Tipologia exótica

 

A biodiversidade no planeta Terra é tão rica que até os mais céticos quanto à vida extraterrestre consideram impossível reproduzir essa mesma biodiversidade em outros planetas. No entanto, na Via Láctea, a galáxia onde a Terra reside, existem entre 200 e 400 bilhões de estrelas, cada uma com dezenas de mundos orbitando ao seu redor, em um Universo que contém mais de 1 trilhão de galáxias, cada uma com centenas de bilhões de estrelas, carregando centenas de milhões de planetas em cada uma dessas estrelas. Com tantas galáxias, estrelas e planetas, como é possível que a biodiversidade terrestre não possa ser recriada? Além disso, essa diversidade pode incluir seres totalmente exóticos, diferentes de tudo o que a mente humana consegue imaginar.

Será que existem casos na casuística ufológica mundial de ufonautas com características inimagináveis?

No dia 31 de maio de 1980, em Coral Gables, na Flórida, EUA, por volta de 23h15, os policiais Wayne Simmons e Kyle Daniels faziam a ronda quando um feixe de luz iluminou o veículo, fazendo-o parar. Os dois policiais saíram da viatura e viram um objeto esférico de coloração azul prateado e tentaram atirar no objeto, sem sucesso. De repente, em frente ao carro, apareceram dois seres que se pareciam com cérebros. Neste momento, ambos perderam a consciência e só acordaram no dia seguinte em um hospital após serem encontrados desmaiados. Sob hipnose, Wayne relatou que foi levado a bordo do OVNI, onde foi examinado por seres altos e magros de pele cinza, com olhos pequenos e amarelos, sem lábios na boca e com dois orifícios no nariz. Ao lado, havia dois seres semelhantes a cérebros. Em outra sessão de hipnose, Wayne lembrou que perguntou ao ser cerebral por que eles vieram até ele e obteve a resposta de que estavam monitorando a Terra devido às bombas nucleares, mostrando uma grande tela de TV que exibia pontos brilhantes em diferentes partes do planeta, indicando onde os humanos poderiam se autodestruir.

Em 7 de setembro de 2013, em Bath, Carolina do Norte, EUA, John e Andrea Meadows estavam viajando de carro quando observaram três luzes no céu. Elas não emitiam sons e eram um pouco maiores do que as estrelas. Após os objetos desaparecerem, eles continuaram a viagem e se depararam com um artefato pousado na pista e uma criatura diferente de tudo o que se conhece, parada próxima a ele. A criatura parecia uma geleia e se movia lentamente. Uma das entidades se aproximou de Andrea, tentando trocá-lo. John interveio, dando um chute na criatura, mas seu pé ficou preso dentro dela. John só se libertou quando Andrea o puxou. As duas testemunhas correram em direção ao carro enquanto a estranha criatura se dirigia ao OVNI. Eles observaram que o objeto absorveu a entidade antes de decolar lentamente e disparar em direção ao espaço. John e Andrea ficaram doentes por quase uma semana, com intoxicação e alergias na pele. Segundo os resultados médicos, eles teriam sido expostos a uma quantidade considerável de radiação.

No dia 12 de novembro de 1976, em Badajoz, Espanha, dois militares espanhóis estavam de guarda na base aérea de Talavera, na fronteira com Portugal, quando ouviram um zunido muito alto. Eles saíram da guarita para investigar o som e viram uma luz muito brilhante. Temendo se tratar de uma ameaça, acionaram o alarme, pegaram um pastor alemão treinado e foram até a área de combustível. Não encontraram nada de anormal até que escutaram um som vindo do bosque. Os militares ordenaram que o pastor alemão fosse verificar, mas segundos depois, ele voltou fungando, como se estivesse resfriado, e apontou para a direção de algo. Quando os militares se viraram, viram uma grande figura envolta em um brilho verde. A criatura estava voando a três metros de altura, com a cabeça dentro de um capacete e mãos e pés incompletos. O militar que apontou a arma para atirar se sentiu fraco, com a visão turva, e caiu no chão paralisado. O outro militar atirou quase 50 vezes contra a criatura sem atingi-la. Um feixe de luz envolveu a criatura, que desapareceu. O mesmo barulho que eles haviam escutado retornou, e depois de 15 segundos, houve silêncio. Estranhamente, a investigação que verificou os disparos das armas de fogo não encontrou nenhum dos 50 projéteis nem as marcas dos disparos, mesmo com outros militares ouvindo os tiros. Após o incidente, os soldados envolvidos foram hospitalizados devido a dores de cabeça e perda de visão.

Em 22 de agosto de 1955, em Riverside, na Califórnia, EUA, Kermit Douglas e sete crianças brincavam no quintal de uma residência quando o garoto Kermit viu um objeto em forma de disco voador e outros discos voadores semitransparentes que apareciam e desapareciam. Um dos objetos pousou em um campo não muito distante dali e liberou uma criatura de 1 metro de altura, com boca e olhos vermelhos e quatro “marcas” diagonais em vez de nariz. Outra criatura foi vista levitando na porta da casa. A criatura parecia mais sólida e vestia uma roupa semelhante a cetim, além de possuir quatro pernas e quatro braços. A criatura ordenou que o menino subisse à árvore mais próxima, prometendo retornar em 15 minutos, antes de desaparecer. Quando Douglas fez o que foi sugerido, um disco voador apareceu sobre a copa das árvores antes de desaparecer.

No dia 17 de outubro de 1984, em Saucedilla, em Cáceres, na Espanha, Mari Carmem Ramos voltava para casa pela Avenida Gonzalez Amazqueta quando, por instinto, começou a olhar em volta até que viu alguém se aproximando na direção oposta. A figura tinha uma aparência feminina, com sobretudo e capuz preto e medindo 3 metros de altura. A entidade se aproximava rapidamente, como se estivesse levitando. Seu rosto parecia estar coberto por uma sombra, e ela carregava uma espécie de “bolsa”. Em questão de segundos, a criatura mudou de direção e entrou em um beco adjacente. Cerca de 2 minutos depois, Mari viu uma luz vermelha muito brilhante subir do beco e disparar em direção ao espaço.

Já em dia 14 de setembro de 1952, em Remédios, Santa Clara, em Cuba, Caridad Martinez trabalhava na fazenda Dolores quando foi surpreendida por um ser alado descendo do céu. A criatura tinha pele amarelada, rosto redondo, cerca de 1,7 metros de altura e um disco prateado na altura do abdômen. O ser se aproximou da testemunha e tentou se comunicar através de uma língua desconhecida. A única palavra inteligível foi “Terra”. O desconhecido carregava em ambas as mãos um objeto luminoso que emitia um gás que deixava a testemunha tonta e semiconsciente. Após alguns minutos, a criatura levantou voo batendo suas asas até desaparecer de vista.

Com base nos casos ufológicos narrados acima, podemos concluir que, no primeiro caso, os “seres cérebros” poderiam ser seres sencientes ou algum tipo de aparelho de comunicação cujo objetivo era alertar a humanidade terrestre sobre os perigos de uma guerra nuclear. No segundo, a forma das criaturas era realmente diferente do que já havia sido registrado pela Ufologia mundial, levantando questões sobre como uma espécie com essa morfologia poderia ter se tornado a espécie dominante em seu planeta natal e como teriam construído discos voadores. No terceiro, o fato do ufonauta não ter as extremidades do corpo completas pode indicar que são seres que vieram de um nível de consciência e existência vibrando em uma frequência e dimensão bem diferentes da Terra, transcendendo o espaço-tempo. No quarto caso, as criaturas pareciam ter membros duplicados, como um polvo, e tentaram se comunicar com as testemunhas, desafiando a definição terrestre de “humanoide”. No quinto, a criatura parecia humanoide, mas com características faciais distintas, e possuía a capacidade parapsíquica de levitar. No sexto caso, uma criatura com grandes asas e essencialmente humanoides apareceu para dar algum tipo de mensagem sobre o futuro da Terra antes de desaparecer no céu. Isso levanta dúvidas sobre como uma criatura aparentemente pesada poderia voar usando asas naturais, uma vez que, de acordo com a zoologia terrestre, animais pesados não poderiam voar sem meios artificiais.

De modo geral, esses casos e perguntas mostram que existe muito mais entre o Universo e a Terra do que a vã filosofia humana pode sequer imaginar.

Fontes:

Livro Guia da Tipologia Extraterrestre, de Thiago Ticchetti

https://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/questoes_ambientais/biodiversidade/#:~:text=O%20termo%20biodiversidade%20%2D%20ou%20diversidade,industrial%20consumida%20pelo%20ser%20humano

https://www.google.com/amp/s/tempoagora.uol.com.br/noticia/amp/v2/2022/06/24/10-frases-inesqueciveis-de-carl-sagan-6069

https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2018/05/maior-ave-que-ja-existiu-e-outros-5-passaros-superpoderosos#:~:text=Por%20serem%20t%C3%A3o%20pesados%2C%20avestruzes%20n%C3%A3o%20conseguem%20voar

https://www.google.com/amp/s/revistagalileu.globo.com/amp/Ciencia/noticia/2021/02/polegares-opositores-se-tornaram-mais-habilidosos-ha-2-milhoes-de-anos.html

https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/03/quantas-galaxias-existem-no-universo#:~:text=Quantas%20gal%C3%A1xias%20conhecemos%20de%20acordo,de%20gal%C3%A1xias%20no%20universo%20observ%C3%A1vel

http://www.inpe.br/faq/index.php?pai=11#:~:text=Estima%2Dse%20que%20a%20nossa,bilh%C3%B5es%20de%20gal%C3%A1xias%20no%20Universo


Felipe Viana é biólogo, mora em Niterói, Rio de Janeiro, e desde muito pequeno sempre se interessou em estudar os temas de Ufologia, Espiritualidade, Parapsicologia, Física Quântica e afins

Tipologia dos extraterrestres mamíferos peludos

Mamíferos são animais vertebrados da classe Mamalia, com uma diversidade de 5.300 espécies no planeta Terra.

