Contato X Abdução

Percebo que ainda há uma certa confusão quando estes temas entram em pauta de discussão, principalmente dentro dos grupos; por isto decidi conversar um pouco sobre eles aqui.

Desde 2012 sou contatada por seres vindos da estrela de Sírius; sou um canal de comunicação que propaga um projeto que tem a intenção de ajudar no despertar de irmãos adormecidos e de trazer consciência cósmica.

Da forma como entendo, estas situações estão amparadas nos princípios cósmicos transmitidos por estes seres sirianos. Então, há diferença entre ser contatado e estar abduzido. As relações, nestas situações, são bem parecidas, por exemplo, com o fato de uma pessoa ser espiritualizada ou obsedada espiritualmente. A diferença é que o evento primeiro ocorre no plano entre seres não humanos, que interferem no campo de uma pessoa humana e, no caso espiritual, o evento ocorre entre seres humanos encarnados e desencarnados.

Porém, a diferença é que a pessoa contatada foi chamada a ingressar em um projeto, cuja participação não lhe colocará em risco, sua saúde ou sua vida; estes combinados são feitos antes do ato da encarnação e tem por objetivo um trabalho voltado para ajudar a humanidade e não visa qualquer vantagem em nível da individualidade. No caso da abdução é ato ofensivo, cruel e nunca trará segurança ao humano abduzido. Geralmente a abdução é praticada por seres que não pertencem ao universo oficial de origem do universo a que nós humanos pertencemos que é o universo de Luz. São técnicas de estudo adotadas de forma rudimentar, baixa tecnologia, próprio de quem não conhece o processo de criação que originou a raça humana, portanto necessitam estudar.

Como evitar a abdução? Como sair dela?

Eu diria que esta é a parte mais difícil desse processo, pois na verdade tudo o que foi feito e está sendo feito ocorre com a autorização da pessoa humana; nada do que fazem nestes processos de abdução acontece sem consentimento. Este é um ponto. Outro Ponto: a pessoa pode a qualquer momento desfazer o acordo feito. Dizer que não aceita, que corta o acordo, que não está mais disponível para este tipo de estudo. Simples assim.

É complicado, porque tudo é uma questão de vibração; o medo é o pior de todos os sentimentos e se essa for a reação ao ataque desses seres, pior. Quando não há reação negativa de pensamentos e atitudes, fica muito mais difícil ocorrer a abdução.

Manter o foco na Luz, nas boas intenções e confiar nos nossos mestres de luz sempre é a melhor forma de evitar interferências indesejadas.

Toda pessoa que caminha por entre a luz jamais será atingida pelas trevas. Cultive o amor e a paz, caminhe por entre as pedras e mesmo assim sentirás a maciez do gramado.

Gilda Santos e Silva é escritora e artista plástica. Seus livros:  A Esplêndida Luz da Terra, A CHAVE e o Código Secreto. Administra a página Felinos no Facebook.

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Histórias de abdução: Primeiro relato

A primeira história que irei relatar é sobre uma jovem de 22 anos que mora no interior de uma cidade paranaense. Desde muito jovem ela conta que costumava ouvir vozes ou ver vultos de criaturas de pele escuras, que sumiam repentinamente, além de ter visto diversas vezes OVNIs. Passados alguns anos destes avistamentos, passou a ter contatos no plano astral desde junho de 2017.

Tudo começou durante uma tarde: ela conta que estava em um campo, em um lugar cheio de vegetação, quando um ser de pele cinza chegou pelas suas costas, tapou sua boca e ela perdeu a consciência no mesmo instante. Então se viu um quarto com uma cama e surgiu um rapaz muito bonito de pele clara, que acabou a seduzindo.

Em seguida ele a amarrou, lhe encheu de fios conectados em máquinas e agulhas ao seu corpo e, em seguida, ela acabou perdendo a consciência. Ela conta que só pôde se dar conta do que estava acontecendo no momento em que finalmente acordou. Agitada, começou a tentar se soltar daqueles fios, mas não conseguia e o rapaz a segurou, dificultando sua defesa.

