Nos destroços de uma suposta nave alienígena, nos deparamos com o desconhecido. Instaura-se no local a probabilidade dos riscos envolvidos, contaminação por agentes biológicos e químicos, radiação ionizante, entre outros. É uma situação inusitada, mas uma aproximação cautelosa se faz necessária. De que forma os bombeiros deveriam atender essas ocorrências não convencionais?
Em 99% dos casos tratam-se de ordens restritas e/ou confidenciais. E caso existam protocolos e manuais para atender a essas ocorrências, sempre estarão de posse apenas das forças armadas. Forças auxiliares, que são solicitadas pela população, sempre agem de forma convencional nessas ocorrências.
Os bombeiros deveriam atender essas ocorrências não convencionais, da melhor forma possível, seguindo os critérios já pré-estabelecidos em manuais, desenvolvidos por um grupo de especialistas neste assunto.
Os brasileiros devem seguir normas regulamentadoras para as mais diversas situações. Na área da construção civil, medicina, indústria, comercio, agricultura etc. Desde as esferas militares até as civis. Devemos ter, também, mecanismos de trabalho para os casos anômalos de origens desconhecidas, ou não catalogadas. Hoje em dia, todas são classificadas como sendo confidenciais.
Tive o privilégio de presenciar alguns casos envolvendo o Corpo de Bombeiros e o Fenômeno UFO. Esses casos chamaram a minha atenção para os cuidados que devemos ter, ao nos depararmos com objetos anômalos e os riscos envolvidos.
Pesquisando sobre o caso de Varginha, observei que vários indivíduos foram expostos a vários riscos desnecessários e acabaram por sofrer consequências desagradáveis.
“Tudo que é desconhecido deve ser considerado perigoso, porque se não for você deu sorte. Se você não achar que for perigoso e for perigoso, você esta morto.”
Cláudio Santos é pesquisador no campo da Ufologia. Tem formação técnica em segurança do trabalho e bombeiro civil e, durante sua jornada, teve o privilégio de presenciar alguns casos envolvendo o Corpo de Bombeiros e o Fenômeno UFO. Esses casos chamaram a sua atenção para os cuidados que devemos ter, ao nos depararmos com objetos anômalos e os riscos envolvidos. Em suas palestras, pela Academia Latino-Americana de Ufologia Científica, do Dr. Júlio C. Acosta-Navarro, Cláudio aborda essas situações e riscos.
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Equipe UIB
https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/06/PicsArt_06-03-01.31.30-3.png7141080Claudio Santoshttps://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/LOGO-GRUPO-Recuperado-2.pngClaudio Santos2018-05-18 14:27:192019-08-06 12:46:36Ocorrências não convencionais
A curiosidade sempre esteve presente no ser humano. Desde a pré-história o homem olha para o céu, buscando desvendar os mistérios celestes. Esta busca por descobrir e conhecer foi o grande impulsor da Ciência que, em uma de suas maiores proezas, permitiu ao ser humano desembarcar na superfície de nosso satélite natural, a Lua.
Esta conquista só foi possível graças a uma série de missões anteriores, que possibilitaram o desenvolvimento de tecnologias e conhecimentos necessários para tal feito. A Humanidade, atenta, acompanhou cada passo desta conquista, realizada pela Agência Espacial Americana (NASA).
Esta agência foi criada em 29 de julho de 1958, com o objetivo de coordenar o desenvolvimento astronáutico, bem como conduzir a exploração do Sistema Solar. E, para seu estabelecimento, foram encomendados diversos estudos técnicos a algumas instituições norte-americanas, que serviriam de base para as diretrizes de funcionamento da agência espacial. Um desses estudos, o Relatório Brookings, de 1958, abordou a possibilidade da descoberta de vida extraterrestre na exploração espacial que se iniciava.
Em um trecho do documento, intitulado “Implicações em Caso de Descoberta de Vida Extraterrestre”, consta que:
“…artefatos deixados num determinado ponto no tempo, por formas de vida pertencentes ou não ao Sistema Solar, poderão ser descobertos através de nossas atividades espaciais na Lua, em Marte e Vênus”.
O relatório recomenda que todos os fatos que forem documentados devem ser mantidos no mais absoluto sigilo para evitar possíveis problemas de ordem política e social. Com base nestas recomendações, a NASA conduziu seu programa espacial sabendo que poderia encontrar vida em outros planetas, ou mesmo naves alienígenas durante missões espaciais e que deveria manter estas descobertas em segredo.
O primeiro programa espacial tripulado, da NASA, chamava-se Mercury, e foi conduzido entre 1958 e 1963. Ao longo de todas as missões deste programa foram obtidas imagens de objetos não identificados no espaço e algumas destas fotografias acabaram vazando e chegando ao conhecimento dos ufólogos.
Um objeto luminoso registrado pelos astronautas da Gemini 5.
O programa seguinte, chamado Gemini, foi conduzido entre 1964 e 1966, permitia o envio de dois astronautas por missão. Sua missão era testar tecnologias, equipamentos e manobras que seriam utilizados na Conquista da Lua. E assim como seu programa antecessor, os astronautas das missões Gemini estiveram às voltas com objetos espaciais não identificados.