Dentre as características dessa classe de animais estão a presença de pelos, glândulas mamárias, sistema nervoso bem desenvolvido, fertilização interna, endotérmicos, respiração pulmonar e circulação sanguínea fechada, dupla, além de quatro cavidades no coração.

Na Terra, apenas a ordem dos primatas, mais especificamente o gênero Homo, conseguiu se tornar uma civilização. No entanto, será que mamíferos também ocorrem em outros planetas, podendo inclusive construir outras civilizações avançadas de mamíferos inteligentes? Caso descobrissem a Terra, qual seria o objetivo deles no planeta?

Na casuística ufológica mundial, há alguns casos de ufonautas peludos que se destacam e poderiam responder a essas questões.

Em 15 de outubro de 2010, em Mountain River, na Tasmânia, Austrália, Giles Goodspeed observou uma esfera de luz por volta das 20h sobre uma área descampada em sua fazenda. O objeto emitia um forte brilho vermelho que assustou a testemunha. Apesar do espanto e do medo que sentia, ele começou a se aproximar do UFO, que estava a poucos metros do chão. Goodspeed notou que a esfera tinha luzes ao redor da mesma cor do seu brilho vermelho e tinha cerca de 10 metros de diâmetro. O ambiente parecia estar envolto em uma corrente elétrica. Foi então que ele avistou algo caminhando lentamente e de forma pesada próximo a uma cerca. A testemunha tentou ver o que era aquilo e gritou, pedindo que o ser se identificasse. Surgiu, então, um grande ser alto e peludo. A entidade media aproximadamente dois metros de altura, tinha o corpo coberto por pelos acinzentados e braços longos quase encostando no chão. Seus olhos tinham um brilho verde-amarelado, e a criatura emitia um som agudo. Goodspeed disse que sentiu um forte cheiro de borracha queimada. Após conseguir se livrar do transe, a testemunha correu e, olhando para trás, viu a criatura caminhando em direção ao objeto esférico, que decolou até desaparecer no céu.

No dia 27 de outubro de 1974, em Aveley, localizado em Essex, na Inglaterra, John e Sue Day e seus filhos voltavam para casa depois de visitar parentes, quando tiveram sua atenção desviada por uma luz oval azulada que seguiu o carro e depois o ultrapassou. Por volta das 22h, já perto de casa, eles perderam o objeto de vista por trás de algumas árvores, mas logo notaram algo errado. O som do carro havia desaparecido e o rádio começou a soltar fumaça. Quando os faróis se apagaram, viram uma parede de neblina verde à sua frente. O carro foi envolto pela estranha névoa e depois houve um grande silêncio e frio quando a névoa desapareceu. Minutos depois, a família chegou em casa, mas eram 01h da manhã, ou seja, três horas a mais do que normalmente levariam para aquele trajeto. Três anos depois, sob hipnose, John Day revelou que quando o carro estava envolto pela neblina, foram transportados através de uma coluna de luz para dentro de um UFO e lá foram submetidos a exames por dois seres peludos vestindo jalecos brancos. Essas criaturas tinham aparência animal, grandes olhos triangulares e orelhas compridas e pontudas, emitindo ocasionalmente um chiado. Pareciam ser subservientes a outro grupo de seres a bordo da nave, medindo aproximadamente 1,5 metros, vestindo roupas que cobriam as mãos e tinham capuz. Um dos alienígenas mais altos levou Day e sua esposa para um passeio pela nave, que tinha três andares. Durante o passeio, receberam uma explicação sobre o sistema de propulsão do UFO e viram um filme holográfico mostrando como o planeta deles foi destruído pelas mudanças climáticas. Horas depois, o carro e a família foram deixados a 2,5 km de onde foram abduzidos. Segundo parentes das testemunhas, a família teve uma mudança de personalidade e expansão da consciência cósmica após o ocorrido.

No dia 28 de novembro de 1954, em Caracas, capital da Venezuela, Gustavo González e José Ponce dirigiam-se para um mercado na região de Petare, por volta das 02h da manhã, quando perto do destino, foram obrigados a parar o caminhão que dirigiam devido à presença de um objeto que bloqueava a rua. O objeto tinha formato esférico e estava aproximadamente a 2 metros das testemunhas. González resolveu investigar e quando se aproximou da esfera, foi abordado por um ser peludo de cerca de 90 cm de altura, com olhos refletindo a luminosidade. A testemunha tentou agarrar a criatura para levá-la à polícia, mas o ser era muito leve. Seu corpo era duro e coberto com pelos duros e ouriçados. O alienígena deu um soco em González que o fez voar a 3 metros de distância. Ponce ficou tão assustado que abandonou seu amigo e saiu correndo até a delegacia mais próxima, mas não antes de ver mais dois seres saindo dos arbustos, carregando pedras e terra para o interior do UFO. Enquanto a criatura se aproximava para um novo golpe, González observou grandes garras saindo de suas mãos. O homem pegou uma faca e tentou golpear a misteriosa criatura, mas em vez de penetrar, a faca simplesmente faiscou como se estivesse atingindo uma superfície metálica. Nesse momento, outro alienígena saiu da nave segurando um tubo que apontou para González, disparando um raio luminoso que paralisou a testemunha. Quando recuperou os movimentos, González foi até a delegacia onde encontrou Ponce. Todos suspeitaram que os homens estivessem bêbados, mas um exame de bafômetro deu negativo. González tinha um grande arranhão nas costelas e os dois receberam sedativos. Semanas depois, um médico foi até a delegacia para relatar ter visto a briga dos dois caminhoneiros contra os alienígenas, mas, com medo e sem querer se envolver, foi embora.

No dia 19 de maio de 1960, em Frankfurt, localizado em Hessen, Alemanha, Matthäus Kigler e Jerome Splitzburg voltavam para suas casas caminhando por uma rodovia por volta de 22h15, até que ambas as testemunhas viram um objeto parado na pista. A princípio, pensaram que fosse algum veículo acidentado e correram para prestar ajuda, mas ao se aproximarem, viram que não se tratava de um carro, mas sim de um objeto esférico com luzes vermelhas, azuis, verdes e roxas ao redor de sua estrutura. O UFO tinha cerca de 10 metros de diâmetro e estava a 3 metros de altura do chão. As duas testemunhas pararam de correr, pois estavam paralisadas de medo. Foi então que viram duas criaturas saírem do objeto por uma porta lateral. Os seres pareciam animais, mas eram diferentes de tudo o que já tinham visto. Tinham dois braços saindo da lateral de suas cabeças, quatro patas e uma cauda flexível. As criaturas pareciam estar suspensas pelo ar e moviam-se lentamente. Segundos depois, as entidades retornaram ao objeto e o UFO levantou voo, pairando a 10 metros de altitude antes de disparar para o espaço. Nesse momento, o carro voltou a funcionar e, após se recuperarem do susto, os dois amigos foram até o local onde o UFO tinha estado e notaram que havia uma marca circular no asfalto, como se algo muito quente tivesse pousado naquela área.

Em meados de dezembro de 1974, em Frederic, localizado em Wisconsin, EUA, o fazendeiro William Bosak, com 69 anos na época, voltava para casa após uma reunião por volta das 22h30, quando avistou um objeto discoidal parcialmente encoberto pelo nevoeiro que havia na região naquele dia. O UFO tinha 3 metros de extensão e as luzes do carro de Bosak eram a única coisa que iluminava o breu. Dentro do aparelho, feito de vidro na parte da frente, estava parada uma criatura com os braços sobre a cabeça, cujos olhos pareciam indicar que o ser estava amedrontado. A criatura era alta e magra, coberta por pelos avermelhados. Sua cabeça era ligeiramente retangular e o rosto não tinha pelos. O alienígena assemelhava-se bastante aos seres humanos, exceto por suas orelhas pontudas e longas, semelhantes às dos gatos. Enquanto Bosak passava lentamente ao lado do objeto, os faróis do carro perderam força e o objeto decolou fazendo um leve zunido. A testemunha, temendo ser ridicularizada, esperou mais de um mês até ter coragem de contar seu encontro a um jornalista.

No dia 23 de abril de 1991, em Canóvagas, Porto Rico, Daniel Pérez estava em sua casa por volta das 07h da manhã quando ouviu um estranho grunhido vindo de fora. Pérez foi até sua janela, mas não encontrou nada. Enquanto fechava as cortinas, um zumbido chamou novamente sua atenção. Segundos depois, ele viu algo descendo do céu e pousando sobre uma rocha a menos de 6 metros de onde estava. Daniel então pôde ver com detalhes uma bizarra criatura. Ela era comprida e tinha patas traseiras musculosas. A cabeça era grande, com olhos enormes e espinhos nas costas, enquanto as patas dianteiras eram pequenas e curtas. Quando a criatura se preparava para ascender, seus espinhos começaram a vibrar e apontar para o alto, fazendo um barulho de zumbido semelhante ao que ele ouvira momentos antes. No dia seguinte, Daniel viu a mesma criatura ou uma igual no mesmo local e horário. Ele chamou sua esposa, que também avistou a criatura. Nas semanas seguintes, dezenas de moradores da região relataram ter visto o estranho alienígena, em muitos casos acompanhado por estranhas luzes no céu. Mais de uma centena de animais, incluindo ovelhas, cabras, cavalos e galinhas, foram encontrados mortos sem explicação. Logo após esses incidentes em Porto Rico, várias mortes misteriosas de animais foram relatadas em outros países, como República Dominicana, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Honduras, El Salvador, Nicarágua, Panamá, Peru, Brasil, EUA e México, inaugurando a lenda dos chupacabras.