Em meio às suas tentativas de se soltar, o rapaz tentou acamá-la dizendo que podia confiar nele e que aqueles procedimentos eram necessários e para o bem dela.

Passado um certo tempo, ela foi levada para um ambiente: era uma praça pública, com várias pessoas. Os dois caminhavam, animados e conversando; ela disse não se lembrar com clareza do conteúdo da conversa. Depois de caminharem por bastante tempo, se sentaram em um banco e ele disse que teria que partir. Afirmou novamente que ela poderia confiar nele e que sempre que quisesse, ele iria voltar para vê-la. Ao despertar deste contato, ela se sentia muito fraca e confusa.

Diante dessa história, podemos perceber o quão delicados são esses contatos. Muitas vezes prejudicam, machucam, trazem traumas psicológicos. Às vezes acabam explorando as pessoas como cobaias para seus testes, gestações de crianças híbridas, deixam marcas pelo corpo, dentre outras situações.

Por isso é que vemos a importância de se relatar essas situações, para que possamos ajudar pessoas que passaram por situações semelhantes a essas, de modo que encontrem pessoas preparadas para as ajudar, que as aconselhem e entendam o que eles fazem com as pessoas, e que possam reprimir os contatos quando forem prejudiciais.

Fonte da imagem: outromundo.net

 Marina Alvarenga é bióloga, interessada em assuntos de astronomia e ciências. Após experiência de contato no astral passou a estudar ufologia e auxiliar pessoas com experiências similares. Colabora com o projeto Ufologia Integral.

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Chuva Eta-Aquarida

A chuva de meteoros que aconteceu nessa madrugada de domingo 06/05/18 foi causada por detritos deixados pelo cometa Halley na sua última passagem em 1986 ou até mesmo detritos de centenas de anos atrás, podemos visualizar esse evento a partir das 02:00 as 05:00 pelo horário de Brasília no Poente do Sol.

A curiosidade é que os meteoritos são pequenos e chega a ser comparados com grãos de areia e cascalhos, a cada passagem no período de 76 anos o Cometa Halley deixa um novo e enorme rastro de detritos no Fluxo Orbital.

Com uma beleza inconfundível a chuva contará em média de 50 meteoros por hora no seu pico mais elevado e mesmo sendo detritos pequenos quando estão juntos passando pela atmosfera dão um show de beleza e luz conhecidas como estrelas cadentes.

A próxima passagem do Cometa Halley será no ano de 2061, no dia 28 de julho.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Chuva Eta-Aquarida e o fenômeno do Cometa Halley

A chuva de meteoros que acontece nessa madrugada de domingo 06/05/18 é causada por detritos deixados pelo cometa Halley na sua última passagem em 1986 ou até mesmo detritos de centenas de anos atrás; podemos visualizar esse evento a partir das 02:00 as 05:00 pelo horário de Brasília no Poente do Sol.

A curiosidade é que os meteoritos são pequenos e chegam a ser comparados com grãos de areia e cascalhos. A cada passagem, no período de 76 anos, o Cometa Halley deixa um novo e enorme rastro de detritos no Fluxo Orbital.

Com uma beleza inconfundível a chuva contará, em média, com 50 meteoros por hora no seu pico mais elevado e, mesmo sendo detritos pequenos, quando passam juntos pela atmosfera dão um show de beleza e luz, sendo conhecidos como estrelas cadentes.

A próxima passagem do Cometa Halley será no ano de 2061, no dia 28 de julho.

Fontes: agenciabrasil.ebc.bom.br

Vanessa Rezende Natural de Pernambuco Pesquisas e estudos autônoma sobre Física, Astronomia, Espiritualidade. Apaixonada pelas ações naturais do mundo e universo.

