mas jamais dolorosas.

Relato 2

Quando eu era criança, por volta dos três ou quatro anos, lembro-me de conversar diante de um espelho antigo que minha mãe tinha. Eram dois seres que pareciam crianças: um menino e uma menina. Tinham nomes e histórias próprias.

Minha família só me contou isso quando me tornei adulta, pois minha mãe ficava apavorada com a situação. Ela sabia que não se tratava de espíritos nem de imaginação infantil. Acredito nela, pois, apesar de ser espírita kardecista e umbandista, era bastante cética, tinha senso crítico apurado e uma mediunidade completa e ostensiva.

Apesar disso, ela não tinha qualquer conhecimento sobre o fenômeno UFO e nunca demonstrou interesse em buscá-lo, talvez por medo instintivo, em razão de um episódio traumático que viveu antes de eu nascer. Esse episódio marcou profundamente sua vida.

No momento em que decidiu me contar, deixou claro que nunca havia compartilhado aquilo com ninguém — nem com meus irmãos, nem com o namorado da época — por vergonha, nojo e repulsa. Nossa relação sempre foi difícil, conflituosa, sem harmonia ou cumplicidade. Apesar de muito amor, não conseguimos conviver bem. Ela desencarnou em 2004.

Segundo o relato dela, durante cerca de três meses, era visitada à noite por uma “coisa” que não era pessoa, espírito ou entidade conhecida. Tinha traços humanoides, força fora do comum e um poder intenso de dominação mental e dos instintos. Apesar de minha mãe ter uma personalidade forte e moral rígida, ela não conseguia resistir.

O ser entrava no quarto mesmo com a porta trancada, tentava seduzi-la e, após resistência inicial, o medo, o nojo e a raiva transformavam-se em uma atração irresistível. Após a relação, ele se afastava em silêncio, ia embora sem nada dizer, e ela recobrava a consciência do ocorrido, sentindo profunda culpa, vergonha e repulsa.

Depois disso, ela engravidou de mim. Como tinha um namorado, os créditos acabaram ficando para ele, embora a relação tenha terminado antes do meu nascimento.

Concluo, assim, que sou híbrida. Isso explica a presença constante deles desde sempre na minha vida, os UFOs que frequentemente sobrevoam os locais onde estou, os contatos no plano físico e astral, as instruções que recebo e até mesmo a revelação da minha verdadeira natureza, que já me foi mostrada por eles.

São muitas experiências físicas e extrafísicas, todas, graças a Deus, belas e extraordinárias. No entanto, quase não as exponho, pois é necessário que quem ouça esteja aberto a refletir, questionar, aprender e crescer, sem cair em jogos de ego que possam expor o seu desânimo e descrédito àqueles que ainda estão no início da caminhada ufológica.

 

 

Relato 3

Houve três intervenções no meu corpo físico e astral, em três etapas. A primeira vez foi no início do ano de 2018, no dia em que foi constatado que eu estava diabética. Eu havia acabado de receber o resultado do diagnóstico e fui, em seguida, para casa, porque estava extremamente cansada e processando a notícia. Foi então que me deitei na cama e, cinco minutos depois, recebi uma descarga elétrica fortíssima no topo da cabeça (chakra coronário). Durou cerca de dez segundos, e o susto foi grande. Chamei pela minha filha, mas logo passou, e eu não senti mais nada, apenas tranquilidade e sono.

Fui ao médico, contei o ocorrido, e ele disse que isso não existia, que era impossível sofrer um choque sem se conectar a uma corrente elétrica.

A segunda vez foi em março de 2020. Dessa vez, eu estava com a saúde estável. Era noite, meus filhos adormeceram muito rápido e profundamente, e eu me deitei também tranquilamente. Então comecei a sentir a mesma sensação de estar sendo eletrocutada novamente; só que, dessa vez, a tensão foi aumentando muito rapidamente. Eu sentia o corpo inteiro totalmente eletrocutado, com uma força muito maior do que a da primeira vez, haja vista que eu ainda estava acordada.

Instintivamente, meu corpo encolheu-se em posição fetal, e fiquei totalmente entregue àquela situação, que não era de dor, mas de um grande incômodo, como se algo estivesse sendo “ajustado” em mim. Eu não sentia medo, porque intuitivamente sabia que era uma intervenção necessária, desconhecida no momento, mas da qual eu tinha certeza de que ocorria por um motivo relevante e que, mais cedo ou mais tarde, faria sentido. Dessa vez, a intervenção durou cerca de dez minutos, na minha percepção.