Diante dos casos narrados aqui, podemos concluir que mamíferos também poderiam existir em outros mundos, embora com propósitos diferentes. No caso de Giles Goodspeed, temos um ufonauta com características bem semelhantes à lenda norte-americana do Pé Grande. Pelo relato, a criatura parecia estar explorando a região e tentou contato com a testemunha, mas sem sucesso, já que o australiano ficou apavorado com sua presença.

No caso de John e Sue Day e seus filhos, as criaturas envolvidas pareciam interessadas em estudar os humanos, o que explicaria a coleta de amostras. Além disso, buscaram passar um alerta para a humanidade sobre as mudanças climáticas, utilizando a destruição de seu mundo natal como exemplo da falta de consciência ambiental.

No caso de Gustavo González e José Ponce, as criaturas pareciam explorar o local, visto que recolheram amostras de terra e rochas. Quando viram as duas testemunhas, tentaram contato, mas devido a uma reação violenta causada pelo medo dos caminhoneiros, desenrolou-se uma briga corporal no local.

No caso de Matthäus Kigler e Jerome Splitzburg, as criaturas tentaram contato quando as testemunhas se aproximaram, mas como não tiveram sucesso, partiram.

No caso de William Bosak, a criatura parecia estar explorando a região voando lentamente com sua nave. O que é intrigante nesse relato é por que a testemunha afirmou que a criatura estava amedrontada. Será que ela não queria ser vista pelo fazendeiro? Ou há outra razão? De qualquer forma, para esse caso, provavelmente nunca teremos respostas.

Para finalizar, no caso de Canóvagas, Porto Rico, é relatado o famoso chupacabra, uma criatura totalmente diferente de qualquer animal existente na Terra. Funciona como uma espécie de “animal alienígena”, cuja função é recolher o sangue de animais de fazendas e sítios. Por que recolher o sangue? Para se alimentar? Para estudos por alguma inteligência por trás desses “animais alienígenas”? Ou talvez para uso em projetos de hibridização, como projetos conduzidos pelos greys? Ou haveria outra razão? A partir da descrição das criaturas, podemos inferir que mamíferos que evoluíram para se tornar civilizações avançadas em outros planetas podem ter tido origens semelhantes à Terra, com atmosfera rica em oxigênio, água líquida e terra firme com vegetação e biodiversidade. Seus ancestrais provavelmente construíram ferramentas e evoluíram até se tornarem civilizações tecnológicas capazes de viajar entre as estrelas e visitar a Terra, seja por exploração científica, contato, transmissão de mensagens ou, no caso dos chupacabras, por meio de animais alienígenas enviados para recolher sangue de animais terrestres por motivos ainda desconhecidos.

Fontes:

https://escolakids.uol.com.br/ciencias/mamiferos.htm#:~:text=Mam%C3%ADferos%20s%C3%A3o%20animais%20que%20apresentam,pelos%20e%20de%20gl%C3%A2ndulas%20mam%C3%A1rias

Livro Guia da Tipologia Extraterrestre de Thiago Ticchetti

Felipe Viana é biólogo, mora em Niterói, Rio de Janeiro, e desde muito pequeno sempre se interessou em estudar os temas de Ufologia, Espiritualidade, Parapsicologia, Física Quântica e afins

Tipologia dos Anfíbios Extraterrestres

Os anfíbios são animais vertebrados do filo taxonômico dos cordados, caracterizados por terem pele fina e unida para respiração cutânea, hábito de vida anfíbio – ou seja, aquático e terrestre, olhos proeminentes e a presença de sucção ou membranas entre os dedos das mãos e pés. Além disso, eles ocorrem em zonas tropicais. Os representantes desse grupo são sapos, rãs, pererecas, cobras cegas e salamandras.

No entanto, será que esse grupo pode ser encontrado em outros planetas? Existem seres extraterrestres que nos visitam e possuem características semelhantes às dos anfíbios?

No meio de vários relatos de pessoas que afirmam ter tido contato com seres anfíbios, dois casos se destacam na casuística ufológica, suscitando uma reflexão sobre esses possíveis seres, seu propósito na Terra e sua origem planetária.

Em 24 de setembro de 1961, Harrison E. Bailey, um funileiro de 24 anos, estava caminhando por um bosque perto de Orland Park, no estado estadunidense de Illinois, por volta das 11h00, quando sentiu um beliscão e, logo em seguida, uma ardência no pescoço. Ao virar-se, viu um objeto acinzentado que ele pensou ser um redemoinho. Sua lembrança posterior foi de ter visto algo parecido com uma caixa d’água do outro lado da estrada. Bailey sentiu-se paralisado e viu dois homens estranhos, com os rostos pintados como os de soldados camuflados, na janela do objeto. Quando a paralisia terminou, ele saiu correndo, não sem antes dar uma última olhada para trás. Um cansaço incomum tomou conta do seu corpo e quando abriu os olhos, já passava do meio dia.

Em 1975, Bailey passou por hipnose para desvendar o lapso temporal e relembrou ter sido cercado por várias criaturas que se assemelhavam a sapos, mas eram bípedes. Tinham pele lisa de cor marrom e com listras. Suas mãos eram pequenas e tinham três dedos em cada pé. Sua boca era pequena e seus grandes olhos ficavam nas laterais da cabeça. De repente, os pequenos seres começaram a pular sobre ele, emitindo sons semelhantes ao grasnado de um pato. Durante todo o tempo, essas criaturas estavam acompanhadas de pequenos besouros, que se moviam de um lado para o outro. Sob hipnose, Bailey contou que tentou fugir correndo, quando se deparou com um objeto do tamanho de um ônibus do outro lado da estrada. Ele se lembrou de estar dentro desse veículo e acreditava ter sido levado pelos sapos que o paralisaram. Antes de ser libertado, as entidades lhe transmitiram uma mensagem telepática dizendo que não queriam fazer mal ao abduzido e gostariam de manter contato com a raça humana, tendo Bailey como seu porta-voz. Os contatos voltaram em 1977 e duraram até 1978.

Outro caso ocorreu em 25 de janeiro de 1967, em Ashburnham, cidade localizada em Massachusetts, EUA. Tudo começou às 18h35, quando as luzes da casa piscaram. Betty estava na cozinha, enquanto suas sete crianças, sua mãe e seu pai estavam na sala. Ela notou a presença de uma luz pulsante alaranjada do lado de fora, através da janela da cozinha, e foi acalmar seus filhos. Quando ela voltou para a cozinha com seu pai, viram cinco estranhas criaturas pulando como gafanhotos, dirigindo-se à casa. Quando atravessaram as paredes de madeira, toda a família, com exceção de Betty, adormeceu. O que aconteceu a seguir só foi descoberto através de hipnose regressiva, anos depois.

O líder alienígena, que era mais alto do que os outros, falou telepaticamente com Betty, dizendo que seu nome era Quazga. Todos os seres tinham cerca de 1 metro de altura, vestiam macacões azuis e tinham uma cabeça em forma de pera, com olhos parecidos com os de gato. Nas mangas de suas roupas havia uma insígnia que lembrava um pássaro. Quando Betty mostrou preocupação com sua família, eles libertaram sua filha Becky, de 11 anos, do sono, e um dos alienígenas brincou de jogar bolas de luz com ela. Betty deu a Quazga uma Bíblia e ele lhe deu um livro azul. Betty, então, entrou em um disco voador que estava pousado em seu quintal. No interior do UFO, a mulher viu muitos instrumentos.

Durante o exame médico, os seres espetaram seu nariz e umbigo com um aparelho que parecia uma agulha, para testar sua fertilidade. Depois, Betty vestiu suas roupas e foi colocada em um cubo de vidro, sentada numa cadeira e imersa em um líquido transparente. Depois disso, eles lhe deram algo doce para beber e dois seres vestidos com roupas iluminadas e capuzes pretos a guiaram através de um túnel, escavado em uma rocha. Juntos, atravessaram uma porta de vidro e saíram em um lugar com atmosfera vermelha brilhante. O caminho que seguiram ficava entre dois prédios quadrados com aberturas parecidas com janelas. Quando Betty viu seres de outro tipo engatinhando pelos prédios, começou a sentir muito medo. Eles subiam e desciam, entravam e saíam pelas janelas como macacos. Ela os descreveu como parecidos com lêmures, com pernas e braços finos. Eles não tinham cabeça; em vez disso, dois olhos ligados a caules saíam diretamente do tronco e se movimentavam independentemente. A testemunha foi levada a uma grande redoma verde cheia de vegetação e água. Lá, viu um grande pássaro transformar-se em cinzas, assim como na lenda da fênix. Betty retornou ao seu lar às 22h40. Ela interpretou a experiência, assim como muitos contatados, como sendo de natureza angelical.

Em ambos os casos, os seres parecem querer estabelecer contato com as testemunhas. No segundo caso, os seres levaram a testemunha para conhecer seu fantástico mundo. Parece haver duas variações fenotípicas desses seres. Um grupo apresenta pele fina e listras, com sucção nos dedos e olhos proeminentes. O outro tem sucção nos dedos e, em vez da cabeça, possui dois olhos em forma de caule, além de ser de pequena altura. As características físicas sugerem que esses seres vêm de um planeta com alta gravidade, o que impede que cresçam muito e os torna relativamente leves. Além disso, os olhos proeminentes, a sucção nos dedos e os olhos adaptados em forma de caule indicam adaptações a um ambiente tropical, com muita incidência de luz solar, rios, lagos, lagoas e até mares. A presença de besouros no primeiro caso sugere alguma forma de simbiose, assim como ocorre entre a flora bacteriana e os seres humanos, ou entre grandes mamíferos africanos e espécies de pássaros.