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50 anos do filme “2001: Uma Odisséia no Espaço”

Em 29/04/2018 o lançamento do filme “2001: Uma Odisseia no Espaço”, no Brasil, completa 50 anos. Nos EUA foi lançado em 03/04/1968.

Apesar das inúmeras críticas negativas da época, é considerado atualmente como um dos mais importantes filmes de ficção científica da história do cinema. Mas porque ele é tão importante?

Encontram-se na Internet inúmeras análises deste filme. São mencionados os efeitos especiais, o alto nível de acerto nas previsões tecnológicas, questões místicas, sua forte influência nos filmes que se seguiram e diversos outros aspectos que o caracterizam como sendo um filme ainda muito atual.

O que mais me chama a atenção, porém, é a forma como foi tratada a questão da presença alienígena aqui no nosso planeta. Na época – décadas de 1950 e 60 – os alienígenas eram tratados de forma caricata pelo cinema, com aparências estranhas, às vezes agressivos e em conflitos com o ser humano. Mesmo a série “Star Trek (Jornada nas Estrelas)” de 1966-1968 adotou alguns destes estereótipos. Já em “2001”, a questão alienígena é tratada de forma muito diferente.

                                    

https://youtu.be/7E9CD3Hucws

Sem perigo de spoiler… Os alienígenas em “2001” aparecem de forma indireta através de um monolito negro. Cada vez que ele aparece, a humanidade inicia uma nova era. É como se os alienígenas fossem uma espécie de interventores na história humana. Na primeira vez que surge, ainda não há consciência de que se trata de um objeto extraterrestre. Mas nas vezes seguintes, cientistas envolvidos já sabem que se trata de um artefato extraterrestre e tratam o assunto de forma secreta, escondendo o fato do grande público. Nada tão atual!

Não é um filme de ação. É para ser visto como uma obra de arte. Stanley Kubrick (diretor e roteiro) e Arthur C. Clarke (livro e roteiro), simplesmente apresentam sua obra e não explicam porque ela é assim. São cenas longas e poucos diálogos, por isto só assista quando estiver bem disposto, caso contrário, vai cochilar! Um bom momento é em um feriado, após aquele bom sono da tarde e aí sim, deixe-se levar pela beleza do filme. Procure apenas senti-lo e depois ver o que fica.
VFO – 25/04/2018

Vinicius Fernandes de Oliveira, natural de Olinda-PE, formado em Engenharia Elétrica e com Mestrado em Informática, sempre trabalhou com Ciências Exatas. Despertou seu interesse por Ufologia  e espiritualidade desde jovem.  Atualmente é integrante e docente na Fundação Logosófica e colaborador do grupo Ufologia Integral Brasil.

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Thiago Quilles, 432 Hz

https://www.youtube.com/watch?v=i7a5UPDvw8k

” O CÉU NUNCA FOI UM DESERTO”, música de 2015.

Thiago Quilles aborda, na essência de suas composições, temas relacionados à filosofia, espiritualidade, autoconhecimento, ufologia e amor.

Além de atuar na música, também trabalha na área do trânsito, o que lhe proporciona uma visão muito mais universalista sobre o comportamento de cada indivíduo e suas emoções, respeitando cada ser e cada história.

Absorvendo as experiências de cada dia para compor suas canções, Thiago coloca em suas letras o desafio de não entrar na moda da “Matrix” com letras de baixa energia, dando aos ouvintes e fãs a oportunidade e a chance de ouvir músicas como “AINDA É TEMPO”, gravada na frequência 432 hz, “O CAMINHO DO MEIO”, uma letra sobre autoajuda e despertar da consciência, “O CÉU NUNCA FOI UM DESERTO”, falando sobre ufologia e “NOVA ERA”, abordando a mudança interior de cada ser, em preparação à grande transição planetária que já está no meio de nós.

https://www.youtube.com/watch?v=WF_XPwTW5LY

“AINDA É TEMPO”, música gravada á 432 hZ.