Os astronautas da Gemini IV, por exemplo, tiveram um avistamento ao longo de sua missão, em junho de 1965. Na ocasião, os astronautas Ed White e James McDivitt avistaram, filmaram e fotografaram um objeto, com projeções laterais que mantinha-se em órbita, não muito longe de sua cápsula espacial. O fato acabou vazando, escapando ao acobertamento da NASA, e chegou ao conhecimento público. Pressionada, a NASA alegou que se tratava de um satélite chamado Pegasus mas, após ser desmentida, a agência espacial silenciou sobre o fato.
Trecho do arquivo oficial da NASA, outrora confidencial, onde consta as transcrições das comunicações no momento do avistamento ufológico.
Poucos meses depois, os astronautas da Gemini V, Gordon Cooper e Charles Conrad, também avistaram e fizeram imagens de UFOs no espaço. Há anos circula no meio ufológico trechos de comunicações, atribuídas a esta missão, referentes a um avistamento ocorrido em 24 de agosto de 1965, sobre a região da Austrália, China e Ásia Oriental.
Outro caso, que escapou do acobertamento da NASA, ocorreu com a Gemini VI, quando os astronautas James Lovell e Frank Borman avistaram um UFO e comunicaram o centro de controle, em Houston, Texas.
Um objeto luminoso registrado pelos astronautas da Gemini 6.
Gemini 7: Bogey às 10 horas.
Houston: Aqui, Houston… Fale novamente, Sete.
Gemini 7: Garotos, temos um Bogey na direção 10 horas,
mas um pouco mais em cima.
Houston: Pode tratar-se de alguns dos estágios
do foguete impulsor Titan-2.
Gemini 7: Esse é um objeto identificado…
Não é o foguete impulsor! Sabemos onde está o foguete!
Que fazemos?
O termo Bogey era um dos vários termos usados para referir-se à objetos anômalos no espaço.
Trecho do documento Gemini VII Composite Air-to-Ground and Onboard Voice Tape Transcription, Vol. 1, contendo comunicações travadas durante avistamento ufológico.
Objeto luminoso, próximo à Gemini 9.
Dois objetos luminosos registrados pelos astronautas da Gemini 1.
Vários objetos luminosos, fotografados pelos astronautas da Gemini 12. Estas imagens fazem parte de uma grande sequencia de registros ufológicos.
UFOs na Terra e na Lua
O Programa Apollo foi a realização máxima das ambições humanas de exploração do espaço, culminando com o primeiro pouso tripulado na superfície lunar, em junho de 1969. Mas, para que ele ocorresse, seria necessária a realização de missões prévias. As Apollo 7, 8, 9 e 10, por exemplo, testaram naves, equipamentos e manobras a serem realizadas nas missões tripuladas. As Apollo 11 e 12 foram missões demonstrativas, provando a possibilidade de atividades diretas nas superfície lunar. As Apollo 14, 15, 16 e 17 foram missões mais científicas, realizando variados estudos no solo lunar.
Dois objetos luminosos, registrados pelos astronautas da Apollo 12
Fotografia obtida pelos astronautas da Apollo 7, pouco depois de entrar em órbita. Os dois objetos eram avistados e foram alvos de comentários entre os astronautas.
Na qualidade de pesquisador do fenômeno UFO e tripulantes desses Objetos Voadores Não Identificados, expresso minha visão dos aspectos envolventes na busca de respostas desse fenômeno por sua presença com uma frequência abundante de avistamentos no céu e mensagens deixadas por eles na área de plantações (Agroglifos) em vários países da Terra.
Os astrônomos, os cientistas e as instituições governamentais, não creditam nenhuma possibilidade da existência tanto desses objetos e seus tripulantes, por uma razão: ficariam à mercê de julgamentos perante as comunidades e simplesmente perdura a cláusula de que somente com dados específicos de provas em ordem mundial seria dado um parecer sem conotação para a realidade do fato.
Por outro lado, atribuímos às ciências, que regulam os conhecimentos que são ministrados na área acadêmica, a evolução a ponto de reduzir meios burocráticos nos registros de dados, por meio de um minúsculo CHIP que pode ser introduzido sob a pele humana, bem como outros avanços na indústria, medicina e por aí vai.
O que nos estarrece é que a mídia e rede sociais preenchem diariamente fatos, fotos e imagens desses objetos no mundo todo e cada um na sua individualidade, colocando-os nos arquivos secretos e cofres como segredos invulneráveis. De onde vêm os UFOS? Quem são seus tripulantes? Como navegam pelo cosmo? O que vieram fazer em nosso planeta? Por que uma variedade de formas e modelos? É de admirar essas perguntas que fazem há mais de 50 anos pelo mundo. Associam a ideia de que estas nações no passado construíram as Pirâmides, grandes Obeliscos e ainda mais sequestraram pessoas e animais sem permissão, copiaram alguns símbolos famosos e outros desconhecidos e refizeram com extrema fidelidade em plantações sem que fizesse algum barulho tanto de dia quanto a noite. Lembro-me de muitos projetos no decorrer dessas décadas que foram criados e continuamos sem uma nova informação.
https://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/04/WhatsApp-Image-2018-04-22-at-01.54.41.jpeg10451066João Batista Motahttps://www.ufologiaintegralbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/10/LOGO-GRUPO-Recuperado-2.pngJoão Batista Mota2018-04-20 11:42:252019-08-06 13:01:53UFOLOGIA - É uma ciência ou uma pseudociência?