Referências:

https://www.biologianet.com/amp/zoologia/anfibios.htm

Livro Guia da Tipologia Extraterrestre de Thiago Ticchetti

Felipe Viana é biólogo, mora em Niterói, Rio de Janeiro, e desde muito pequeno sempre se interessou em estudar os temas de Ufologia, Espiritualidade, Parapsicologia, Física Quântica e afins

A Tipologia Extraterrestre dos Gigantes

“Ora, naquele tempo havia gigantes na terra e também depois, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos, estes foram valentes, varões de renome, na antiguidade” (Gênesis 6:4).

Além dessa citação na Bíblia cristã, os gigantes são mencionados em todas as religiões, credos e culturas da Terra. Há os Jotuns, gigantes da mitologia nórdica, os gigantes da mitologia grega, monstros gigantes nas mitologias africanas e latino americanas, os Daityas no hinduísmo, os Anunnakis na mitologia suméria, entre outros.

Todas essas religiões e folclores, separados por continentes e oceanos e sem contato uns com os outros, tiveram em seus círculos culturais histórias envolvendo seres gigantescos, cada um adaptado às narrativas de cada povo e região.

Será coincidência ou esses seres realmente existiram? Eles poderiam estar relacionados com o fenômeno UFO?

No dia 27 de setembro de 1989 em Voronezh, na Rússia, 3 crianças e 40 adultos viram um objeto esférico sobrevoando o parque da cidade. Em segundos, uma portinhola se abre e surge um tripulante, de 3 metros de altura, que usava um macacão no corpo inteiro, botas amarronzadas e três olhos de onde seria a “viseira” do capacete que usava. A criatura parecia vasculhar o local e o OVNI, que tinha 13 metros de extensão por 5 metros de altura, pousou. A criatura então se aproxima das testemunhas com um robô que parecia uma caixa com uma esfera em cima. Em instantes, todos gritam assustados e, tão rápido quanto apareceu, o OVNI e a criatura desapareceram.

No dia 28 de agosto de 1963 em Belo Horizonte, capital da unidade federativa brasileira de Minas Gerais, Fernando e Ronaldo Gualberto e José Vidal saíram de casa para lavar o coador de café num poço no quintal quando viram um objeto esférico com mais de 3 metros de diâmetro que pairava sobre as árvores de frente à casa. Através das paredes transparentes, os meninos viram quatro seres vestidos com roupas parecidas com a de mergulhadores e capacetes transparentes. Um tinha cabelo longo e os outros dois eram calvos. Um dos seres saiu entre dois feixes laterais na parte de baixo do objeto e flutuou até o chão. Através do capacete transparente, os jovens viram que a criatura tinha apenas um grande olho escuro e o rosto tinha uma coloração avermelhada. Com passos robóticos o ser foi em direção ao José que estava pegando água no poço e ainda não tinha visto a cena. Prevendo a ameaça, Fernando pulou em José atirando-o ao chão a fim de protegê-lo. A criatura então começou a se comunicar através de um idioma estranho gesticulando com as mãos e cabeça. O tripulante se moveu para sentar na beira do poço e Fernando correu para trás dele, pegou um pedaço de tijolo e preparou-se para atirar, mas o ser saltou com grande rapidez e um raio de luz amarela saiu de uma área retangular do peito atingindo a mão de Fernando que soltou o objeto. O ser voltou a tentar se comunicar no idioma estranho e, vendo que não foi compreendido, voltou para o OVNI que disparou numa velocidade impressionante.

No dia 12 de setembro de 1952, em Flatwoods, em West Virginia, nos EUA, várias testemunhas como Kathleen, Eddie e Frey May e outros observaram o que pensava ser um meteoro passando por eles em uma ribanceira próxima. Curiosos, eles começaram a subir a colina e foram surpreendidos por uma bola de fogo de 6 metros de diâmetro por 4 metros de altura, próximo de onde estavam. Quando Lemon apontou a lanterna para o nevoeiro que tinha na montanha, o grupo viu uma enorme figura perto das árvores. A criatura tinha entre 3 metros e 4,5 metros de altura, um rosto cor de sangue e dois enormes olhos verde-alaranjados que brilhavam como os de animais noturnos. A criatura vestia um capuz pontudo e vestes parecidas com a de um monge. Quando a criatura olhou para o grupo, a mesma emitiu um assobio e todos entraram em pânico e desceram a colina apressadamente.

No dia 29 de maio de 1986 em Santa Rosa, La Pampa, Argentina, Oscar Alberto Flores acordou com um som de um zumbido alto e os cães latindo. A testemunha abriu a janela para ver o que estava acontecendo e deparou-se com um objeto circular pairando sobre as árvores. Ao se virar, notou dois seres na porta do seu quarto. Eles tinham 2,5 metros de altura, mãos longas e finas com três dedos em cada, os seus rostos eram inexpressivos. As entidades vestiam uma vestimenta prateada e um colar com um medalhão. Eles gesticulavam, mas a testemunha não compreendia o que queriam dizer. Após tentarem se comunicar, os seres desaparecem tão rápido quanto apareceram. A testemunha então vai para fora da casa apressadamente e vê um OVNI circular indo na direção sul de onde ele estava.

No dia 14 de setembro de 1967 em Belo Horizonte, capital da unidade federativa de Minas Gerais, Fábio Diniz saltou de um ponto de ônibus seguindo a pé até um pavilhão mais afastado até encontrar um objeto em forma de cogumelo, com aproximadamente 20 metros de diâmetro, coloração marrom com uma fileira de janelas. Em sua base plana havia divisões luminosas nas cores vermelho amarelo e azul que piscavam constantemente. Em baixo havia um cilindro preto de 2 metros de altura por 3 metros de largura. Do cilindro saíram dois seres com mais de 2 metros de altura. As criaturas tinham forma humana, vestiam roupas colantes da cabeça aos pés de cor verde e havia um anteparo saliente cobrindo a boca e as narinas. Do anteparo saía um tubo que ia até o peito atingindo o calcanhar direito e subindo por trás até a nuca. Tinham quatro dedos nas mãos e um portava uma antena na cabeça e o outro portava um objeto cilindro que a testemunha pensou se tratar de uma arma. Assustado, o mineiro tenta fugir até que escuta uma voz em português dizendo: “Não corra, volte!” Sem entender nada, o contatado volta até os seres e um deles diz num tom ameaçador, em português: “Compareça aqui amanhã, neste mesmo horário ou levaremos sua família!” Em seguida, entraram no aparelho que subiu e decolou na vertical. Aterrorizado, o jovem voltou correndo para o ponto de ônibus com a intenção de revelar para sua mãe a ameaça. Já no interior do ônibus, refletiu com mais calma e resolveu avisar a polícia indo para o Departamento de Vigilância Social. Na manhã seguinte, pesquisadores do Centro de Investigação Civil dos Objetos Aéreos Não Identificados (CICOANI) acompanharam o garoto ao campo de futebol próximo ao local do contato e ali, na presença de dois policiais civis e dois da polícia militar, recolheram amostras de terra com características estranhas. As amostras foram levadas ao Instituto Central de Geociências da UFMG, sendo analisadas pelo professor Edmar de Melo e Araújo que obteve uma composição química diferente de tudo que já havia visto. Quanto ao retorno dos seres, nunca mais aconteceu por algum motivo ainda desconhecido.

No dia 23 de julho de 1947 na colônia Goio-Bang localizada na unidade federativa brasileira Paraná, José Higgins e outras pessoas realizavam trabalhos de agrimensura num campo na colônia quando ouviram um estranho som agudo. Virando para a direção do som, o grupo se depara com um objeto discoidal de 30 metros de diâmetro com coloração cinzento-esbranquiçada que pousou nas proximidades através de um tripé metálico recurvado. Todos fugiram com medo, menos Higgins que permaneceu movido pela curiosidade. O objeto tinha uma janela por onde pôde ver dois vultos de forma humana. Pouco tempo depois a escotilha do objeto se abriu e saíram três seres de 2,1 metros de altura, vestindo macacões transparentes, incluindo a cabeça e atrás havia uma mochila de metal. Por dentro do macacão, viu camisetas, calções e sandálias que pareciam feitas de papel brilhante. Tinham grandes olhos redondos, sobrancelhas redondas, calvos, com longos braços e pernas e se comunicavam através de uma língua desconhecida. Um dos seres começou a desenhar no chão tentando mostrar de onde eles vieram. O ponto central a criatura chamou de “álamo” e o sétimo ponto chamou de “orque”.

Após isso, os seres pareciam querer levá-lo para conhecer o planeta deles, mas a testemunha disse que iria buscar a esposa mas se escondeu numa moita próxima de onde observou melhor os seres. Alguns minutos depois os seres cansaram de esperar e entraram no objeto que decolou logo em seguida.

No dia 21 de setembro de 1972 em Santa Isabel, Córdoba, Argentina, Teodoro Merlo foi um dos primeiros trabalhadores a chegar à fábrica Renault. O operário entra no estabelecimento indo até o vestiário. Quando finalmente entrou no vestiário viu um “homem” com 2,4 metros de altura sentados num banco. Quando chegou mais perto, notou que vestia uma roupa colante justa, de cor azul, tinha um cinto com um círculo no meio onde o dedo indicador apertava o tempo inteiro e na outra mão segurava uma bola metálica. Ainda usava uma máscara com orelhas pontudas e o rosto era branco e pálido. Teodoro gritou para a criatura na tentativa de identificá-lo, mas não obteve resposta. Alguns segundos depois o ser levantou, saiu do vestiário indo para outro cômodo e quando o trabalhador também foi para o tal cômodo a criatura já havia desaparecido.