“Tenho claramente a certeza de que nós, músicos e artistas, temos um compromisso com as coisas do alto, com as energias leves e boas. Pois somos todos oriundos do mesmo Deus, que também é representado pelo infinito universo de bondade e amor; fazer a música que eleva a alma do irmão é, de fato, levar a sério o que o mestre dos mestres nos falou: Amar o próximo como a ti mesmo. Se eu me amo e amo o próximo então faço músicas boas em respeito e amor pelos demais”

Thiago Quilles.

Thiago Quilles aborda, na essência de suas composições, temas relacionados à filosofia, espiritualidade, autoconhecimento, ufologia e amor. 

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Fogo no Céu

Dificilmente a grande maioria do público dos filmes de Hollywood tende a acreditar, ou até mesmo conceber, um contato com seres de outros planetas. Esse estigma foi colocado no âmago da população americana e mundial durante muitas gerações como uma distração, ou uma bobeira qualquer que possa ser um passatempo cômico e caricato dos quadrinhos juvenis ou, até mesmo, um possível distúrbio de “mentes frágeis” ou “desalinhadas” como nos foram sugeridos pelas entrelinhas em diversos programas televisivos e jornalísticos. Dentre uma diversidade de distrações – muitas bem sucedidas e com um “algo a mais” para se pensar, surgiu em 1993 o filme chamado Fogo no Céu, a história da abdução de Travis Walton.

Por volta das 18:10, ao anoitecer do dia 5 de novembro de 1975, o lenhador Travis Walton e sua pequena equipe de seis homens, que estavam trabalhando em um contrato de redução de árvores em Turkey Springs, Arizona (Estados Unidos), como nos dias anteriores, estavam prestes a voltar para suas casas após sua jornada de trabalho na cidade de Snowflake.

Durante o retorno por estradas com vasta vegetação em suas laterais, já no escuro, ao cair da noite, uma luz brilhante chamou a atenção de Travis tirando por completo sua atenção. Algo luzia com certo brilho entre a vegetação, seus colegas não conseguiam descobrir o que poderia ser a tal luz. Quem sabe um incêndio ou talvez até um avião poderia ter caído no local? Em sua caminhonete decidiram seguir em direção à luz, apenas para descobrir o que Travis definiu como sendo “a visão mais incrível e fantástica que viu em toda a sua vida”. Mal sabiam que a tal luz vinha de um objeto em forma discóide e que flutuava a 50 metros de distância, contrariando por completo a Lei de Newton de Gravitação Universal, mais conhecida como Lei da Gravidade. O tal objeto flutuante emitiu um zumbido agudo, chamando a atenção de Travis, que saiu da caminhonete em direção ao objeto que pairava no ar. Um feixe de luz, ou de energia – como Travis transcreveu em seu livro – desceu da nave flutuante com o foco em sua direção, o empurrando com força ao chão, parecia que Travis havia morrido e sugado, em poucos segundos para o interior da nave. Temendo por suas próprias vidas, seus colegas partiram em direção oposta dentro da caminhonete.

Em sua abdução, Travis sofreu diversas intervenções em seu corpo, como poderá ser visto no longa.

Durante cinco longos dias de angústia para família, e uma movimentação na pequena cidade tranquila de Snowflake, com seus colegas de trabalho sendo acusados de assassinato, com inquérito e interrogatórios na polícia local, inclusive com aplicação do teste do polígrafo (detector de mentiras), visto que ninguém conseguia dar crédito a história de terem encontrado um disco voador, a investigação retorna ao local do suposto crime, porém o corpo de Travis não estava em nenhum lugar.

Aguardando qualquer novidade o irmão de Travis recebe um telefonema em sua casa. Era Travis e ele estava de volta e vivo! Travis foi encontrado em uma cabine telefônica, a cerca de 24 quilômetros do local de seu trabalho, 5,50 kg mais magro e com aparência de 5 dias de crescimento de barba. Travis estava em estado de choque, com medo, com fome e foi incapaz de articular adequadamente o que havia lhe acontecido.