Então, o processo foi se encerrando devagar, diminuindo a tensão do choque aos poucos, até cessar completamente, sem nenhum resquício de desconforto ou mal-estar. Tudo o que ficou foi uma grande interrogação sobre o que teria sido aquilo e qual o objetivo real daquela intervenção.

Em seguida, tive uma conversa telepática, como um aviso, de que, se essa situação acontecesse uma próxima vez, eu faria questão de saber quem eram os responsáveis por isso e qual era o objetivo dessa intervenção.

A terceira vez foi no mês de junho do mesmo ano. Era tarde da noite, meus filhos dormiram rapidamente e profundamente, e eu me deitei logo em seguida. Segundos depois, tudo começou novamente como da última vez, só que o diferencial dessa vez foi que, logo quando a intervenção se iniciou, avisei telepaticamente que queria que fosse diferente da última, que eu desejava ver os responsáveis por aquilo, o motivo e a utilidade prática de todo esse processo incomodativo.

Foi então que, após cerca de cinco minutos daquela descarga elétrica fortíssima no meu corpo, que me obrigava a permanecer na mesma posição fetal da última vez, mantive-me acordada e muito lúcida diante de tudo aquilo. Em seguida, os seres me abduziram para uma sala à meia-luz. Eu estava deitada em uma espécie de maca e conseguia enxergar, à minha frente, um ser humanoide e dois greys, observando-me a certa distância da maca.

Eu sentia meu corpo totalmente energizado, todo envolto em eletricidade. Então, automaticamente, sentei-me na maca e olhei para as minhas mãos, que faiscavam como raios em noite de tempestade. Fiquei sem palavras diante de tudo aquilo. Então, intuitivamente, os seres pediram para que eu juntasse as palmas das mãos e depois as expandisse para os lados.

No momento em que fiz esse movimento, tudo o que estava naquela sala voou para longe; varreu tudo com uma força brutal, como um vendaval, um furacão ou algo parecido. Logo após esse evento, caí sentada na beira da minha cama, em pânico, porque, por um segundo, achei que aquela força que partia das minhas mãos tivesse arrasado a minha casa e levado meus filhos para muito longe.

Então percebi que estava tudo em seu devido lugar e que eles estavam a salvo. Respirei fundo e percebi que meu corpo permanecia com toda a eletricidade de antes, principalmente nas minhas mãos.

Quanto ao objetivo da intervenção, só pude ter ciência no ano de 2024, quando minha filha adoeceu, passou muito mal e me pediu socorro. Ela queria que eu lhe aplicasse um passe (prática de transferência de energias e fluidos benéficos por meio da imposição das mãos).

Foi quando, repentinamente, ela viu um grey ao meu lado, com um aparelho que funcionava como um medidor elétrico e de contenção. Como ela também é médium e contatada, naquele momento o ser extraterrestre explicou-lhe a funcionalidade do aparelho e a necessidade de ele ser utilizado, pois, segundo ele, modulava a minha energia, por ser extremamente forte e constituída de eletricidade. Assim como poderia curar, poderia matar alguém se fosse usada sem supervisão e sem controle, sendo necessário um trabalho em conjunto com os seres.

Ela pôde vislumbrar a cor da energia, que é azul, e ver todo o campo elétrico transmitido pelas minhas mãos, que envolveu todo o corpo dela. Ela sentiu, naquele momento, a potência elétrica, um choque em menor escala, e logo em seguida, após a aplicação das energias, a dor intensa cessou de imediato. Ela pôde captar livremente a mensagem do grey, com tranquilidade, e observar todo o processo de cura.

E foi só assim que pude entender todo o processo pelo qual passei, e tudo fez sentido.

 

Malena Moraes, 50 anos, moro em Belém do Pará, contatada desde criança. Os Seres Estelares sempre fizeram parte da minha vida, me ajudam, cuidam da minha saúde, me orientam, me protegem e me guiam, mostrando sempre o melhor caminho a seguir. Eu sou imensamente Grata e Feliz por isso. A minha experiência com Eles é maravilhosa e perfeita. Ufologia e Espiritualidade, pra mim, é Vida… muita Paz e Luz para Todos!

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressos neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

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