Até aqui temos exemplos de casos ufológicos envolvendo seres gigantes que possuem até semelhança com gigantes mitológicos.

No caso de José Higgins, ao analisarmos o mapa estelar dado pelo ufonauta, parece ser o sistema solar da Terra, com o ponto central sendo o Sol e o sétimo ponto sendo “Urano”, que para a ciência é impossível abrigar vida inteligente, pois o corpo celeste é um gigante gasoso com leis físicas extremas. Os satélites naturais do planeta, que são 27 luas, têm condições ambientais extremófilas, como pouca luz solar, água congelada e muito dióxido de carbono na atmosfera. Então, para esse caso, ou os ufonautas gigantes vieram de outra dimensão onde Urano ou os satélites naturais são habitados, ou vieram de outro sistema solar que por uma interpretação rápida e sem muita análise se deduziu serem do nosso sistema solar erroneamente.

O caso do gigante visto pelo argentino Teodoro Merlo parecia indicar que o ufonauta estava tentando sair dali, pois no momento que a testemunha chega no local, a criatura estava apertando o botão do seu cinto até que levanta, vai para outro cômodo fora do vestiário e finalmente desaparece.

No caso do outro argentino, do gigante da Rússia, do gigante de Flatwoods e do ciclope de Belo Horizonte, os seres parecem querer uma comunicação, mas sem sucesso, e o caso do gigante que falava português foi o mais estranho, pois eles não cumpriram a promessa de voltar e nem explicaram o porquê da ameaça. Talvez só queriam assustar ou chamar a atenção dos pesquisadores do fenômeno UFO e da ciência, em geral, para saberem que os extraterrestres existem e estiveram na cidade.

De qualquer modo, esses seres parecem nos visitar e se comunicar com a Terra há muito tempo, a ponto de até saberem nossos idiomas e tudo sobre nós. Além disso, o mito das carruagens de fogo e Vimanas na Índia Antiga apontando uma guerra entre deuses gigantes, além de todos os gigantes de todos os folclores, mitos e religiões, podem ser, segundo a teoria do antigo astronauta, as tais raças extraterrestres de gigantes que nos visitam, como evidenciado nos relatos acima.

Referências:
https://biblia.com.br/perguntas-biblicas/quem-sao-os-gigantes-de-genesis-64-e-os-filhos-de-deus/#:~:text=%E2%80%9COra%2C%20naquele%20tempo%20havia%20gigantes,(G%C3%AAnesis%206%3A4)

https://yggdrasil.home.blog/2021/06/21/jotuns-os-gigantes/


https://segredosdomundo.r7.com/gigantes-da-mitologia-grega/


https://www.rederpg.com.br/2020/11/25/bestiario-africano-parte-1-de-3/


https://www.rederpg.com.br/2020/06/24/bestiario-sul-americano-parte-1-de-3/

Daityas

Livro Guia da Tipologia Extraterrestre de Thiago Ticchetti


Livro Eram os Deuses Astronautas de Erich Von Däniken


Livro Vimana: Aeronáutica da Índia Antiga e da Atlântida de David Hatcher Childress

Biblia.com.br

Felipe Viana é biólogo, mora em Niterói, Rio de Janeiro, e desde muito pequeno sempre se interessou em estudar os temas de Ufologia, Espiritualidade, Parapsicologia, Física Quântica e afins

Categorias da Presença Extraterrestre na Terra

Segundo a vasta casuística ufológica encontrada na Era Moderna dos Discos Voadores e nos registros ufoarqueológicos encontrados ao redor do mundo, as civilizações alienígenas estão entre nós há muito tempo.

Essas inteligências não humanas, ou consciências cósmicas, estão aqui há tanto tempo que, além de terem exercido influência na evolução da humanidade terrestre, sabem muito mais sobre nós do que podemos imaginar.

Vários pesquisadores, principalmente da Ufologia Espiritual, já tentaram catalogar as formas de presença dessas consciências no planeta Terra.

De acordo com os estudos de vários pesquisadores, trago informações reunidas das quatro categorias da presença extraterrestre na Terra:

A primeira categoria é a dos “ETs infiltrados”, que, de acordo com Chico Penteado no livro “Conversando com os Reptilianos”, geralmente são seres do tipo beta, muito semelhantes aos humanos, mas com pequenas variações no biotipo, como altura elevada ou uma beleza exótica. Eles se infiltram na sociedade civil por algum tempo, ocupando cargos não tão relevantes, a fim de realizar atividades de monitoramento, pesquisa e preparação para o contato.

Um exemplo de ET infiltrado seria o controverso caso de Dolores Barrios, no qual muitos acreditam que ela tenha sido uma inteligência não terrestre entre nós. O caso teria ocorrido nos dias 07 e 08 de agosto de 1954, durante uma conferência sobre assuntos ufológicos no topo do Monte Palomar, nos EUA.

Em meio à multidão de participantes, um trio de indivíduos chamou a atenção dos jornalistas presentes por suas características físicas exóticas, como altura um pouco maior que o comum, tez clara, cabelos claros e, no caso da mulher, olhos pretos. Os três foram interrogados, mas a mulher foi o destaque do interrogatório.

Durante o interrogatório, a estranha mulher negava ter qualquer ligação com organismos exo-biosféricos. No entanto, quando um dos jornalistas tirou uma foto dela, isso a assustou o suficiente para fazê-la sair correndo em direção à floresta próxima. Além disso, algumas versões dizem que, após correr para a floresta, um disco voador levantou voo de dentro da vegetação fechada e seguiu em direção ao espaço.

A segunda categoria é a dos “walk-in”, que significa “espíritos entrantes” ou “almas viajantes”. São consciências cósmicas que se incorporam nos corpos físicos dos terráqueos. Segundo a autora Gina Lake no livro “Contato Extraterrestre: Projeto para o Novo Mundo”, os walk-in podem ser benéficos ou maléficos, mas a maioria, por ser da 5ª dimensão ou superior, é benevolente, desempenhando um papel importante na transformação da Terra. Juntamente com outra categoria de presença extraterrestre, as sementes das estrelas, eles ocupam posições-chave na sociedade civil devido à inteligência e talentos que possuem, liderando as mudanças sociais, econômicas, ambientais, intelectuais, espirituais e humanitárias propostas para a humanidade terrestre.

Ruth Montgomery, em seu livro “Alienígenas Entre Nós”, vai além e menciona corpos de médiuns e pessoas importantes da história da Terra que seriam walk-in, como Jesus, Gandhi, Moisés e Ben Franklin. Segundo ela, esses corpos teriam sido assumidos por consciências cósmicas com o objetivo de ajudar no progresso da humanidade terrestre.

A outra categoria é a já citada “sementes das estrelas”, conhecidas popularmente como crianças índigo, cristais e arco-íris. Essa categorização foi idealizada pela parapsicóloga Nancy Ann Tappe. Diferentemente dos walk-in, as sementes das estrelas passam uma vida inteira encarnadas na Terra e vêm em levas:

A primeira leva ocorreu da década de 70 até 1999, com as crianças índigo. A segunda ocorreu dos anos 2000 até 2010, com as crianças cristais. A mais recente, de 2010 até o presente momento, é composta pelas encarnações dos arco-íris.

Algumas características comuns dessas sementes das estrelas são:

  • Possuem uma inclinação maior por praias, cachoeiras e ambientes naturais em geral, além de terem uma tendência ao vegetarianismo/veganismo;
  • Apresentam uma sensibilidade, empatia e intuição muito desenvolvidas;
  • São altamente inteligentes, utilizando o raciocínio lógico em tudo, além de possuírem conhecimento e sabedoria muito avançados para a raça humana atual;
  • Encontram dificuldade em se encaixar em grupos sociais e sentem-se como se não pertencessem a este lugar. No entanto, quando encontram seu grupo social, tendem a se tornar líderes;
  • Enfrentam dificuldades em lidar com turbilhões emocionais, às vezes entrando em um estado de marasmo dimensional;
  • Questionam constantemente as autoridades e o sistema;
  • Possuem uma percepção aguçada da realidade.

A última categoria é a dos intraterrestres e intramarinhos, que são seres que se estabelecem na Terra em suas formas originais, sem disfarces, em bases e cidades localizadas no interior de montanhas, cavernas, vulcões (intraterrestres) e no fundo dos oceanos e mares (intramarinhos), além dos tripulantes de OVNIs.

Algumas possíveis provas da existência dessa categoria são a lendária base subterrânea de Dulce, localizada no Planalto Archuleta Mesa, no Novo México, EUA, que supostamente é comandada por seres do tipo alfa (“greys”) e também seres reptilianos (tipo gama). Na década de 70, o governo dos EUA teria descoberto sua existência, o que resultou em um conflito entre a segurança extraterrestre da base e as forças armadas enviadas pelo governo. A paz teria sido alcançada em troca de cooperação entre humanos e alienígenas na base, visando ganhos militares por meio de engenharia reversa e intercâmbio de tecnologia extraterrestre.

Outra possível evidência seria os vários registros de OSNIs (Objetos Submarinos Não Identificados) nos oceanos e mares ao redor do mundo, principalmente em regiões que são consideradas “hotspots”, como o Triângulo das Bermudas.

Também podemos citar registros de OVNIs saindo de vulcões, como ocorreu no dia 25 de abril de 2015, durante a erupção do vulcão Calbuco, no Chile, quando um OVNI foi registrado aparecendo durante a erupção. No dia 06 de outubro de 2020, na cidade japonesa de Kagoshima, próxima a um vulcão, foi registrado um enorme OVNI seguido por outros menores movendo-se próximo ao vulcão. Além disso, no dia 30 de maio de 2013, durante a erupção do vulcão mexicano Popocatépetl, um OVNI foi registrado entrando no mesmo.