Durante uma sessão de hipnose, Travis foi capaz de regredir e recontar suas terríveis experiências na nave alienígena – experiências que, embora traumáticas na época, ele agora acredita que eram “benevolentes por natureza e não pretendiam prejudicá-lo”.

Tentar explicar o inexplicável aos ouvidos surdos e às mentes fechadas é uma tarefa que não é apenas assustador, mas também drenante. Enquanto a ciência atual é capaz de verificar certos fatos com dados, a experiência é algo completamente diferente; por definição, deve ser experimentado para ser entendido. A ideia do “outro”, o alienígena, o extraterrestre, continuará sempre a ser controversa, ao menos que ocorra a comprovação dos fatos, o que nem sempre ocorre, mas não devemos desconsiderar aquilo que ainda não experimentamos. Há muito a aprender com as experiências e relatos sobre abduções e o de Travis é um dos casos mais clássicos na história da ufologia.

País – Estados Unidos

Duração – 109 min

Direção – Robert Lieberman

Produção -Todd Black

Roteiro – Tracy Tormé e Travis Walton

Elenco: D.B. Sweeney

Robert Patrick

Craig Sheffer

Peter Berg

Henry Thomas

Género – Ficção-científica

Distribuição – Paramount Pictures

Lançamento: Brasil – 10 de setembro de 1993

Yuri Valpeteris, paulistano e Radialista de formação. Entusiasta do fenômeno UFO (desde 1995 – primeiros avistamentos) e de fenômenos paranormais, sempre em busca do desconhecido.

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Avistamentos Espaciais

A curiosidade sempre esteve presente no ser humano. Desde a pré-história o homem olha para o céu, buscando desvendar os mistérios celestes. Esta busca por descobrir e conhecer foi o grande impulsor da Ciência que, em uma de suas maiores proezas, permitiu ao ser humano desembarcar na superfície de nosso satélite natural, a Lua.

Esta conquista só foi possível graças a uma série de missões anteriores, que possibilitaram o desenvolvimento de tecnologias e conhecimentos necessários para tal feito. A Humanidade, atenta, acompanhou cada passo desta conquista, realizada pela Agência Espacial Americana (NASA).

Esta agência foi criada em 29 de julho de 1958, com o objetivo de coordenar o desenvolvimento astronáutico, bem como conduzir a exploração do Sistema Solar. E, para seu estabelecimento, foram encomendados diversos estudos técnicos a algumas instituições norte-americanas, que serviriam de base para as diretrizes de funcionamento da agência espacial. Um desses estudos, o Relatório Brookings, de 1958, abordou a possibilidade da descoberta de vida extraterrestre na exploração espacial que se iniciava.

Em um trecho do documento, intitulado “Implicações em Caso de Descoberta de Vida Extraterrestre”, consta que:

“…artefatos deixados num determinado ponto no tempo, por formas de vida pertencentes ou não ao Sistema Solar, poderão ser descobertos através de nossas atividades espaciais na Lua, em Marte e Vênus”.

O relatório recomenda que todos os fatos que forem documentados devem ser mantidos no mais absoluto sigilo para evitar possíveis problemas de ordem política e social. Com base nestas recomendações, a NASA conduziu seu programa espacial sabendo que poderia encontrar vida em outros planetas, ou mesmo naves alienígenas durante missões espaciais e que deveria manter estas descobertas em segredo.

O primeiro programa espacial tripulado, da NASA, chamava-se Mercury, e foi conduzido entre 1958 e 1963. Ao longo de todas as missões deste programa foram obtidas imagens de objetos não identificados no espaço e algumas destas fotografias acabaram vazando e chegando ao conhecimento dos ufólogos.

Um objeto luminoso registrado pelos astronautas da Gemini 5.