Concluindo, devido à diversidade de formas como os seres extraterrestres atuam na Terra, estando praticamente em todos os lugares – encarnados, entrando em corpos de terráqueos importantes, infiltrados na sociedade civil, operando em bases e cidades no interior de vulcões, cavernas subterrâneas, montanhas, fundo dos oceanos e mares, ou pilotando OVNIs -, fica claro que, de acordo com os registros de OVNIs, eles estão presentes na Terra há séculos e milênios. Com isso, podemos concluir que o fenômeno UFO e a presença de seus tripulantes na Terra são muito antigos, remontando aos primórdios do Homo sapiens. Isso levanta questões filosóficas profundas, como: o que eles querem com a Terra? De onde vieram? Há quanto tempo estão aqui? Eles manipularam nossa evolução? Além disso, temos a certeza de que não estamos sozinhos na vastidão cósmica e que eles estão entre nós há milhares de anos, podendo até estar dentro dos nossos lares.

Referências:

https://www.google.com/amp/s/correiodoestado.com.br/noticia/amp/245001/ovni-e-gravado-perto-de-erupcao-no-chile-e-depois-desaparece/

https://www.google.com/amp/s/noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2020/10/06/supostos-ovnis-sao-vistos-perto-de-vulcao-no-japao-assista.amp.htm

https://www.google.com/amp/s/www.terra.com.br/amp/byte/ciencia/espaco/video-mostra-suposto-disco-voador-entrando-em-vulcao-no-mexico,ed3c3716f251f310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html

https://ufologiagja.blogspot.com/2014/05/os-aliens-da-base-subterranea-dulce.html?m=1

Livro “O Fenômeno UFO”, de John Michael Greer

Livro “OSNIs”, de Roberto Pinotti

Felipe Viana é biólogo, mora em Niterói, Rio de Janeiro, e desde muito pequeno sempre se interessou em estudar os temas de Ufologia, Espiritualidade, Parapsicologia, Física Quântica e afins

Um Acordo de Outras Vidas com Extraterrestres

Nós temos pré-acordos feitos antes de encarnarmos aqui, que podem ser ativados nesta vida, facilitando nossos processos, memórias e caminhos a seguir.

Ontem, durante uma meditação de abertura do meu centro cardíaco e telepático com a intenção de ativar esses pré-acordos, conectei-me com um círculo onde havia outros seres que não conseguia ver, mas conseguia sentir; dentro desse círculo, havia uma luz que agia como o fogo. Era como se fosse uma luz purificadora e facilitadora.

Depois de abrir e sentir meu centro telepático, vi um ser azul e bem alto que foi se aproximando até tocar a minha mão, que estava levantada naquele momento. Ao tocá-la, nos conectamos numa energia muito forte;  senti-me tão abençoado, amado e cuidado, que mal posso descrever em palavras. Minha única reação foi deixar as lágrimas rolarem.

Este ser se apresentou como um Arcturiano e informou que, conforme minha escolha, iria ativar em mim esses pré-acordos, feitos quando eu ainda estava desencarnado e que isso me daria mais facilidade em realizar tarefas que preciso desenvolver nesta vida, as quais fazem parte de um grande plano em andamento. Eu senti que algo seria mudado dentro de mim.

Não me lembro exatamente do que é esse plano, mas fui informado que aquilo que preciso saber virá até mim no momento certo e eu só preciso realizar a tarefa.

Depois dessa conexão, ouvi alguns sons xamânicos que fizeram meu chakra cardíaco expandir para muito além do meu corpo físico. Então, depois de absorver o que precisava naquele momento, fechei o meu centro telepático baixando a minha mão, agradeci por tudo que havia recebido em mim e chorei muito por um bom tempo.

Esta foi a segunda vez que tenho um contato bastante claro e objetivo onde o ser com quem me conectei se apresentou e me ajudou a ter acesso sobre mais de mim mesmo.

Compartilho isso com vocês por ser parte do meu acordo de levar a mais pessoas a realidade multidimensional e, aos poucos, construirmos um inconsciente coletivo cada vez mais alimentado, facilitando para que mais e mais pessoas possam buscar a verdade dentro de si.

Agradeço pela oportunidade de estar aqui e por você estar lendo isso.

Anderson Lima é um dos administradores do Grupo de Estudos Ufologia Integral Brasil – UIB, tem 30 anos, de São Paulo, empresário e se interessa bastante por Ufologia e Espiritualidade.

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

Equipe UIB

Qual a diferença entre contatados e abduzidos?

As palavras “contatado” e “abduzido” designam as pessoas que, de alguma forma, passaram por situações nas quais interagiram com seres extraterrestres, entretanto, em circunstâncias bastante diferentes.

Apesar de divergências sobre quais seriam as reais intenções ou motivações dos seres extraplanetários ou extradimensionais, parece haver um consenso entre os ufólogos e pesquisadores do assunto, no sentido de considerar que o “abduzido” se refere à pessoa que foi levada ou “raptada” para um local, geralmente contra a sua vontade, onde foram realizadas experiências laboratoriais, sensoriais ou, ainda, sexuais, enquanto que o “contatado”, por outro lado, seria o indivíduo cuja interação com os extraterrestres foi amistosa e implicou o recebimento de múltiplos conhecimentos, frequentemente extraordinários ou ainda não comprovados pela nossa ciência. Incluem-se nesta categoria os chamados “canalizadores”, termo utilizado nos EUA para designar as pessoas que “canalizam” ou recebem mensagens de seres extraterrestres.

Margarete Áquila explica que “A diferença (..) é que o contatado não sofre os mesmos traumas que o abduzido. Suas experiências são muito diferentes porque recebem informações dos extraterrestres, participam de experimentos genéticos sem resistência e têm total consciência dos fatos ocorridos. Já os abduzidos são raptados, sofrem traumas em suas experiências com os seres, nem sempre se recordam do ocorrido, tem bloqueios emocionais relacionados ao rapto e podem passar, com o tempo e com a aceitação, de abduzido para contatado.”

Assim, percebe-se que alguns abduzidos acabam se tornando também contatados; porém, há relatos de que contatados acabaram descobrindo também terem sido abduzidos. Outro aspecto observado, nas últimas décadas, é que o número de abduzidos tem diminuído, enquanto que a quantidade de contatados tem aumentado consideravelmente.

Contudo, talvez a consequência mais importante observada tenha sido a transformação ou despertar consciencial pelo qual passaram, conforme afirmado pelas pesquisadoras Gilda Moura e Mary Rodwell e pelas contatadas, terapeutas e palestrantes Mônica de Medeiros e Margarete Áquila:

“A interação da consciência do contatado ou abduzido com a consciência dos seres extraterrestres é semelhante à interação com os Mestres, nos processos de expansão da consciência pela via espiritual. É uma iniciação em massa.” (Gilda Moura)

Em outras palavras, parece que “algo é ativado” após os contatos ou abduções, quando passam a se sentir diferentes e ter preocupações visando ao bem coletivo, como ajudar os outros, cuidar do planeta, buscar soluções autossustentáveis para a medicina, agricultura e energia, além de desenvolverem faculdades paranormais ou de cura.

Todavia, Gilda Moura destaca, em especial no caso dos abduzidos, que é importante compreender que somente conseguirão desenvolver essas faculdades potenciais caso seus traumas porventura ocasionados pelas experiências tenham sido previamente trabalhados e superados, trabalho que realiza há décadas utilizando hipnoterapia e regressões de memória.

A pesquisadora afirma, ainda, que essa transformação pela qual os contatados e abduzidos passam é composta por três fases:

– o impacto na sua consciência, quando suas crenças e convicções desmoronam e essa perda de referências gera grande sensação de angústia e insegurança, além de medo e fascínio ao mesmo tempo, com desejo de estar em outra realidade e não mais aqui na Terra. Alguns desenvolvem estresse pós-traumático, apresentando desordens de sono, pânico, depressão, fobias, etc. A pessoa não se sente mais ligada à Terra, porém, ainda não consegue se ligar a essa outra realidade apresentada pelos seres, uma realidade de paz, harmonia, equilíbrio. É um processo que leva tempo e que deve ser trabalhado internamente. Alguns abduzidos e contatados não conseguem trabalhar seus egos e escolhem permanecer no papel de heróis ou seres especiais;

– ocorrências de efeitos energéticos, na qual o contatado ou abduzido passa a ter experiências espontâneas de saídas do corpo, paranormalidade ou mediunidade abertas ou exacerbadas com visões de realidades paralelas, outras dimensões, seres, luzes, sons, efeitos físicos, queima de aparelhos elétricos, etc. Nessa fase, é necessário que essas capacidades sejam bem trabalhadas e direcionadas adequadamente, sob risco de a pessoa literalmente “enlouquecer”;

a transformação: as crises físicas, emocionais e existenciais passam a ser melhor controladas, onde finalmente o abduzido ou contatado consegue realizar a integração do seu ser. As resistências vão sendo quebradas, a pessoa descobre a sua luz e a sua sombra e começa a conseguir assimilá-las, aceitá-las, despertando, enfim, para a realização de seu propósito de vida, sua missão.

Segundo Mary Rodwell, “85% passaram por importantes transformações positivas: tornaram-se mais espirituais, compassivos, amorosos, sensíveis, com melhor compreensão de si próprios e de seus propósitos de vida, menos egoístas, com maior preocupação com o meio ambiente e menor preocupação por valores monetários”. A pesquisadora afirma, ainda que, “em minha opinião, a grande quantidade de experiências ufológicas faz parte de um plano maior para promover a evolução da consciência e uma escala que abrange toda a espécie humana”.

Margarete Áquila resume magnificamente esse processo de transformação pela qual o contatado e abduzido passam: “(…) existe um tipo de morte para depois renascer. Uma morte que não pode ser confundida com a morte física (ainda que para alguns abduzidos o suicídio pareça ser a solução), mas a morte psicológica da persona, dos condicionamentos, preconceitos, crenças, valores. Eles passam por um processo de renascimento em todos os níveis – emocional, físico, mental e espiritual. Parece com os mesmos processos que passam os iniciados em um ritual de iniciação, ou em experiências de quase morte (EQM). (…) O resultado dessa crise é a transformação da personalidade. Um contatado ou abduzido nunca mais será a mesma pessoa. Se bem orientada transformará esse processo no maior e mais benéfico de sua existência“.

Fontes:

– Livro “Transformadores de Consciência”, de Gilda Moura , Editora do Conhecimento.

– Livro “O Novo Humano: despertando pra a herança alienígena da humanidade”, de Mary Rodwell, Biblioteca UFO.

– Livro “Projeto Contato II”, de Mônica de Medeiros e Margarete Áquila, Biblioteca UFO.

FaTaMoRGaNa tem 49 anos e trabalha em Governança de TIC. Desde pequena sempre acreditou, ou melhor, sempre teve a CERTEZA da existência de vida fora do planetinha azul. A obra de Deus é infinita e não iria se restringir ao que nossos olhos conseguem enxergar. Já presenciou luzes e objetos não identificados, mas espera um dia perder o medo para conseguir uma experiência de contato mais concreta.

Importante: o conteúdo, os fatos e as opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor(a) e não refletem, necessariamente, a opinião dos administradores do UIB.

Equipe UIB

Alguns aprendizados durante os “sonhos”

Desde criança, sempre tive fixação pelo céu, sempre senti muita emoção ao olhar para o céu. Tínhamos uma luneta bem velhinha que era do meu avô. Ainda a temos guardada. O céu e seus mistérios sempre estiveram na minha vida, nas minhas conversas, na minha história. E na história e nas conversas da minha família.

Nunca me considerei uma contatada. Porém, com o aprendizado que tenho feito, no grupo e em outros espaços de conhecimento, descobri não só que sou uma contatada, como também que faço parte de uma família de contatados. Bom, eu cheguei a essas conclusões principalmente pelos vídeos da Dra. Gilda Moura, assistidos antes e depois da minha entrada no Grupo de Estudos Ufologia Integral Brasil – UIB.

Sou médium vidente e sensitiva desde pequenininha: minha primeira visão foi aos três anos de idade. Aprendi a lidar com esse aspecto da minha vida e do meu ser ao longo da vida, através de muitos e diferentes estudos, leituras e práticas, até encontrar a minha praia. E lá se vão 51 anos.

Apesar de sempre ter aberta a porta do mundo sutil, de ter compreendido há tempos que isso é que é a vida normal, pelo menos pra mim, sou também bastante cética e cartesiana, e a Dra. Gilda Moura, dentro da ufologia, fala bem a minha linguagem quando equilibra os dois universos – ufologia e espiritualidade.

Nunca vi nenhuma nave e nenhum ser extraterrestre, fisicamente falando. Sempre “sonhei” com este universo, até entender que não eram exatamente sonhos, até compreender que eram experiências fora do corpo. Entretanto, vou chamá-las, neste relato, de “sonhos”.

Tenho dois tipos de sonhos bem diferentes. No primeiro tipo, eu vejo naves à distância. No segundo tipo, eu estou dentro das naves ou fora, com seres que podem ser extraterrestres ou não, não tenho certeza.

No primeiro tipo de sonho, eu vejo sempre o mesmo tipo de nave: pequenas bolas metálicas, muitas, todas voando juntas. Uma frota. É um sonho recorrente, em que sempre estou num momento comum, sempre na minha casa, no quintal ou olhando pela janela, e sempre é de dia. Eu olho para o céu e lá estão dezenas de pequenas naves metálicas, voando bem alto, mas numa distância suficiente para distinguir o formato e a cor, e em baixa velocidade, como a de um carro a 60, 80 km/h. Uma curiosidade: a janela por onde vejo as naves no sonho é sempre a mesma. E descobri, recentemente, conversando com a minha mãe, que é a mesma janela por onde ela via, com frequência, luzes no céu, quando éramos crianças. No caso dela, era sempre à noite e ela via no real, não em sonho.

Tentei encontrar algum tipo de figura ou ilustração que mostrasse uma nave semelhante à que vejo nesses sonhos e encontrei a imagem a seguir. Aliás, pra minha surpresa,  foi bem difícil encontrá-la; procurei de várias formas, com várias palavras, e só achei quando escrevi “OVNI esférico”. Será que esse tipo de nave não é comum de ser vista ou fui eu que não soube procurar?

OVNI esférico. Imagem ilustrativa. (Fonte: estoesmachagai.com)

No segundo tipo de sonho que tenho, existe sempre uma interação com as naves, ambientes ou pessoas do sonho. O entendimento deste primeiro sonho veio muito recentemente, a partir de uma palestra da Dra. Gilda Moura, como explico em seguida.

Primeiro sonho: anos 90

Um rapaz que era meu namorado na época, com quem eu vivia uma relação muito importante naquele momento, vinha me buscar numa nave. Eu não sabia onde estava, mas sabia que não era a Terra. Não havia nenhum ser humano ao redor, nem qualquer registro de civilização, nenhuma cidade ou vegetação como referência. Eu o via chegar numa nave pequena, descer e vir andando para me pegar onde eu estava. Uma distância de uns dez metros nos separava. A parte superior da nave, um pouco mais da metade pra cima, era transparente. E, então, caminhávamos calmamente até a nave, na qual só cabiam duas pessoas: eu e ele. Não me surpreendia com nada do que acontecia.

Tudo parecia correto e natural. Levantávamos voo e rapidamente estávamos aterrissando em outro lugar. Internamente, eu sabia que era um local de “baldeação” e que também era pequeno. Era como se eu conhecesse o percurso. Poderia dizer até que era um satélite de algum planeta e eu sabia que era pequeno e desabitado, assim como o lugar onde ele tinha ido me buscar. Era um local muito parecido com as imagens que vemos de Marte, tudo muito alaranjado, como um eterno pôr do sol de outono. Nós descemos da nave e fomos caminhando para outra nave. Internamente, eu sabia que dali iríamos pegar uma grande nave para chegar ao lugar final.  Mas também não era uma nave gigantesca, era apenas uma outra onde cabiam mais pessoas. Essa imagem, inspirada em Marte, lembra a paisagem da segunda aterrissagem:

Imagem ilustrativa. Fonte: vectorstock.com

A última imagem do sonho é nossa caminhada até a segunda nave, que eu não cheguei a ver, só sentia que estava indo na direção dela. E, durante a caminhada, fui invadida por uma sensação incrível. Além de estar inebriada pela beleza e pela paz daquele lugar, eu era invadida pela clareza de que estava indo embora da Terra, e não voltaria mais. Todos os meus karmas ligados a Terra tinham se encerrado e eu estava partindo definitivamente. Esse entendimento de fim dos karmas ligados à Terra se apresentava para mim, não era algo que eu concluía por mim mesma. Era algo como: “é isso que está acontecendo neste momento”. Vinha de fora e se apresentava para mim, e me tomava. E eu recebia como uma verdade profunda, incontestável, plena e bela. Naquele lugar onde eu estava, naquele momento, eu apenas acolhia o que sentia, o momento que se apresentava. Era um sentimento, sem nenhuma racionalidade interferindo na tentativa de analisar ou elaborar o que se passava, sem nenhum transbordamento emocional nem sentimental. Havia sentimento, havia emoção, havia entendimento mental, mas numa estrutura e funcionamento diferentes do que vivemos na Terra. Era um estado que tomava todo o ser.

Em sânscrito existe uma palavra que pode dar conta do que se passava: Ananda. Significa êxtase, felicidade suprema. E sua manifestação era para dentro, não para fora. Era um fenômeno interno.

Uma observação importante: eu também não sentia alívio, nada do tipo “ufa, acabou!!”. E nem o contrário “poxa, que pena”… Porque, como disse, não tinha um mental fazendo análises ou comparações, nem tentando elaborar o que se passava. Era apenas a notícia de um ciclo finalizado. E eu fluindo naquele momento livremente. Sobre o fato de o “piloto” ser meu namorado na época, numa das palestras da Dra. Gilda ela explica que, algumas vezes, os seres que nos contatam assumem a aparência de pessoas do nosso convívio ou que tem alguma relevância no mundo material para nós. Daí foi que eu concluí que isso foi uma experiência real de contato. Além do fato de existirem naves e planetas ou satélites no contexto.

Segundo sonho: início dos anos 2000

Esse sonho foi num período da Terra com muitos grandes terremotos e outras catástrofes ambientais, na sequência do tsumani de 2004. Esses movimentos da Terra me afetam muito, tenho muita ligação com esses momentos planetários, fico bem mobilizada, sonho que estou vivendo a passagem de tsunamis, sou procurada por seres que desencarnaram em terremotos, aparecem para mim cheios de terra no corpo, querendo se comunicar; enfim, é uma ligação muito forte. Acredito que o contato com esse universo das catástrofes ambientais é um trabalho meu na Terra, mas não no mundo material, que eu saiba até o momento. E isso ficou mais claro pra mim a partir desse sonho.