O programa seguinte, chamado Gemini, foi conduzido entre 1964 e 1966, permitia o envio de dois astronautas por missão. Sua missão era testar tecnologias, equipamentos e manobras que seriam utilizados na Conquista da Lua. E assim como seu programa antecessor, os astronautas das missões Gemini estiveram às voltas com objetos espaciais não identificados.

Os astronautas da Gemini IV, por exemplo, tiveram um avistamento ao longo de sua missão, em junho de 1965. Na ocasião, os astronautas Ed White e James McDivitt avistaram, filmaram e fotografaram um objeto, com projeções laterais que mantinha-se em órbita, não muito longe de sua cápsula espacial. O fato acabou vazando, escapando ao acobertamento da NASA, e chegou ao conhecimento público. Pressionada, a NASA alegou que se tratava de um satélite chamado Pegasus mas, após ser desmentida, a agência espacial silenciou sobre o fato.

Trecho do arquivo oficial da NASA, outrora confidencial, onde consta as transcrições das comunicações no momento do avistamento ufológico.

Poucos meses depois, os astronautas da Gemini V, Gordon Cooper e Charles Conrad, também avistaram e fizeram imagens de UFOs no espaço. Há anos circula no meio ufológico trechos de comunicações, atribuídas a esta missão, referentes a um avistamento ocorrido em 24 de agosto de 1965, sobre a região da Austrália, China e Ásia Oriental.

Outro caso, que escapou do acobertamento da NASA, ocorreu com a Gemini VI, quando os astronautas James Lovell e Frank Borman avistaram um UFO e comunicaram o centro de controle, em Houston, Texas.

Um objeto luminoso registrado pelos astronautas da Gemini 6.

Gemini 7: Bogey às 10 horas.

Houston: Aqui, Houston… Fale novamente, Sete.

Gemini 7: Garotos, temos um Bogey na direção 10 horas,

mas um pouco mais em cima.

Houston: Pode tratar-se de alguns dos estágios

do foguete impulsor Titan-2.

Gemini 7: Esse é um objeto identificado…

Não é o foguete impulsor! Sabemos onde está o foguete!

Que fazemos?

O termo Bogey era um dos vários termos usados para referir-se à objetos anômalos no espaço.

Trecho do documento Gemini VII Composite Air-to-Ground and Onboard Voice Tape Transcription, Vol. 1, contendo comunicações travadas durante avistamento ufológico.

Objeto luminoso, próximo à Gemini 9.

Dois objetos luminosos registrados pelos astronautas da Gemini 1.

Vários objetos luminosos, fotografados pelos astronautas da Gemini 12. Estas imagens fazem parte de uma grande sequencia de registros ufológicos.

UFOs na Terra e na Lua

O Programa Apollo foi a realização máxima das ambições humanas de exploração do espaço, culminando com o primeiro pouso tripulado na superfície lunar, em junho de 1969. Mas, para que ele ocorresse, seria necessária a realização de missões prévias. As Apollo 7, 8, 9 e 10, por exemplo, testaram naves, equipamentos e manobras a serem realizadas nas missões tripuladas. As Apollo 11 e 12 foram missões demonstrativas, provando a possibilidade de atividades diretas nas superfície lunar. As Apollo 14, 15, 16 e 17 foram missões mais científicas, realizando variados estudos no solo lunar.

Dois objetos luminosos, registrados pelos astronautas da Apollo 12

Fotografia obtida pelos astronautas da Apollo 7, pouco depois de entrar em órbita. Os dois objetos eram avistados e foram alvos de comentários entre os astronautas.

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Os Enigmáticos Crop Circles

Todos os anos novos Crop Circles surgem da noite para o dia, em campos e plantações agrícolas mundo a fora, mas com maior índice na Inglaterra. Há registros em vários outros países também como EUA, França, Hungria, Japão, Rússia, Canadá, Austrália e também aqui no Brasil. Mas esse fenômeno tem predomínio em território britânico.