No sonho, eu estava numa sala bem clara; havia uma mesa comprida e clara também, como de madeira pintada de branco, já um pouco desgastada pelo uso. Estávamos sentados eu e um senhor moreno que aparentava ter por volta dos 55, 60 anos. Na época eu tinha uns 35 anos. Havia uma janela aberta na sala, e estávamos sentados perto dela, pra onde estava virada a cabeceira da mesa. Eu via como se aquela sala fosse no céu, ou em um lugar muito alto, que desse pra ver as nuvens do alto e as cidades muito abaixo e longe, mas não percebia nenhum movimento. Nunca associei ao fato de quem sabe estarmos numa nave. A imagem abaixo pode dar uma noção do que eu via pela janela. A diferença é que eu tinha a impressão de poder ver um pouco da cidade ou da Terra (planeta) bem abaixo e ao longe, como quem vê de um avião a alguns quilômetros de altitude, não muito alto:

Imagem ilustrativa. Fonte: amazon.com

Eu estava estudando com esse senhor, que estava me ensinando como fazer a “triagem das almas” que desencarnavam em catástrofes ambientais, e para que tipo de nave eu deveria encaminhar cada tipo de alma. Não era nada do tipo diferenciar almas melhores ou piores, havia apenas a explicação sobre a percepção das necessidades cada alma teria durante ou após o desencarne. Me lembro da sensação de que seria um longo percurso de aprendizado até eu poder executar o que ele estava passando pra mim. Esse termo “triagem das almas” era usado pelo senhor que me ensinava. Me lembro que havia som na voz dele, não era uma comunicação telepática.

Minha sensação era de muita tranquilidade, pelo lugar, pela companhia, pelo ensinamento. Nenhuma parte de mim questionava nenhum aspecto do que estava sendo vivido nem ouvido, eu não estranhava o lugar, nem a situação, nem o ensinamento.

Terceiro sonho: anos 2000, algo entre 2008 e 2012

Esse eu tenho dúvidas de que se trata de um contato. Gostaria de saber o que vocês acham. No sonho eu me via no espaço sideral com um homem alto e sereno que me passava um ensinamento. Estávamos os dois “em pé”, flutuando no espaço, e víamos a Terra abaixo dos nossos pés, com a linda capa de luz azul da atmosfera ao redor, o que me surpreendeu muito, pois eu só fui saber que a Terra era assim vista do espaço depois do sonho.

Nunca tinha visto nenhuma foto da Terra com aquela luz azul ao redor, até aquele momento, por incrível que pareça. Ele apontava para a Terra abaixo de nós e dizia: “olha.” E depois apontava para o espaço acima de nós. E dizia “Olha. E tem muito, muito além do que você possa imaginar, para cima e para baixo.”

Lembro-me de sentir necessidade de poder ver o que seria esse “muito mais além” que ele dizia, mas não perguntei nem pedi nada. Lembro-me da sensação de profunda gratidão pela oportunidade de estar ali tendo aquela visão de tão grande beleza, tendo a oportunidade de flutuar no espaço sideral. Lembro-me de compreender que esse “muito mais além” não se tratava de uma informação sobre a matéria do universo, o número de planetas ou de galáxias. Que ele me falava de algo em muitos níveis além do material.

Neste sonho, não havia conversa. A comunicação era telepática. Mas não era uma sensação de estar ouvindo os pensamentos de outra pessoa. Era de estar recebendo um conhecimento que se organizava internamente no nível mental e num nível além do mental que não sei nomear. Não era uma comunicação linear, ela algo esférico, ou em diferentes camadas ao mesmo tempo, tentando utilizar uma figura de imagem para tentar explicar.

Essa é sempre a parte mais difícil de relatar esses acontecimentos. Encontrar explicações a partir das nossas experiências na Terra. Fica sempre a sensação de que não explicamos o suficiente. A imagem a seguir dá uma ideia da nossa posição no espaço. O homem estava ao meu lado. Só que estávamos bem mais afastados da Terra, nós a víamos inteira:

Caminhada espacial de Bruce McCandless, sem cabo. Crédito: NASA

Como já disse, para estas três experiências estou usando a palavra “sonho”, mas, na verdade, as considero como experiências vividas fora do corpo. Meu critério para diferenciar essas experiências de um sonho “normal” é a clareza das memórias e das sensações que permanecem anos após terem acontecido. E também estou chamando de “sonho” porque, em nenhuma delas, eu estava acordada; eu estava dormindo, mas fora do corpo e consciente na experiência. E considero agora não apenas experiências fora do corpo, mas experiências de contato ocorridas fora do corpo. Com exceção do terceiro sonho, que não sei bem se era um contato extraterrestre ou um passeio com meu mentor.

Fontes das ilustrações e imagens:

http://www.estoesmachagai.com/web/inicio/noticia/2263/Fenomeno-Ovni-Objetosesfericos-asociados-a-la-presencia-de-ovnis.html

https://www.vectorstock.com/royalty-free-vector/mars-planet-landscape-and-vector18889218

https: //www.amazon.com/wall26-Removable-Wall-Sticker-Mural/dp/B00XH8FQK6

https://blogs.esa.int/astronauts/2014/03/03/gravity/

Me chamo Neide Barros, tenho 52 anos e sou do Rio de Janeiro. Aqui em casa, na minha infância, sempre olhamos para o céu em família. Tínhamos uma luneta velhinha do meu avô, hoje não serve mais; porém, vivemos com ela bons momentos.  Continuo olhando para o céu. Estou certa de que nossos vizinhos intergalácticos estão por aí, entre nós.

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Equipe UIB

Quem são os Zeta Reticulianos?

Segundo a classificação do ufólogo e pesquisador Thiago Ticchetti, os Zeta Reticulianos são um tipo de grey, dentre os outros três tipos, que teriam vindo do sistema estelar binário de Zeta Reticuli, localizado na Constelação de Reticulum.

Como eles são?

Segundo vários contatados e abduzidos por esses seres, como no caso Betty e Barney Hill, esses seres possuem estatura variada, com cabeça ovalada, olhos de gato, duas narinas, boca fina, sem a presença de pelos nem cabelo, com a pele clara no zeta alto, mas com a pele cinza, nos zetas baixos citados pelo casal.

E qual o propósito deles na Terra?

Segundo vários casos, como o citado acima, eles estariam aqui para estudar a humanidade, além de colher material genético e biológico. Mas o porquê disso ainda não se sabe em definitivo. Alguns dizem que recolhem o material biológico dos abduzidos só para estudos e outros dizem que recolhem esse material para ser usado no projeto de formar híbridos, o que é melhor explicado no artigo que escrevi sobre os greys.

Então, os Zeta Reticulianos são seres humanoides, provindos de Zeta Reticuli, localizada na Constelação de Reticulum, com estatura variada, pigmentação cinza ou branca, olhos amendoados, cabeça grande e sem a presença de pelos. Também buscariam estudar e recolher material biológico dos abduzidos para seus próprios estudos e projetos.

Fontes:

Felipe Viana é biólogo, mora em Niterói, Rio de Janeiro, e desde muito pequeno sempre se interessou em estudar os temas de Ufologia, Espiritualidade, Parapsicologia, Física Quântica e afins

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Luz Vermelha na Serra da Cantareira

“Eram aproximadamente 21h45 do dia 20 de junho de 2020, quando avistei uma luz vermelha parada ali nas proximidades da Serra da Cantareira – SP.

Moro próximo ao aeroporto de Guarulhos, então estou acostumado a ver aviões, pelo menos a rota deles.

Contudo, esse objeto luminoso não me parecia um avião; peguei meu binóculo para tentar observar e juro que nunca vi algo parecido com aquilo; não consigo explicar.

Era uma luz vermelha, estava parada. A princípio, achei que era um balão, mas, de repente, ela desceu (pelo meu campo de visão, era mais ou menos na região da pedreira, onde o avião do Mamonas caiu), em seguida, subiu novamente. Foi então que peguei o celular e comecei a filmar.

Não fazia a menor ideia de altitude daquele objeto. De repente, a cor vermelha começou a piscar, nas cores branco e azul, e acabou acelerando, seguindo seu curso e sumiu do campo de visão, desaparecendo no horizonte.” (Relato de Henrique Lopes)

Ronaldo Mascetra, radialista, jornalista, produtor e idealizador do Podcast Dronepod, realizou uma breve análise sobre o vídeo, e chegou às seguintes conclusões:

“1 – A câmera não está fixa: pelo fato de a câmera não estar fixa e se movimentando o tempo todo, não dá para aferir uma velocidade exata do objeto.

2 – O objeto emite luz branca: não visualizei luz de navegação ou luz de sinal de GPS comuns aos drones.

3 – A distância do objeto é grande: pela aparente distância do objeto, se fosse um drone, seria difícil ver.

Entretanto, podemos colocar lanternas, lasers e outros objetos no drone, que acabam potencializando seus sinais luminosos. Neste caso, como a filmagem é curta, não consigo definir se é drone. Então, neste caso, vai para o lado do OVNI, por não ser identificável o objeto.

A filmagem ideal:

Se o cinegrafista tivesse filmado mais tempo do objeto, conseguiríamos identificar melhor, pois, se é um drone, ele vai pousar. Ele filmou apenas uma evolução do objeto, que é uma acelerada grande. Porém, drones aceleram assim também. O ideal seria ter filmado pelo menos uns 3 minutos para a gente poder avaliar melhor.

Coisas que me chamaram a atenção: aceleração e luz branca. Lembrando que existe um balão ao lado que ele acaba comentando, nada impede se ser um drone com lanternas fazendo imagens do balão, porém, para fazer imagens, o drone precisaria se aproximar mais, coisa que o vídeo não mostra e só quem filmou sabe a continuação do mesmo.

Esse foi um dos vídeos que me deixou mais em dúvida. Portanto, a análise fica inconclusiva.”

Amanda Sales. Publicitária, natural de Manaus – AM. Apaixonada por astronomia e ufologia. Idealizadora do projeto Ufologia integral Brasil.

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