Esse fenômeno começou a ganhar notoriedade no final dos anos 80 e início dos anos 90, mas há registros de eventos semelhantes no ano de 1966, e no final da década de 70, quando os Agroglifos começaram a aparecer com mais frequência.

Os Crop Circles são de certa forma delimitados geograficamente em uma área denominada por alguns estudiosos de “Triângulo Místico”. A maioria deles surgem em regiões específicas de plantações e ambientes rurais da Inglaterra, mais precisamente em Wiltshire, Hampshire, Oxfordshire, nas proximidades de sítios como Stonehenge, Avebury e da cidade de Glastonbury do condado de Somerset. Esses lugares parecem ser propícios para a aparição dessas estampas nas lavouras, e parecem obedecer um certo tipo de protocolo. E é por esse motivo que os misteriosos Agroglifos também sejam conhecidos como Círculos Ingleses, pois é lá (na Inglaterra) que os mesmos se manifestam com mais frequência.

Um ponto interessante é que podemos observar uma evolução desses desenhos, o que de início eram apenas “ninhos”, atualmente estes se apresentam com formas geométricas, fractais, códigos binários entre outros. Anteriormente  ficaram conhecidos popularmente como “ninhos de discos voadores”, pois acreditava-se que as marcas eram feitas pelas naves alienígenas quando estas pousavam nas vegetações, o que consideramos um contato imediato de 2° grau.

Marca deixada por um UFO em Charco, em Tully, Austrália, 19 de Janeiro de 1966.

“Projeto Galaxy”, West Stowell, Wiltshire, 23 de Julho de 1994. Tem sido interpretado como se estivesse mostrando uma conjunção de planetas na constelação de cetus que ocorreu em abril de 2000.

“As Torres”, Waylands Smithy, Oxfordshire, 8 de Julho de 2006.

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UFOLOGIA – É uma ciência ou uma pseudociência?

Retrospectiva atual do fenômeno UFO no Mundo

Na qualidade de pesquisador do fenômeno UFO e tripulantes desses Objetos Voadores Não Identificados, expresso minha visão dos aspectos envolventes na busca de respostas desse fenômeno por sua presença com uma frequência abundante de avistamentos no céu e mensagens deixadas por eles na área de plantações (Agroglifos) em vários países da Terra.

Os astrônomos, os cientistas e as instituições governamentais, não creditam nenhuma possibilidade da existência tanto desses objetos e seus tripulantes, por uma razão: ficariam à mercê de julgamentos perante as comunidades e simplesmente perdura a cláusula de que somente com dados específicos de provas em ordem mundial seria dado um parecer sem conotação para a realidade do fato.

Por outro lado, atribuímos às ciências, que regulam os conhecimentos que são ministrados na área acadêmica, a evolução a ponto de reduzir meios burocráticos nos registros de dados, por meio de um minúsculo CHIP que pode ser introduzido sob a pele humana, bem como outros avanços na indústria, medicina e por aí vai.

O que nos estarrece é que a mídia e rede sociais preenchem diariamente fatos, fotos e imagens desses objetos no mundo todo e cada um na sua individualidade, colocando-os nos arquivos secretos e cofres como segredos invulneráveis. De onde vêm os UFOS? Quem são seus tripulantes? Como navegam pelo cosmo? O que vieram fazer em nosso planeta? Por que uma variedade de formas e modelos? É de admirar essas perguntas que fazem há mais de 50 anos pelo mundo. Associam a ideia de que estas nações no passado construíram as Pirâmides, grandes Obeliscos e ainda mais sequestraram pessoas e animais sem permissão, copiaram alguns símbolos famosos e outros desconhecidos e refizeram com extrema fidelidade em plantações sem que fizesse algum barulho tanto de dia quanto a noite. Lembro-me de muitos projetos no decorrer dessas décadas que foram criados e continuamos sem uma nova informação.

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